O PROFETA JEREMIAS

O ministério profético de Jeremias foi dirigido ao reino do sul, Judá, durante os últimos quarenta anos de sua história (626--586 a.C.). Ele viveu para ser testemunha das invasões babilônicas de Judá, que resultariam na destruição de Jerusalém e do templo. Como o chamado de Jeremias propunha-se a que ele profetizasse à nação durante os últimos anos de seu declínio e queda, é compreensível que o livro do profeta esteja cheio de prenúncios sombrios.

Jeremias filho de sacerdote, nasceu e cresceu na aldeia sacerdotal de Ananote (mais de 6 Km ao nordeste de Jerusalém) durante o reinado do ímpio rei Manassés, Jeremias começou seu ministério profético durante o décimo terceiro reinado do bom Rei Josias, e apoiou seu movimento de reforma. Não demorou para perceber, no entanto, que as mudanças não estavam resultando numa verdadeira transformação de sentimentos do povo, Jeremias advertiu que, a não ser que houvesse verdadeiro arrependimento em escala nacional, a condenação e a destruição viriam de repente.

1. A VIDA DE JEREMIAS

1.1 SUA PESSOA

O nome Jeremias foi construído em torno do nome hebraico de Deus, Yahweh. Significa Yahweh estabelece. Ele era filho de Hilquias, que operava em Ananote, no território de Benjamim (Jr. 1.1). Muitos estudiosos tem pensado que seu pai foi o sumo sacerdote do mesmo nome (II Rs. 22.8), que se encontrava o rolo do livro da lei, no décimo oitavo ano do reinado de Josias. Porém muitos eruditos pensam que isso é improvável, pois Jeremias em seus escritos não menciona nada disso. Naturalmente seu pai era sacerdote, mas não necessariamente aquele sumo sacerdote. O nome Hilquias era bastante comum na época. Além disso os sacerdotes que residiam em Ananote eram da casa de Abiatar (I Rs. 2.26,35), enquanto que o sumo sacerdote era da linhagem de Eleazar. Salomão havia banido Abiatar para Ananote, e dessa linhagem nunca mais surgiu um sumo sacerdote. O próprio Jeremias nunca serviu como sacerdote. Ele cresceu em Ananote e ficou familiarizado com a vida rural daquele lugar. Sem dúvida, ele aprendeu sobre os escritos dos profetas anteriores, e tinha excelente educação religiosa.

1.2. A CHAMADA DE JEREMIAS

Jeremias residia na cidade rural de Ananote, uma aldeia cerca de três quilômetros a nordeste de Jerusalém. Quando ainda era bem jovem, recebeu sua chamada divina e foi nomeado profeta pelo Senhor (Jr. 1.4-10). Como era usual, ele sentiu sua incapacidade para tão elevada tarefa; mas a vontade de Deus acabou prevalecendo. Logo ele recebeu duas visões, uma de uma vara de amendoeira e outra de um caldeirão fervente, cuja boca estava voltada para o norte (Jr. 1.11-19). A vara de amendoeira simbolizava a ameaça do governo pelo poder estrangeiro de Nabucodonozor. E o caldeirão fervente tem um sentido obvio, porque todas as nações vindas do oriente atacavam Israel pelo norte. Assim a ira divina, sob a forma de guerra e cativeiro, logo devastaria Judá. O Juízo divino viria da parte do norte. Foi assim que Jeremias deu início as suas predições , a começar cerca de 627 a.C., até algum tempo depois de 580 a.C., provavelmente já no Egito. Ele deu início ao seu ministério do décimo terceiro ano do reinado de Josias, cerca de sessenta anos após a morte de Isaías. Sofonias e Habacuque foram contemporâneos seus, na primeira parte dos seus labores; e Daniel foi outro contemporâneo seu, na Segunda metade de suas atividades.

2. O MINISTÉRIO PROFÉTICO DE JEREMIAS

Jeremias viveu em num período histórico crucial tanto para Judá quanto para o Oriente próximo e Médio em geral. O império assírio havia declinado e caído. Sua capital, Nínive, fora capturada pelos caldeus e pelos medos em 612 a.C. . Sete anos mais tarde por causa da batalha de Carquêmis, os egípcios e os remanescentes dos assírios, foram derrotados pelos caldeus. Assim a nova potência mundial veio a ser o império Neobabilônico, governado por uma dinastia caldeia, cuja figura principal era o rei Nabucodonozor II, que governou em cerca de 605--562 a.C.. O minúsculo reino de Judá havia sido vassalo da Assíria, antes disso. Mas teve de mudar a sua lealdade primeiramente para o Egito e, então, para a Babilônia; mas, finalmente, caiu com a captura de Jerusalém, em 587 a.C. Seguiu-se então o famoso cativeiro babilônico.

Seu ofício profético ampliou-se por mais de quarenta anos. Jeremias recebeu a desagradável tarefa de advertir sobre os envolvimentos e destruições que um poderoso inimigo, que não dava quartel, haveria de impor. Os falsos profetas porém, eram sempre otimistas, predizendo o bem, embora falsamente, para a nação de Judá. Jeremias por sua vez anunciava a terrível verdade. A exatidão de suas predições era tão grande que seus compatriotas sentiam que, de algum modo, ele era responsável pelos acontecimentos adverso, perseguindo-o como se fosse traidor. Porém Jermias nunca se esquivou da tarefa, mesmo diante de falsas acusações e de ameaças de morte. Seu senso de missão era muito forte e ele serviu com grande zelo até o fim, um fim que, segundo alguns foi a morte de um mártir, às mãos de sua própria gente.

3. A ÉPOCA DE JEREMIAS

3.1 A CONDIÇÃO ESPIRITUAL DOS REIS CONTEMPORÂNEOS

a) Josias. Reinou por um período de 31 anos em Jerusalém e fez o que era reto perante o Senhor. É considerado um dos reis mais justos e devotados a Deus. As conseqüências do reinado de seu pai e de seu avô influenciaram muito sua vida, para que odiasse o pecado. Foi coroado aos oito anos de idade e buscou a face do Senhor desde o início. Aos vinte anos de idade ele liderou uma reforma religiosa nacional, e aos 26 iniciou a reforma do templo. É considerado como um rei bom (II Rs. 23.25), destruiu os focos de idolatria em Judá, reconstruindo o templo de Deus. Na reconstrução foi achado o Livro da Lei (II Cr. 34.15), que ao que tudo indica era a réplica ou cópia fiel escrita por Moisés. Ao ouvir as palavras do livro, Josias, chorou seus pecados e os de seu povo, e se humilhou perante Deus. Com esta atitude o Senhor protelou a Josias de ver o castigo daquela geração (II Rs. 22.19-20). Com auxílio do profeta Jeremias Josias empenhou no estabelecimento de uma cuidadosa reforma espiritual da nação. Com a envolvência dessa reforma religiosa, notadamente o povo prometeu obedecer a lei do Senhor e com isto o povo passou a remover do templo os vestígios do paganismo. Josias destruiu também o ídolo Tofete, utilizado para sacrifício humano (II Rs. 23.10). Retirou os altares pagãos do monte das oliveiras, que estava infestada de ídolos. A purificação nacional abrangeu a eliminação de médiuns espiritas, falsos sacerdotes e terafins (ídolos domésticos), (II Rs.23.24). Num confronto fatídico, na Batalha de Carquêmis, quando fora a caminho do Egito em 609 a.C. para impedir que o rei do Egito agisse contra a babilônia, inesperadamente morre. Três anos após sua morte, Babilônia invade ao Egito e leva a primeira leva de cativos em 606 a.C.

b) Jeoacaz. Esse monarca de Judá governou por três meses. Faraó Neco depôs Jeoacaz e impôs a Judá um pesado tributo (II Rs. 23.31-33). Jeoaquim irmão de Jeoacaz foi nomeado rei em seu lugar, por autoridade de Neco. Jeremias lamentou o destronamento de Jeoacaz e seu exílio no Egito (Jr. 22.10-12). Jeoacaz fez o que era mau ao olhos do Senhor, conforme tudo o que fizeram seus pais (II Rs. 23.32).

c) Jeoaquim. Este reinou de 608 a 597 a.C.. Ele foi apenas um vassalo do poder Egípcio. Ora, Jeremias era o principal representante do grupo que favorecia a supremacia dos caldeus. Isso o expôs a um grande perigo, ele foi aprisionado. Chegou a ser proposta a pena de morte (Jr. 26.11). Alguns dos príncipes de Judá tentaram protege-lo, apelando para o precedente estabelecido por Miquéias, o Morastita, que havia profetizado tempos antes de Jeremias. Os oráculos de Jeremias contra o Egito (46.3-12), pois atraíram muitas pertubações contra ele; mas não nos deveríamos esquecer que ele também estava denunciando os pecados do povo judeu, e isso servia para aumentar o ódio por ele. Jeoaquim também procedeu impiamente como seus antecessores.

d) Joaquim. Em Jr. 22.24,28 e 24.1 o nome dele aparece como Jeconias. Ele sucedeu o trono de seu pai Jeoaquim e colheu a péssima colheita que fora semeada por Judá e seus governantes anteriores. Tinha apenas dezoito anos de idade quando assumiu o trono e ficou ali durante três meses (II Rs. 24.8). Jerusalém se rendeu em 597 a.C. e Joaquim e muita gente de Judá foram levados para o cativeiro. Jeremias havia predito a sorte de Joaquim, que o profeta lamentou em (Jr. 22.24-30). Trinta e seis anos mais tarde Joaquim foi libertado, pelo filho e sucessor de Nabucodonozor (II Rs. 25.27-30).

e) Zedequias. Nabucodonozor nomeou para o trono a Zedequias, tio de Jeoaquim. Zedequias era o filho mais novo de Josias, e foi o ultimo rei de Judá. Foi um governante fraco, que procurava contrabalancear as facções adversárias que lutavam pelo poder, em Judá. Ele começou a ouvir mais a Jeremias do que seus antecessores; porém era tarde demais para isso fazer qualquer diferença. Zedequias governou por dez anos, pagando tributos a Babilônia. Quando Zedequias deixou de pagar tributo e firmou um acordo com o Egito, Nabucodonozor perdeu a paciência e mandou um exercito para por fim ã cidade de Jerusalém.

4. POR QUE DEUS ENVIOU O PROFETA JEREMIAS

Deus nunca age antes de comunicar suas ações aos seus profetas. O profeta Jeremias foi enviado para mostrar os pecados do povo e caso eles não se arrependessem seriam destruídos. Jeremias detalhou como seria essa punição, mas o povo não deu ouvidos e as profecias se cumpriram.

5. AS PRETENSÕES DE JEREMIAS AO ALERTAR O POVO DO CATIVEIRO INEVITÁVEL

O intuito de Jeremias era conclamar o povo de Judá ao arrependimento, visto que ele via a potência do norte, Babilônia, erguer-se, pela providência divina, para castigar uma nação desobediente como era Judá. Ele exortou os habitantes de Jerusalém a abandonarem sua idolatria e apostasia. Jeremias via um cativeiro de setenta anos no horizonte (Jr. 25.1-14). Ele via que o conflito entre três potências mundiais, a Assíria , o Egito e a Babilônia terminaria em triunfo desta última. E advertiu os judeus acerca dos pactos firmados com o Egito, que redundariam em desastre a longo prazo. Visto que Jeremias viu um resultado desfavorável para Judá, que era um pequeno reino, entalado em meio de lutas de poderes gigantescos, esse profeta acabou merecendo a desconfiança de seu próprio povo e foi desprezado. Suas profecias de condenação soavam estranhas, quando comparadas com as palavras consoladoras dos profetas falsos. Todavia a esperança messiânica resplandece em seus escritos, onde é prometida a restauração e a glória finais, para Israel e para Judá juntamente (Jr. 23.5; 30.4-11; 31.31-34; 33.15-18).

6. O CATIVEIRO BABILÔNICO

6.1 INÍCIO, LEVAS E DESTRUIÇÃO DE JERUSALÉM

Egípcios e Babilônicos disputavam a supremacia no Oriente Próximo. O Egito encorajou Judá a rebelar-se contra Judá e o controle Babilônico, o que fez Jeoaquim em 600 a.C., retendo os tributos. Isso provocou a invasão da babilônia a Judá em 598, além de invasões dos inimigos vizinhos de Judá, particularmente dos edomitas no sul. O jovem Joaquim quando da morte de seu pai, sucedeu-o no trono de Judá , mas não foi capaz de fazer frente a pressão babilônica. Rendeu-se em Jerusalém no ano de 597. Ele e muitos judeus nobres foram deportados para a Babilônia , enquanto um rei fantoche, Zedequias, era colocado no trono (II Rs. 24.18).

Mais uma vez Judá deixou-se persuadir a rebelar-se, e Jerusalém viu-se cercada de novo em 589 a.C.. Hofra, rei do Egito, enfrentou os babilônicos no oeste, mas foi derrotado. O cerco de Jerusalém foi retomado. Apesar de resistir por quase dois anos, a cidade foi finalmente incendiada em 586, e seus habitantes levados para o exílio (II Rs. 25.1-12).

6.2 NÚMERO DE LEVAS E EXILADOS

A primeira leva foi no sétimo ano do reinado de Nabucodonozor (Jr. 52.28) em 597 a.C. e foram levados 3023 pessoas. A Segunda leva foi no decimo oitavo ano ele levou cativo 832 pessoas em 586 a.C. (Jr. 52.29). A terceira leva foi no vigésimo terceiro ano ele levou 745 almas (Jr. 52.30), em 582 a.C. No total foram levadas 4600 pessoas.

7. AS ATITUDES DO PROFETA JEREMIAS

7.1 AO VER JERUSALÉM E O TEMPLO QUEIMADOS E POVO DESTRUÍDO

Jeremias escreveu uma série de cinco lamentações a fim de expressar sua intensa tristeza e dor emocional por causa da trágica devastação de Jerusalém que compreende: (1) a queda humilhante da monarquia e do reino davídico; (2) a destruição total dos muros da cidade, do templo, do palácio real e da cidade em geral; (3) a lamentável deportação da maioria dos sobreviventes para a distante Babilônia. "Jeremias ficou sentado chorando, e lamentou sobre Jerusalém com esta lamentação", diz um subtítulo do livro da Septuaginta e na Vulgata latina. No livro, a mágoa do profeta jorra como a de um enlutado no sepultamento de um amigo íntimo que teve a morte trágica . As lamentações reconhecem que a tragédia era o juízo divino contra Judá pelos longos séculos de rebeldia contra Deus. Chegará o dia da prestação de contas, e foi muito terrível. Em lamentações, Jeremias não somente reconheceu que a tragédia é reto e justo em todos os seus caminhos, como também que é misericordioso e compassivo com todos aqueles que nEle esperam (3.22,23,32). Assim sendo, Lamentações levou o povo a Ter esperança em meio ao desespero , e a olhar além do juízo daquele momento, para o tempo futuro que Deus restauraria o seu povo.

CONCLUSÃO

Podemos tirar muitas lições estudando a vida do profetas Jeremias, freqüentemente chamado de "o profeta das lágrimas", era um homem com uma mensagem severa, mas de coração sensível e quebrantado.
 
Seu sofrimento aumentava a medida que a palavra de Deus era rejeitada por seus familiares e amigos, sacerdotes e reis, e pelo povo em geral. Jeremias era um homem solitário e rejeitado, mas isso não impediu o seu ministério, ele foi um dos profetas mais ousados.
O escritor Farley disse: "Nunca foi imposto sobre um homem mortal fardo mais esmagador. Em toda a história da raça judaica, nunca houve semelhante exemplo de intensa sinceridade, sofrimento sem alívio, proclamação da mensagem de Deus e intercessão incansável pelo povo. A tragédia da sua vida foi esta: pregava aos ouvidos surdos e só recebia ódio em troca do seu amor pelos compatriotas.


O pior tipo de desviado

Certa vez ouvi do Dr. Shedd a afirmação de que em nosso país existem aproximadamente trinta milhões de pessoas que um dia frequentaram nossas igrejas, e que por motivos diversos já não o fazem mais. De fato, é extremamente comum observarmos por todos os lugares deste país, ex-cristãos que distantes da comunhão com Deus, do relacionamento da igreja, e do convívio dos irmãos, mergulharam novamente no pecado.







Bom, antes de qualquer coisa, vale a pena ressaltar que ao escrever este texto não o faço com o desejo de discutir se os crentes em Jesus podem ou não cair da graça, isso fica para uma outra oportunidade. Na verdade, a minha proposta é tratar de forma específica daqueles que pelos motivos mais diversos abandonaram a fé.






Caro leitor, dentre aqueles que outrora frequentaram os nossos templos, encontramos individuos que voltaram a se drogar, a se prostituir, além é claro de cometer do tipo de pecado. No entanto, na minha perspectiva este não é pior tipo de desviado, mesmo porque, tais individuos, reconhecem que estão longe de Deus, chorando em virtude de suas transgressões, sentindo saudades dos momentos que estavam em comunhão com Pai.






Isto posto, ouso afirmar que o pior tipo de desviado não é pecador "descarado", mais sim aquele que vestido pela roupagem da religiosidade comporta-se como fariseu, criticando tudo e todos, botando em xeque a igreja, tornando-se assim um desigrejado.






Ora, como já escrevi anteriormente bem sei que alguns verdadeiramente se afastaram porque não eram dos nossos, (I Jo 2:19) outros, porque se decepcionaram ou se feriram na igreja, entretanto, ouso afirmar que existe uma outra parcela dos denominados "desigrejados" que se afastaram por não desejarem se submeter a qualquer tipo de governo. Para estes a livre interpretação da Bíblia, prevalece sobre o livre exame, a espontaneidade sobre a organização, as reuniões caseiras sobre as reuniões no templo.






Tais individuos repudiam qualquer tipo de liderança eclesiástica, abominam rótulos e titulos, fazendo o que bem entendem da vida interpretando a graça de Deus de acordo com suas conveniências e interesses demonstrando que estão desviados da fé.






Lamentavelmente é nessa perspectiva, que tem surgido neste país, os caminhos da graça barata, da liberdade sem responsabilidade e de tantos outros mais, cuja mensagem principal é de uma evangelho light onde objetivo final é a satisfação do freguês.






Para piorar a situação boa parte dos "desigrejados", não desejam nenhum tipo de compromisso cristão. Em geral, essa atitude é gerada por pessoas que cometeram seus deslizes e depois se recusaram a submeter-se ao devido tratamento, pregando um novo "evangelho" onde a graça de Deus foi transformada em álibe para uma vida desprovida de compromisso e santidade.






Caro leitor, entendo perfeitamente que muitos dos cristãos se feriram em virtude dos mandos e desmandos dos coronéis da fé, que com extrema arbitrariedade impuseram sobre o povo de Deus doutrinas absolutamente anti-bíblicas. Entretanto, isso em hipótese alguma justifica o crente em abandonar a "communion Sanctos".






Prezado amigo, a Igreja foi criada por Cristo. Ela é composta de gente falha, pecadora e cheia de limitações, todavia, continua sendo de Cristo.






Diante do exposto, afirmo sem titubeios que continuo crendo na Igreja do Deus vivo como a única coluna e baluarte da verdade.






Faço minhas as palavras do Credo Apostólico: “Eu creio na igreja, pura, santa e verdadeira”.






DE REPENTE


Atos dos Apóstolos 2:2 - E de repente veio do céu um som, como de um vento veemente e impetuoso, e encheu toda a casa em que estavam assentados.



Pelo fato de ter orientação teológica pentecostal, o texto de Atos 2 sempre me foi um referencial de fé e de devoção. Cada verso é rico em demonstrar o papel do Espírito Santo e a missão da Igreja, até que venha o Salvador.



Gosto de frisar neste verso que a beleza da experiência pentecostal está na soberania divina: o Espírito desce "de repente", no tempo de Deus e não nosso. Vivemos dias em que programamos tudo. Até na espiritualidade temos agido assim. Programações, encontros, liturgias, tudo feito para enquadrar o movimento de Deus às nossas expectativas.



Religiosos amam o "agora" e gostam de anunciar que "tem que ser já". Somente os discípulos de Cristo vivem na esfera do "de repente" de Deus. Surpreenda-se com o Senhor!

Curiosidade sobre a Bíblia descubra aqui

Quantos livros, capítulos e versículos há na Bíblia?






Os seguintes números são baseados na Nova Tradução na Linguagem de Hoje:



Antigo Testamento Novo Testamento Total

Livros 39 27 66

Capítulos 929 260 1.189

Versículos 23.146 7.957 31.103



Comparando com outras traduções, esses números podem ser um pouco diferentes. A Almeida Revista e Atualizada, por exemplo, tem 31.104 versículos (o final de 1Samuel 20.42 se torna o versículo 43) e a Almeida Revista e Corrigida tem 31.105 versículos (além de 1Samuel 20, o final de Juízes 5.31 se torna o versículo 32). A versão King James, por sua vez, tem 31.102 versículos, pois ajunta os versículos 14 e 15 de 3João. Os textos originais em hebraico e grego, por sua vez, trazem um total de 31.171 versículos (21.213 no Antigo Testamento e 7.958 no Novo Testamento). A maior diferença está no Livro de Salmos: vários deles trazem títulos que aparecem como o versículo 1 no texto hebraico e que, nas traduções, não são numerados.





Qual o maior capítulo da Bíblia?

O maior capítulo da Bíblia é o Salmo 119, com 176 versículos.





Qual o menor capítulo da Bíblia?

O menor capítulo da Bíblia é o Salmo 117, com 2 versículos apenas.





Qual é o menor versículo da Bíblia?

Isso varia conforme a versão. Conforme a Almeida Revista e Corrigida, é Êx 20.13: “Não matarás”. Na Revista e Atualizada, porém, Jó 3.2 tem apenas 7 letras: “Disse Jó:”.





Qual é o maior versículo da Bíblia?

O maior é Ester 8.9.





Quando a Bíblia foi dividida em capítulos e por quem?

A Bíblia Sagrada foi dividida em capítulos no século XIII (entre 1234 e 1242), pelo teólogo Stephen Langhton, então Bispo de Canterbury, na Inglaterra, e professor da Universidade de Paris, na França.





Quando a Bíblia foi dividida em versículos e por quem?

A divisão do Antigo Testamento em versículos foi estabelecida por estudiosos judeus das Escrituras Sagradas, chamados de massoretas. Com hábitos monásticos e ascéticos, os massoretas dedicavam suas vidas à recitação e cópia das Escrituras, bem como à formulação da gramática hebraica e técnicas didáticas de ensino do texto bíblico. Foram eles que, entre os séculos IX e X, primeiro dividiram o texto hebraico (do Antigo Testamento) em versículos. Influenciado pelo trabalho dos massoretas no Antigo Testamento, um impressor francês chamado Robert d´Etiénne, dividiu o Novo Testamento em versículos no ano de 1551. D´Etiénne morava então em Gênova, na Itália.





Qual(is) a(s) primeira(s) Bíblia(s) completa(s) publicada(s) com a divisão de capítulos e versículos?

Até boa parte do século XVI, as Bíblias eram publicadas somente com os capítulos. Foi assim, por exemplo, com a Bíblia que Lutero traduziu para o Alemão, por volta de 1530. A primeira Bíblia a ser publicada incluindo integralmente a divisão de capítulos e versículos foi a Bíblia de Genebra, lançada em 1560, na Suíça. Os primeiros editores da Bíblia de Genebra optaram pelos capítulos e versículos vendo nisto grande utilidade para a memorização, localização e comparação de passagens bíblicas. Em Português, já a primeira edição do Novo Testamento de João Ferreira de Almeida (1681) foi publicada com a divisão de capítulos e versículos.





A palavra “Bíblia” aparece na Bíblia?

“Bíblia” é uma palavra que não aparece na Bíblia. Ela vem do termo grego biblos, por causa da cidade fenícia de Biblos, um importante centro produtor de rolos de papiro usados para fazer livros. Com o tempo, a palavra biblos passou a significar “livro”. Biblia é a forma plural (“livros”). A Bíblia, na verdade, é uma coleção de livros. Ela também é conhecida simplesmente como “o Livro”, “o Livro dos Livros”, “o Livro Sagrado”.





Qual era a fruta que Adão e Eva comeram?

A Bíblia não menciona qual era a fruta da árvore do conhecimento do bem e do mal, que não devia ser comida por Adão e Eva. Uma tradição européia associa essa fruta com a maçã. Em latim, a palavra malum significa tanto “maçã” como “mal”, o que pode ter originado essa tradição.





Há algum livro da Bíblia em que a palavra “Deus” não aparece?

A palavra “Deus” aparece em todos os livros da Bíblia, exceto em Ester e Cântico dos Cânticos. Esse fato levou muitos judeus e cristãos a argumentarem que Ester e Cântico dos Cânticos não faziam parte da Bíblia. Outros argumentaram que Deus está presente também nesses livros. Eles viram o Cântico dos Cânticos como um símbolo poético do amor de Deus pelo seu povo. E, em Ester, eles viram Deus agindo nos bastidores, criando uma série de impressionantes “coincidências” que livraram os judeus de um holocausto na Pérsia.





Quais os documentos mais antigos que trazem trechos bíblicos?

O documento mais antigo que traz um trecho da Bíblia é um fragmento dos Rolos do mar Morto, encontrado próximo da costa do mar Morto em Israel. Escrita em torno de 225 a.C., a passagem é de um dos livros de Samuel que faz parte do Antigo Testamento. O texto mais antigo do Novo Testamento existente é um pedaço do Evangelho de João. Escrito em torno de 125 d.C., talvez apenas 30 anos depois da composição do Evangelho, o fragmento contém partes de João 18.31-33, incluindo a pergunta de Pilatos a Jesus: “Você é o rei dos judeus?”.





Em que ano nasceu Jesus?

Jesus nasceu em Belém da Judéia uns dois anos antes da morte de Herodes, o Grande, o que aconteceu em 4 a.C. Quando o calendário romano foi reformado, séculos mais tarde, houve um erro de uns seis anos no cálculo do começo da era cristã. É por isso que, em vez do ano 1 da era cristã, a data correta do nascimento de Jesus é 6 a.C.





Qual é o livro bíblico mais traduzido?

A Bíblia foi traduzida e publicada mais do que qualquer outro livro na história. O livro da Bíblia mais traduzido é o Evangelho de Marcos, talvez por ser o mais curto dos quatro Evangelhos e por trazer um relato cheio de ação a respeito da vida e dos ensinamentos de Jesus. Marcos está disponível em cerca de 900 línguas.





Os nomes de Deus - Deus de Betel


Gênesis 31:13 - Eu sou o Deus de Betel, onde tens ungido uma coluna, onde me fizeste um voto; levanta-te agora, sai-te desta terra e torna-te à terra da tua parentela.



O Senhor se lembra de cada voto que fizemos a Ele! Diferente de nós, que somos esquecidos, o Deus de Betel jamais se esquece de nós! Neste versículo bíblico, o Nosso Pai se revela a Jacó como o "El-Berit", isto é, o Deus de Pacto, aquEle que faz aliança com os homens.



A Bíblia fala de diversas alianças que o Senhor firmou com a humanidade. Ele fez aliança com Adão, com Noé, com Abraão, e muitas outras. E neste tempo, firmou aliança com a humanidade através do sangue de Cristo derramado na cruz.



O El-Berit tem compromisso com aqueles que firmaram pacto com Ele! Esta aliança está disponível a todo aquele que aceitar a Jesus como Senhor e Salvador! Ele não te deixará e não te abandonará (Hb 13.5)!



Qual é o Plano da Salvação?


Você está com fome? Não fisicamente, mas você tem fome de algo mais na sua vida? Há algo no fundo da sua existência que nunca parece ficar satisfeito? Se sim, Jesus é o caminho! Jesus disse: 'Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome; e o que crê em mim jamais terá sede' (João 6:35).

Você está confuso? Você parece nunca encontrar um caminho ou um propósito na vida? Você tem a sensação de que alguém apagou as luzes e que você não consegue encontrar o interruptor? Se sim, Jesus é o caminho! Jesus proclamou: 'Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida' (João 8:12).

Você algumas vezes se sente como se estivesse trancado do lado de fora da vida? Você já tentou tantas portas, apenas para descobrir que o que havia atrás delas é vazio e sem sentido? Você está procurando por uma entrada para uma vida de realizações? Se sim, Jesus é o caminho! Jesus declarou: 'Eu sou a porta. Se alguém entrar por mim, será salvo; entrará, e sairá, e achará pastagem' (João 10:9).

As outras pessoas sempre decepcionam você? Os seus relacionamentos têm sido superficiais e vazios? Parece que todos estão tentando tirar vantagem de você? Se sim, Jesus é o caminho! Jesus disse: 'Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas... Eu sou o bom pastor; conheço as minhas ovelhas, e elas conhecem a mim' (João 10:11, 14).

Você imagina o que acontece depois desta vida? Você está cansado de viver a sua vida apenas por coisas que apodrecem ou enferrujam? Você algumas vezes duvida que esta vida tenha algum significado? Você quer viver após a sua morte? Se sim, Jesus é o caminho! Jesus declarou: 'Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá; e todo o que vive e crê em mim não morrerá, eternamente (João 11:25-26).

Qual é o caminho? Qual é a verdade? Qual é a vida? Jesus respondeu: 'Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim' (João 14:6).

A fome que você sente é uma fome espiritual, e só pode ser saciada por Jesus. Jesus é o único que pode remover a escuridão. Jesus é o portão para uma vida de satisfação. Jesus é o amigo e pastor que você tem procurado. Jesus é a vida – neste mundo e no próximo. Jesus é o caminho da salvação!

A razão pela qual você sente fome, a razão pela qual você se sente perdido na escuridão, a razão pela qual você não consegue encontrar um sentido na vida, é que você está separado de Deus. A Bíblia nos diz que todos nós pecamos e estamos portanto separados de Deus (Eclesiastes 7:20; Romanos 3:23). O vazio que você sente no seu coração é a falta de Deus na sua vida. Nós fomos criados para ter um relacionamento com Deus. Por causa do nosso pecado, nós fomos separados deste relacionamento. Pior ainda, nosso pecado nos fará permanecer separados de Deus por toda a eternidade, esta vida e a próxima (Romanos 6:23; João 3:36).

Como este problema pode ser resolvido? Jesus é o caminho! Jesus tomou o nosso pecado para si (2 Coríntios 5:21). Jesus morreu no nosso lugar (Romanos 5:8), levando a punição que nós merecemos. Três dias depois, Jesus ressuscitou dos mortos, provando a sua vitória sobre a morte e o pecado (Romanos 6:4-5) Por que ele o fez? O próprio Jesus respondeu a esta pergunta: 'Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos' (João 15:13). Jesus morreu para que nós pudéssemos viver. Se nós pusermos a nossa fé em Jesus, acreditando na Sua morte como pagamento pelos nossos pecados – todos os nossos pecados são perdoados e levados embora. Nós então teremos a nossa fome espiritual saciada. As luzes serão ligadas. Nós teremos acesso a uma vida de realizações. Nós iremos conhecer o nosso verdadeiro melhor amigo e bom pastor. Nós iremos saber que teremos uma vida depois que morrermos – uma vida ressuscitada no Céu para a eternidade com Jesus!

'Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna' (João 3:16).

Uma Agulha Missionária.

Atos dos Apóstolos 9:39 - E, levantando-se Pedro, foi com eles; e quando chegou o levaram ao quarto alto, e todas as viúvas o rodearam, chorando e mostrando as túnicas e roupas que Dorcas fizera quando estava com elas.




Uma cristã da cidade de Jope havia falecido. Os outros discípulos mandaram uma mensagem ao Apóstolo Pedro, pedindo a presença dele no funeral. Quando Pedro chegou, "a sala se encontrava cheia de viúvas que choravam e mostravam umas às outras os casacos e outras roupas que Dorcas tinha feito para elas" (Atos 9:39).



Dorcas foi uma agulha consagrada ao Senhor. As costuras que fez por amor, ajudando as irmãs necessitadas, davam testemunho dela, mesmo após sua morte. Quando Pedro chegou, as lágrimas e as lamentações preenchiam o ambiente. O Apóstolo se ajoelhou, orou e disse duas palavras: "Levante-se, Dorcas." A resposta foi imediata: Dorcas voltou à vida e ao regozijo da sua obra missionária.



A Bíblia não limita o conceito de vocação apenas ao serviço de pastor, ou de ministro de música, ou de ministro de educação. O Senhor estende Seu chamado a todas as profissões. O Senhor não quer detalhes sobre o nosso ofício - o que Ele quer saber é da natureza dos valores espirituais que nos motivam. Ao restringir a vocação divina a apenas algumas atividades eclesiásticas, ao fazer isto somos culpados de tentar limitar o poder do Espírito. O Senhor escolheu como Seus profetas desde um palaciano chamado Isaías, até um boiadeiro chamado Amós. Se somos sensíveis às orientações do Senhor, nosso lugar de profissão se transforma em campo missionário. Que o digam as amigas de Dorcas e sua agulha missionária

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Opondo-se ao Adversário - Cultivando a União


1 João 3:10 - Nisto são manifestos os filhos de Deus, e os filhos do diabo. Qualquer que não pratica a justiça, e não ama a seu irmão, não é de Deus.



Uma estratégia muito usada pelo nosso adversário para atrapalhar a Igreja é promover a desunião no corpo de Cristo (Sl 133.1). Devemos ser honestos e perceber que muitas comunidades cristãs sofrem esse tipo de embate, e somente com a ajuda do Espírito Santo podemos vencer este cruel ardil.



Esteja comprometido em manter essas duas virtudes em sua vida: justiça e amor. Se você viver em justiça, não caluniará e nem falará inverdades sobre seu irmão. Será honesto em seu relacionamento, sendo franco quando precisar falar e paciente quando precisar ouvir! Os olhos do Senhor repousam sobre os justos (1 Pe 3.12)



Seja amoroso! Ame seu irmão, imperfeito como ele é, porque assim nos ama o nosso Pai Celestial (1 Jo 3.1). Um crente justo e amoroso vence facilmente os ardis do adversário

Jesus conhece nossa profissão

A narrativa de Lucas é bem detalhada: Simão e seus colegas passaram tentando pegar algum peixe. Apesar de serem pescadores profissionais, usaram toda a sua experiência e, no final, só conseguiram redes vazias. Foi aí que Jesus, sem mais aquela, mandou os profissionais dirigir o barco para o mar mais fundo e lançar suas redes. Educadamente, Simão não discutiu e disse: "Já que Tu mandaste, vamos seguir tuas instruções". "E, fazendo assim, colheram uma grande quantidade de peixes e rompia-se-lhes a rede" (Lucas 5:6).




Jesus nunca foi advogado, nunca foi metalúrgico, nunca foi doméstica, nunca foi estudante, nunca foi funcionário, Então, baseado em que autoridade Ele pode dar palpites na nossa vida profissional? Os ensinos de Jesus não deveriam ficar restritos ao estudo da Bíblia, à oração, à frequência aos cultos e à evangelização?



Apesar da aparente base lógica das nossas perguntas, Jesus Cristo se intromete em nossa vida profissional. Às vezes, Ele nos orienta a fazer, às vezes nos motiva para não fazer. Apesar do aparente absurdo de tudo isso, o fato é que os cristãos que levam a sério as orientações do Mestre sempre se dão bem em sua profissão. Sempre temos escolha, quando sentimos orientação vinda de Cristo: podemos dizer não porque, afinal de contas, se somos empresários, nosso bom senso manda reproduzir a prática dos homens de negócio bem sucedidos. Entretanto, por outro lado, podemos imitar a fé de Pedro, lançar redes e pescar como nunca pescamos. Jesus conhece nossa profissão.

MASTURBAÇÃO.. PORQUE NAÕ DEVO PRATICAR?

Masturbação ou Onanismo: é a provocação do orgasmo através de excitações. A Bíblia não fala diretamente sobre masturbação, praticada fora das relações sexuais.




1. Há várias espécies de masturbação:



Muda: excitamento por pensamentos, leituras ou contemplação;

Manual: excitação praticada com as mãos nos órgãos sexuais;

Instrumental: excitação obtida através de instrumentos.



2. Motivos da Masturbação:



Acaso e curiosidade: encontrado geralmente em crianças.

Falta de relações sexuais: a pressão do instinto sexual sem a possibilidade do ato sexual leva o jovem à masturbação. Animais se masturbam.

Hábito: quando a masturbação se torna um vício, ela é criativa e substitui o ato sexual.

Repugnância pelo ato: desvios no conceito moral e religioso sobre sexo.

Falta de excitação no ato: geralmente quem foi viciado em masturbação, mesmo casado tende a voltar à masturbação

Idade: em geral na puberdade entre 13 a 18 anos.

Pornografia: a maior causadora da masturbação. Leituras de revistas, filmes, pensamentos eróticos.

Comportamento e ambiente daqueles que ficam solitários, desocupados, não praticam esportes, ambientes longe da família como: internatos, prisões, acampamentos de trabalho, pensões, etc. O ambiente mais apropriado para masturbação é o banheiro e o quarto.

Outros motivos podem ser apontados como: timidez, desvios, etc.



3. Perigos da Masturbação:



Produz uma adaptação dos órgãos dos sentidos. No ato normal a pessoa pode ficar insatisfeita. Não produz satisfação: sendo uma manobra desviada do natural não produz uma satisfação verdadeira. Egoísta e solitária.



Atinge a mente: no ato, o cérebro recebe excitação exterior de um fato real. Na masturbação, tem que ser produzida artificialmente pela imaginação.



Causa tristeza: tudo que não tem razão de ser, entristece. No final, em vez da união, descobre-se a solidão.



Leva a intemperança (falta de controle) por ser de fácil execução, a qualquer hora e em qualquer lugar. A masturbação não satisfazendo totalmente, leva a pessoa a praticá-la cada vez mais, chegando às vezes ao esgotamento dos órgãos genitais, e cerebral.



Frieza espiritual. Todo jovem ao fim de uma masturbação sente a culpa do pecado de ter pensado numa mulher ou homem, e de ter feito algo antinatural. Satanás se aproveita para acusá-lo e ele tem coragem de confessar a Deus e pedir-lhe ajuda.



4. Medidas contra a Masturbação



Admitir que seja um erro espiritual, um erro moral e físico.



Procurar esclarecimento das causas e efeitos da masturbação.



Procurar ajuda de Deus ou de outra pessoa, se abrindo em segredos. Não pense que é só você que se masturba quase 100% dos rapazes fazem isto.



Evite literatura pornográfica, como filmes, e pensamentos eróticos.



Não fique com a mente vazia deitado até tarde.



Não demore no banheiro, nem no chuveiro, deixe a porta destrancada.



Todas as vezes que você se masturbar, confesse e peça a Deus que lhe ajude!



Lembre-se que você é uma nova criatura! E quando a tentação chegar, peça ao Espírito Santo para defendê-lo e ajudá-lo.



Se você não aprendeu ou ainda não se masturbou, não procure aprender, ou não se masturbe, pois você só tem a ganhar com isto. Não existe nenhum mal para a saúde naqueles que não se masturbam. Naturalmente, o corpo expele qualquer excesso por meios naturais, a POLUÇÃO NOTURNA. Não pense que as pressões sexuais vão lhe atingir psicologicamente.

ATENTADO MISSIONÁRIO

   Todos os dias, vemos no jornal que um novo atentado terrorista ocorre no Iraque e em outras partes do mundo. Além dos prédios derrubados e carros queimados, milhares de pessoas morrem ou desaparecem. O atentado é um ato criminoso. Todos nós condenamos os atentados terroristas e temos até medo deles.








No entanto, gostaria de refletir sobre um outro tipo de atentado. Em primeiro lugar, ele não é um ato criminoso, mas talvez seja até um pouco pior. Depois, ele não é cometido por terroristas com uma falsa esperança, mas é cometido por cristãos que têm esperança de uma vida eterna. Esse atentado não usa explosivos ou aviões seqüestrados, mas poderosas armas invisíveis como desprezo, desinteresse e insensibilidade.







Trata-se do “atentado missionário” que muitos crentes cometem semanalmente. Um terrorista, quando descobre a falsa esperança que lhe é vendida, morre por ela. O cristão, depois que descobre a esperança de vida eterna, morre com ela, sem repartir com os outros. O terrorista faz qualquer coisa para arranjar dinamite e bombas, amarra-as ao corpo e explode tudo que for possível. O cristão pega a Bíblia “dinamitada” que tem à sua mão e guarda-a bem guardada, com medo que ela faça estragos em sua vida e na vida das pessoas que estão ao seu redor.







O terrorista tem alvos específicos. Ele quer explodir prédios e matar pessoas. O crente, muitas vezes, não tem alvo. O máximo que ele faz é construir alguns prédios que são chamados de “igrejas” para se esconder dentro deles. Talvez a única coisa em que o terrorista e o cristão são iguais é que ambos podem matar pessoas. O terrorista quer matar pessoas para defender sua causa. O cristão pode matar algumas pessoas por não propagar a sua causa.







Milhares de pessoas já morreram em atentados terroristas no mundo todo. No entanto, milhares de pessoas morrem diariamente pelo mundo, por causa dos “atentados missionários” cometidos por milhares de cristãos. Um cristão comete um “atentado missionário” quando deixa de fazer aquilo que Deus está pedindo que ele faça pela obra missionária. Um cristão comete um “atentado missionário” quando deixa de orar, contribuir, ir, pregar ou ensinar todas as coisas que Jesus mandou.







Muitos também cometem “atentados missionários” quando desprezam a obra missionária, são insensíveis à necessidade de testemunhar de Jesus ou simplesmente não se interessam pela salvação de mais pessoas. O resultado são milhares de pessoas morrendo todos os dias, sem esperança e sem Jesus, e que habitarão o inferno eternamente. Isto, sim, é um verdadeiro atentado, sem chance de reação por parte dos atingidos.







Para saber se você tem participado dos atentados missionários ao redor do mundo, responda às perguntas a seguir: “Oro por missões constantemente?”, “Ajudo a sustentar missionários?”, “Obedeço ao ‘Ide’ de Jesus em minha vida?” Se você respondeu “sim” às perguntas, alegre-se, pois você está contribuindo para levar salvação a muita gente. No entanto, se você respondeu “não”, leia o artigo outra vez e pense um pouco no assunto.

HAVIA UM JARDIM

AMADOS....



Nós concluímos o encontro anterior com a oração de Jesus em favor da unidade de todas as pessoas que o seguem. Esta oração nos impulsiona a vivermos a unidade: “Pai, que todos sejam UM...”. Pela causa da fraternidade e da vida, Jesus se entrega totalmente e vai enfrentar o sistema que provoca exclusão e morte. É o que vamos ver no encontro de hoje. Antes de prosseguir, vamos ler, com atenção, os capítulos 18 e 19 de nosso evangelho de João. Aí encontramos a narrativa da prisão, julgamento, condenação, paixão, morte e sepultamento de Jesus.



TUDO COMEÇA NUM JARDIM (18,1)



Tudo começa num jardim e vai terminar também num jardim, onde Jesus vai ser crucificado. É o símbolo da vida bela e abundante. Faz lembrar o “jardim do éden”, fruto da bondade de Deus-Criador narrado no livro do Gênesis. Neste jardim Deus colocara o homem e a mulher (Adão e Eva). A humanidade fora expulsa deste jardim porque escolhera o caminho da maldade, fruto do poder e da ambição. Um dos símbolos do poder e da ambição é a cidade de Jerusalém. Desde a criação da Monarquia, na época de Salomão, esta cidade é o centro onde se planejam a dominação sobre o povo. Aí foram construídos o palácio e o templo. Jesus se afasta de Jerusalém e vai até onde se encontra um jardim. Esta saída representa um novo êxodo: do lugar da escravidão e da morte para o espaço da liberdade e da vida.



Portanto, ao lembrar da imagem do jardim, nós queremos mostrar que Jesus vai vencer a maldade e vai resgatar a vida. O templo de Jerusalém era chamado de “o Lugar” onde Deus morava. Jesus rompe com este “lugar” e indica o caminho da verdadeira morada de Deus: a comunidade de amor.



QUEM VOCÊS PROCURAM? (18,2-9)



Toda opção tem um preço. Romper com o sistema oficial e abrir caminhos de liberdade e vida significa atrair a perseguição dos dominantes. Eles tem a colaboração de Judas que, apesar de conviver com Jesus, não conseguiu dar o passo e entrar no seu Projeto de Vida para todos. Judas optou pelo egoísmo e vai entregar o próprio Mestre. Ele conhece o “lugar” onde está Jesus e entra como “ladrão e assaltante”, conduzindo os soldados e alguns guardas dos chefes dos sacerdotes e fariseus.



A pergunta de Jesus: “Quem é que vocês estão procurando” é a mesma dirigida aos dois primeiros discípulos (1,38). Indica a pergunta essencial que toda pessoa humana deve fazer a si mesma.



Jesus responde: “Sou eu”. Faz lembrar a resposta dada por Deus a Moisés quando este pergunta por seu nome. “Sou eu” é o mesmo que dizer “Javé”. É o Deus que vê, ouve e conhece os sofrimentos do seu povo. É o Deus que desce para libertá-lo da escravidão. Jesus, por sua vida, paixão, morte e ressurreição é o novo caminho da libertação de tudo o que oprime a pessoa.



A ORELHA DE MALCO (18,10-11)



Pedro, com seu gesto, aparentemente corajoso, mostra queainda não entendeu quem é Jesus. Em sua cabeça ainda está a idéia de que o Messias vai organizar um sistema de domínio à moda dos impérios deste mundo. A atitude de Pedro é a de um “soldado” disposto a usar da violência para defender os interesses pessoais ou do grupo. Ele decepa a orelha direita de “Malco”. Jesus desaprova a atitude de Pedro.



Porém, há um sentido simbólico que nós queremos ressaltar. A palavra “Malco” significa “rei”. Este nome não se encontra nos outros evangelhos. Em Lucas se diz que ele era “empregado do sumo-sacerdote”. E, ao contrário do evangelho de Lucas, em João nós não dizemos que Jesus curou a orelha de Malco, pois ele representa o sistema sacerdotal que matou a Jesus. É só ler Êxodo 29,20: Aarão e os seus filhos recebem o sacerdócio através da unção da orelha direita com sangue de carneiro. Ao deixar a orelha cortada, simbolicamente, estamos dizendo que a instituição sacerdotal do templo deve ser superada, pois ela virou um poder de morte.



O PODER RELIGIOSO (18,12-27)



Jesus é preso e conduzido às autoridades religiosas. O Sinédrio é o poder máximo composto por 71 homens judeus. É instância de decisão sobre a vida das pessoas no mundo judaico. O sumo-sacerdote é a maior autoridade do Sinédrio. Exerce o cargo fazendo o jogo de interesses do Império Romano para manter o poder do Templo e usufruir toda espécie de benefícios. É ele quem havia dito: “É necessário um só homem morrer pelo povo...”. Para ele, é normal a condenação e a morte de alguém para salvar a “ordem social”. É ele quem interroga a Jesus a respeito dos seus discípulos e da sua doutrina. Procura algo para incriminá-lo, mas não encontra...



Pedro e o discípulo amado seguem a Jesus. Pedro, porém, nega pertencer ao grupo dos discípulos. Ele tem dificuldades de vencer o medo e comprometer-se com a causa de Jesus. É difícil desvencilhar-se do sistema injusto. Ele se “aquece” junto aos empregados e guardas do Sinédrio... E, por três vezes, vai negar que conhece a Jesus. E o galo cantou... Na visão da época, julgava-se que o galo, porque cantava à noite, tivesse parceria com o demônio (o poder das trevas). Portanto, estamos ligando as negações de Pedro, com a adesão ao sistema demoníaco dos poderosos deste mundo.



O PODER POLÍTICO (18,28-40)



Do poder religioso, representado por Caifás, Jesus é levado ao poder político, representado por Pilatos. Este não encontra mal nenhum para incriminar a Jesus. O pessoal ligado ao Sinédrio, porém, insiste que ele é um “malfeitor”. Precisam da aprovação do governador Pilatos para executar a sentença de morte. Querem executá-lo conforme a pena capital dos romanos que é a crucificação. A pena capital dos judeus é o apedrejamento.



Recomeça novo interrogatório. O conteúdo gira em torno da “realeza” de Jesus. O Reino de Jesus, porém, não tem nada a ver com os reinos deste mundo. As pessoas que acreditam nele, devem ter consciência que segui-lo significa aderir à atitude radical de amor-serviço. O gesto do lava-pés é o modelo deste seguimento. Pilatos jamais poderia entender esta “verdade” totalmente desconcertante para os padrões de poder e governo oficiais.



Pilatos não consegue cavar um motivo sequer para condenar a Jesus. Aproveita a ocasião da Páscoa e propõe uma alternativa para salvar a Jesus. Apresenta, como de costume, um preso - Barrabás - para ser condenado. Porém, as autoridades religiosas estão com o coração endurecido: condenam o inocente Jesus e libertam a Barrabás.



Deus nunca está a favor da morte de ninguém. Porém, nós sabemos que, por conveniência, os que dominam não hesitam em aniquilar a vida de quem representa ameaça aos seus privilégios. E Pilatos permite as sessões de tortura.



EIS O HOMEM (19,1-16)



Jesus é flagelado, coroado de espinhos e é vestido com um manto vermelho. E caçoavam dele dizendo em meio a bofetadas: “salve, rei dos judeus”. O corpo de Jesus, sempre a serviço da vida, é aqui ultrajado e aviltado ao extremo. O “corpo de Jesus” são nossas comunidades que, mesmo perseguidas, não podem abdicar da grande missão de defender e promover a vida como o nosso Mestre Jesus. E tantas vezes esta missão exige de nós posicionamento corajoso contra sistemas de exclusão. E as conseqüências não tardam em aparecer.



Pilatos realiza novas tentativas para salvar a Jesus. Apresenta-o sarcasticamente vestido como “rei”, dizendo: “Eis o homem”. Está aí o “Filho do Homem” totalmente despido de qualquer força ou poder. É a imagem do “servo sofredor” do profeta Isaías: “já não parece mais gente, perdeu toda a sua aparência humana...” (Is 53,13-15).



Pilatos, apesar de convencido da inocência de Jesus cede à pressão daquele grupo que pede pela sua crucificação. Não é o povo que pede a morte dele: são as lideranças religiosas. O motivo que alegam é este: “Nós temos uma lei, e segundo a lei ele deve morrer, porque se fez Filho de Deus”. Esqueceram do princípio central de toda a lei que é “não matar”. Na verdade, o legalismo leva à cegueira e acaba com o amor. E, sem amor, as relações sociais tornam-se caminho de morte. E Jesus vai ser crucificado.



A CRUZ (19,16-24)



Impuseram a Jesus uma cruz que vai carregar sozinho até o “lugar da caveira” ou “gólgota”. Aí o crucificaram no meio de dois homens. Nós não dizemos que estes dois homens eram “ladrões”, “bandidos” ou “criminosos”. Acontece que muita gente inocente era condenada, assim como fizeram com Jesus. Aqueles dois “homens”, assassinados com Jesus, são vítimas do sistema que explora e exclui os pequenos. Daí decorrem os descontentamentos e violências. Na verdade, os verdadeiros criminosos são os que geram estruturas sociais, políticas e religiosas que satisfazem apenas aos interesses de pequenos grupos. São estes os verdadeiros “ladrões” da vida do povo. A morte de Jesus e dos dois “ homens” é provocada por esta gente que não aceita assumir a própria verdade e procura mentir e enganar o tempo todo...



Na cruz foi colocada a inscrição: “Jesus Nazareno, o rei dos judeus”, em três línguas: hebraico, latim e grego. Queremos, com isto, mostrar o motivo político pelo qual foi condenado Jesus. As três línguas expressam nossa fé em Jesus como rei universal. É o único digno de ser seguido.



A túnica de Jesus, sorteada sem ser dividida, revela a utopia de nossa “ comunidade de iguais”: o Reino de Jesus, reino de amor e serviço, não pode sofrer divisões.



DE VOLTA AO JARDIM (19,25-42)



Aos pés da cruz permanecem de pé a mãe dele e mais duas mulheres: Maria, mulher de Cléofas, e Maria Madalena. Está presente também o discípulo amado que vai acolher Maria, a mãe de Jesus, em sua casa. O “discípulo amado” representa a nossa comunidade de João que deve ser o espaço da acolhida, da ternura, do consolo e da paz. Queremos ser o novo povo de Deus nascido do sangue que jorra do lado aberto de Jesus. Ele doa livremente a sua vida – o seu espírito - para que todos nós tenhamos a vida em abundância. Eis porque o corpo de Jesus, com o carinho de dois amigos, é ungido e sepultado num lugar onde havia um jardim, símbolo da vida envolta em beleza e alegria. A semente que morre vai explodir em árvore e produzir muitos frutos...



                                                                                                                                   Pr: Delmir Monteiro



PARA CONVERSAR:



1.º “Quem é que vocês estão procurando?” Que significado tem esta pergunta para a nossa vida?



2.º Jesus foi crucificado no meio de duas vítimas de um sistema injusto. Quem são estas pessoas hoje?



3.º O relato da paixão e morte de Jesus inicia e termina num “jardim”. Que mensagem podemos tirar daí?



4.º O que mais nos chamou a atenção no encontro de hoje?







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VC SABIA?

Defeitos que desqualificavam o homem para o ministério sacerdotal no A.T. e a deformidade do caráter cristão.


TEXTO BIBLICO BÁSICO DA LIÇÃO

Lv 21:17-23



INTRODUÇÃO

O capítulo de 21 do livro de Levítico nos mostra que alguns obstáculos de ordem física desqualificava qualquer judeu para o exercício do sacerdócio levítico. A doutrina da santificação era exercitada obrigatoriamente na vida dos candidatos ao sacerdócio. O sacerdote era o mediador do sacrificio do homem para Deus, assim como o profeta mediava a Palavra de Deus ao homem. Por esse motivo o sacerdote teria que ser extremamente santo, “Santos serão a seu Deus e não profanarão o nome do seu Deus, porque oferecem as ofertas queimadas do SENHOR, o pão de seu Deus; portanto, serão santos.” (Lv 21:6). Não poderia haver defeitos.

Se no A.T. qualquer deficiência física impedia um homem de ministrar no altar do Senhor, o que dizer das deficiências de caráter cristão tão em voga nos obreiros de nossos dias? O aspecto espiritual do ministro do Evangelho no N.T. jamais poderá se harmonizar com aqueles defeitos físicos que obstaculizavam o sacerdote no A.T. Vamos estudar tais defeitos físicos contemporizando-os aos nossos dias. Identificando-os de forma espiritual com o caráter cristão exigido no obreiro atual da Igreja.



I. O SACERDOTE DEFICIENTE

Não poderia “oferecer o pão do seu Deus” (v.17)

Não poderia “oferecer as ofertas queimadas” (v.21)

Não poderia entrar no Lugar Santo do Tabernáculo: “até ao véu não entrará” (v.23)

Não poderia chegar nem ao altar de bronze, nos Átrios do Tabernáculo. Alí eram oferecidas as ofertas queimadas ao SENHOR (v.23).



II. DOZE DEFEITOS QUE IMPEDIRIAM O HOMEM DE EXERCER A FUNÇÃO SACERDOTAL

1. HOMEM CEGO

Fala de cegueira espiritual (II Co 4:4 / / Ap 3:17)

Um obreiro sem visão é um caos (Mt 15:14). “Deixai-os; são cegos, guias de cegos. Ora, se um cego guiar outro cego, cairão ambos no barranco.”

O obreiro de Deus, em primeiro lugar, deve olhar para JESUS (Hb 12:2). Jamais errará o caminho se assim o fizer.

O obreiro de Deus, em segundo lugar, deve olhar para dentro de si (II Co 13:5 - “Examinai-vos a vós mesmos”). A boa visão mostra as próprias imperfeições.

O obreiro de Deus depois de olhar para si deve olhar para o Rebanho do Senhor (At 20:28)

O obreiro de Deus deve, também, olhar para os sinais que evidenciam a Vinda do Senhor Jesus (Lc 21:29-30). No caso em pauta, a Parábola fala do surgimento da Nação de Israel em 1948.

O obreiro de Deus deve olhar para os necessitados (At 14:9)

Que “Os teus olhos olhem direitos” (Pv 4:25)



2. HOMEM COXO

(hb. picceach) manco, que falta pé ou perna, mutilado, ou que tenha pernas frouxas (Pv 26:7)

O jovem Mefibosete, filho de Jônatas e neto de Saul, era coxo (II Sm 4:4 / 9:13).

O coxo tem dificuldade em andar (At 14:8)

Fala da dificuldade no andar para a Obra de Deus.

O termo tambem é aplicado a uma pessoa vagarosa demais, lenta, preguiçosa.



3. HOMEM DE NARIZ CHATO OU ROSTO MUTILADO

O termo hebraico usado aqui é “charam” cujo significado é duvidoso. Denota pessoas que cortam, mutilam uma parte do corpo. No caso, a face, ou rosto mutilado. Por isso a versão ARA de Lv 21:18 diz: “Pois nenhum homem em quem houver defeito se chegará: como homem cego, ou coxo, ou de rosto mutilado ...”

O termo fala de AMPUTAÇÃO DE PARTE DA FACE. Uma parte pefeita e a outra mutilada.

UM OBREIRO DE DUAS CARAS.

“Porque tais falsos apóstolos são obreiros fraudulentos, transfigurando-se em apóstolos de Cristo.” (II Co 11:13)

“Porque nós não somos, como muitos, falsificadores da palavra de Deus; antes, falamos de Cristo com sinceridade, como de Deus na presença de Deus.” (II Co 2:17).

Exemplo no caso de Simão – o mágico de Samaria. Seguia a fé, batizado em águas, mas, tinha duas caras. Era falso, usava máscara. Foi desmascarado pelo apóstolo Pedro (At 8:9-25). Simão era um tipo de Judas Escariotes, outro falso obreiro, traidor da confiança do Senhor.



4. HOMEM DE MEMBROS DEMASIADAMENTE COMPRIDOS

Fisicamente seria uma pessoa gigantesca, anormal. Como o foi Golias, etc. (I Sm 17:4 / II Sm 21:18 /I Cr 20:6 / Nm 13:33)

No âmbito espiritual trata-se do “gigantismo espiritual”. Um tipo de crescimento espiritual fora de tempo, à base de “anabolizantes”, verdadeira anomalia.

Tudo que tem vida cresce, mas todo crescimento perfeito é dado por Deus (I Co 3:6,7).

O “gigantismo espiritual” faz que o “EU” de alguns obreiros, cresça, quando recebem um cargo eclesiástico, ou alguma melhoria na vida. Vem a soberba, e com ela a insensatez e a desobediência. O desejo de ser melhor e maior que seus irmãos aflora, levando-os ao esquecimento dos ensinos do Mestre JESUS (Mt 9:34,35) “O maior será servo de todos”.

Estes não servem para o sacerdócio. Não podem oferecer o pão de Deus no altar.



5. HOMEM QUE TIVER O PÉ QUEBRADO

Só anda carregado ou de muletas / Anda escorado em alguém.

Só vai se for carregado.

Vários são os obreiros que acompanharam outros de mais destaque, porém, andaram com seus próprios pés. Sabendo que serviam a Causa do Senhor.

Foi assim com Eliseu, discipulo de Elias (II Rs 2:1-4)

Foi assim com Epafrodito, ajudador de Paulo (Fp 2:25-30)

E outros como Josué, Lucas, Timóteo, etc.



6. HOMEM DE MÃO QUEBRADA

Não usa as mãos para abençoar ninguém, nem a Obra de Deus.

JESUS curou um homem que tinha suas mãos mirradas: “ Então, disse ao homem: Estende a mão. Estendeu-a, e ela ficou sã como a outra.” (Mt 12:13)

O obreiro que tiver tal deficiência deve orar o Salmo 90:17,18 “ Seja sobre nós a graça do Senhor, nosso Deus; confirma sobre nós as obras das nossas mãos, sim, confirma a obra das nossas mãos.”



7. HOMEM CORCOVADO

• (hb. gibben) de uma raiz não utilizada que significa ser arqueado; dorso encurvado; torcido; corcunda. Uma protuberância deforme nas costas ou no peito.

• (Lc 13:11-16) Pode ser um tipo de enfermidade imposta por Satanás. Um tipo de cativeiro.

• (Sl 38:6) Pode ser um “encurvamento do corpo” por falta de alegria, por causa do pecado. Fala de desânimo, abatimento espiritual. Veja o contexto desse Salmo.



8. HOMEM ANÃO

Trata-se do nanismo, uma anomalia nas pessoas de estatura diminuta. É o chamado nanico, pigmeu, Na antiguidade, alguns eram usados nos circos, como bufões, encarregados de fazer o povo rir.

Espiritualmente é a falta de crescimento no que tange um caráter cristão.

Sansão o grande obreiro de Deus tornou-se um anão espiritual. Os filisteus sorriram e se divertiram com ele quando caiu da graça divina (Jz 16:25,27)

O obreiro de pequena estatura fica impedido de “olhar” para o SENHOR, ainda que queira. A história de Zaqueu pode nos ilustrar isso (LC 19:3). Ele queria ver Jesus, mas não podia, por causa de sua pequena estatura. Até que “cresceu” (para o alto), humilhando-se ao subir nos galhos da figueira brava (v.4).

A Igreja em Corinto era repleta de “nanicos espirituais”. Paulo os chamou de “crianças”, “meninos em Cristo” (I Co 3:1-3). Cultivavam o ciúme, viviam em contendas. Tais coisas manifestam o “nanismo espiritual”. (Ver tambem Hb 5:12-14).

O obreiro jamais deve se conformar com a sua estatura espiritual. Deve ansiar pelo crescimento, pois em tudo que há vida cresce.

A fonte do crescimento espiritual é a Palavra de Deus (I Pe 2:2)

A base do crescimento espiritual está no Senhor JESUS (Lc 2:52). Ele crescia em estatura, sabedoria e graça . E o crescimento é diante de Deus e diante dos homens.

Há obreiros que se esquecem de crescer para Deus, outros se esquecem de crescer para com os homens. Não foi este o caso de Samuel (I Sm 2:21 /3:19,20).

O crescimento espiritual pode ser para baixo (Lm 3:29). Fala de oração, prostação, humilhação ao SENHOR, adoração.

O crescimento espiritual pode ser para o alto (Cl 3:1,2). Fala da busca aos tesouros celestiais. Os conceitos tornam-se elevados, os desejos, idem.

O crescimento espiritual pode ser para os lados (Gn 49:22). Fala de testemunho cristão. Mas também de amor fraterno aos irmãos, à familia, aos perdidos, etc.

Basta de nanismo espiritual. Cresçamos “...à medida da estatura completa de Cristo.” (Ef 4:13)

O sacerdote anão jamais poderia alcançar a altura do altar de Deus para efetuar os sacrifícios.



9. HOMEM QUE TIVER BELIDA NO OLHO

Trata-se de uma névoa ou mancha esbranquiçada na córnea, que impede a perfeita visão. É o que chamamos catarata.

A pupila fica opaca deixando o cristalino, a lente natural do olho, com uma coloração leitosa, dificultando a visão. Quem tem belida possui uma visão deficiente, limitada.

O sacerdote com essa deformidade não podia oferecer o pão de Deus no altar.

Existe, infelizmente, obreiros com um tipo de catarata espiritual. Os tais possuem uma visão espiritual deficiente. Tal qual Ló, que escolheu as terras de Sodoma e Gomorra porque “era toda bem regada” (Gn 13:10-12), mas repletas de pecado (Gn 18:20).

“São os olhos a lâmpada do corpo...” do obreiro do SENHOR. (Mt 6.22-23).

O obreiro com uma boa visão espiritual “vê” longe (Gn 13:14); “vê” o invisível (Hb 11:27) “vê” a Gloria de Deus (At 7:55).

O obreiro com belida no olho “Nada vê ao longe” (II Pe 1:9). Este deve orar o Sl 119:11.

Trata-se aqui dos “olhos do entendimento” (Ef 1:18).



10. HOMEM QUE TIVER SARNA

• A sarna é uma afecção cutânea contagiosa, parasitária, provocada no homem pelo Sarcoptes scabiei e nos animais, por ácaros que variam com a espécie. Também chamada de “já-começa” ou “escabiose”.

• Imaginemos um um sacerdote sarnento coçando-se durante todo o tempo diante do altar dos sacrificios. Quem gostaria de ficar próximo a ele? A sarna por ser contagiosa afasta as pessoas do sarnento.

• Espiritualmente, trata-se aqui do obreiro antipático, aborrecido, autoritário. Quando ele despede-se da igreja o povo delira. Este foi o caso de Jeorão, rei de Israel, que pecou contra Deus que o feriu nas entranhas, vindo a falecer. (II Cr 21:16-20) “E se foi sem deixar de si saudades” (v.20).

• O bom obreiro ao se despedir causa comoção em todos, culto de despedida, etc. Veja o caso de Paulo ao despedir-se dos efésios (At 21:5,6).



11. HOMEM QUE TIVER IMPIGENS

Trata-se de um tipo de micose (dermatose) que consiste na erupção ou aparição de granitos ou bexiguinhas mui estreitas, que se reproduz facilmente por irritação do fígado ou doença no sangue. A cura da impigem depende da assepsia que se deve fazer com permaganato de potássio sobre ela e logo após usar-se um antifúngico para fazer a impigem desaparecer.

Trata-se de uma deformidade de caráter na área da liderança. Sente-se anêmico no espírito e incapaz de grandes realizações.

O que sai de dentro de si, principalmente de sua bôca, tem que ser para a Gloria o Senhor. Seja no falar, no agir. Seja em casa, ou na Igreja, ou no trabalho, etc.



12. HOMEM QUE TIVER TESTÍCULO QUEBRADO.

Fala de esterilidade espiritual. Obreiros infrutíferos (Jd v.12), que não produzem na Obra de Deus. Jamais ganharam uma alma sequer para o Reino de Deus.

O Senhor JESUS ensinou no capitulo 15 do Evangelho de João que fomos chamados para frutificar.

Apocalipse 3:18

Apocalipse 3:18 - Aconselho-te que de mim compres ouro provado no fogo, para que te enriqueças; e roupas brancas, para que te vistas, e não apareça a vergonha da tua nudez; e que unjas os teus olhos com colírio, para que vejas.



Os membros da igreja em Laodicéia a melhor impressão de si mesmos, considerando-se perfeitos e ricos. O Senhor Jesus, entretanto, denunciou a pobreza espiritual daqueles discípulos e lhes prescreveu: "Eu te aconselho que de im compres ouro refinado no fogo para te enriqueceres." (Apocalipse 3:18).



Nada pior do que estar completamente pobre e viver na ilusão de nadar em riqueza. Se isto já é ruim com dinheiro, imagine quando se trata de vida espiritual. Há membros de igreja que só são "cristãos" da boca para fora. Jesus os chamou de "sepulcros caiados: bonitos por fora, mas com podridão por dentro".



O remédio para sair da pobreza espiritual é levar a sério Jesus Cristo. Seu conselho é adquirir Seu "ouro refinado no fogo". Esta imagem usada pelo Mestre evidencia quanto é coisa séria viver em comunhão com Cristo. Quanto mais forte o fogo, mais refinado e mais valorizado é o ouro. Em outras palavras, a riqueza espiritual que adquirimos, quando aceitamos viver obedientes a Cristo, não deve ser encarada como coisa fácil, barata. Ela sempre exige honestidade de compromisso. Ela sempre requer sinceridade de propósitos. Aqueles que já experimentaram viver as disciplinas requeridas por Cristo dão testemunho de que vale a pena. A escolha é nossa: viver em pobreza espiritual, ou de coração aberto, "comprar o ouro refinado no fogo", oferecido por Cristo.

MONTE CARMELO ISRAEL


Monte Carmelo é uma montanha na costa de Israel com vista para o Mar Mediterrâneo. O seu nome (Karmel) significa "jardim" ou "campo fértil". A grande cidade israelita de Haifa localiza-se parcialmente sobre o Monte Carmelo, além de algumas outras cidades, mas mais pequenas, como Nesher e Tirat Hakarmel.




Este trata-se do local onde se deu o duelo espiritual entre o profeta Elias e os profetas de Baal. Foi no Monte Carmelo que Elias provou aos homens que o Deus de Israel era o verdadeiro Deus, e não Baal.



 Outros usos do nome...

"Uma montanha que nos fornece notável e característica feição de Canaã. O Monte Carmelo é formado de pedra calcaria dura, abundante em cavernas. O Monte Carmelo é, para nós, muito interesante pela sua conexão com a História dos dois grandes profetas de Israel: Elias e Eliseu. Foi ali que Elias desconcertou os profetas Baal, levando de novo o povo de Israel à obediência ao Senhor. Foi também no Monte Carmelo que Elias fez descer fogo do céu, que consumiu por duas vezes os cinqüenta soldados com o seu capitão, que o Rei Acazias tinha mandado ali para prender o profeta, em virtude ter este feito parar os seus mensageiros que iam consultar Baal: Zebube, deus de Ecrom." (2 reis 1.9 a 15)

REFRITA NISSO

Um homem caminhava pela praia numa noite


de lua cheia e pensava:

“Se tivesse um carro novo, seria feliz...

“Se tivesse uma casa grande, seria feliz...

“Se tivesse um excelente trabalho, seria feliz......

“Se tivesse uma parceira perfeita, seria feliz...

Nesse momento, tropeçou em uma pequena sacola

cheia de pedras e começou jogá-las uma a uma no mar.

E a cada vez dizia: “Seria feliz se tivesse...“

Assim fez até que restou apenas uma pedrinha,

que decidiu guardar.

Ao chegar em casa percebeu que aquela pedrinha tratava-se

de um diamante muito valioso.

Quantos diamantes teria jogado ao mar sem parar para pensar?

Muitas vezes nós também jogamos fora nossos preciosos tesouros,

esperando o que acreditamos ser perfeito.

“Se você ainda não pode ter o que sonha,

Dê valor e ame o que você tem!"



A PAZ DO SENHOR JESUS ESTEJA CONVOSCO !!!!!

AFRICA PRECISA DE VOCÊ"

"AFRICA PRECISA DE VOCÊ"

No continente aficano temos um índice alarmante de mortes precoce, segundo as pesquisas estima-se que 2.4 milhões de africanos morrem contaminados com o vírus da aids somente no ano de 2000 e pelo menos 12 milhões de crianças estão orfãos devida as epidemias, a estatística diz que cerca de 6000 africanos mprrem por dia e outros 11000 são infectados por dia, se a situação continuar desta forma, no ano 2010 o numero de orfãos subira para 40 milhões. A aids é responsavel pela maioria das mortes hoje na Africa, está epidemia declarada já matou 17 milhões entre os quais 3.7 milhões são crianças, hoje a expectativa de vida na Africa é de 36 à 48 anos.

Cada vez que você deposita R$20,00 possibilita o alimento físico e espiritual de cada criança que comparece a ESCOLA BÍBLICA, onde elas aprendem amar Deus e começam agradecer a ele pela vida de seus pais adotivos que tanto tem ajudado para que esse trabalho siga avante.
É necessário que os irmãos cooperem para que possamos livrar estas crianças de destinos cruéis, como vem acontecendo na Etiópia e Sudão, quando não são vendidos como escravos uma em cada cinco crianças morre antes de completar oito anos de idade por desnutrição e fome devido à miséria que assola aquele país. A expectativa de vida na Etiópia
é de 40 anos.

agencia/1938
operadora/013
cp/3956-4

banco caixa economica federal

O DESESPERO...

...DOS QUE AINDA NÃO
FORAM ALCANÇADOS...

...QUEM OS AJUDARÁ?



ALEGRIA DAS CRIANÇAS...

...QUE FREQUENTAM ESCOLA BIBLÍCA...

...COM LANCHE

Naõ aja precipitadamente! fuja do erro

Quando pensarmos que estamos certo, corremos o risco de errar no julgamento precipidadamente as coisas, sendo que Deus e justo Juiz, e assim como ele foi com Moisés, CONFORME TEXTO ABAIXO, Ele ainda cuida dos seus e opera maravilhas. As vezes corremos o risco de JULGAR coisas que a Deus cabe o julgamento.
Esquecemos que o mesmo Deus que exalta, é o Deus que abate …
Creio que não fica ninguém de engano na casa de Deus, (QUANDO) estamos em vigilância e em constante oração.
Pecados ocultos são revelados, demônios caem por terra e o Poder do Deus TODO-PODEROSO é manifesto na congregação.
Imagina sê Davi, quando teve sua oportunidade de ferir pelas costas a a Saul poderia ter feito, mas não, Davi sabia que Deus tinha o Poder de livrar dos seus inimigos e conceder vitória. E não quis ferir, nem matar, nem criticar, mas deixou Deus agir!

Vamos vigiar MAIS! Jesus está voltando, EU quero ir para o céu, estar com Cristo e cantar o hino da vitória!

Criticar sempre, orar jamais (esse é o slogan da Igreja do século XXI)

Quando passarmos a pesar: Orar sempre, criticar JAMAIS! Aí vamos ver a seara em chamas, e o Nome do Senhor ser glorificado!

INSUBORDINAÇÃO DE ARÃO E MIRIÃ
Números capítulo 12

Pouco sabemos sobre a vida doméstica de Moisés, pois ele foi muito discreto a esse respeito. Quando fugiu do Egito aos 40 anos era, ao que parece, solteiro, e depois casou-se com a midianita Zípora (Êxodo 2:21). É improvável que ela fosse cuxita (preta), e a maioria dos comentaristas pensa que agora se tratava de uma segunda mulher, etíope, com quem ele teria se casado, talvez depois de se enviuvar. Cuxe era um dos filhos de Cam (Gênesis 10:8).

Miriã, mais velha que seus irmãos Moisés e Arão, era profetisa (Êxodo 15:20), esperta, talentosa e ambiciosa. Arão havia acompanhado Moisés em seu ministério, e fora designado por Deus para o alto cargo de titular do sacerdócio entre o seu povo, cargo esse que deveria continuar a ser desempenhado exclusivamente pelos seus descendentes.

O casamento com a cuxita (seu nome não é dado) rebaixou Moisés aos olhos de Miriã e Arão, de quem Moisés era o irmão mais novo. Parecia ser um problema familiar, mas trouxe à tona os ciúmes que sentiam pela posição e influência de Moisés sobre o povo e eles próprios.

Eles então procuraram pôr-se em pé de igualdade com Moisés, declarando que o SENHOR não havia falado só por Moisés, mas também por eles. No hebraico o verbo falaram (versículo 1) está no feminino singular, indicando que Miriã foi quem tomou a iniciativa. Antes de criticarmos os outros, pensemos bastante em nossos motivos: muitas vezes o que justificamos como “crítica construtiva” não passa de ciúmes destrutivos, pois a maneira mais fácil de nos elevar é baixar a reputação alheia.

O SENHOR, porém, sabia o que se passava.

“Moisés era um homem muito manso, mais do que todos os homens que havia sobre a terra”. Se foi ele mesmo que escreveu isso, ele expressa um sentimento que nós também sentimos muitas vezes quando suportamos ofensas dos outros! Mas sabemos que o Espírito Santo inspirava Moisés quando escrevia a Sua Palavra, portanto é a expressão da verdade.

Mansidão não é fraqueza, ao contrário, ela consiste em uma índole calma, pacífica, que não se deixa provocar facilmente (Tiago 3:13). Existem promessas especiais para os mansos (Mateus 5:5, Isaías 66:2), e essa qualidade deve ser cultivada em nós (Colossenses 3:12, 1 Timóteo 6:11, Sofonias 2:3), exemplificada em Cristo (Mateus 11:29). Ser manso é, afinal de contas, ser obediente a Deus e fazer a Sua vontade.

O SENHOR mandou que os três saíssem à tenda da congregação (era um assunto de família). Quando os três chegaram lá, Ele também desceu na coluna da nuvem e se pôs à porta, chamando Arão e Miriã até a Sua frente. Ele então mostrou que havia uma enorme diferença entre seu relacionamento com Moisés e o que tinha com seus irmãos: Ele se fazia conhecer e falava aos profetas (como Arão e Miriã se consideravam) em visão e em sonhos, mas a Moisés falava frente a frente, claramente, e não por enigmas, porque ele era fiel em toda a casa de Deus. Como ousavam eles falar contra o Seu servo, Moisés?

Nenhum outro profeta no Velho Testamento teve este relacionamento com o SENHOR. Moisés foi um tipo de Cristo em seu serviço e em seu ofício de profeta, e ele profetizou de Cristo quando disse que Deus suscitaria ao povo um profeta semelhante a ele (Deuteronômio 18:15, 18).

O que eles fizeram foi uma loucura, como Arão reconheceu ao pedir perdão de Moisés, chamando-o Senhor meu. Mas Miriã foi castigada com a temida doença da lepra. Lepra é uma figura externa e visível da corrupção do ser interior: assim como ela começa com um ponto minúsculo na pele e espalha gradualmente, desfigurando sua vítima e finalmente destruindo o seu corpo, o pecado aos poucos corrompe e degrada moralmente o ser humano, obrigando-o a ficar longe da presença de Deus, que é puro e santo.

No caso de Miriã, ela ficou toda leprosa instantaneamente: prova que era de origem sobrenatural, um julgamento da parte de Deus. Arão não foi feito leproso, provavelmente por causa do seu cargo de sumo-sacerdote: o povo precisava dele no tabernáculo. Além disso, Miriã foi quem havia iniciado a insubordinação. Arão era de caráter fraco e facilmente se deixava convencer pelos outros. Assustado, ele pediu perdão a Moisés, e pediu misericórdia para que sua irmã fosse curada.

É fácil olhar para trás, ver nossos erros, e reconhecer como fomos tolos. É bem mais difícil perceber com antecedência a tolice de algo que pretendemos fazer simplesmente porque nos agrada. Devemos eliminar pensamentos e motivos errados a fim de evitar idéias tolas que se convertem em ações tolas. Miriã e Arão tiveram que sofrer porque não o fizeram.

Moisés novamente deu prova da sua mansidão, clamando imediatamente ao SENHOR e rogando que a curasse. As intercessões de Moisés nos lembram as que Cristo, nosso advogado perante Deus, faz por nós (1 João 2:1).

O SENHOR respondeu a Moisés, lembrando-o que, no caso da ofensa de uma filha contra seu pai, em que ele a repreendesse cuspindo-lhe no rosto, seguir-se-ia um período de sete dias de vergonha (Deuteronômio 25:9, Isaías 50:6). Quanto mais envergonhada deveria ser Miriã, por ter ofendido não somente Moisés, mas também a Deus que o havia honrado com a sua posição!

Embora curada, ela foi obrigada a passar sete dias em reclusão fora do arraial (a primeira menção de prisão como castigo entre os israelitas). O povo teve que ficar acampado ali durante toda essa semana, detido por causa dela. Deus foi misericordioso, mas manteve a disciplina. Como a sua insubordinação foi pública, todos foram envolvidos na humilhação e castigo que ela sofreu.

Em seguida, o povo seguiu viagem pelo deserto em direção ao norte até Cades-Barnéia, no deserto de Parã, onde acampou outra vez.

A GENUINA MISERICORDIA!

A GENUINA MISERICORDIA!
Mas a misericórdia do Senhor é de eternidade a eternidade, sobre os que O temem, e a Sua justiça, sobre os filhos dos filhos, para com os que guardam a Sua aliança e para com os que se lembram dos Seus preceitos e os cumprem. Salmo 103:17, 18


A misericórdia é um atributo de que o instrumento humano pode participar, juntamente com Deus. Como fez Cristo, assim pode o homem apoderar-se do braço divino e manter comunicação com o poder divino. Foi-nos dado um serviço de misericórdia para ser feito em favor de nossos semelhantes. Efetuando esse serviço, trabalhamos em sociedade com Deus. Bem faremos, pois, em ser misericordiosos, como é misericordioso nosso Pai no Céu.

“Misericórdia quero”, diz Deus, “e não sacrifício” (Mt 9:13). A misericórdia é bondosa, compassiva. A misericórdia e o amor de Deus purificam a alma, aformoseiam o coração e limpam do egoísmo a vida. A misericórdia é uma manifestação do amor divino e é manifestada pelos que, identificados com Deus, O servem, refletindo a luz do Céu sobre o caminho dos semelhantes.

O estado de muitas pessoas requer a prática da genuína misericórdia. Os cristãos, em seus negócios uns com os outros, devem ser controlados pelos princípios da misericórdia e amor. Devem aproveitar todas as oportunidades de ajudar seus semelhantes em aflição. O dever de todo cristão está claramente delineado nas palavras: “Não julgueis e não sereis julgados; não condeneis e não sereis condenados; perdoai e sereis perdoados; dai, e dar-se-vos-á; boa medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos darão; porque com a medida com que tiverdes medido vos medirão também” (Lc 6:37, 38). “Como quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles” (Lc 6:31). Esses são os princípios que bem faremos em cultivar.

Que os que desejam aperfeiçoar um caráter cristão sempre tenham em mente a cruz na qual Cristo morreu morte cruel, para redimir a humanidade. Nutram sempre o mesmo espírito misericordioso que levou o Salvador a fazer, para nossa redenção, um sacrifício.A paz do Senhor.