LÓGICA ILÓGICA
Problemas de maiores ou menores proporções surgem a todo instante em nossas vidas e cada um de nós têm uma maneira pessoal para lidar com eles. Algumas pessoas simplesmente desistem de lidar com eles, pelo simples fato de não compreenderem suas causas.
Meditando sobre Pedro e sua reação diante dos soldados que prenderiam Jesus no Getsêmani, podemos obter um novo retrato sobre a nossa fragilidade e limitação.
Quando o problema surgiu diante de Pedro, sua primeira reação foi lutar contra ele com seus próprios meios. Com velocidade e precisão, na tentativa de defender Jesus, o discípulo desembainhou sua espada e, com uma manobra digna de elogios, zap! …deixou Malco, um dos soldados da guarda envergonhado, dolorido e sangrando.
Pedro cortou a orelha do soldado com sua espada. E às vezes eu fico pensando: “Por que Pedro não tentou degolar o soldado em vez de amputar-se a orelha? Quem sabe se cortasse-lhe o pé, ou a mão, mas… a orelha?” , pois a falta da orelha ao impediria Malco de continuar lutando para cumprir sua missão de prender Jesus.
Segundo a narrativa de João (18.4-10) – que também esteve presente nesse episódio, os soldados estavam ajoelhados diante de Jesus quando Pedro tirou sua espada e atacou Malco (v.10). É bem provável que Pedro tenha se aproveitado da situação, do fato de estar do lado de Jesus e ver o inimigo, literalmente, prostrado diante do Rei, para tentar dominá-lo.
Talvez tenha se passado pela cabeça de Pedro algo assim: “Ei! Eu tirei a orelha dele e nós podemos tirar as orelhas de vocês também! Não brinquem conosco, pois Jesus está aqui!”. Independente, porém, do que Pedro tenha pensado, uma coisa é certa: Pedro pensou que aquele pequeno grupo de discípulos que acompanhava Jesus poderia vencer uma multidão inteira armada com espadas e porretes, cheia de fúria (João 18.3; Lucas 22.52; Marcos 14.43). Tanto que logo sacou sua espada e enfrentou um dos soldados (Lucas 22.49-50).
Semelhanças para com a nossa maneira de pensar e agir diante dos nossos problemas não são meras coincidências, mas fatos reais que se repetem como um ciclo vicioso.
Pelo fato de sermos cristãos, carregamos o nome de Cristo e muitas vezes acreditamos que temos todo o domínio das situações; acreditamos que sempre e sempre o mal será derrotado diante de nós. Confiamos tanto que a presença de Jesus inibirá completamente o agir do mal, que a qualquer instante estamos aptos a sacarmos nossas espadas e cortarmos as orelhas dos que nos perseguem ou aborrecem. Que regozijo para nós é vê-los sangrando e se sentindo humilhados, ajoelhados à nossa frente!
Seria realmente um triunfo, se não fosse uma tragédia!
Confiar que nossa condição de seguidores de Cristo nos isenta do agir do mal, nos livra de todas as doenças e das perseguições é uma lástima que tem dominado muitas mentes e corações embaçados pela nuvem do “paternalismo divino”, que prega a filosofia sobre um “Deus bonzinho, que jamais expõe Seus filhos ao sofrimento, pois Ele é puro amor!”
Mas veja as palavras de Jesus a seguir:
“Então Jesus disse-lhe: Embainha a tua espada; porque todos os que lançarem mão da espada, à espada morrerão. Ou pensas tu que Eu não poderia agora orar a meu Pai, e que Ele não Me daria mais de doze legiões de anjos? Como, pois, se cumpririam as Escrituras, que dizem que assim convém que aconteça?” (Mateus 26.52-54)
Jesus poderia ser socorrido. Para Deus, nada seria (nem é) impossível. Mas havia um plano, um propósito a se cumprir que Pedro desconhecia. A presença de Jesus não inibiu o agir do mal naquele momento. Mas, ao contrário, permitiu-lhe, inclusive, ser vitorioso por um período de tempo:
“Tenho estado todos os dias convosco no templo, e não estendestes as mãos contra Mim, mas esta é a vossa hora e o poder das trevas.” (Lucas 22.53)
Outra vez…
“Eu estava com vocês todos os dias no pátio do Templo, e vocês não tentaram Me prender. Mas esta é a hora de vocês e também a hora do poder da escuridão.” (Lucas 22.53 – NTLH)
Tratava-se uma vitória temporária das forças do mal (1Coríntios 2.8); a vitória final pertence a Deus (João 1.5; Colossenses 1.13).
E quando isso acontece conosco, isto é, quando oramos, jejuamos, consagramos, imploramos, determinamos, esperamos… e nada acontece? E quando Jesus nos diz que nossa espada não mudará os planos de Deus? E quando nossa ação não inibe o agir do mal nem estimula Cristo a Se manifestar a esse favor?
E quando aquela situação desconfortável não muda, por mais crentes que sejamos? E quando não recebemos a cura daquela triste doença, por mais fé que tenhamos? Será mesmo que temos base bíblica para sustentar que Deus não Se importa? Será mesmo que Deus Se esqueceu?
Não é o que parece, conforme nos explica Jesus:
“…Não beberei Eu o cálice que Meu Pai Me deu?” (João 18.11)
Eclesiastes 3.1 diz que para tudo há um tempo e um propósito. Se Deus deu essa missão para Cristo, algum porquê havia. E nós, que fomos alcançados por Sua maravilhosa Graça, conhecemos bem esse porquê:
“Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu Seu Filho unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3.16)
Conosco não é diferente. Se Deus expôs o Seu Ungido de tal maneira para que um propósito tão necessário fosse concretizado, não nos sujeitaria também à prova, à espera, para realizar grande obra em nós ou através de nós também? Ora, “na verdade… não é o servo maior que o seu senhor, nem o enviado maior do que aquele que o enviou” (João 13.16). São palavras de Jesus: “…Se a Mim Me perseguiram, também vos perseguirão; se guardaram a Minha palavra, também guardarão a vossa” (João 15.20). Se Jesus foi provado no deserto, também nós seremos. Se Jesus sofreu, também nós sofreremos. Se Jesus foi exaltado por Deus, também nós seremos se ao nosso Senhor, assim como Jesus, também permanecermos fiéis.
Não foi a fé de Pedro que falhou. Foi a sua maneira de interpretar e responder ao problema que estava errada. Havia um propósito de Deus e, antes de atacar o soldado, Pedro deveria ter atentado para isso e procurado conhecer melhor esse propósito. Cristo, em outras ocasiões anteriores, lhe alertou sobre tal.
A vitória de Jesus não consiste em vencer pessoas, mas sim o mal que atua nelas.
Malco era um mandado, submisso às ordens dos seus superiores. Jesus o amava e sabia dessa sua condição. Por isso, curou sua orelha e não permitiu a Pedro ser honrado naquela situação mais do que o seu problema (Lucas 22.50-51).
O gigantesco problema espiritual do mundo inteiro estava lá e tinha que ser enfrentado de frente, mas não com espadas nem pela força dos braços dos discípulos ou de Jesus. A coragem de Jesus não estava em fugir mas em enfrentar o inferno e a morte para resolver o problema que nós não poderíamos resolver. E, embora Jesus estivesse prestes a sofrer fisicamente tantas dores, o propósito principal era curar os nossos espíritos. Em vez de escolher salvar aquele pequeno grupo de discípulos, Jesus escolheu salvar a humanidade. Levaria algum tempo até que os seguidores de Cristo compreendessem isso. Mas aconteceu. Aleluia!
Às vezes leva muito tempo para nós também entendermos os propósitos de Deus ao permitir determinadas situações adversas nos alcançarem, nos atingirem. Diante de cada uma delas, antes mesmo de usarmos o nome de Cristo para tentarmos reverter o quadro, devemos, com atenção espiritual, sabedoria e discernimento, buscar do Senhor a lição que Ele pretende nos dar através de tal permissão e também graça para suportarmos o dia da angústia com gozo no Senhor e esperança na Sua Palavra, “pois sabemos que todas as coisas trabalham juntas para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que Ele chamou de acordo com o Seu plano.” (Romanos 8.28 – NTLH)
Sem sabedoria e sem humildade para conhecer mais sobre a vontade de Deus, Pedro lutou com sua espada, por alguns instantes teve a sensação de gozo, foi envergonhado, viu o mal vencer como se fosse infalível, perdeu as forças e negou Jesus por três vezes seguidas, até, então, ser despertado a olhar para dentro de si mesmo e verificar, com grande amargor na alma, a necessidade da mudança no seu interior.
Mais alguns dias e Pedro entenderia que era verdadeiramente necessário que Jesus morresse.
Muitas outras pessoas não têm a mesma paciência. É a triste realidade de quem se precipita em julgar Deus e desvalorizar a Sua inteligência, por falta de paciência em esperar ou pela insuficiência de forças para suportar aquilo que desconhece, ainda que essa realização não aconteça aqui nesta vida, mas na vindoura. São pessoas imediatistas, que buscam glórias (menores ou mais significantes) aqui e não vivem com vistas à eternidade.
Nem sempre os porquês de Deus são explicáveis realmente. Mas nem por isso devemos abandonar nossa fé no Senhor e deixar o Seu propósito para nós, pois o quesito fundamental para sujeitar-nos a vivermos essa “lógica ilógica” é a fé que Deus deu a cada um de nós (Romanos 12.3). Sem ela, jamais poderemos suportar e esperar a providência divina para nossas vidas.
“Alegrem-se por isso, se bem que agora é possível que vocês fiquem tristes por algum tempo, por causa dos muitos tipos de provações que vocês estão sofrendo. Essas provações são para mostrar que a fé que vocês têm é verdadeira. Pois até o ouro, que pode ser destruído, é provado pelo fogo. Da mesma maneira, a fé que vocês têm, que vale muito mais do que o ouro, precisa ser provada para que continue firme. E assim vocês receberão aprovação, glória e honra, no ia em que Jesus Cristo for revelado.” (Palavras de Pedro: o mesmo que negou Jesus três vezes seguidas, o mesmo que não compreendia o grande propósito de Deus para o mundo! – 1Pedro 1.6-7)
Já vi alguns crentes questionando Deus acerca do sofrimento a que outras pessoas, aparentemente tão corretas, ao submetidas.
Não quero ter uma resposta para tudo, mas há algumas explicações cabíeis: muitas vezes o sofrimento é conseqüência dos nossos erros do passado. O pecado é perdoado e somos isento da sua condenação (Romanos 8.1), mas as conseqüências dele ficam e nós devemos arcar com cada uma delas (Provérbios 26.27).
Outras vezes, há lições, preciosos ensinamentos que o Senhor sabe serem necessários nos transmitir, a fim de moldar nosso caráter e nos tornar filhos mais parecidos com Ele:
“Eu repreendo e castigo todos quantos amo; sê pois zeloso, e arrepende-te.” (Apocalipse 3.19)
“…Não rejeites a correção do Senhor, nem te enojes da Sua repreensão. Porque o Senhor repreende aquele aquém ama, assim como o pai ao filho a quem quer bem.” (Provérbios 3.11-12)
“Dirige os meus passos nos Teus caminhos, para que as minhas pegadas não vacilem.” (Salmos 17.5)
“O Senhor prova o justo…” (Salmos 11.5a)
Há, ainda, a responsabilidade de Deus provar um justo para revelar Sua glória e convencer um injusto. Pessoas fiéis e crentes em Deus sabem que Ele tem um motivo, ainda que desconhecido, para permitir qualquer acontecimento em nossas vidas. Muitas vezes, realmente, esses motivos desafiam nossa fé, mas não podem desativá-la se atentarmos sempre para o fato de que Deus nunca perde o controle de situação alguma.
Para um justo é mais fácil suportar uma provação, mesmo que venha por razões alheias ao seu entendimento, porque pessoas verdadeiramente convertidas a Deus não negam sua fé no Altíssimo, mas buscam nEle as forças e a sabedoria que precisam para suportar.
Com o passar do tempo, Deus realiza milagres, Sua glória e poder Se manifestam e vidas incrédulas percebem a grandeza de Deus, geralmente se rendendo a Ele e à Sua maravilhosa Graça. É como se Deus estivesse agindo por tabelinha para alcançar a vida de um ímpio, pois se o fizesse diretamente, pela falta de sabedora e de fé dos incrédulos, certamente o Senhor os perderia de vez.
Paulo fez colocações desse tipo em muitos versos da Bíblia, como:
“Mas em nada tenho a minha vida por preciosa, contanto que cumpra com alegria a minha carreira, e o ministério que recebi do Senhor Jesus Cristo para dar testemunho do Evangelho da graça de Deus.” (Atos 20.24)
“Porque pra mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho. Mas, se o viver na carne me der fruto da minha obra, não sei então o que deva escolher. Mas de ambos os lados estou em aperto, tendo desejo de partir, e estar com Cristo, porque isto é ainda muito melhor. Mas julgo mais necessário, por amor de vós, ficar na carne. E, tendo esta confiança, sei que ficarei, e permanecerei com todos vós para proveito vosso e gozo da fé.” (Filipenses 1.21-25)
O sofrimento a que o apóstolo era submetido tinha também o motivo de ajudar as pessoas a se encontrarem e se firmarem no Evangelho salvador de Jesus.
O próprio Jesus foi submetido a isso. Ele é justo, santo, puro, sem pecado algum, mas foi submetido às piores ações do mal em favor da humanidade:
“Ele foi rejeitado e desprezado por todos; Ele suportou dores e sofrimentos sem fim. Era como alguém que não queremos ver; nós nem mesmo olhávamos para Ele e O desprezávamos. No entanto, era o nosso sofrimento que Ele estava carregando, era a nossa dor que Ele estava suportando. E nós pensávamos que era por causa das Suas próprias culpas que Deus O estava castigando, que Deus O estava maltratando e ferindo. Porém, Ele estava sofrendo por causa dos nossos pecados, estava sendo castigado por causa das nossas maldades. Nós somos curados pelo castigo que Ele sofreu, somos sarados pelos sofrimentos que Ele recebeu. (…) O meu Servo não tem pecado, mas Ele sofrerá o castigo que muitos merecem, e assim os pecados deles serão perdoados.” (Isaías 53.3-5,11b – NTLH)
Pedro não prestou atenção nesse caso e, por isso, precipitou-se em “socorrer” Jesus da situação horrenda a que seria submetido pelas próximas horas.
Quando, finalmente, Pedro olhou para si mesmo e viu que tudo foi para que houvesse mudança nele também, então o discípulo compreendeu que os planos de Deus, ainda que incompreensíveis, devem ser aceitos, pois nossos pecados, nossas limitações, muitas vezes nos impedem de compreender que Deus é o Santo, o Senhor, e que os Seus propósitos são necessários e indiscutíveis. Se não conhecermos os Seus porquês aqui neste mundo, certamente os descobriremos na eternidade. Foi por isso e desde então que Pedro dedicou seus dias a anunciar o amor e o perdão de Deus ao mundo, a ponto de morrer por isso.
“Eloí, Eloí, lama sabctâni?” (Marcos 15.34a)
“Deus Meu, Deus Meu, porque Me desamparaste?” (Marcos 15.34b)
Esse foi o clamor de Cristo, quando nem Ele entendeu o motivo de Deus ter Lhe desamparado. Contudo, ele levou Sua cruz até o fim e não Se desviou da presença do Pai.
Mesmo ali, em Seus últimos minutos de vida, e sem motivos aparentes para que Deus O tivesse desamparado, foi nas mãos dEle que Jesus preferiu entregar o Seu espírito, pois não há lugar mais seguro, nem mais certo nem mais necessário em que podemos estar, se não nas mãos de Altíssimo Deus.
Que esse ensinamento seja um modelo sempre seguido com honra por cada um dos filhos de Deus, em todos os seus momentos, seja a lógica revelada a nós ou simplesmente um desafio à nossa fé.
Amém.
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VENCENDO OS GIGANTES
"Davi, porém, disse ao filisteu: Tu vens a mim com espada, e com lança, e com escudo; porém eu venho a ti em nome do SENHOR dos Exércitos, o Deus dos exércitos de Israel, a quem tens afrontado." 1°Samuel 17:45.
Este pequeno versiculo, traz um dos maiores acontecimentos da historia da humanidade, um jovem que ficou conhecido, pela sua coragem e fé no Deus vivo.
Davi era um menino como qualquer outro, não exatamente igual, pois Davi, era um menino de pequena estatura, um simples pastor de ovelhas, mas com algo a mais, sua fé incorruptivel em Deus.
A Biblia nos traz em claras palavras suas caracteristicas em 1° Samuel 16:18 que diz: "Então respondeu um dos moços, e disse: Eis que tenho visto a um filho de Jessé, o belemita, que sabe tocar e é valente e vigoroso, e homem de guerra, e prudente em palavras, e de gentil presença; o SENHOR é com ele."
Davi sabia tocar, ou seja, era um ADORADOR, era valente e vigoroso, não tinha medo estava sempre preparado, homem de guerra, prutente em palavras, ou seja, era serio e firme no que dizia, gentil presença, onde Davi estava, era agradavel pois o senhor estava com ele.
Mas certa vez Jessé envia seu filho Davi à levar alimentos aos seus irmãos que estavam na guerra, pois naquele tempo Israel estava em guerra contra os filisteus, e foi Davi ao arraial onde se encontrava seus irmãos (1°Sm 17:12), chegando lá viu Davi o exercito de Israel, amedrontados pois do outro lado do vale estava os filisteus com um aliado muito forte, um gigante chamado Golias filisteu de Gate. E Golias insultava o exercito de Israel, que o temia dizendo: "Vistes aquele homem que subiu? Pois subiu para afrontar a Israel; há de ser, pois, que, o homem que o ferir, o rei o enriquecerá de grandes riquezas, e lhe dará a sua filha, e fará livre a casa de seu pai em Israel." (1ºSm 17:25). Diante deste acontecimento Davi questiona o exercito de Israel: "Então falou Davi aos homens que estavam com ele, dizendo: Que farão àquele homem, que ferir a este filisteu, e tirar a afronta de sobre Israel? Quem é, pois, este incircunciso filisteu, para afrontar os exércitos do Deus vivo?" (1º Sm 17:26).
Davi ficou indignado, com a atitude de Israel, uma nação abençoada por Deus, povo escolhido guerreiro, e no momento da guerra na hora de batalhar, viram o tamanho da dificuldade, o tamanho do GIGANTE no qual teriam que enfrentar, e logo desistiram acharam que não iria conseguir, deixaram que sua fé se quebrase, eu imagino dentre o Exercito de Israel alguem dizendo entre si: "É chegou ao fim, dessa vez perdemos, não tem porque lutar, olha o tamanho dele pra que tentar vamos morrer mesmo!". Se esqueceram que o seu Deus é maior do qualquer gigante.
Lembra do disse Davi no versiculo 26? "Quem é, pois, este incircunciso filisteu, para afrontar os exércitos do Deus vivo?" o que Daivi quis dizer? ele não concordava com aquela situação, então trazendo para os dias de hoje é como se Davi havia dito: " Ei calmai, quem é este infiel de coração, incrédulo, este que nao tem comunhão de coração, para que venha afrontar os exercitos do meu Deus?" Davi então decide lutar, se apresenta ao Rei Saul, dizendo que enfrentara Golias: (1°Sm 17:32-33) "E Davi disse a Saul: Não desfaleça o coração de ninguém por causa dele; teu servo irá, e pelejará contra este filisteu. Porém Saul disse a Davi: Contra este filisteu não poderás ir para pelejar com ele; pois tu ainda és moço, e ele homem de guerra desde a sua mocidade."
O Rei nao concorda de inicio achando que o menino poderia estar louco, como pode um menino tão pequeno vencer um Gigante, porém Davi tinha a unção do Deus vivo em seu coração.
Davi vai a batalha, Golias zomba de Davi pois foi a guerra sem espada sem escudo sem nenhuma "proteção" aos seus olhos, pois Davi deposetou toda sua confiança em Deus. "Disse mais o filisteu a Davi: Vem a mim, e darei a tua carne às aves do céu e às bestas do campo." (1ºSm 17:44).
"Davi, porém, disse ao filisteu: Tu vens a mim com espada, e com lança, e com escudo; porém eu venho a ti em nome do SENHOR dos Exércitos, o Deus dos exércitos de Israel, a quem tens afrontado." (1°Samuel 17:45.)
" E Davi pôs a mão no alforje, e tomou dali uma pedra e com a funda lha atirou, e feriu o filisteu na testa, e a pedra se lhe encravou na testa, e caiu sobre o seu rosto em terra. Assim Davi prevaleceu contra o filisteu, com uma funda e com uma pedra, e feriu o filisteu, e o matou; sem que Davi tivesse uma espada na mão." (1ºSm 17: 49-50).
Hoje a igreja de Cristo passa pela mesma situação, estão se acomodando, dizendo que não tem jeito, o gigante é maior, estamos perdidos mesmo, mas Deus quer ver novamente os guerreiros de Deus lutando, homens e mulheres como Davi que não se detem por qualquer afronta, ponha um basta nesta monotomia, de ficar com pose de perdedor derrotado, você não é um derrotado, você é guerreiro, chega de Golias ficar afrontando o povo de Deus, qual é o seu gigante? é forte? Seu Deus é maior, olhe para o gigante e diga "quem é este incircunciso para vir afrontar o povo de Deus? quem é ele para ousar falar de Deus?" vença o gigante você nao é um derrotado, não permita que te humilhem, você é vencedor servo do Deus vivo ergue a cabeça e vá a batalha, Deus é Deus a guerra é dele, e não há outro como ele.
Este pequeno versiculo, traz um dos maiores acontecimentos da historia da humanidade, um jovem que ficou conhecido, pela sua coragem e fé no Deus vivo.
Davi era um menino como qualquer outro, não exatamente igual, pois Davi, era um menino de pequena estatura, um simples pastor de ovelhas, mas com algo a mais, sua fé incorruptivel em Deus.
A Biblia nos traz em claras palavras suas caracteristicas em 1° Samuel 16:18 que diz: "Então respondeu um dos moços, e disse: Eis que tenho visto a um filho de Jessé, o belemita, que sabe tocar e é valente e vigoroso, e homem de guerra, e prudente em palavras, e de gentil presença; o SENHOR é com ele."
Davi sabia tocar, ou seja, era um ADORADOR, era valente e vigoroso, não tinha medo estava sempre preparado, homem de guerra, prutente em palavras, ou seja, era serio e firme no que dizia, gentil presença, onde Davi estava, era agradavel pois o senhor estava com ele.
Mas certa vez Jessé envia seu filho Davi à levar alimentos aos seus irmãos que estavam na guerra, pois naquele tempo Israel estava em guerra contra os filisteus, e foi Davi ao arraial onde se encontrava seus irmãos (1°Sm 17:12), chegando lá viu Davi o exercito de Israel, amedrontados pois do outro lado do vale estava os filisteus com um aliado muito forte, um gigante chamado Golias filisteu de Gate. E Golias insultava o exercito de Israel, que o temia dizendo: "Vistes aquele homem que subiu? Pois subiu para afrontar a Israel; há de ser, pois, que, o homem que o ferir, o rei o enriquecerá de grandes riquezas, e lhe dará a sua filha, e fará livre a casa de seu pai em Israel." (1ºSm 17:25). Diante deste acontecimento Davi questiona o exercito de Israel: "Então falou Davi aos homens que estavam com ele, dizendo: Que farão àquele homem, que ferir a este filisteu, e tirar a afronta de sobre Israel? Quem é, pois, este incircunciso filisteu, para afrontar os exércitos do Deus vivo?" (1º Sm 17:26).
Davi ficou indignado, com a atitude de Israel, uma nação abençoada por Deus, povo escolhido guerreiro, e no momento da guerra na hora de batalhar, viram o tamanho da dificuldade, o tamanho do GIGANTE no qual teriam que enfrentar, e logo desistiram acharam que não iria conseguir, deixaram que sua fé se quebrase, eu imagino dentre o Exercito de Israel alguem dizendo entre si: "É chegou ao fim, dessa vez perdemos, não tem porque lutar, olha o tamanho dele pra que tentar vamos morrer mesmo!". Se esqueceram que o seu Deus é maior do qualquer gigante.
Lembra do disse Davi no versiculo 26? "Quem é, pois, este incircunciso filisteu, para afrontar os exércitos do Deus vivo?" o que Daivi quis dizer? ele não concordava com aquela situação, então trazendo para os dias de hoje é como se Davi havia dito: " Ei calmai, quem é este infiel de coração, incrédulo, este que nao tem comunhão de coração, para que venha afrontar os exercitos do meu Deus?" Davi então decide lutar, se apresenta ao Rei Saul, dizendo que enfrentara Golias: (1°Sm 17:32-33) "E Davi disse a Saul: Não desfaleça o coração de ninguém por causa dele; teu servo irá, e pelejará contra este filisteu. Porém Saul disse a Davi: Contra este filisteu não poderás ir para pelejar com ele; pois tu ainda és moço, e ele homem de guerra desde a sua mocidade."
O Rei nao concorda de inicio achando que o menino poderia estar louco, como pode um menino tão pequeno vencer um Gigante, porém Davi tinha a unção do Deus vivo em seu coração.
Davi vai a batalha, Golias zomba de Davi pois foi a guerra sem espada sem escudo sem nenhuma "proteção" aos seus olhos, pois Davi deposetou toda sua confiança em Deus. "Disse mais o filisteu a Davi: Vem a mim, e darei a tua carne às aves do céu e às bestas do campo." (1ºSm 17:44).
"Davi, porém, disse ao filisteu: Tu vens a mim com espada, e com lança, e com escudo; porém eu venho a ti em nome do SENHOR dos Exércitos, o Deus dos exércitos de Israel, a quem tens afrontado." (1°Samuel 17:45.)
" E Davi pôs a mão no alforje, e tomou dali uma pedra e com a funda lha atirou, e feriu o filisteu na testa, e a pedra se lhe encravou na testa, e caiu sobre o seu rosto em terra. Assim Davi prevaleceu contra o filisteu, com uma funda e com uma pedra, e feriu o filisteu, e o matou; sem que Davi tivesse uma espada na mão." (1ºSm 17: 49-50).
Hoje a igreja de Cristo passa pela mesma situação, estão se acomodando, dizendo que não tem jeito, o gigante é maior, estamos perdidos mesmo, mas Deus quer ver novamente os guerreiros de Deus lutando, homens e mulheres como Davi que não se detem por qualquer afronta, ponha um basta nesta monotomia, de ficar com pose de perdedor derrotado, você não é um derrotado, você é guerreiro, chega de Golias ficar afrontando o povo de Deus, qual é o seu gigante? é forte? Seu Deus é maior, olhe para o gigante e diga "quem é este incircunciso para vir afrontar o povo de Deus? quem é ele para ousar falar de Deus?" vença o gigante você nao é um derrotado, não permita que te humilhem, você é vencedor servo do Deus vivo ergue a cabeça e vá a batalha, Deus é Deus a guerra é dele, e não há outro como ele.
POVOS PIGMEUS
Povos Pigmeus “Os pequenos homens da terra”
ETNOLOGIA E HISTÓRIA
Um povo em extinção vivendo no coração da África. É o que se está consumindo, há décadas, contra os pigmeus, um dos povos mais antigos da África.
Pigmeus é uma expressão genérica, usada pela sociedade externa para identificar os pequenos homens que habitam a Floresta Equatorial Africana. Formam um grupo culturalmente definido, porém, a falta de informações mais precisas tem levado muitos a atribuir o título ‘pigmeu’ a vários outros grupos que sofrem de um distúrbio genético que os impedem de crescer. A palavra ‘pigmeu’ é de origem grega e significa ‘três côvados’, ou seja, 1,35m, referindo-se à altura dos mesmos.
A confusão de informações se dá, principalmente, por causa das generalizações. Muitos estudam ou têm contado com um destes grupos e divulgam informações se referindo aos Pigmeus de forma geral.
A partir da criação, em 1925, do Parque Nacional Virunga (na atual Repúplica democrática do Congo), teve início o processo de afastamento dos pigmeus de suas terras natais e de seus meios de subsistência (caça e coleta de de frutas). Esse processo prosseguiu por décadas. Em 1970, os pigmeus foram expulsos do Parque Nacional de Kahuzi-Biega (R.D.Congo), e em seguida, de Bwindi e Magahinga (Uganda).
O pigmeus expulsos de seus territórios tornaram-se completamente dependentes de outras populações e são obrigados a mendigar para sobreviver. Muitos deles, tornaram-se vítimas de álcool, e outros se suicidam.
Os pigmeus são considerados seres inferiores a outras populações, e são continuamente marginalizados da vida social. Vivem em condições primitivas, em cabanas de bambu cobertas por folhas de banana, sem cuidados médicos nem educação, tentando sobreviver fabricando cestos, vasos vendidos a preços irrisórios, R$ 1,00 ou menos. Seu território é isolado do resto do país, e não são capazes de cultivar a terra. Não possuem carteira de identidade(RG), e por isso não tem direito à assistência médica. Não existem funcionários estatais, nem um escritório do governo encarregado de se ocupar de sua sorte. (Somente para interesses de exploração para turismo).
Os pigmeus também foram vítimas de violência em Ruanda, 1994. Estima-se de que 30% da população pigméia foram mortas.
Os pigmeus também foram vítimas de violência em Ruanda, 1994. Estima-se de que 30% da população pigméia foram mortas.
ORGANIZAÇÃO SOCIAL
Por não darem muita importância a hierarquias e posições sociais, na estrutura social dos Pigmeus não há chefes nem líderes religiosos (Myers, 2001.50). Os idosos são muito respeitados, tidos como sábios detentores de grande sabedoria, e assim, são eles que geralmente conduzem o grupo nas tomadas de decisões. As crianças têm voz ativa e, diferentemente de muitos povos africanos, a mulher participa nas decisões grupais.
DIVERSIDADE LINGÜÍSTICA
Carecemos de informações mais precisas acerca da realidade lingüística dos Pigmeus. Apesar de possuírem uma mesma origem étnica, sabe-se que suas línguas não pertencem a uma única família lingüística. Segundo Hewlett (Internet), a língua mais distinta é a dos Efe. Os Aka, Mbuti, Bongo e Gyelli, falam línguas diferentes, porém todas da família Bantu. Os Baka falam uma língua de família Oubanguian.
LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA
Atualmente, somam cerca de 200 mil vivendo na floresta equatorial (África Central), divididos entre os territórios de Camarões, Gabão, Congo, República Centro Africana, Burundi, Ruanda e Zaire. Extraído
RELIGIOSIDADE
Da mesma forma que a língua, a religiosidade pigméia é ainda pouco conhecida, mas sabemos que é animista.
Como é comum entre grupos tribais, as danças e cantorias são centrais na religiosidade pigméia. Nem sempre é uma expressão de alegria, sendo muitas vezes ritos de adoração às várias entidades do seu mundo espiritual. O etnomusicólogo Mauro Campagnoli (Internet), desenvolveu pesquisa entre os Baka no Camarões. Ele afirma que todos os rituais importantes são acompanhados por danças e músicas tradicionais.
Sendo os mais antigos da floresta e não possuindo vantagem física alguma, os Pigmeus se tornaram os mais sábios na prática de rituais. Em Camarões, são reconhecidos como os mais poderosos feiticeiros da floresta e muitos feiticeiros das cidades vão até suas aldeias aprender com eles a arte da manipulação dos espíritos.
Como é comum entre grupos tribais, as danças e cantorias são centrais na religiosidade pigméia. Nem sempre é uma expressão de alegria, sendo muitas vezes ritos de adoração às várias entidades do seu mundo espiritual. O etnomusicólogo Mauro Campagnoli (Internet), desenvolveu pesquisa entre os Baka no Camarões. Ele afirma que todos os rituais importantes são acompanhados por danças e músicas tradicionais.
Sendo os mais antigos da floresta e não possuindo vantagem física alguma, os Pigmeus se tornaram os mais sábios na prática de rituais. Em Camarões, são reconhecidos como os mais poderosos feiticeiros da floresta e muitos feiticeiros das cidades vão até suas aldeias aprender com eles a arte da manipulação dos espíritos.
NOMADISMO
Os Pigmeus são culturalmente nômades. Historicamente eles peregrinavam pela floresta à procura de alimentos, como caçadores-coletores. Com o desmatamento da floresta, a diminuição da caça e a aproximação da sociedade externa, a maioria dos grupos pigmeus está abandonando esta prática de peregrinação. Entretanto, a sua cultura permanece influenciada por uma cosmovisão nômade.
PROBLEMAS SOCIAIS
Como quase todos os grupos tribais, os Pigmeus estão ameaçados pelo avanço da sociedade externa em sua direção, com todos os seus problemas urbanos e rurais. Em alguns países, como o ex-Zaire, muitos já foram exterminados por ofensivas de massacres, movidas geralmente por questões de discriminação.
Os Baka de Camarões convivem hoje com as várias estradas que cortaram seu território. Com elas, chegaram até eles mazelas da sociedade externa, como o alcoolismo. Os grupos que se tornaram sedentários não dominam as técnicas de agricultura e muitos acabam vivendo de doações.
Com o contato, muitos perdem também a tecnologia nativa de tratamento e cura. Assim, muitos Baka estão morrendo de malária, hepatite e febre tifóide.
Os Baka de Camarões convivem hoje com as várias estradas que cortaram seu território. Com elas, chegaram até eles mazelas da sociedade externa, como o alcoolismo. Os grupos que se tornaram sedentários não dominam as técnicas de agricultura e muitos acabam vivendo de doações.
Com o contato, muitos perdem também a tecnologia nativa de tratamento e cura. Assim, muitos Baka estão morrendo de malária, hepatite e febre tifóide.
Barreiras para evangelização dos Pigmeus
Barreira Pessoal – Sobrevivência em estado precário de vida
Contexto de selva, com clima tropical, sem qualquer possibilidade de assistência médico-hospitalar local, mesmo estando expostos a doenças comuns naquela região, como os diversos tipos de malária e outras. A cosmovisão nômade ainda é um fator complicador, por não estimular princípios de higiene e organização nas aldeias.
Contexto de selva, com clima tropical, sem qualquer possibilidade de assistência médico-hospitalar local, mesmo estando expostos a doenças comuns naquela região, como os diversos tipos de malária e outras. A cosmovisão nômade ainda é um fator complicador, por não estimular princípios de higiene e organização nas aldeias.
Barreira Lingüística – Grande diversidade de línguas e dialetos
É de fundamental importância o aprendizado da língua local, para uma exposição relevante do evangelho. Entretanto, possuindo uma estratificação social tão intensa como os Pigmeus, é possível que cada tribo tenha sua língua própria, cada grupo o seu próprio dialeto e ainda variações lingüísticas de clãs para clãs.
Barreira Espiritual – Intensidade do confronto de poderes
Sendo os maiores feiticeiros e curandeiros de toda a Floresta Equatorial Africana, a batalha espiritual deve ser muito intensa. As investidas malignas contra qualquer trabalho missionário devem ser esperadas.
Barreira Missiológica – Falta de estratégias
Não temos muitos antecedentes de trabalho missionário com nômades caçadores-coletores. Estratégias aplicadas em grupos tribais animistas, porém sedentários, podem ser ineficientes em grupos nômades. É preciso desenvolver estratégias novas ou fazer adaptações, podemos pensar em algumas áreas que necessitam de forma mais específica de atuação missionária entre os Pigmeus.
Sugestões para um trabalho eficaz entre os pigmeus
Plantio de Igrejas – Necessidade principal
Apesar das várias iniciativas e trabalhos em andamentos, ainda não temos notícias de uma igreja entre os Pigmeus, forte o suficiente para evangelizar o restante do povo. Assim, parece ser esta a principal necessidade. Levando em consideração o grau de dificuldade de acesso aos povos Pigmeus, podemos concluir que os mais indicados esse processo de evangelização, são os próprios Pigmeus. Mas para isto, pelo uma igreja forte precisaria surgir entre eles.
Apesar das várias iniciativas e trabalhos em andamentos, ainda não temos notícias de uma igreja entre os Pigmeus, forte o suficiente para evangelizar o restante do povo. Assim, parece ser esta a principal necessidade. Levando em consideração o grau de dificuldade de acesso aos povos Pigmeus, podemos concluir que os mais indicados esse processo de evangelização, são os próprios Pigmeus. Mas para isto, pelo uma igreja forte precisaria surgir entre eles.
Análise Lingüística – Alfabetização e tradução
As maiorias das línguas Pigméias permanecem ágrafas e não analisadas. Não há basicamente iniciativas governamentais nesta direção. Um trabalho missionário com ênfase lingüística, visando tanto a alfabetização como a tradução bíblica, seria estratégico e de grande relevância para estes povos.
Desenvolvimento comunitário – Exercendo o cultivo
A cada dia cresce o número de grupos Pigmeus se tornando cultivistas. A maioria em função do avanço da sociedade externa, que vai destruindo as florestas e afugentando a caça. O problema é que, sem técnicas de cultivo, os grupos que se tornam sedentários acabam vivendo à margem das sociedades agricultoras, como os Bantu. Está aqui, então, uma grande possibilidade de servir a estes povos com ajudas humanitárias, através de técnicas simples de cultivo, aproveitando para apresentar-lhes também o evangelho.
Assistência a Saúde – Construindo postos de saúde, ensinando higiene pessoal
O elevado índice de mortes ente eles, na maioria dos casos, é conseqüência do contato sem critérios. As técnicas de tratamento e de cura vão desaparecendo, porém, sem um trabalho sério na área de saúde fica realmente difícil preservar a raça. Um trabalho nessa área não é tão difícil e possui grande eficacia.
DESAFIO MISSIONÁRIO
Não podemos desanimar frente às barreiras. A ordem de Jesus continua sendo “todas as nações”. Além de cumprir a ordem do Senhor, alcançar os Pigmeus com o evangelho, seria um avanço estratégico na evangelização de vários outros povos da África Central.
Apesar de termos aqui esforços missionários genuínos e louváveis, tudo isto ainda é muito pouco, considerando a grande diversidade etnocultural dos Pigmeus. Alcançar um grupo Pigmeu, não equivale alcançar toda a tribo e muito menos a família étnica. Considerando a diversidade etnolingüística, o desafio se torna maior ainda.
De acordo com Woodford (1995), a maioria dos Pigmeus listados como cristãos, são na verdade, nominais. Alguns por não haverem compreendido bem o evangelho, outros por falta de missionários ou cristãos maduros para discipulá-los.
Como muitos outros grupos tribais, os Pigmeus têm sido referidos como um povo alegre e que vive em harmonia com a natureza. Suas constantes danças e cantorias são interpretadas como sinais de felicidade. Entretanto, o que temos aqui é um povo opresso, vivendo debaixo de um complexo sistema de escravidão espiritual, devendo obediência incondicional ao mundo dos espíritos. As danças e cantorias nem sempre são sinais de felicidade, mas sim, de uma busca desolada por redenção
Apesar de termos aqui esforços missionários genuínos e louváveis, tudo isto ainda é muito pouco, considerando a grande diversidade etnocultural dos Pigmeus. Alcançar um grupo Pigmeu, não equivale alcançar toda a tribo e muito menos a família étnica. Considerando a diversidade etnolingüística, o desafio se torna maior ainda.
De acordo com Woodford (1995), a maioria dos Pigmeus listados como cristãos, são na verdade, nominais. Alguns por não haverem compreendido bem o evangelho, outros por falta de missionários ou cristãos maduros para discipulá-los.
Como muitos outros grupos tribais, os Pigmeus têm sido referidos como um povo alegre e que vive em harmonia com a natureza. Suas constantes danças e cantorias são interpretadas como sinais de felicidade. Entretanto, o que temos aqui é um povo opresso, vivendo debaixo de um complexo sistema de escravidão espiritual, devendo obediência incondicional ao mundo dos espíritos. As danças e cantorias nem sempre são sinais de felicidade, mas sim, de uma busca desolada por redenção
Camarões e Pigmeus
Camarões Pigmeus
Camarões é um país bonito. Deus verdadeiramente tem abençoado esta terra com belas paisagens e estações secas e chuvosas. Todas as regiões de Camarões estão facilmente acessíveis com conduções e os custos de transporte não são caros. Douala é uma cidade de negócios envolvendo 2.500.000 pessoas. Está situado sobre área litorania e oceania. O transporte da Base ao centro da cidade leva 15 minutos. Faz fronteira com os países: Chade, República Centro Africana, Gabão, Congo, Guine Equatorial e Nigéria.
Superfície: 475.000 Km²
População: 15 milhões
Capital do país: Yaoundé (população - 730.000)
Capital econômica: Douala (população – 1.220.000)
Clima : Tropical (Tempo chuvoso de Junho a Setembro)
Recursos naturais : petróleo, minério, ferro, ouro.
Agricultura : arroz, milho, mandioca, inhame, banana, trigo, óleo de palmeira, café, cacau e amendoim
Presidente : Paul BIYA (à direita)
Governo : Republica Nacional
Tribos : 250
Religião : Indígenas 51%, Cristãos 33% e Muçulmanos 16%
Organizações missionárias : JOCUM(Jovens Com Uma Missão), Cruzada Estudantil para Cristo, Sociedades Internacionais Linguísticas, Os Navegantes .
Idioma : Camarões é constituído de dois idiomas principais : Francês e Inglês. Douala é uma cidade onde a maioria fala o francês. Há os dialetos de cada tribo que são aproximadamente 300 etnias.
Econômia : Produção de petróleo e refinação, transformação de produtos alimentícios, madeira de carpintaria, café, cacau, algodão, amendoim, banana, amido, produtos derivados do óleo, raízes, gado, madeira, etc
Os principais parceiros comerciais : Italia, Espanha, França, Holanda, Nigéria, Estados Unidos e Alemanha.
Comida : Camarões é a região onde a comida é bem variada dentro de toda África Central: plantação de mandioca, arroz, banana e batata.
Cultura : Diversificadamente com muitos costumes culturais diferentes, por isso Camarões é chamado de Miniatura da Africa.
Até à nossa Velhice
Isaías 46:4 - E até à velhice eu serei o mesmo, e ainda até às cãs eu vos carregarei; eu vos fiz, e eu vos levarei, e eu vos trarei, e vos livrarei.
Aqueles que, cercados pelas idolatrias deste mundo, ainda procuram a santidade, o Senhor promete: "Até à nossa velhice, Eu serei o mesmo e Eu vos carregarei quando vos vierem cabelos brancos..." (Isaías 46:4).
Ao usar o verbo: "Eu vos carregarei", o Senhor quer que saibamos que Ele não ignora o peso de nossos problemas. Viver como cristão dá trabalho, atrai as injustiças, cansa. À medida que os anos se passam, é natural que as nossas forças não continuem como antes. Para o Senhor, então, é natural que Ele redobre o Seu cuidado e a Sua proteção.
O cansaço que vem com os cabelos brancos será sempre menor do que o suporte garantido por Deus. Envelhecer no Senhor nunca será enfraquecer no Senhor. Aqueles que confiam no Senhor, diz a Palavra, "renovarão as suas forças". Ao sermos carregados, duas coisas são confirmadas: as forças humanas diminuem e, por outro lado, as forças divinas se multiplicam. A carreira cristã não teme a velhice. A carreira cristã é à prova da velhice. Cada ano que vivemos em comunhão com o Senhor é mais um fortalecimento de nosso futuro com Deus. O Senhor garante: "Eu serei o mesmo". "Até à nossa velhice".
Crescendo a Igreja crescem os problemas
Atos Hoje
Atos dos Apóstolos 6:1 - ¶ Ora, naqueles dias, crescendo o número dos discípulos, houve uma murmuração dos gregos contra os hebreus, porque as suas viúvas eram desprezadas no ministério cotidiano.
A Igreja de Jesus Cristo é um organismo vivo, composto de homens e mulheres salvos da condenação pela fé no Salvador. E como em todo grupo de pessoas, podem existir conflitos e dificuldades de relacionamento entre seus membros.
A comunidade de discípulos enfrentou problemas conforme o número de seus membros crescia. Conosco não será diferente! O que identifica a espiritualidade de uma congregação não é a ausência de atritos, mas a maturidade e o amor para resolvê-los.
Pare se sonhar e procurar a igreja perfeita. Você não a encontrará! Mas podemos repousar nossa fé no Salvador perfeito que temos. E isto basta para aqueles que confiam em Sua preciosa salvação!
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Atos dos Apóstolos 6:1 - ¶ Ora, naqueles dias, crescendo o número dos discípulos, houve uma murmuração dos gregos contra os hebreus, porque as suas viúvas eram desprezadas no ministério cotidiano.
A Igreja de Jesus Cristo é um organismo vivo, composto de homens e mulheres salvos da condenação pela fé no Salvador. E como em todo grupo de pessoas, podem existir conflitos e dificuldades de relacionamento entre seus membros.
A comunidade de discípulos enfrentou problemas conforme o número de seus membros crescia. Conosco não será diferente! O que identifica a espiritualidade de uma congregação não é a ausência de atritos, mas a maturidade e o amor para resolvê-los.
Pare se sonhar e procurar a igreja perfeita. Você não a encontrará! Mas podemos repousar nossa fé no Salvador perfeito que temos. E isto basta para aqueles que confiam em Sua preciosa salvação!
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Eu vou orar por vc !!!
Senhor meu Deus e pai todo poderoso ,é em o nome de Jesus Cristo seu filho amado ,que neste momento me achego perante o trono da sua santidade para interceder junto a ti em favor desta pessoa que neste momento de expressão de fé, veio add. seu nome a esta comunidade ,declarando assim estar necessitado de um milagre em sua vida ou seja da ação poderosa de suas mãos de misericórdia em seu favor .
Sei que tu estas entronizado no trono de glória com todo o poder em suas mãos e ao teu lado esta seu filho a intercedendo por nós e sua palavra nos diz que tudo quanto pedirmos em seu nome crendo receberemos; Pai confiado nesta palavra que é a expressão máxima da verdade eu lhe clamo,opera nestas vidas agora Senhor,abrindo as portas de emprego,opera o milagre de uma cura dívina em cada membro desta comunidade , doenças como:cancer,diabetes,pressão arterial,infecção, respiratórios, e tantas outras que pode chegar em suas vidas,depressão e qualquer ação das trevas caiam por terra em nome de Jesus
PRECIOSO SANGUE
Precioso sangue - A justiça divina
1 Pedro 1:19 - Mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado,
Desde os primórdios da criação, a maneira de Deus solucionar o problema do pecado foi através do sacrifício de sangue. Quando Adão e Eva pecaram, animais foram sacrificados para que eles entendessem que o pecado exige reparação (Gn 3.21). Na Lei, foi instituído o sacrifício de animais para expiação do pecado.
O sangue derramado satisfaz a justiça divina. Por isso, Cristo se apresentou como um sacrifício perfeito por cada um de nós. Ao verter seu sangue na cruz, Ele satisfez a justiça divina de uma vez por todas, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas possa desfrutar de vida eterna!
1 Pedro 1:19 - Mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado,
Desde os primórdios da criação, a maneira de Deus solucionar o problema do pecado foi através do sacrifício de sangue. Quando Adão e Eva pecaram, animais foram sacrificados para que eles entendessem que o pecado exige reparação (Gn 3.21). Na Lei, foi instituído o sacrifício de animais para expiação do pecado.
O sangue derramado satisfaz a justiça divina. Por isso, Cristo se apresentou como um sacrifício perfeito por cada um de nós. Ao verter seu sangue na cruz, Ele satisfez a justiça divina de uma vez por todas, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas possa desfrutar de vida eterna!
A Bíblia afirma que Deus está satisfeito com o sangue que Jesus derramou (1 Pe 1.19)! Confie neste sangue e desfrute de uma nova vida na presença do Criador!
Para que se cumpra a Justiça
João Batista estava certo. Jesus não precisava do batismo do arrependimento. O Senhor, porém, explicou ao Batista que deveria haver uma sucessão natural entre o ministério dos dois - e o batismo constituía o ponto de harmonia. Por isso, "Respondeu Jesus - Deixe por enquanto. Convém que assim o façamos, para cumprir toda a justiça. E João concordou" (Mateus 13:15).
O batismo bíblico é um dos poderosos símbolos da obra de Deus no mundo. Aquele que aceita batizar-se "submete-se" à realidade espiritual de que "o salário do pecado é a morte". Mas aceita também que o batizar-se em Cristo está declarando a justiça divina, capaz de trazer à vida quem quer que tenha morrido. E que aceitou Jesus Cristo, "como o Filho amado, em Quem Me comprazo".
Ao batizar-se por João, Jesus possibilitou a vinda do Espírito Santo, de forma visível, proclamando ao mundo que Jesus é o Cristo. Aceitar que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus é uma experiência tão profundamente poderosa que o Evangelista João revela: "aos que creram no Seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus". A "justiça" cumprida no fato histórico do batismo de Jesus tem implicações multiformes. Uma delas é a que nos habilita a sermos filhos de Deus.
O batismo bíblico é um dos poderosos símbolos da obra de Deus no mundo. Aquele que aceita batizar-se "submete-se" à realidade espiritual de que "o salário do pecado é a morte". Mas aceita também que o batizar-se em Cristo está declarando a justiça divina, capaz de trazer à vida quem quer que tenha morrido. E que aceitou Jesus Cristo, "como o Filho amado, em Quem Me comprazo".
Ao batizar-se por João, Jesus possibilitou a vinda do Espírito Santo, de forma visível, proclamando ao mundo que Jesus é o Cristo. Aceitar que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus é uma experiência tão profundamente poderosa que o Evangelista João revela: "aos que creram no Seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus". A "justiça" cumprida no fato histórico do batismo de Jesus tem implicações multiformes. Uma delas é a que nos habilita a sermos filhos de Deus.
Etrevista com a missionaria Lanna Holder
1. Lanna Holder era lésbica, mas se converteu ao evangelho.
Veja seu testemunho, da época de sua conversão:
Entrevista com a Missionária Lanna holder, Ex-Lésbica
Restauração
Milena Soares
Lanna Holder é prova viva de que os impossíveis dos homens são possíveis para Deus. Envolvida por muitos anos com o lesbianismo, drogas e alcoolismo, Lanna acreditava que nunca iria mudar. Mas Deus transformou a sua vida de tal forma que hoje é realmente uma mulher, missionária, casada com um pastor, mãe de Samuel.
Seu testemunho impactante rompeu os limites do Brasil e hoje é convidada a pregar em diversas partes do mundo. Após um congresso de mulheres, no qual pregou, a missionária Lanna Holder concedeu um entrevista à ELNET. Confira.
ELNET - Quando você teve contato com o homossexualismo?
Lanna Holder - Com apenas 12 anos de idade conheci o lesbianismo. Aos 17, fui a uma boate gay e tive a minha primeira intimidade sexual com mulher. Logo depois desse acontecimento, saí de casa para morar com uma mulher 12 anos mais velha do que eu.
ELNET - De que forma você enxergava Deus?
Lanna - Quando cheguei à tal boate, conheci duas mulheres que tinham mais de 50 anos e eram lésbicas. E então perguntei para elas: "O que Deus acha do homossexualismo?". Elas responderam que Deus gostava disso porque ele quer que as pessoas sejam felizes. "Ele nos ama e quer que a gente ame também", elas disseram. Como eu tinha dúvidas, achava que que Deus não gostava deste tipo de coisa, essa resposta caiu como uma luva, porque aquilo acabou com a minha culpa.
Aceitei aquela palavra demoníaca.
ELNET - E como foi a sua conversão?
Lanna - Sempre dizia que nem Deus poderia mudar a minha opção sexual. E a gente não pode mexer com Deus! Minha mãe, que era prostituta, se converteu e comecei a notar a diferença. Ela me evangelizava, mas me sentia pecadora demais pra Deus ouvir as minhas orações. Além disso,
eu sempre dizia que só iria me converter quando ficasse velha. Um diácono da igreja da minha mãe me mostrou a passagem Apocalipse 22.15. "Ficarão de fora os cães, e os feiticeiros, e os que se
prostituem, e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira'';. Eu pedi para que ele parasse de ler porque eu não agüentava. Pedi para que ele orasse por mim, porque eu queria aceitar Jesus.
ELNET - Quando isso aconteceu?
Lanna - Foi no dia 12 de dezembro de 1995, aos meus 21 anos. Larguei todas as minhas práticas imediatamente. Pedi à minha mãe, que ligasse para a minha ex-companheira e avisasse que eu não iria mais voltar, pois havia me convertido. Milagrosamente o álcool, as drogas e o homossexualismo ficaram para trás.
ELNET - Como foi a transição física, antes com trejeitos masculinos e agora, com trejeitos e caráter femininos?
Lanna - A primeira mudança foi a roupa. Eu não usava somente calça jeans. Comprava roupas sempre na seção masculina das lojas. Atualmente não uso mais calças pelo fato de querer diferenciar isso. Fiz uma campanha de jejum, acordava de madrugada para orar e louvar, pedindo sempre a Deus que me libertasse dos trejeitos masculinos. Deixei também o meu cabelo crescer e a tatuagem que tenho já está ficando desbotada e tenha a certeza que Deus vai tirar, como Ele já
me prometeu.
ELNET - Você é uma pessoa muito requisitada. Como administra o seu tempo com Deus?
Lanna - Alguns dias na semana, especialmente nas segundas-feiras, tento não pregar. A minha vida é só pra me dedicar a Deus. Tenho uma assessoria que me ajuda no ministério. O tempo livre que tenho reservo para orar, ouvir músicas, que pra mim são muito importantes no tempo de adoração. Também ouço e vejo fitas de outros pregadores.
ELNET - Como uma mulher pregadora, você já sofreu algum preconceito?
Lanna - Assim que me converti, seis meses depois já comecei a pregar. Uma vez fui pregar em Pernambuco e logo depois um pastor me disse que era muito nova .'' Você é mulher, então vai sentar no banco, vai estudar a Bíblia, porque o que você está fazendo não é pra você, não
agora, só depois de muito tempo de experiência com Deus e pregação'', dizia ele. Eu fui pra casa chorando muito e perguntei a Deus o porquê daquilo. E Ele me respondeu através daquele versículo que diz que Deus usa as coisas loucas deste mundo pra confundir as sábias. Deus me mandou pregar e tem me usado e a palavra dEle tem se cumprido.
ELNET - Como é o preparo antes de subir no púlpito para pregar?
Lanna - Eu tiro a parte da tarde pra ler a Palavra. Tenho 20 temas gravados em Cd e mais 150 mensagens. Fiz uma campanha em uma igreja de São Paulo durante dois anos, onde trazia uma mensagem nova a cada segunda-feira. Hoje, quando conto o meu testemunho sempre agradeço a
Deus pela oportunidade e privilégio de tocar as pessoas com a mensagem. Eu sempre leio a Bíblia, oro, fico no meu quarto, buscando me consagrar para poder pregar a mensagem.
ELNET - Qual foi a experiência mais marcante no púlpito?
Lanna - Com certeza foi no Gideões. Quando recebi o telefonema do pastor me convidando para pregar no Gideões Missionários. Na hora aceitei! Pulei de alegria. Foi a minha primeira fita gravada ''As Sete Trombetas do Apocalipse''. E pregar para aquela multidão foi de início muito difícil, até porque fui a primeira mulher a pregar em toda a história do Gideões. Era um culto pela manhã, as pessoas estavam até mesmo um pouco desconfiadas, de braços cruzados, mas quando terminou
a mensagem, pessoas foram curadas na multidão.
ELNET - O que você sentiu?
Lanna - Eu nunca senti tanto poder de Deus na minha vida. Mas antes tinha pedido a Deus: "Senhor, toda a igreja do Brasil está fazendo uma certa expectativa, afinal, eu tenho apenas 26 anos, ex-lésbica, cinco anos de convertida!" Mas quando eu cheguei lá, eu pude ver a misericórdia de Deus na minha vida. Ali eu tive a certeza que nasci para isso. Eu preguei uma palavra inédita, para um público que estava bastante apreensivo, e no final a glória de Deus foi derramada ali.
ELNET - A maioria das suas pregações é sempre em torno do seu testemunho?
Lanna - Não. Quando vou a uma igreja pela primeira vez, geralmente eles pedem que eu conte o meu testemunho. Mas se 80% das pessoas já conhecerem o meu testemunho, eu prego sobre outros assuntos.
ELNET - Há uma frase muito conhecida que diz ''Existe 'ex' tudo menos ex-homossexual''. Você sofreu algum preconceito no meio evangélico?
Lanna - Sim, no início as mães não deixavam suas filhas se relacionarem comigo, até mesmo os pastores. E isso acontecia principalmente no interior. Mas foi bem no início, antes de fazer a
minha primeira missão transcultural.
ELNET - Há algum trabalho específico com homossexuais?
Lanna - Não. Sou uma pregadora, mas tenho um site (www.lanaholder.com.br) onde as pessoas podem saber mais sobre a minha vida.
ELNET - Você se dedica integralmente ao ministério. Como você consegue o seu sustento?
Lanna - Através da venda do material com as pregações, testemunho, e também o sustento que a igreja onde eu que congrego me oferece.
ELNET - O seu esposo é pastor e deixou o púlpito pra se dedicar ao seu ministério. Geralmente é o contrário: a mulher é quem se dedica ao ministério do marido. Como é isso?
Lanna - O Samuel tem o maior prazer de estar junto comigo neste ministério. Como viajo muito, ele percebeu que era importante estar sempre ao meu lado. O Samuel sempre diz que é muito realizado. Eu não vivo sem o meu marido porque ele administra o meu ministério. Ele também escreve e tem algumas mensagens também. Trabalhamos em conjunto, nos complementamos.
ELNET - E como você administra o seu tempo com a família?
Lanna - Meu filho é muito agarrado comigo. Eu viajo toda a semana. Este mês, vou para os Estados Unidos e só retorno em novembro. Há um mês não apareço em casa.
ELNET - Quando o seu filho crescer e souber de todo o seu passado, como vai ser? Você tem algum receio?
Lanna - Não! No testemunho de Gideões levantei o meu filho, que se chama Samuel também, para as pessoas verem o que Deus fez na minha vida. É claro que não é o meu filho e o meu marido que vão provar a minha libertação. O que liberta é o conhecimento do Sangue de Jesus, a comunhão com Deus, mas eles foram um presente. Tenho muito prazer de mostrar o meu marido e o meu filho.
ELNET - Alguns dizem que o homossexualismo tem uma origem genética. O que acha?
Lanna - Em todos os casos acredito que há influência maligna. No meu caso, especificamente, foi uma maldição hereditária. Meu pai queria que eu fosse homem e isso inconscientemente afetou.
ELNET - Para você, o que é o melhor e o mais difícil do casamento?
Lanna - É poder dormir e acordar com alguém que você ama .É poder levar uma vida íntima sem sentimento de culpa. O mais difícil é ser submissa ao marido! É ter que acatar algumas decisões. Mas aos poucos a gente vai aprendendo e descobrindo que esta atitude traz recompensas.
ELNET - Seu ministério já trouxe algum problema para a sua vida conjugal?
Lanna - Não, pelo contrário, o meu marido sempre me cobra, diz que tenho que dar mais atenção às pessoas. Não que eu não queira fazer isto, mas é que quando eu saio do púlpito estou exausta e, às vezes, muitas pessoa querem falar comigo. Já houve casos de atender 50 pessoas após um culto, para orar, conversar. Mas mesmo cansada faço com prazer porque sei que estou ajudando as pessoas. Não que seja o preço da fama, mas é a recompensa pela obra de Deus.
ELNET - O que você diria àquelas pessoas que ainda não acreditam na conversão de um homossexual?
Lanna - Eu diria que essas pessoas que limitam o poder de Deus, que não acreditam na transformação de um homossexual não conhecem verdadeiramente o que Deus pode fazer na vida de alguém. E não há barreira para o poder de Deus, nem muralhas que o impeçam de avançar.
Eu falo de um Deus que mudou a minha vida. Eu não conheço Deus de ouvir falar, mas eu o conheço porque os meus olhos o viram na minha vida, na minha família, na minha casa.
2. A QUEDA
Veja esta entrevista concedida à revista Eclésia n.97, onde relata as conseqüências da queda:
A Igreja Evangélica foi sacudida por um escândalo envolvendo a missionária pernambucana Lanna Holder, 29 anos. Ligada ao ministério da World Revival Church - Igreja do Avivamento Mundial, nos Estados Unidos, Presidida pelo Pr. Ouriel de Jesus, a igreja freqüentada por brasileiros que vivem na região, Lanna teve um caso homossexual com a dirigente do louvor daquela comunidade.
Logo, o ti-ti-ti e a boataria correram soltos. Dizia-se que ela fora presa e deportada, após ser surpreendida pelo marido com a parceira dentro de um carro.
A coisa teria chegado ao ponto de ela ter levado uma surra do marido....
O episódio só tomou tal proporção devido à ausência de informações e, claro, à popularidade de Lanna no segmento pentecostal. Pregadora itinerante, ela ficou famosa ao percorrer igrejas, no Brasil e no exterior, contando seu testemunho de conversão que inclui, justamente, a libertação de uma vida promíscua, marcada pelo uso de drogas e pelo homossexualismo.
Confira a entrevista concedida ao repórter Marcelo Dutra da revista Eclésia feita por telefone de sua casa em Boston:
ECLÉSIA - A senhora realmente deixou de ser homossexual quando aceitou a Cristo?
Lanna - Eu fui curada por Jesus e não tenho dúvidas quanto a isso. Fico triste quando vejo gente por aí dizendo: “A Lanna caiu porque não era liberta de verdade”. Isso é coisa de quem não conhece a Bíblia. As Escrituras narram que vários personagens que viviam segundo os desígnios do Senhor caíram - isso é do homem. Vemos gente que saiu do adultério voltar a adulterar; alcoólatras libertos que um dia caem e tomam a beber. A pessoa que tem um passado negro como o meu está sempre sujeita e suscetível a uma queda.
ECLÉSIA - Na época de sua conversão, a senhora submeteu-se a alguma terapia espiritual para suprimir suas inclinações homossexuais?
Lanna - Não me submeti a nenhum trabalho específico voltado para essa área. Eu me converti na Assembléia de Deus e lá eles não têm esse tipo de atendimento.
ECLÉSIA - Na sua opinião, como a Igreja brasileira trata a homossexualidade?
Lanna - Esse é um problema que não é tratado de frente nas igrejas. Tanto que quase ninguém conta para seu pastor quando tem uma inclinação homossexual. Acho realmente que é um problema não tratar disso com mais seriedade.
ECLÉSIA - A senhora teve algum outro caso homossexual depois de sua conversão?
Lanna - Não, de forma alguma. Tive, quando nova convertida, problemas, desejos, provações, mas não caí em tentação. Nessa época, eu não tinha ministério.
ECLÉSIA - A Igreja é mais radical quando o pecado atinge a área sexual?
Lanna - Sem dúvida. Os pecados da área sexual são tratados pelas igrejas de maneira muito mais severa. Um irmão ou pastor que rouba o dinheiro da tesouraria e que administra a verba ao seu bel-prazer, ou aquele que difama os outros, por exemplo, é visto como um “pecador normal” - às vezes, nem são observados. Não é o que acontece com quem comete erros sexuais. Há uma fixação da Igreja por essa área.
ECLÉSIA - Por que?
Lanna - É simples - a Igreja, principalmente a brasileira, está mais doente que o mundo. Sabe por quê? Porque ela conhece a verdade mas age como se não a conhecesse. A Igreja conhece a graça de Deus, mas a despreza. Só para você ter uma idéia: quando eu caí em pecado, estava nos Estados Unidos. Voltei para o Brasil na tentativa de me afastar da outra mulher e de restaurar meu ministério. Mas vários pastores da América ligaram para o Brasil para relatar o que acontecera. Quando você está bem, é respeitado. Mas quando se está à beira do precipício, algumas pessoas que estão dentro da Casa de Deus não socorrem. Empurram.
ECLÉSIA - Ao longo de seu ministério, a senhora tomou conhecimento de homossexuais, homens ou mulheres, que vivem dentro das igrejas sem resolver esta situação?
Lanna - Só não posso te falar que em todas as igrejas encontrei pessoas assim porque não quero mentir. Mas sem medo de errar, em 90% das igrejas existem pessoas com problemas relacionados ao homossexualismo. Sempre que eu dava meu testemunho, as pessoas me procuravam para contar seu drama e pedir conselhos. Elas se abriam comigo — mas não faziam o mesmo com seus pastores, pois tinham muito medo. Eles diziam que não confiavam em ninguém. Então, eu falava para eles tomarem como exemplo o milagre que Deus fez na minha vida e que abandonassem o pecado.
ECLÉSIA - O que de fato aconteceu com a senhora neste caso?
Lanna - Eu me apaixonei por uma mulher, fui tentada e caí em pecado. Houve um envolvimento sentimental muito forte que, infelizmente, mexeu com meu passado de homossexualismo. Mas fico triste quando alguém diz que eu nunca mudei de fato e que enganava as igrejas. Isso é mentira. Jesus realmente me libertou de uma gaiola até há alguns meses, mas eu fui presa lá de novo.
ECLÉSIA - Se voltou ao Brasil para restaurar sua vida, por que, então, está vivendo agora nos EUA?
Lanna - Porque eu preciso juntar dinheiro suficiente para quitar uma divida que ultrapassa os R$ 100 mil. Trabalhando no Brasil, eu jamais conseguiria pagar tudo isso.
ECLÉSIA - E como a senhora está se mantendo?
Lanna - Aqui nos EUA, já trabalhei como pintora de paredes. Agora, no inverno tenho trabalhado como entregadora de pizzas. Uso meu carro para isso. Trabalho 11 horas por dia, seis dias por semana e chego em casa por volta das 22h, todo dia. Eu divido um apartamento com meu filho e duas brasileiras que não são evangélicas. O aluguel aqui é muito caro.
ECLÉSIA - Qual a origem de tamanho prejuízo?
Lanna - Muitas pessoas que haviam comprado meu material para vender nas igrejas sustaram os cheques, assim que o escândalo estourou.
ECLÉSIA - Quais foram os pastores que lhe deram calote?
Lanna - Não gostaria de citar nomes. São pastores de grandes igrejas e de igrejas da periferia, também.
ECLÉSIA - Mas o que aconteceu com todos os recursos arrecadados pela venda de suas fitas e vídeos durante tanto tempo?
Lanna - Meu ex-marido cuidava disso para mim. Ele administrava toda essa questão de dinheiro. Eu mesmo nem sei ao certo quanto arrecadava com a venda dos produtos. Só sei que agora devo e muito.
ECLÉSIA - Se o trabalho que fazia era ministerial, por que cobrar ofertas? Não seria mais legítimo viver unicamente pela fé, como se diz?
Lanna - Eu não cobrava ofertas até o fim do meu segundo ano de ministério. No início, eu acreditava que as igrejas tinham essa visão, mas depois percebi que não era bem assim. Havia ocasiões em que os pastores não me ofereciam nada além de tapinhas nas costas. E eu tinha que sustentar minha família. Mas nunca perguntava à igreja o quanto ela podia me dar. Mais tarde, o ministério tomou-se uma máquina de dinheiro e esse foi um dos motivos que fizeram com que eu perdesse o alvo.
ECLÉSIA - Então, a senhora virou uma pregadora profissional?
Lanna - As cobranças e exigências eram enormes. Eu tinha que pregar todo dia, já que estava preocupada em pagar dívidas e investimentos. O alvo espiritual era outro, mas eu não consegui segurar a situação — quando me dava conta, tinha que cumprir essa agenda, não só pelo dever de ministério, mas por causa de contas a pagar, funcionários etc. Depois que eu caí em pecado, justamente quando estava no auge do meu ministério, vários pastores disseram que eu seria muito burra se assumisse meu erro diante de todos. Houve quem me aconselhasse a negar tudo e continuar pregando. Mas como eu poderia mentir? O período mais difícil que passei em toda a minha vida foram os meses em que pregava algo de púlpito que eu não estava vivendo pessoalmente.
ECLÉSIA - Em algum momento de seu ministério, a senhora sentiu-se usada pelos pastores?
Lanna - Não vou usar esse termo “usada”. Acho que o que acontece no Brasil, e isso não se vê no resto do mundo, é que 90% dos pastores que conheci não têm consciência plena do que é ministério missionário. Mas a maioria acredita que, se você é missionário, tem que passar necessidade, tem que viver na prova. Não existe uma visão contemporânea do ministério missionário. De cada dez igrejas em que eu pregava, em apenas uma eu era abençoada com uma oferta de amor. Embora meu sustento e o de minha família viesse dessa ajuda das igrejas, eu jamais estipulei um valor para pregar neste ou naquele lugar. Muita gente diz que o dinheiro e a fama me subiram à cabeça. E tem outra coisa - sempre que eu era convidada para ir a alguma igreja, pedia que a congregação pagasse também a passagem do meu marido, para que ele me acompanhasse sempre. Como esposa, eu não queria ficar longe dele muito tempo. E muitas vezes pagava do meu próprio bolso, tirava da minha oferta para poder levá-lo.
ECLÉSIA - Seu casamento foi influenciado por pressões da igreja, como uma forma de provar que não era mais lésbica?
Lanna - Não, de forma alguma. Eu me casei porque quis.
ECLÉSIA - E por que seu casamento naufragou?
Lanna - Nós não conseguimos resolver as coisas de uma maneira melhor por causa dos vários compromissos que eu tinha com o ministério. Meu casamento foi abaixo também por causa disso. Meu ritmo de vida era alucinante, chegava a pregar três vezes ao dia em locais diferentes. Havia também as viagens. Isso proporcionou que a gente se afastasse. Nós passamos por graves crises em nosso casamento, principalmente na área sexual. Chegamos a ficar quase um ano sem manter relações sexuais. Dá para acreditar? Eu cheguei a cobrar do meu marido um compromisso sexual comigo. Dizia para ele que, devido ao meu passado, eu tinha que ser plenamente saciada por um homem nesta área. Mas nada mudava. Ele só me dizia que eu não podia deixar de pensar no ministério. Nosso casamento não tinha mais jeito.
ECLÉSIA - Vocês já estão divorciados?
Lanna - Ainda não, pois estamos sem dinheiro. Mas vamos usar um serviço social americano para resolver essa questão o mais rápido possível. Meu sonho neste momento, mais do que voltar a ter algum ministério, é ter uma família. Peço a Deus um marido. Um homem que realmente me faça feliz e me dê pelo menos mais dois ou três filhos.
ECLÉSIA - Após a divulgação do escândalo, alguns dos setores que antes a solicitavam têm apoiado a senhora?
Lanna - Não, ninguém me procurou. A única pessoa que realmente tenta me apoiar - aliás, eu me emociono pela maneira como faz isso — é meu pastor [Manoel Antonio Ribeiro, da Assembléia de Deus do Monte, no Rio de Janeiro]. E olha que nós sequer nos falamos depois de tudo que me aconteceu. Eu tento poupá-lo do constrangimento. Mas aquele é um servo de Deus, um homem de bem. Para não ser injusta, a pastora Zilmar, esposa do pastor Jabes de Alencar [líder da Assembléia de Deus do Bom Retiro, igreja paulistana], foi me visitar em São Paulo, assim que soube que eu tinha caído em pecado. Ela veio em nome da igreja e ofereceu ajuda para o que eu estivesse precisando. Levaram até uma cesta básica para mim.
ECLÉSIA - O que mudou no tratamento recebido pela senhora nas igrejas, antes e depois de sua queda?
Lanna - Eu sempre tive a graça de Deus na minha vida. Onde eu chegava, independente de local, era recebida com carinho. Isso é interessante, porque por mais que existam pessoas que saíram do homossexualismo, poucas têm coragem de dizer por causa do preconceito, do medo de ser apontada, criticada. Mas eu me expus e meu passado nunca pesou para mim quando entrava na casa dos pastores, por exemplo. Sempre fui tratada com respeito e até hoje muitos crentes me perguntam como estou, se estou em dificuldades, quando por acaso esbarro com algum deles pela rua. Eu acreditava que receberia apoio espiritual dos grandes pastores, dos grandes homens de Deus que sempre estavam perto de mim, mas foi o povo, os irmãos das igrejas que me apoiaram e têm demonstrado amor por mim.
ECLÉSIA - A senhora saiu do Brasil dizendo que recebeu um chamado missionário. Quanto a Igreja de Boston lhe pagava?
Lanna - Nós nunca falamos numa verba fixa. O convite aconteceu, mas acabou não se concretizando por causa da minha queda. Ou seja, eu nunca fui missionária daquele ministério. No início de 2003, eu recebi a proposta de uma igreja americana para ir morai nos EUA, já que eu estava viajando sempre para lá. Eu disse isso ao pastor Ouriel de Jesus, que imediatamente me fez uma proposta para ficar como missionária de sua igreja. Eu iria ficar pregando nas dezenas de igrejas dele no mundo inteiro e venderia meus produtos, mas não ganharia uma oferta fixa. Mas logo depois tudo aconteceu e achei que a proximidade com a mulher com quem tive o caso seria muito pior para mim.
ECLÉSIA - Qual foi a postura do pastor Ouriel diante do escândalo?
Lanna - No dia em que eu sentei com o pastor Ouriel para confessar o meu pecado, ele falou que, diante do ocorrido, não poderia cumprir o que havia sido combinado. Ele disse que iria nos ajudar até que superássemos o problema. Até me aconselhou a voltar para o Brasil e a me submeter à disciplina de meu pastor. Quanto à outra pessoa envolvida, o próprio Ouriel a disciplinou.
ECLÉSIA - E quanto à outra mulher - a senhora nunca mais a viu?
Lanna - Não temos mais contato algum. Ela é proibida pela igreja de falar comigo, mesmo que nos víssemos na rua. Não é possível qualquer tipo de aproximação. Além disso, o marido dela não superou a crise e mantém uma mágoa muito grande de mim.
ECLÉSIA - Quais são seus planos, agora?
Lanna - Gosto das igrejas daqui. Embora eu passe um momento de cobrança, as pessoas me perguntam quando vou voltar. Dizem que sentem saudades de me ver diante do púlpito, pregando... Conversei com vários pastores aqui que dizem o mesmo. Mas eu não posso voltar só para matar a saudade das pessoas. Eu não deixei de ser crente, mas não posso pregar o que não vivo. Portanto, não sei quando e nem mesmo se voltarei a pregar.
ECLÉSIA - Como a senhora define a sua situação espiritual?
Lanna - Eu me lembro de que, quando aceitei a Cristo, não conseguia mais deixar de falar de Deus. Até hoje o Senhor me dá mensagens. Você acredita? Mas é verdade. Não consigo viver sem pregar. Eu gosto, está no meu sangue. Sei que nasci para pregar. Mas eu não sei o que o Senhor vai fazer comigo ou como vai me usar no futuro. Hoje, não sei se vou ou não voltar ao ministério — só posso dizer que estou em processo de restauração e creio que Deus tem algo maravilhoso preparado para mim. Sei que estou em pecado, mas sei também que Jesus me ama e estou trabalhando minha restauração. Não quero ir para o inferno!
Ela voltou que pena que voltou outra Lanna.
Veja seu testemunho, da época de sua conversão:
Entrevista com a Missionária Lanna holder, Ex-Lésbica
Restauração
Milena Soares
Lanna Holder é prova viva de que os impossíveis dos homens são possíveis para Deus. Envolvida por muitos anos com o lesbianismo, drogas e alcoolismo, Lanna acreditava que nunca iria mudar. Mas Deus transformou a sua vida de tal forma que hoje é realmente uma mulher, missionária, casada com um pastor, mãe de Samuel.
Seu testemunho impactante rompeu os limites do Brasil e hoje é convidada a pregar em diversas partes do mundo. Após um congresso de mulheres, no qual pregou, a missionária Lanna Holder concedeu um entrevista à ELNET. Confira.
ELNET - Quando você teve contato com o homossexualismo?
Lanna Holder - Com apenas 12 anos de idade conheci o lesbianismo. Aos 17, fui a uma boate gay e tive a minha primeira intimidade sexual com mulher. Logo depois desse acontecimento, saí de casa para morar com uma mulher 12 anos mais velha do que eu.
ELNET - De que forma você enxergava Deus?
Lanna - Quando cheguei à tal boate, conheci duas mulheres que tinham mais de 50 anos e eram lésbicas. E então perguntei para elas: "O que Deus acha do homossexualismo?". Elas responderam que Deus gostava disso porque ele quer que as pessoas sejam felizes. "Ele nos ama e quer que a gente ame também", elas disseram. Como eu tinha dúvidas, achava que que Deus não gostava deste tipo de coisa, essa resposta caiu como uma luva, porque aquilo acabou com a minha culpa.
Aceitei aquela palavra demoníaca.
ELNET - E como foi a sua conversão?
Lanna - Sempre dizia que nem Deus poderia mudar a minha opção sexual. E a gente não pode mexer com Deus! Minha mãe, que era prostituta, se converteu e comecei a notar a diferença. Ela me evangelizava, mas me sentia pecadora demais pra Deus ouvir as minhas orações. Além disso,
eu sempre dizia que só iria me converter quando ficasse velha. Um diácono da igreja da minha mãe me mostrou a passagem Apocalipse 22.15. "Ficarão de fora os cães, e os feiticeiros, e os que se
prostituem, e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira'';. Eu pedi para que ele parasse de ler porque eu não agüentava. Pedi para que ele orasse por mim, porque eu queria aceitar Jesus.
ELNET - Quando isso aconteceu?
Lanna - Foi no dia 12 de dezembro de 1995, aos meus 21 anos. Larguei todas as minhas práticas imediatamente. Pedi à minha mãe, que ligasse para a minha ex-companheira e avisasse que eu não iria mais voltar, pois havia me convertido. Milagrosamente o álcool, as drogas e o homossexualismo ficaram para trás.
ELNET - Como foi a transição física, antes com trejeitos masculinos e agora, com trejeitos e caráter femininos?
Lanna - A primeira mudança foi a roupa. Eu não usava somente calça jeans. Comprava roupas sempre na seção masculina das lojas. Atualmente não uso mais calças pelo fato de querer diferenciar isso. Fiz uma campanha de jejum, acordava de madrugada para orar e louvar, pedindo sempre a Deus que me libertasse dos trejeitos masculinos. Deixei também o meu cabelo crescer e a tatuagem que tenho já está ficando desbotada e tenha a certeza que Deus vai tirar, como Ele já
me prometeu.
ELNET - Você é uma pessoa muito requisitada. Como administra o seu tempo com Deus?
Lanna - Alguns dias na semana, especialmente nas segundas-feiras, tento não pregar. A minha vida é só pra me dedicar a Deus. Tenho uma assessoria que me ajuda no ministério. O tempo livre que tenho reservo para orar, ouvir músicas, que pra mim são muito importantes no tempo de adoração. Também ouço e vejo fitas de outros pregadores.
ELNET - Como uma mulher pregadora, você já sofreu algum preconceito?
Lanna - Assim que me converti, seis meses depois já comecei a pregar. Uma vez fui pregar em Pernambuco e logo depois um pastor me disse que era muito nova .'' Você é mulher, então vai sentar no banco, vai estudar a Bíblia, porque o que você está fazendo não é pra você, não
agora, só depois de muito tempo de experiência com Deus e pregação'', dizia ele. Eu fui pra casa chorando muito e perguntei a Deus o porquê daquilo. E Ele me respondeu através daquele versículo que diz que Deus usa as coisas loucas deste mundo pra confundir as sábias. Deus me mandou pregar e tem me usado e a palavra dEle tem se cumprido.
ELNET - Como é o preparo antes de subir no púlpito para pregar?
Lanna - Eu tiro a parte da tarde pra ler a Palavra. Tenho 20 temas gravados em Cd e mais 150 mensagens. Fiz uma campanha em uma igreja de São Paulo durante dois anos, onde trazia uma mensagem nova a cada segunda-feira. Hoje, quando conto o meu testemunho sempre agradeço a
Deus pela oportunidade e privilégio de tocar as pessoas com a mensagem. Eu sempre leio a Bíblia, oro, fico no meu quarto, buscando me consagrar para poder pregar a mensagem.
ELNET - Qual foi a experiência mais marcante no púlpito?
Lanna - Com certeza foi no Gideões. Quando recebi o telefonema do pastor me convidando para pregar no Gideões Missionários. Na hora aceitei! Pulei de alegria. Foi a minha primeira fita gravada ''As Sete Trombetas do Apocalipse''. E pregar para aquela multidão foi de início muito difícil, até porque fui a primeira mulher a pregar em toda a história do Gideões. Era um culto pela manhã, as pessoas estavam até mesmo um pouco desconfiadas, de braços cruzados, mas quando terminou
a mensagem, pessoas foram curadas na multidão.
ELNET - O que você sentiu?
Lanna - Eu nunca senti tanto poder de Deus na minha vida. Mas antes tinha pedido a Deus: "Senhor, toda a igreja do Brasil está fazendo uma certa expectativa, afinal, eu tenho apenas 26 anos, ex-lésbica, cinco anos de convertida!" Mas quando eu cheguei lá, eu pude ver a misericórdia de Deus na minha vida. Ali eu tive a certeza que nasci para isso. Eu preguei uma palavra inédita, para um público que estava bastante apreensivo, e no final a glória de Deus foi derramada ali.
ELNET - A maioria das suas pregações é sempre em torno do seu testemunho?
Lanna - Não. Quando vou a uma igreja pela primeira vez, geralmente eles pedem que eu conte o meu testemunho. Mas se 80% das pessoas já conhecerem o meu testemunho, eu prego sobre outros assuntos.
ELNET - Há uma frase muito conhecida que diz ''Existe 'ex' tudo menos ex-homossexual''. Você sofreu algum preconceito no meio evangélico?
Lanna - Sim, no início as mães não deixavam suas filhas se relacionarem comigo, até mesmo os pastores. E isso acontecia principalmente no interior. Mas foi bem no início, antes de fazer a
minha primeira missão transcultural.
ELNET - Há algum trabalho específico com homossexuais?
Lanna - Não. Sou uma pregadora, mas tenho um site (www.lanaholder.com.br) onde as pessoas podem saber mais sobre a minha vida.
ELNET - Você se dedica integralmente ao ministério. Como você consegue o seu sustento?
Lanna - Através da venda do material com as pregações, testemunho, e também o sustento que a igreja onde eu que congrego me oferece.
ELNET - O seu esposo é pastor e deixou o púlpito pra se dedicar ao seu ministério. Geralmente é o contrário: a mulher é quem se dedica ao ministério do marido. Como é isso?
Lanna - O Samuel tem o maior prazer de estar junto comigo neste ministério. Como viajo muito, ele percebeu que era importante estar sempre ao meu lado. O Samuel sempre diz que é muito realizado. Eu não vivo sem o meu marido porque ele administra o meu ministério. Ele também escreve e tem algumas mensagens também. Trabalhamos em conjunto, nos complementamos.
ELNET - E como você administra o seu tempo com a família?
Lanna - Meu filho é muito agarrado comigo. Eu viajo toda a semana. Este mês, vou para os Estados Unidos e só retorno em novembro. Há um mês não apareço em casa.
ELNET - Quando o seu filho crescer e souber de todo o seu passado, como vai ser? Você tem algum receio?
Lanna - Não! No testemunho de Gideões levantei o meu filho, que se chama Samuel também, para as pessoas verem o que Deus fez na minha vida. É claro que não é o meu filho e o meu marido que vão provar a minha libertação. O que liberta é o conhecimento do Sangue de Jesus, a comunhão com Deus, mas eles foram um presente. Tenho muito prazer de mostrar o meu marido e o meu filho.
ELNET - Alguns dizem que o homossexualismo tem uma origem genética. O que acha?
Lanna - Em todos os casos acredito que há influência maligna. No meu caso, especificamente, foi uma maldição hereditária. Meu pai queria que eu fosse homem e isso inconscientemente afetou.
ELNET - Para você, o que é o melhor e o mais difícil do casamento?
Lanna - É poder dormir e acordar com alguém que você ama .É poder levar uma vida íntima sem sentimento de culpa. O mais difícil é ser submissa ao marido! É ter que acatar algumas decisões. Mas aos poucos a gente vai aprendendo e descobrindo que esta atitude traz recompensas.
ELNET - Seu ministério já trouxe algum problema para a sua vida conjugal?
Lanna - Não, pelo contrário, o meu marido sempre me cobra, diz que tenho que dar mais atenção às pessoas. Não que eu não queira fazer isto, mas é que quando eu saio do púlpito estou exausta e, às vezes, muitas pessoa querem falar comigo. Já houve casos de atender 50 pessoas após um culto, para orar, conversar. Mas mesmo cansada faço com prazer porque sei que estou ajudando as pessoas. Não que seja o preço da fama, mas é a recompensa pela obra de Deus.
ELNET - O que você diria àquelas pessoas que ainda não acreditam na conversão de um homossexual?
Lanna - Eu diria que essas pessoas que limitam o poder de Deus, que não acreditam na transformação de um homossexual não conhecem verdadeiramente o que Deus pode fazer na vida de alguém. E não há barreira para o poder de Deus, nem muralhas que o impeçam de avançar.
Eu falo de um Deus que mudou a minha vida. Eu não conheço Deus de ouvir falar, mas eu o conheço porque os meus olhos o viram na minha vida, na minha família, na minha casa.
2. A QUEDA
Veja esta entrevista concedida à revista Eclésia n.97, onde relata as conseqüências da queda:
A Igreja Evangélica foi sacudida por um escândalo envolvendo a missionária pernambucana Lanna Holder, 29 anos. Ligada ao ministério da World Revival Church - Igreja do Avivamento Mundial, nos Estados Unidos, Presidida pelo Pr. Ouriel de Jesus, a igreja freqüentada por brasileiros que vivem na região, Lanna teve um caso homossexual com a dirigente do louvor daquela comunidade.
Logo, o ti-ti-ti e a boataria correram soltos. Dizia-se que ela fora presa e deportada, após ser surpreendida pelo marido com a parceira dentro de um carro.
A coisa teria chegado ao ponto de ela ter levado uma surra do marido....
O episódio só tomou tal proporção devido à ausência de informações e, claro, à popularidade de Lanna no segmento pentecostal. Pregadora itinerante, ela ficou famosa ao percorrer igrejas, no Brasil e no exterior, contando seu testemunho de conversão que inclui, justamente, a libertação de uma vida promíscua, marcada pelo uso de drogas e pelo homossexualismo.
Confira a entrevista concedida ao repórter Marcelo Dutra da revista Eclésia feita por telefone de sua casa em Boston:
ECLÉSIA - A senhora realmente deixou de ser homossexual quando aceitou a Cristo?
Lanna - Eu fui curada por Jesus e não tenho dúvidas quanto a isso. Fico triste quando vejo gente por aí dizendo: “A Lanna caiu porque não era liberta de verdade”. Isso é coisa de quem não conhece a Bíblia. As Escrituras narram que vários personagens que viviam segundo os desígnios do Senhor caíram - isso é do homem. Vemos gente que saiu do adultério voltar a adulterar; alcoólatras libertos que um dia caem e tomam a beber. A pessoa que tem um passado negro como o meu está sempre sujeita e suscetível a uma queda.
ECLÉSIA - Na época de sua conversão, a senhora submeteu-se a alguma terapia espiritual para suprimir suas inclinações homossexuais?
Lanna - Não me submeti a nenhum trabalho específico voltado para essa área. Eu me converti na Assembléia de Deus e lá eles não têm esse tipo de atendimento.
ECLÉSIA - Na sua opinião, como a Igreja brasileira trata a homossexualidade?
Lanna - Esse é um problema que não é tratado de frente nas igrejas. Tanto que quase ninguém conta para seu pastor quando tem uma inclinação homossexual. Acho realmente que é um problema não tratar disso com mais seriedade.
ECLÉSIA - A senhora teve algum outro caso homossexual depois de sua conversão?
Lanna - Não, de forma alguma. Tive, quando nova convertida, problemas, desejos, provações, mas não caí em tentação. Nessa época, eu não tinha ministério.
ECLÉSIA - A Igreja é mais radical quando o pecado atinge a área sexual?
Lanna - Sem dúvida. Os pecados da área sexual são tratados pelas igrejas de maneira muito mais severa. Um irmão ou pastor que rouba o dinheiro da tesouraria e que administra a verba ao seu bel-prazer, ou aquele que difama os outros, por exemplo, é visto como um “pecador normal” - às vezes, nem são observados. Não é o que acontece com quem comete erros sexuais. Há uma fixação da Igreja por essa área.
ECLÉSIA - Por que?
Lanna - É simples - a Igreja, principalmente a brasileira, está mais doente que o mundo. Sabe por quê? Porque ela conhece a verdade mas age como se não a conhecesse. A Igreja conhece a graça de Deus, mas a despreza. Só para você ter uma idéia: quando eu caí em pecado, estava nos Estados Unidos. Voltei para o Brasil na tentativa de me afastar da outra mulher e de restaurar meu ministério. Mas vários pastores da América ligaram para o Brasil para relatar o que acontecera. Quando você está bem, é respeitado. Mas quando se está à beira do precipício, algumas pessoas que estão dentro da Casa de Deus não socorrem. Empurram.
ECLÉSIA - Ao longo de seu ministério, a senhora tomou conhecimento de homossexuais, homens ou mulheres, que vivem dentro das igrejas sem resolver esta situação?
Lanna - Só não posso te falar que em todas as igrejas encontrei pessoas assim porque não quero mentir. Mas sem medo de errar, em 90% das igrejas existem pessoas com problemas relacionados ao homossexualismo. Sempre que eu dava meu testemunho, as pessoas me procuravam para contar seu drama e pedir conselhos. Elas se abriam comigo — mas não faziam o mesmo com seus pastores, pois tinham muito medo. Eles diziam que não confiavam em ninguém. Então, eu falava para eles tomarem como exemplo o milagre que Deus fez na minha vida e que abandonassem o pecado.
ECLÉSIA - O que de fato aconteceu com a senhora neste caso?
Lanna - Eu me apaixonei por uma mulher, fui tentada e caí em pecado. Houve um envolvimento sentimental muito forte que, infelizmente, mexeu com meu passado de homossexualismo. Mas fico triste quando alguém diz que eu nunca mudei de fato e que enganava as igrejas. Isso é mentira. Jesus realmente me libertou de uma gaiola até há alguns meses, mas eu fui presa lá de novo.
ECLÉSIA - Se voltou ao Brasil para restaurar sua vida, por que, então, está vivendo agora nos EUA?
Lanna - Porque eu preciso juntar dinheiro suficiente para quitar uma divida que ultrapassa os R$ 100 mil. Trabalhando no Brasil, eu jamais conseguiria pagar tudo isso.
ECLÉSIA - E como a senhora está se mantendo?
Lanna - Aqui nos EUA, já trabalhei como pintora de paredes. Agora, no inverno tenho trabalhado como entregadora de pizzas. Uso meu carro para isso. Trabalho 11 horas por dia, seis dias por semana e chego em casa por volta das 22h, todo dia. Eu divido um apartamento com meu filho e duas brasileiras que não são evangélicas. O aluguel aqui é muito caro.
ECLÉSIA - Qual a origem de tamanho prejuízo?
Lanna - Muitas pessoas que haviam comprado meu material para vender nas igrejas sustaram os cheques, assim que o escândalo estourou.
ECLÉSIA - Quais foram os pastores que lhe deram calote?
Lanna - Não gostaria de citar nomes. São pastores de grandes igrejas e de igrejas da periferia, também.
ECLÉSIA - Mas o que aconteceu com todos os recursos arrecadados pela venda de suas fitas e vídeos durante tanto tempo?
Lanna - Meu ex-marido cuidava disso para mim. Ele administrava toda essa questão de dinheiro. Eu mesmo nem sei ao certo quanto arrecadava com a venda dos produtos. Só sei que agora devo e muito.
ECLÉSIA - Se o trabalho que fazia era ministerial, por que cobrar ofertas? Não seria mais legítimo viver unicamente pela fé, como se diz?
Lanna - Eu não cobrava ofertas até o fim do meu segundo ano de ministério. No início, eu acreditava que as igrejas tinham essa visão, mas depois percebi que não era bem assim. Havia ocasiões em que os pastores não me ofereciam nada além de tapinhas nas costas. E eu tinha que sustentar minha família. Mas nunca perguntava à igreja o quanto ela podia me dar. Mais tarde, o ministério tomou-se uma máquina de dinheiro e esse foi um dos motivos que fizeram com que eu perdesse o alvo.
ECLÉSIA - Então, a senhora virou uma pregadora profissional?
Lanna - As cobranças e exigências eram enormes. Eu tinha que pregar todo dia, já que estava preocupada em pagar dívidas e investimentos. O alvo espiritual era outro, mas eu não consegui segurar a situação — quando me dava conta, tinha que cumprir essa agenda, não só pelo dever de ministério, mas por causa de contas a pagar, funcionários etc. Depois que eu caí em pecado, justamente quando estava no auge do meu ministério, vários pastores disseram que eu seria muito burra se assumisse meu erro diante de todos. Houve quem me aconselhasse a negar tudo e continuar pregando. Mas como eu poderia mentir? O período mais difícil que passei em toda a minha vida foram os meses em que pregava algo de púlpito que eu não estava vivendo pessoalmente.
ECLÉSIA - Em algum momento de seu ministério, a senhora sentiu-se usada pelos pastores?
Lanna - Não vou usar esse termo “usada”. Acho que o que acontece no Brasil, e isso não se vê no resto do mundo, é que 90% dos pastores que conheci não têm consciência plena do que é ministério missionário. Mas a maioria acredita que, se você é missionário, tem que passar necessidade, tem que viver na prova. Não existe uma visão contemporânea do ministério missionário. De cada dez igrejas em que eu pregava, em apenas uma eu era abençoada com uma oferta de amor. Embora meu sustento e o de minha família viesse dessa ajuda das igrejas, eu jamais estipulei um valor para pregar neste ou naquele lugar. Muita gente diz que o dinheiro e a fama me subiram à cabeça. E tem outra coisa - sempre que eu era convidada para ir a alguma igreja, pedia que a congregação pagasse também a passagem do meu marido, para que ele me acompanhasse sempre. Como esposa, eu não queria ficar longe dele muito tempo. E muitas vezes pagava do meu próprio bolso, tirava da minha oferta para poder levá-lo.
ECLÉSIA - Seu casamento foi influenciado por pressões da igreja, como uma forma de provar que não era mais lésbica?
Lanna - Não, de forma alguma. Eu me casei porque quis.
ECLÉSIA - E por que seu casamento naufragou?
Lanna - Nós não conseguimos resolver as coisas de uma maneira melhor por causa dos vários compromissos que eu tinha com o ministério. Meu casamento foi abaixo também por causa disso. Meu ritmo de vida era alucinante, chegava a pregar três vezes ao dia em locais diferentes. Havia também as viagens. Isso proporcionou que a gente se afastasse. Nós passamos por graves crises em nosso casamento, principalmente na área sexual. Chegamos a ficar quase um ano sem manter relações sexuais. Dá para acreditar? Eu cheguei a cobrar do meu marido um compromisso sexual comigo. Dizia para ele que, devido ao meu passado, eu tinha que ser plenamente saciada por um homem nesta área. Mas nada mudava. Ele só me dizia que eu não podia deixar de pensar no ministério. Nosso casamento não tinha mais jeito.
ECLÉSIA - Vocês já estão divorciados?
Lanna - Ainda não, pois estamos sem dinheiro. Mas vamos usar um serviço social americano para resolver essa questão o mais rápido possível. Meu sonho neste momento, mais do que voltar a ter algum ministério, é ter uma família. Peço a Deus um marido. Um homem que realmente me faça feliz e me dê pelo menos mais dois ou três filhos.
ECLÉSIA - Após a divulgação do escândalo, alguns dos setores que antes a solicitavam têm apoiado a senhora?
Lanna - Não, ninguém me procurou. A única pessoa que realmente tenta me apoiar - aliás, eu me emociono pela maneira como faz isso — é meu pastor [Manoel Antonio Ribeiro, da Assembléia de Deus do Monte, no Rio de Janeiro]. E olha que nós sequer nos falamos depois de tudo que me aconteceu. Eu tento poupá-lo do constrangimento. Mas aquele é um servo de Deus, um homem de bem. Para não ser injusta, a pastora Zilmar, esposa do pastor Jabes de Alencar [líder da Assembléia de Deus do Bom Retiro, igreja paulistana], foi me visitar em São Paulo, assim que soube que eu tinha caído em pecado. Ela veio em nome da igreja e ofereceu ajuda para o que eu estivesse precisando. Levaram até uma cesta básica para mim.
ECLÉSIA - O que mudou no tratamento recebido pela senhora nas igrejas, antes e depois de sua queda?
Lanna - Eu sempre tive a graça de Deus na minha vida. Onde eu chegava, independente de local, era recebida com carinho. Isso é interessante, porque por mais que existam pessoas que saíram do homossexualismo, poucas têm coragem de dizer por causa do preconceito, do medo de ser apontada, criticada. Mas eu me expus e meu passado nunca pesou para mim quando entrava na casa dos pastores, por exemplo. Sempre fui tratada com respeito e até hoje muitos crentes me perguntam como estou, se estou em dificuldades, quando por acaso esbarro com algum deles pela rua. Eu acreditava que receberia apoio espiritual dos grandes pastores, dos grandes homens de Deus que sempre estavam perto de mim, mas foi o povo, os irmãos das igrejas que me apoiaram e têm demonstrado amor por mim.
ECLÉSIA - A senhora saiu do Brasil dizendo que recebeu um chamado missionário. Quanto a Igreja de Boston lhe pagava?
Lanna - Nós nunca falamos numa verba fixa. O convite aconteceu, mas acabou não se concretizando por causa da minha queda. Ou seja, eu nunca fui missionária daquele ministério. No início de 2003, eu recebi a proposta de uma igreja americana para ir morai nos EUA, já que eu estava viajando sempre para lá. Eu disse isso ao pastor Ouriel de Jesus, que imediatamente me fez uma proposta para ficar como missionária de sua igreja. Eu iria ficar pregando nas dezenas de igrejas dele no mundo inteiro e venderia meus produtos, mas não ganharia uma oferta fixa. Mas logo depois tudo aconteceu e achei que a proximidade com a mulher com quem tive o caso seria muito pior para mim.
ECLÉSIA - Qual foi a postura do pastor Ouriel diante do escândalo?
Lanna - No dia em que eu sentei com o pastor Ouriel para confessar o meu pecado, ele falou que, diante do ocorrido, não poderia cumprir o que havia sido combinado. Ele disse que iria nos ajudar até que superássemos o problema. Até me aconselhou a voltar para o Brasil e a me submeter à disciplina de meu pastor. Quanto à outra pessoa envolvida, o próprio Ouriel a disciplinou.
ECLÉSIA - E quanto à outra mulher - a senhora nunca mais a viu?
Lanna - Não temos mais contato algum. Ela é proibida pela igreja de falar comigo, mesmo que nos víssemos na rua. Não é possível qualquer tipo de aproximação. Além disso, o marido dela não superou a crise e mantém uma mágoa muito grande de mim.
ECLÉSIA - Quais são seus planos, agora?
Lanna - Gosto das igrejas daqui. Embora eu passe um momento de cobrança, as pessoas me perguntam quando vou voltar. Dizem que sentem saudades de me ver diante do púlpito, pregando... Conversei com vários pastores aqui que dizem o mesmo. Mas eu não posso voltar só para matar a saudade das pessoas. Eu não deixei de ser crente, mas não posso pregar o que não vivo. Portanto, não sei quando e nem mesmo se voltarei a pregar.
ECLÉSIA - Como a senhora define a sua situação espiritual?
Lanna - Eu me lembro de que, quando aceitei a Cristo, não conseguia mais deixar de falar de Deus. Até hoje o Senhor me dá mensagens. Você acredita? Mas é verdade. Não consigo viver sem pregar. Eu gosto, está no meu sangue. Sei que nasci para pregar. Mas eu não sei o que o Senhor vai fazer comigo ou como vai me usar no futuro. Hoje, não sei se vou ou não voltar ao ministério — só posso dizer que estou em processo de restauração e creio que Deus tem algo maravilhoso preparado para mim. Sei que estou em pecado, mas sei também que Jesus me ama e estou trabalhando minha restauração. Não quero ir para o inferno!
Ela voltou que pena que voltou outra Lanna.
O que diz a Bíblia a respeito de tatuagens e piercings?
A lei do Velho Testamento ordenou aos israelitas: “Pelos mortos não dareis golpes na vossa carne; nem fareis marca alguma sobre vós. Eu sou o Senhor” (Levítico 19:28). Portanto, apesar de não estarem os crentes sob a lei do Velho Testamento nos dias de hoje (Romanos 10:4; Gálatas 3:23-25; Efésios 2:15), o fato de ter havido um uma ordem contra tatuagens deveria nos fazer pensar sobre a questão. O Novo Testamento não faz menção sobre os crentes fazerem ou não tatuagem.
Em relação às tatuagens e piercings, um bom teste é determinar se podemos ou não, com honestidade e sã consciência, pedir a Deus que abençoe e use esta atividade particular para Seus bons propósitos. “Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus” (I Coríntios 10:31). A Bíblia não se coloca condenando tatuagens ou piercings, mas também não nos dá razão alguma para crermos que Deus nos deixaria fazê-los.
Outra questão a considerar é o recato. A Bíblia nos instrui ao recato no vestir (I Timóteo 2:9). Um aspecto do vestir recatadamente é nos certificarmos de que cada parte que precisa ser coberta com roupas está adequadamente vestida. Entretanto, o significado essencial do recato é não chamar atenção para si mesmo. As pessoas que se vestem com recato o fazem de maneira tal que jamais chamam atenção para si mesmas. Tatuagens e piercings, com certeza, são chamativos. Neste sentido, as tatuagens e piercings não são recatados.
Um princípio importante das escrituras a respeito de casos sobre os quais a Bíblia não lida especificamente é que, se há dúvidas se isto agrada ou não a Deus, então é melhor não fazê-lo. “Mas aquele que tem dúvidas, se come está condenado, porque não come por fé; e tudo o que não é de fé é pecado” (Romanos 14:23). Precisamos ter em mente que nossos corpos, assim como nossas almas, foram redimidos e pertencem a Deus. Apesar de não se aplicar diretamente a tatuagens e piercings, I Coríntios 6:19-20 nos dá um princípio: “Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus.” Esta grande verdade deve sempre pesar no que fazemos e até onde podemos ir em relação a nossos corpos. Se nossos corpos pertencem a Deus, deveremos sempre nos certificar de que temos Sua clara “permissão” antes de neles deixarmos “marcas” com tatuagens e piercings.
Em relação às tatuagens e piercings, um bom teste é determinar se podemos ou não, com honestidade e sã consciência, pedir a Deus que abençoe e use esta atividade particular para Seus bons propósitos. “Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus” (I Coríntios 10:31). A Bíblia não se coloca condenando tatuagens ou piercings, mas também não nos dá razão alguma para crermos que Deus nos deixaria fazê-los.
Outra questão a considerar é o recato. A Bíblia nos instrui ao recato no vestir (I Timóteo 2:9). Um aspecto do vestir recatadamente é nos certificarmos de que cada parte que precisa ser coberta com roupas está adequadamente vestida. Entretanto, o significado essencial do recato é não chamar atenção para si mesmo. As pessoas que se vestem com recato o fazem de maneira tal que jamais chamam atenção para si mesmas. Tatuagens e piercings, com certeza, são chamativos. Neste sentido, as tatuagens e piercings não são recatados.
Um princípio importante das escrituras a respeito de casos sobre os quais a Bíblia não lida especificamente é que, se há dúvidas se isto agrada ou não a Deus, então é melhor não fazê-lo. “Mas aquele que tem dúvidas, se come está condenado, porque não come por fé; e tudo o que não é de fé é pecado” (Romanos 14:23). Precisamos ter em mente que nossos corpos, assim como nossas almas, foram redimidos e pertencem a Deus. Apesar de não se aplicar diretamente a tatuagens e piercings, I Coríntios 6:19-20 nos dá um princípio: “Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus.” Esta grande verdade deve sempre pesar no que fazemos e até onde podemos ir em relação a nossos corpos. Se nossos corpos pertencem a Deus, deveremos sempre nos certificar de que temos Sua clara “permissão” antes de neles deixarmos “marcas” com tatuagens e piercings.
Lanna Holder Defende o Céu Gay
No Brasil famosa missionária assume homossexualismo e lança nova igreja gay com companheira pastora
A Comunidade Evangélica Cidade Refúgio é a mais nova igreja sem preconceitos do Estado de São Paulo, fundada pela missionaria Lanna Holder a igreja acolhe os homossexuais sem julgamentos, dizendo dar-lhes um local para que possam adorar a Deus sem serem apontados ou acusados por outras pessoas.
Lanna Holder, 34 anos, missionária, já ministrou suas mensagens por todo o Brasil, Europa e EUA e atualmente está empenhada juntamente com sua companheira a Pastora Rosania Rocha (cantora e compositora) na administração e na direção de sua nova igreja, a Comunidade Evangélica Cidade Refúgio, no Centro de São Paulo. Lanna que já foi alvo de varias polêmicas envolvendo o homossexualismo no passado diz que todos somos iguais perante a Bíblia e que considera sua igreja como um sonho de Deus que Brotou em seu coração e que agora, finalizado, está começando a dar seus primeiros frutos.
A igreja afirma contar com as mais diversas programações e tem como o objetivo principal as missões, preparando seus membros para conquistarem, como a bíblia diz em Atos capitulo 1 versículo 8, “os confins da terra”, Lanna e Rosania definem os confins não como as cidades distantes, do outro lado do planeta, mas sim o outro lado da rua, seu vizinho e até mesmo o quarto do seu filho que está triste.
As dirigentes da igreja já possuem uma sede em Portugal e pretendem inaugurar futuramente novas sedes nos EUA e em outros países da Europa. Outro diferencial da igreja é o projeto social da igreja, a ong Mãos em Ação, que pretende dar auxilio a pessoas que sofrem ou sofreram todo tipo de trauma, seja de ordem psíquica, física, mental e emocional consequência de maus tratos, rejeição, agressões físicas ou verbais e até ações de cunho homofóbico devido a sua sexualidade, pretende “curar” os participantes e orientá-los no caminho em que devem andar, tornando-os cidadãos com uma visão mais abrangente e, se desejarem, membros da Comunidade Evangélica Cidade Refugio
A Comunidade Evangélica Cidade Refúgio é a mais nova igreja sem preconceitos do Estado de São Paulo, fundada pela missionaria Lanna Holder a igreja acolhe os homossexuais sem julgamentos, dizendo dar-lhes um local para que possam adorar a Deus sem serem apontados ou acusados por outras pessoas.
Lanna Holder, 34 anos, missionária, já ministrou suas mensagens por todo o Brasil, Europa e EUA e atualmente está empenhada juntamente com sua companheira a Pastora Rosania Rocha (cantora e compositora) na administração e na direção de sua nova igreja, a Comunidade Evangélica Cidade Refúgio, no Centro de São Paulo. Lanna que já foi alvo de varias polêmicas envolvendo o homossexualismo no passado diz que todos somos iguais perante a Bíblia e que considera sua igreja como um sonho de Deus que Brotou em seu coração e que agora, finalizado, está começando a dar seus primeiros frutos.
A igreja afirma contar com as mais diversas programações e tem como o objetivo principal as missões, preparando seus membros para conquistarem, como a bíblia diz em Atos capitulo 1 versículo 8, “os confins da terra”, Lanna e Rosania definem os confins não como as cidades distantes, do outro lado do planeta, mas sim o outro lado da rua, seu vizinho e até mesmo o quarto do seu filho que está triste.
As dirigentes da igreja já possuem uma sede em Portugal e pretendem inaugurar futuramente novas sedes nos EUA e em outros países da Europa. Outro diferencial da igreja é o projeto social da igreja, a ong Mãos em Ação, que pretende dar auxilio a pessoas que sofrem ou sofreram todo tipo de trauma, seja de ordem psíquica, física, mental e emocional consequência de maus tratos, rejeição, agressões físicas ou verbais e até ações de cunho homofóbico devido a sua sexualidade, pretende “curar” os participantes e orientá-los no caminho em que devem andar, tornando-os cidadãos com uma visão mais abrangente e, se desejarem, membros da Comunidade Evangélica Cidade Refugio
Colocando Deus em Primeiro Lugar
Para que o nosso trabalho em desenvolvimento tenha êxito, devemos colocar Deus em primeiro lugar em tudo o que fazemos. No entanto, as coisas materiais geralmente são colocadas em primeiro lugar em nossas vidas de tal maneira que, às vezes, estas se tornam nosso deus. Ao invés disso, faça do livro de Provérbios o modelo para as suas ações. Nele, são sugeridos vários princípios que ajudam o nosso trabalho para Deus a prosperar.
Leia Provérbios 3:1-10
Devemos confiar em Deus com todo o nosso coração e nossa alma, e não no homem ou em nossas próprias capacidades. Ao enfrentarmos todas as circunstâncias da vida, devemos continuar a acreditar, a orar e a colocar em prática a Palavra do Senhor. Assim, ele nos manterá com boa saúde e nos ajudará a prosperar.
Leia Provérbios 4:7-9
A nossa eficácia no trabalho que fazemos é determinada por nossa sabedoria – em outras palavras, a maneira como aplicamos o conhecimento que possuímos. A sabedoria significa pôr em prática todas as teorias e regras que aprendemos. A sabedoria determina o nosso êxito e as nossas realizações, tanto no lar como no trabalho – ela é a chave para o sucesso total. A sabedoria não significa o conhecimento da ciência, da geografia ou da história moderna. A sabedoria e o conhecimento aplicado começam com Deus. A sabedoria satisfará as suas necessidades, trará felicidade e assegurará uma coroa de glória no paraíso.
Leia Provérbios 9:10-12
A sabedoria é, em primeiro lugar, respeitar e temer a Deus. Para muitas pessoas, o trabalho vem em primeiro lugar. Porém, a eficácia de nosso trabalho depende da prioridade que um agente de desenvolvimento dá a Deus, que é quem fornece a sabedoria realmente importante. A sabedoria que vem de Deus prolonga a vida, traz recompensa e assegura uma boa saúde. Ela permite que a pessoa cresça e obtenha bons resultados.
Leia Provérbios 29:25
Por que confiar somente nos homens e não em Deus? Colocar a nossa confiança nos homens pode ser uma armadilha para os agentes de desenvolvimento. Estes versículos devem servir como o nosso modelo sempre.
Leia Provérbios 16:3 e 9
Estes dois versículos mostram como dar a Deus o primeiro lugar. Ele nos mostrará o caminho a seguir para a realização e o êxito, até mesmo nos mínimos detalhes. O nosso trabalho será em vão, se Deus não estiver na vanguarda de todos os nossos projetos e se nós não o colocarmos no centro do nosso trabalho. É inútil levantar cedo e trabalhar até o mais tarde possível, a não ser que o façamos por Deus (Salmo 127:1-2).
IR PRA AFRICA?
TA CERTO QUE A AFRICA É UM PAIS QUE TEM SOFRIDO MUITO COM O DESCASO,POBRESA,FOME,ETC. LONGE DE MIM QUESTIONAR ISSO.
MAS JESUS DISSE AO SEUS DISCIPULOS, IDE POR TODO MUNDO E PREGAI O EVANGELHO, MAS COMECE POR JERUSALEM.
OU SEJA COMECE EM CASA, NO SEU BAIRRO, SUA CIDADE, SEU PAIS.
E PORQUE VEMOS TODOS OS MESES CENTENAS DE PESSOAS QUE SE DIZEM MISSIONARIOS QUERENDO IR FAZER MISSÃO NA AFRICA?
PRA VC QUE NÃO SABE NOS TEMOS UMA AFRICA AQUI MESMO ONDE MORAMOS NO PAIS ONDE MORAMOS. NÃO SÓ UMA AFRICA, MAS UM MONTE . EU ESTIVE POR 22 DIAS EM UMA DELAS O NOME?
BOM O NOME É VEREDAS,ITINGA. SÃO CIDADES DO NORTE DE MINAS QUE SOFREM COM A FOME , DESCASO E MISERIA. VC JA OUVIL FALAR?
ONDE AS CASAS SÃO DE MADEIRA, BARRO E O POVO ANDA 2 HORAS PARA IR A UM CULTO. VC JA OUVIL FALAR? ONDE CRIANÇAS DE 12,13 ANOS SE PROSTITUEM POR 5 REAIS. VC JA OUVIL FALAR?
EU ESTAVA NA CIDADE DE SALINAS NORTE DE MINAS CIDADE INTITULADA CENTRAL DA CACHAÇA ONDE OS CRENTES QUE TRABALHAM TEM QUE TRABALHAM NAS CACHAÇARIAS
OU MOREM DE FOME E VI UM SUPERMERCADO DE UMA SENHORA CRENTE JOGAR MILHARES DE DANONE E OUTROS PRODUTOS FORA VENCIDOS A UM DIA . SERÁ QUE ELA NÃO SABE QUE ELA MORA PROXIMO A AFRICA? EU ACHO QUE NÃO. VC ESTA SE PREPARANDO PARA FAZER MISSÃO? JA VIL PARA ONDE VC VAI? MUDE O ROTEIRO, VEJA O MAPA DA AFRICA BRASIL E PROCURE UM LUGAR ONDE NENHUM PREGADOR RENOMADO FOI , PORQUE ELES DIZEM QUE JA SÃO GRANDE E QUE ELES TEM QUE SAIREM PRA FORA, VAI ATE LÁ VC E TRAGA PARA SUA IGREJA MUITAS FOTOS E COLOQUE NO SEU ALBUM DE MISSÃO, NÃO VC COM UM MONTE DE GELO NA MÃO , OU COMENDO EM UM RESTAURANTE CHIQUE NA EUROPA,MAS NA BEIRA DE UM FOGÃO DE LENHA, DENTRO DE UM BARRACO DE MADEIRA OU DE BARRO COM UM POVO QUE MESMO SEM VIZITAS DE PESSOAS COMO EU E VC AINDA ADORAM AO SENHOR JESUS, ELES ESTÃO ESPERANDO VC LA, COM TODO SIMPLICIDADE DO MUNDO , MAS COM UMA SEDE DE OUVIR TUDO QUE VC APRENDEU.QUANDO A DIREÇÃO É CRENTE
PAZ DO SENHOR QUERIDOS IRMÃO (AS), VENHO ATRAVES DESSA EDIÇÃO FALAR ALGO PARA TODOS QUE QUANDO UMA CIDADE ESTA NA DIREÇÃO DE UM HOMEN OU UMA MULHER QUE SERVE A DEUS AS COISAS SÃO DIFERENTE. PORISO PAULO DISSE NA SUA CARTA A TIMOTEO: FAZER ORAÇÕES E SUPLICAS PELAS ALTORIDADES. A DIREÇÃO DA CIDADE DE JOSENOPOLIS NORTE DE MINAS ESTAVA NA DIREÇÃO DE UMA MULHER QUE SERVE A DEUS. O NOME DELA É DIVA PREFEITA E CRENTE NA PESSOA BENDITA DO SENHOR JESUS. ESTIVE LA COM ELA EM UM TRABALHO PARA OS ENFERMEIROS COMEMORANDO A SEMANA DA ENFERMAGEM QUE FOI NA ASSEMBREIA DE DEUS DO MINISTERIO DO BELEM, DIRIGIDA PELO PASTOR JOSE QUE NOS RECEBEU MARAVILHOSAMENTE BEM , DEUS OPEROU UM GRANDE MILAGRE AQUELE DIA POIS NÃO TINHA IMPEDIMENTO ALGUM PORQUE QUANDO A DIREÇÃO ESTA NA MÃO DE PESSOAS QUE SERVEM A DEUS, O INIMIGO NÃO PODE NEM PAIRAR NO AR DA CIDADE, DEUS ABENÇOE A CIDADE DE JOSENOPOLIS E A PREFEITA DIVA. POIS ENQUANTO A DIREÇÃO ESTIVER NAS MÃO DE DEUS. NÃO SÓ A SAUDE VAI BEM COMO TODO O RESTO.





