ARREBATAMENTO EU CREIO

Eu creio no Arrebatamento pré-tribulação, alguns creem no meio, e os pós eu descarto completamente, não existe base bíblica para pós. E o midi também eu deleto, porque o Anticristo só vai poder se manifestar com a saída do Espírito Santo da terra, o que vai acontecer na hora do Arrebatamento, tanto que está escrito que ele só não se manifestou ainda porque há um que o detém, ou seja, o Espírito Santo.




A Era da Graça se encerra sim com o Arrebatamento, depois, os que ficarem na tribulação poderão se salvar, mas vão dar o próprio sangue, vão ser torturados, caçados, mortos, degolados, etc... Porém muitos conseguirão se esconder em cavernas, etc... e entrarão vivos no Milênio.



Na Tribulação o que é proibido é aceitar a marca da besta, para esses ao inferno já estão condenados, os que aceitarem a marca.



Após o Arrebatamento começam os 3,5 anos de falsa paz, onde o anticristo vai firmar um acordo de paz por 7 anos com Israel. Vai ser reconstruído o templo judeu. Porém na metade destes 7 anos o anticristo vai romper o pacto, vai dizer que é Deus, vai colocar a sua marca e vai exigir ser adorado. Aí sim começa a perseguição dele contra os cristãos que vão se converter na tribulação e contra os judeus que vão enxergar que ele não é o verdadeiro Messias. Mas também começa a ser derramada a ira de Deus sobre a terra, é a parte que diz que nunca houve e jamais haverá tal tribulação.



Porém, logo que aconteça o Arrebatamento, o sobrenatural passará a fazer parte deste mundo, porque Deus vai selar 144.000 judeus, que nunca se contaminaram com "mulheres", que não significa que são virgens, mas sim que nunca adoraram outros deuses, que sempre foram firmes na crença judaica. O mundo também terá as 2 Testemunhas que ficarão em Israel, pregando o Evangelho e alertando a todos. E também terá os 3 Anjos de Apocalipse que ficarão passando, acho que voando e gritando para que não adorem a besta nem a sua imagem, etc..., cada um deles falará uma coisa diferente. Então, após o Arrebatamento o Evangelho vai ser anunciado pelos 144 mil selados por Deus, todos judeus, pelas 2 Testemunhas, pelos Anjos e por todos aqueles crentes nominais, que hoje se dizem crentes, porém não serão arrebatados. Só Deus sabe quem vai ser arrebatado, porque somos todos errantes e pecadores, só pela misericórdia de Deus mesmo é que há salvação. Mas não é um número enorme de pessoas para o Arrebatamento, porém os que vão se salvar na Tribulação sim, estes é um número incontável, que são aqueles que fala em Apocalipse 7, leia o capítulo todo.



Irmã, não existirá nesta terra, após o Arrebatamento, uma pessoa sequer que não tenha "perdido" alguém, nem que seja apenas um vizinho, porém todos saberão sobre o sumiço dos arrebatados, que provavelmente os da Nova Ordem Mundial vão mentir que foram abduzidos, ou coisa assim, por isso é que falam tanto em OVNIs e ETs.



Haverá salvação de um número incontável de pessoas na Tribulação, porém não se pode ficar confiante nisto, dizer que ah, se eu perder o Arrebatamento eu me salvo na Tribulação, porque não sabemos o momento de nossa morte, podemos morrer agora mesmo e então perderemos a chance de nos salvar na Tribulação, negando a marca do Anticristo, então temos que viver, batalhar, resolver os problemas do dia a dia, porém viver como se Jesus fosse voltar hoje mesmo, porque não sabemos o momento exato, mas estamos vivendo sem dúvida as Dores de Parto, que vão se intensificar na Tribulação. Os sinais estão todos aí, só não vê quem não quer, JESUS ESTÁ VOLTANDO e eu creio que estamos em contagem regressiva para o Arrebatamento da Igreja e então o início da Nova Ordem Mundial, que durará apenas 3,5 anos de falsa paz, porque nos últimos 3,5 anos eles não serão nada mais que seres imundos destinados ao inferno literalmente, vão perseguir os cristãos que vão se converter na Tribulação, vão sim, porém sofrerão horrores com a Ira de Deus.



Irmã amada, creio que faltam apenas meses para o Arrebatamento, mas se faltarem anos, sem problemas, eu continuarei aqui, se assim for da permissão de Deus, continuarei alertando e fazendo o mínimo que posso, porque somos servos inúteis na presença de um Deus tão Grandioso.



O tão falado Dia e Hora que ninguém saberia, que Jesus citou em Mateus 24, não é para o Arrebatamento, mas sim para a volta Dele no final dos 7 anos da Tribulação. Note, Ele nos mandou prestar atenção aos sinais, foi dito a Daniel que era para ele selar aquelas palavras, que elas seriam entendidas no final dos tempos, e o tempo é agora, só entende quem busca a Deus, quem tem amor pelas coisas do Céu. Creio que podemos sim prestar atenção aos sinais, só cego que não enxerga que o mundo não está em seu curso normal, que as coisas estão prestes a se romper para sempre. Só cego que não percebe que não existe volta, o homem não consegue mais pegar o rumo deste mundo, a ganância, a hipocrisia, a corrupção, a maldade, as catástrofes, etc..., tudo de mal tomou conta do mundo, fora as coisas estranhas que ao meu ver se explicam com o Projeto HAARP, com a FEMA, com a Área 51, etc...



Sim, irmã, eu creio que estamos em contagem regressiva, odeio este mundo da maneira como está, não foi este mundo que Deus almejou para o homem, nem foi este homem que Deus queria que habitasse na terra maravilhosa que Ele criou. Porém sabemos, pelas Escrituras, que Deus fará novos céus e nova terra, onde vai habitar a justiça para sempre, mas muitos passarão a eternidade no inferno por livre arbítrio.



Eu vejo assim: os Arrebatados irão para o Céu, literalmente, participar das Bodas do Cordeiro, enquanto aqui nesta terra acontecerá os 7 anos de Tribulação. Os crentes mornos, nominais, e outras centenas de milhares de pessoas, se converterão apenas na Tribulação, obterão a salvação, porém não vão participar das Bodas do Cordeiro. Serão servos do Deus Altíssimo. Já os Arrebatados serão Reis e Sacerdotes. No final dos 7 anos, em que ninguém sabe somente o Dia e a Hora exatos, Jesus voltará com os Santos que foram Arrebatados, voltará quando o mundo todo vai estar em trevas, será quando todo olho O verá. E então Ele vai lutar na Guerra do Armagedon e vai derrotar o Anticristo e o Falso Profeta, e vai prender Satanás por 1000 anos.



Então terá início o Milênio, onde Jesus vai reinar, o mundo vai ter acho que 30 dias para que as aves comam os corpos dos que usaram e abusaram do povo. Os mortos serão enterrados, etc..., não sei exatamente como tudo se sucederá. Sei irmã, que este mundo vai regredir, ou seja, acabou tecnologia, acabou toda está nojeira, essa aflição em que vivemos hoje, onde as pessoas não se contentam com nada, compram um celular hoje, amanhã sai outro modelo e já querem trocar. Compram um carro hoje, amanhã sai outro e já querem trocar. Compram roupas e parece que nunca se contentam com nada. Tomam remédios para depressão, etc... e vivem numa ilusão total. Dívidas é o que mais fazem. Creio que estamos prestes a ver uma bolha imobiliária estourar aqui no Brasil, porque virou um caos de tantas construções novas e sabemos que dinheiro não existe. Enfim, toda esta maldição será passado.



Voltaremos ao tempo das cavernas, e é o que mais desejo, não sei se será exatamente assim, rsrsrsrs, porém sonho com um mundo com viviam Adão e Eva, Abraão, Noé, claro que sem guerras, porque esses já guerreavam também. Creio que não existirá mais essa maldita tecnologia, os homens viverão tanto quanto as árvores.



Veja, no início Deus criou Adão e Eva no Paraíso, na Eternidade, sem contagem de tempo, depois do pecado começou a contagem do tempo, quando os homens viviam até quase 1000 anos; depois Deus reduziu a idade do homem para no máximo 120 anos e é o que vivemos até hoje. Estamos prestes a entrar no Sétimo Milênio, onde Jesus vai reinar, onde teremos uma Nova Ordem Mundial, porém comandada pelo próprio Senhor Jesus, Ele será o governante mundial. Por isto Satanás vai tentar imitar e colocar o Anticristo como governante mundial que será derrotado por Jesus. Então entraremos no Milênio, onde os homens voltarão a viver quase 1000 anos. Aí, no final dos 1000 anos haverá o Julgamento do Trono Branco, para todos os mortos, e então voltaremos para a Eternidade, onde Deus fará novos Céus e nova Terra. QUE MARAVILHA

ATENTADO MISSIONARIO










Todos os dias, vemos no jornal que um novo atentado terrorista ocorre no Iraque e em outras partes do mundo. Além dos prédios derrubados e carros queimados, milhares de pessoas morrem ou desaparecem. O atentado é um ato criminoso. Todos nós condenamos os atentados terroristas e temos até medo deles.








No entanto, gostaria de refletir sobre um outro tipo de atentado. Em primeiro lugar, ele não é um ato criminoso, mas talvez seja até um pouco pior. Depois, ele não é cometido por terroristas com uma falsa esperança, mas é cometido por cristãos que têm esperança de uma vida eterna. Esse atentado não usa explosivos ou aviões seqüestrados, mas poderosas armas invisíveis como desprezo, desinteresse e insensibilidade.







Trata-se do “atentado missionário” que muitos crentes cometem semanalmente. Um terrorista, quando descobre a falsa esperança que lhe é vendida, morre por ela. O cristão, depois que descobre a esperança de vida eterna, morre com ela, sem repartir com os outros. O terrorista faz qualquer coisa para arranjar dinamite e bombas, amarra-as ao corpo e explode tudo que for possível. O cristão pega a Bíblia “dinamitada” que tem à sua mão e guarda-a bem guardada, com medo que ela faça estragos em sua vida e na vida das pessoas que estão ao seu redor.







O terrorista tem alvos específicos. Ele quer explodir prédios e matar pessoas. O crente, muitas vezes, não tem alvo. O máximo que ele faz é construir alguns prédios que são chamados de “igrejas” para se esconder dentro deles. Talvez a única coisa em que o terrorista e o cristão são iguais é que ambos podem matar pessoas. O terrorista quer matar pessoas para defender sua causa. O cristão pode matar algumas pessoas por não propagar a sua causa.







Milhares de pessoas já morreram em atentados terroristas no mundo todo. No entanto, milhares de pessoas morrem diariamente pelo mundo, por causa dos “atentados missionários” cometidos por milhares de cristãos. Um cristão comete um “atentado missionário” quando deixa de fazer aquilo que Deus está pedindo que ele faça pela obra missionária. Um cristão comete um “atentado missionário” quando deixa de orar, contribuir, ir, pregar ou ensinar todas as coisas que Jesus mandou.







Muitos também cometem “atentados missionários” quando desprezam a obra missionária, são insensíveis à necessidade de testemunhar de Jesus ou simplesmente não se interessam pela salvação de mais pessoas. O resultado são milhares de pessoas morrendo todos os dias, sem esperança e sem Jesus, e que habitarão o inferno eternamente. Isto, sim, é um verdadeiro atentado, sem chance de reação por parte dos atingidos.







Para saber se você tem participado dos atentados missionários ao redor do mundo, responda às perguntas a seguir: “Oro por missões constantemente?”, “Ajudo a sustentar missionários?”, “Obedeço ao ‘Ide’ de Jesus em minha vida?” Se você respondeu “sim” às perguntas, alegre-se, pois você está contribuindo para levar salvação a muita gente. No entanto, se você respondeu “não”, leia o artigo outra vez e pense um pouco no assunto.







Este Mundo Jaz no Maligno (Maçonaria).


A igreja Maçônica é uma sociedade secreta de fins filantrópicos e humanitários, com uma filosofia religiosa semelhante ao deísmo inglês do começo do século 18.
   Atualmente, ela já se dividiu de tal forma que não existe um padrão maçom que possa ser aplicado a todas suas divisões.
   A definição de Maçonaria depende exclusivamente do país no qual é praticada, no entanto, trata-se de uma religião prática e contrária à vontade revelada por Deus ao longo dos séculos.
   Rituais, consagrações, iniciação, simbolismo e propósito: todos esses elementos do culto maçônico não combinam em nenhum aspecto com o que reconhecemos na Bíblia por adoração e culto racional ao Senhor (Romanos 12:1-3).
   Analisando esta seita à luz das Sagradas Escrituras, chega-se à conclusão que é anticristã, deísta e racionalista, se enquadrando perfeitamente no rol das seitas e religiões falsas.

   Os maçônicos acreditam em Deus e na imortalidade da alma, chamam a Deus de "O Grande Arquiteto do Universo" (GADU) e o culto a Ele consiste principalmente nas boas obras, através das quais se aguarda a salvação.
   Entretanto, a Bíblia é bem clara ao revelar que prática ocultista como, por exemplo, cerimônias envolvendo mortos, o esoterismo e a crença em reencarnação, são abomináveis a Deus: no Antigo Testamento, Deus repreendeu severamente os judeus pelo envolvimento nessas práticas.
   A Maçonaria, segundo o Dicionário da Maçonaria de Joaquim Gervásio de Figueiredo, foi fundada em 24 de Junho de 1717, em Londres: sua origem está ligada à lendas de Isis e Osíris, Egito; ao culto de a Mitra, vindo até a Ordem dos Templários e a Fraternidade Rosa Cruz.
   Em 1717, foi fundada a Grande Loja de Londres pela reverendo anglicano James Anderson que, em 1723, publicou as Constituições da Maçonaria. Até hoje estes documentos são aceitos como base de todas as lojas maçônicas.
   A INFLUÊNCIA DOS CULTOS MAÇÔNICOS
   Os maçons desempenharam um papel importante na Revolução francesa (Queda da Bastilha).
   Em 2007, operavam no Estados Unidos aproximadamente 15.300 lojas (loja é o nome dado ao local reservado aos rituais maçônicos) e, em todo o mundo, mais de 33.700. Quatorze presidentes americanos foram maçons, destacando-se George Washington, Harry Truman e Gerald Ford, entre outros.
   Atualmente são cerca de seis milhões de maçons em todo o mundo, em mais de 164 países, sendo 150 mil no Brasil.
   No Brasil marcaram presença na Inconfidência Mineira: na casa Silva Alvarenga, o conhecido Tiradentes foi iniciado na maçonaria. A bandeira da Inconfidência tinha o dístico "libertas quae sera tamem" e o triângulo maçônico. Gonçalves Ledo e José Bonifácio com outros maçons tramaram a Inconfidência do Brasil.
   Marechal Deodoro da Fonseca ocupava o cargo de Grão–Mestre da Maçonaria no Brasil quando proclamou a República.
   A MAÇONARIA É UMA RELIGIÃO?
   Mesmo com a oposição da igreja, maçons têm adeptos de todas as religiões, pois aceitam pessoas de diversos credos.
   A princípio os maçons negam que a maçonaria seja uma religião, mas a Enciclopédia Revisada da franco-maçonaria de Albert G. Mackey diz: "a Maçonaria pode ser corretamente chamada de instituição religiosa…".
   A tendência de toda verdadeira maçonaria é à religião.
   Quando são feitas as reuniões maçônicas, a loja onde se reúnem passa a ser chamada oficina. Isso para manter o simbolismo do ideal maçom, que é a construção de uma sociedade onde haja fraternidade, igualdade e liberdade: como maçons (pedreiros, lavradores de pedras) acreditam que serão os arquitetos e construtores desse grande projeto.
   Nas oficinas, as reuniões são marcadas por orações na abertura e no encerramento.
   Na maçonaria, o tratamento entre os seus adeptos é o de "irmão".
   Além disso, os maçons honram a Bíblia como Palavra de Deus, recomendando aos "irmãos" que estudem regularmente.
   A maçonaria ensina que a luz da Bíblia, a luz do esquadro e a luz do compasso são 3 grandes luzes. Para os Maçônicos o compasso simboliza o espírito e o esquadro a matéria.
   Eles creem na Bíblia apenas como símbolo da vontade de ensinamento divino. Isto contraria a própria Bíblia (2 Timóteo 3:16-17; 2 Pedro 1:20-21).
   De acordo com o ex-mestre maçom (hoje pastor evangélico) Antônio Jean, a formação dos maçons é baseada em:
   "Este edificará uma casa ao meu nome, e confirmarei o trono do seu reino para sempre." (2 Samuel 7:13)
   Por sua vez, a maçonaria também contradiz a palavra de Deus quando relata sobre os deuses de outras religiões e orienta seus adeptos a não interferir nas crenças diversas, mudando, logo depois, o Deus de cada religião numa forma única: GADU.
   É certo que a Bíblia diz que não há outro Deus, se não o Senhor:
   "Lembrai-vos das coisas passadas desde a antiguidade; que eu sou Deus, e não há outro Deus, não há outro semelhante a mim." (Isaías 46:9)
   O nome de Jesus é superior a todo e qualquer nome (Filipenses 2:5-11) e a salvação está nesse nome (Romanos 10:9).
   Os maçônicos acreditam em Deus e na imortalidade da alma.
   Chamam o Senhor Deus de "O Grande Arquiteto do Universo" e o culto a Ele consiste, principalmente, nas boas obras, através das quais se aguarda a Salvação.
   SEGREDOS MAÇÔNICOS
   Existe muita lenda e superstição em torno da Maçonaria e os maçons não se preocupam em desmentí-los, pois lhes agrada imensamente serem vistos como pessoas misteriosas.
   Os segredos maçônicos constam de símbolos, alegorias, ritos, cerimônias, sinais de identificação, dogmas religiosos que já foram, ocasionalmente, revelados.
   A seita é organizadas em "ritos", sendo estes divididos em "graus": o rito escocês tem 33 graus, equivalentes aos 10 graus do rito de York. Cada grau procura ensinar uma moral. Os graus 1 e 3 são os mesmo acima mencionados.
   O pastor Antônio Jean declara (em um manuscrito ainda não publicado) que o Ritual de Iniciação é feito, em grande parte, com os olhos vendados.
   O ritual de sua iniciação começou com a entrada em um quarto úmido (uma espécie de porão) e foi conduzido pelo "irmão mestre de cerimônias", auxiliado pelo "irmão experto" (essas são funções da maçonaria).
   Ao tirar as vendas de seus olhos pôde ler na Câmara de Reflexão:
   "Se a curiosidade te traz aqui, volta; se temeres ser descoberto sobre teus desejos, sentir-te-ás mal entre nós; se fores capaz de dissimular, tremei ! Porque penetrar-te-emos e leremos o fundo de teu coração. Se tens apego às distinções humanas, sai, porque não se conhece isso aqui. Se tua alma sentir medo, não vá mais longe; se perseverares serás purificado pelos elementos, sairás do abismo das trevas e verás luz."
   Isso tudo é completamente contrário ao que diz a Bíblia acerca do Senhor Jesus, que já nos tirou das trevas (Colossenses 1:13).
   Segundo o relato, nesta Câmara de Reflexão pode-se encontrar esqueletos e cabeças de bodes entre outras peças que visam amedrontar o iniciado.
   De acordo com Jean, esta parte da cerimônia é a primeira prova. A segunda é a "do ar", onde há uma sonoplastia de tempestade. A terceira, "da água", em que lavam as mãos do iniciado e a quarta e última, "do fogo", onde colocam uma vela acesa embaixo da mão.
   Numa das etapas da iniciação mostram um corpo dentro de um caixão e vários maçons encapuzados com espadas apontadas para o corpo. O iniciado ouve que o corpo é de um maçom que havia traído a maçonaria e que o mesmo aconteceria caso o iniciado repetisse o fato.
   Na conclusão da iniciação para "aprendiz maçom", o iniciado ouve a seguinte frase:
   "agora também devo prevenir-vos de que não zombamos das crenças religiosas. Julgamos, sim, que a nossa maior homenagem ao Grande Arquiteto do Universo, que é Deus, como instituição eclética que somos, é admitir na nossa ordem, para conviver fraternalmente, todos os homens livres e de bons costumes, qualquer que seja a sua religião."
   No "ritual de exaltação" ao grau de "mestre", o terceiro e último grau na maçonaria simbólica, o "companheiro maçom" (segundo grau na maçonaria simbólica) entra num caixão com os pés voltados para o oriente, onde fica o trono do chefe da loja, os calcanhares em forma de esquadro e a mão direita estendida ao longo do corpo, que deve ser coberto com um pano preto, dos pés à cintura, junto com o avental usado do grau anterior.
   O juramento para o grau de mestre é o seguinte :
   "Eu, (fala-se o próprio nome), juro de minha livre vontade e em presença do grande Arquiteto do Universo e desta augusta e respeitável loja consagrada a São João, nunca revelar os segredos do grau de mestre. Se eu for perjuro, seja meu corpo dividido ao meio, sendo uma parte lançada ao meio-dia e a outra ao centurião, e as minhas entranhas arrancadas e reduzidas ao vento. Amém."
   ESTRUTURA MAÇÔNICA
   Juramentos: Para cada grau da Maçonaria há um juramento específico.
   Ritual de Iniciação: Para o 1º grau, aprendiz, lhe é posta uma venda nos olhos e vestes especiais. É conduzido da porta do templo onde afirma ser um profano que está vindo para a luz da Maçonaria.
   Símbolos: instrumentos de pedreiro e arquiteto são muito usados, bem como aqueles usados pelos sacerdotes no Antigo Testamento.
   Esquadro – significa a retidão, limitada por duas linhas: uma horizontal (que representa a trajetória a percorrer na Terra, ou seja, o determinismo, o destino) e outra vertical (o caminho para cima, dirigindo-se ao cosmo, ao universo, ao infinito, a Deus).
   Compasso - traça círculos e, abrindo e fechando, delimita espaço. Representa o senso da medida das coisas. Significa a justiça.
   Nível - representa a igualdade: todos os homens devem ser nivelados no mesmo plano.
   Prumo - indica que o maçom deve ser reto no julgamento, sem se deixar dominar pelo interesse, nem pela afeição.
   Pentagrama - representação de um homem de pé, com as pernas e os braços esticados: indica o ser humano e a sua necessidade de ascensão.
   Colunas – são três as colunas no templo maçônico, uma significa o masculino, a força; a outra, o feminino, a beleza; e a terceira, a sabedoria.
   G - a letra G representa o grande geômetra, que é Deus.
   Avental - usado por todos os maçons durante as sessões, o avental representa a pureza, a inocência.
   Espada - é o símbolo da igualdade, da justiça e da honra. Corresponde à consciência e à presença divina na construção do templo.
   Sol - é a fonte da vida, a positividade da existência do homem.
   Delta luminoso - Representa a presença de Deus, demonstrando a sua onisciência. É um triângulo com um olho no centro. O Delta, triângulo que tem no centro um olho que representa todos os atributos da divindade, fica acima do trono do Venerável Mestre, entre o sol e a lua, que representam as forças do sumo Criador.
   Culto: O Código maçônico diz que o verdadeiro culto a Deus consiste nas boas obras.
   As Orações: Fazem orações, entretanto não em nome de Jesus Cristo como ensina à Bíblia, nem tampouco fazem citações a Ele ou menção do Seu nome.
   Cerimônias Fúnebres: nos funerais há uma cerimônia na loja, sem a presença do falecido; outra em uma igreja ou residência, e outra no cemitério.
   Em todas elas a salvação pelas obras é enfatizada e diz-se estar o falecido passando da Loja Terrestre para a Loja Celeste, o que logicamente implica o fato de crer a Maçonaria que seu adepto está salvo.
   POR QUE NÃO PODE UM VERDADEIRO CRISTÃO SER MAÇOM?
   Contrária a Bíblia, a Maçonaria ensina que as obras podem levar o indivíduo a atingir um padrão tão elevado de moral, pureza e justiça que ao morrer, ingressa na Loja Celestial. Isso se contradiz com os ensinamentos de Deus, onde se ensina a salvação pela graça, por meio da fé (Efésios 2:5-8).
   Exige-se, também, o juramento da guarda de segredos que não se conhecem previamente: tal procedimento pode levar o adepto a desmerecer a soberania moral do Senhor em ocasiões que a Maçonaria venha a exigir.
   O secretismo maçom faz do adepto um elemento fechado e sem condições de esclarecer determinadas situações, mas as sociedades secretas se caracterizam pela origem pagã e são contrárias à Palavra de Cristo e ao caráter do cristianismo.
   Além disso, a Maçonaria prega a fraternidade, ou seja, a comunhão entre todas as pessoas. Como admitir isto se Cristo disse que não pode haver comunhão entre a luz e as trevas (2 Coríntios 6:14)?
   O deus da Igreja Maçônica, o Grande Arquiteto do Universo, é um Deus diferente do da Bíblia e guarda costumes que são contrários à Palavra do Criador:
   A Maçonaria não crê na Trindade (1 João 2:23) e admite que qualquer pessoa pode ser levada à Loja Celestial, além de aceitar qualquer nome para Deus: Alá, Brahma, Buda,Confúcio, Zumbi ou qualquer outro… todos são identificados como "Jeová".
   A respeito do Senhor Jesus Cristo, a Maçonaria simbólica diz que em seus arquivos, conservados religiosamente pelos monges do Tibete no Himalaia, consta que no período de 12 aos 30 anos, Jesus permaneceu um bom tempo com os monges do Tibete, sendo ali conhecido com o nome de "profeta Issa".
   Embora a Bíblia não descreva a vida de Jesus durante esse período, a Bíblia registra que o ministério de Jesus Cristo se desenrolou apenas após seus trinta anos.
   A Igreja Maçônica é uma sociedade profana onde existem símbolos, ritos, dogmas e mistérios oriundos do judaísmo e do paganismo egípcio e babilônico.
   Cerimônias e objetos bíblicos são usados com finalidades diferentes, ao bel-prazer maçônico em um flagrante desrespeito às Escrituras Sagradas.
   Ora, amigo:
   "Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus." (Mateus 22:29b)
   Por que não darmos ouvidos às palavras do "nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus" (Tito 2:13)?
   "Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam." (João 5:39)

TOMANDO A DECISÃO CERTAS (I)

EZEQUIAS TINHA 25 ANOS DE IDADE QUANDO COMEÇOU A REINAR, E REINOU 29 ANOS EM JERUSALÉM . ELE FEZ O QUE O SENHOR APROVA , TAL COMO DAVI SEU PREDECESSOR. NO PRIMEIRO ANO DE SEU REINADO, ELE REABRIU AS PORTAS DO TEMPLO DO SENHOR E AS CONCERTOU . DISSE ELE AOS LEVITAS E AOS SACERDOTES: ESCUTEM-ME LEVITAS! CONSAGREM AGORA E CONSAGREM O TEMPLO DO SENHOR, O DEUS DOS SEUS ANTEPASSADOS. RETIREM TUDO O QUE E IMPURO DO SANTUÁRIO. 2 Cronicas 29:1-5



EZEQUIAS TINHA TUDO PARA SER  UM JOVEM REVOLTADO, OU UMA PESSOA AMARGA, POIS, ELE TINHA VINDO DE UMA FAMÍLIA DESTRUÍDA.
 O PAI, ERA REI, E COMO TAL ELE ABUSOU DE TODA  SUA AUTORIDADE E FEZ COM QUE SUA FAMÍLIA SOFRESSE, QUEIMANDO SEUS FILHOS NO FOGO E  COMO ISSO NÃO BASTOU ELE FECHOU A CASA DO SENHOR E FEZ COM QUE A ADORAÇÃO FOSSE SUSPENSA E A LAMBADA SE APAGASSE. 
IMAGINA COMO FICOU A MENTE  DESSE JOVEM QUANDO COM SEUS 10 A 15 ANOS VIL SEU PAI QUEIMAR SEUS IRMÃO NO FOGO E ELE AINDA OUVIA SEU PAI DIZER O PRÓXIMO REI E VOCÊ.QUANDO ELE TEVE A CHANCE DE SENTAR NO TRONO IMAGINA A MENTE DELE. ELE TINHA TUDO PARA SER COMO O PAI , AS PESSOAS DIZIAM QUE ELE SERIA IGUAL O PAI E A TENDENCIA ERA FAZER AS PESSOAS SOFREREM E A SUA FAMÍLIA TAMBEM IRIA SER DESTRUÍDA, COITADA DAS SUA ESPOSA. MAS ENTÃO EZEQUIAS DA UMA OLHADA NO PASSADO E ANALISA QUE NA ÉPOCA DE SEUS ANCESTRAIS AS COISAS ERAM DIFERENTE, QUE AS PESSOAS ESTAVAM  ALEGRES E QUE QUANDO A CASA DE DEUS ESTAVA ABERTA ELES VENCIAM AS GUERRAS TINHA PAZ ENTRE SEUS INIMIGOS. FOI AI QUE O REI TOMOU UMA DECISÃO QUE MUDOU A HISTORIA DE SUA NAÇÃO. CONVOCOU UMA REUNIÃO E QUANDO TODOS PENSAVAM QUE ELE IRIA FAZER TUDO QUANDO O SEU PAI FEZ E SEGUIR SEU CAMINHO, ELES  TIVERAM UMA SURPRESA : POIS O REI TOMOU A DECISÃO CERTA.

ESTA HISTORIA PODE ESTAR ACONTECENDO COM VOCÊ TAMBÉM NOS DIAS DE HOJE
POIS AS PESSOAS  TE OLHAM E NÃO TE DÃO NADA , NÃO ACREDITAM QUE VOCÊ PODE MUDAR FICAM TE JULGANDO PELO PASSADO DE SEUS PAIS , PELO FRACASSO DE SUA FAMÍLIA MAS DEUS ENVIOU SEU FILHO JESUS PARA ABRIR AS PORTAS DO SEU TEMPLO E  A GLORIA VAI TE ENCHER E VOCÊ VAI MUDAR VIDAS DE PESSOAS E VAI TER UMA FAMÍLIA, UM PRESENTE E UM FUTURO ABENÇOADO .


PARA ISSO ACONTECER FACA  COMO EZEQUIAS: TOME A DECISÃO CERTA.


HISTÓRIA DO"O APELO"

O pastor encerra seu sermão: “O Espírito Santo convida você a vir. A congregação orando, esperando ansiosa, convida você a vir. Na primeira nota da primeira estrofe, desça as escadas, desça por estes corredores. Que os anjos possam acompanhá-lo. Que o Espírito Santo de Deus o encoraje. Que a presença de Jesus caminhe ao seu lado enquanto você vem, enquanto nós permanecemos em pé e cantamos ao Senhor”. E as pessoas realmente vêm. Semana após semana, em igrejas por todo o mundo, cenas como essa acontecem ao fim de milhares de sermões. A congregação fica em pé e canta; os pecadores caminham pelos corredores e oram por salvação.




Este método evangelístico bem comum, conhecido como sistema de apelo, não foi sempre assim. Evangelistas bem-sucedidos como George Whitefield, Jonathan Edwards e John Wesley nunca fizeram um chamado ao altar. De fato, eles nem sequer sabiam o que era isso. Eles convidavam seus ouvintes apaixonadamente para vir a Cristo pela fé e aconselhavam regularmente os pecadores ansiosos depois dos cultos. Mas não lhes pediam para dar uma resposta pública ou física após os sermões evangelísticos. Então, de onde vem esta prática?



Inicialmente, o apelo era usado como um meio eficiente de reunir pessoas espiritualmente interessadas em se juntarem para aconselhamento após um sermão. Em vez de procurar os penitentes um a um, o pregador os chama à frente, ou a outra sala, para conversar e orar. Alguns pastores usaram este recurso no fim da primeira década do século 18, mas apenas durante os encontros campais do segundo grande despertamento da América foi que eles realmente ganharam espaço.



Os encontros campais eram comuns em Estados de fronteiras, como Kentucky e Tennessee, por volta do começo do século 19. Estas reuniões que duravam alguns dias eram um meio de os ministros (a maioria metodista, batista, presbiteriana e discípulos) introduzirem o evangelho aos colonos rurais. As primeiras reuniões campais foram feitas com pregações apaixonadas e respostas extremas. Centenas de ouvintes gritavam, gemiam, desmaiavam, contorciam-se e choravam desesperadamente. Os pregadores geralmente viam estas respostas como evidência da obra do Espírito Santo.



Por volta de 1805, estes movimentos corporais espontâneos eram menos comuns. Os ministros faziam um “apelo” como um meio visível de medir a resposta das pessoas às suas mensagens. Os “altares” eram áreas cercadas perto do lugar principal de pregação no campo onde os pregadores desafiavam os pecadores a buscar a salvação. O pregador metodista Peter Cartwright descreveu um encontro campal em 1806: “O altar estava cheio de gente transbordando em lamentos”. Outro pregador metodista contou detalhadamente o momento em que “o cercado estava tão cheio de gente que as pessoas não tinham a possibilidade de fazer qualquer movimento lateral, mas estavam literalmente cambaleando em massa”. Os metodistas experimentaram um crescimento exponencial durante os primeiros do século 19, em parte por causa de seus métodos evangelísticos, incluindo os encontros campais e os apelos públicos.



Muitas pessoas consideram Charles Grandison Finney (1792-1875) o “pai do apelo”. Ordenado ministro presbiteriano em 1823, Finney começou a fazer os convites públicos muito tempo depois de os metodistas já terem feito desse método parte regular de seus encontros campais. Finney, entretanto, fez mais que qualquer outro para estabelecer os apelos como uma prática aceitável e popular no evangelismo americano. Ele normalmente chamava os pecadores ansiosos até a frente da congregação para se sentarem no “banco dos ansiosos”. Ali, eles recebiam oração e geralmente ouviam um sermão individual. O apelo também foi uma das famosas “novas medidas” de Finney. Ele estava convencido de que os pastores poderiam produzir avivamento usando os métodos corretos e que, chamar pecadores arrependidos à frente “era necessário para tirar [os pecadores] do meio da massa de ímpios para levá-los a uma renúncia pública de seus caminhos pecaminosos”.



Enquanto muitos abraçaram as “novas medidas” de Finney, outros estavam desconfiados da teologia que sustentava a prática. Finney acreditava que a morte de Cristo tinha tornado a salvação possível para todos. A depravação humana era “uma atitude voluntária da mente”, e não algo que tinha nascido conosco. A conversão, portanto, dependia da vontade humana ser convencida a se arrepender e confiar em Cristo. De acordo com Finney, o apelo era uma ferramenta muito persuasiva para mudar a vontade humana. Ministros calvinistas, como Asahel Nettleton, rejeitaram a confiança que Finney tinha na capacidade humana e sua dependência no sistema de apelo. Eles acreditavam que o ser humano nasceu com uma natureza pecaminosa. Os pecadores eram incapazes de confiar em Cristo até que Deus mudasse seus corações. O historiador Iain Murray aponta que muitos oponentes ao apelo “alegavam que o chamado para uma ‘resposta’ pública confundia um ato externo com uma mudança espiritual interna”. Além disso, diz Murray, o apelo efetivamente “instituiu uma condição de salvação que nunca apontava para Cristo”. Os críticos argumentam que o evangelismo dessa forma resultou em uma falsa segurança, já que uma grande parcela daqueles que iam à frente para “receber a Cristo” logo apostatavam.



A despeito das críticas, o sistema de apelo continua com força. Tornou-se um artefato permanente no evangelismo americano. Só é preciso assistir a alguns poucos minutos de uma cruzada de Billy Graham na televisão para reconhecer que aquilo que um dia foi uma “nova medida” se tornou uma tendência dominante. A voz distinta de Graham chama em alto som: “Suba ali, desça aqui, eu quero que você venha. Se você estiver com parentes e amigos, eles vão esperar por você. Os ônibus vão esperar por você. Cristo percorreu todo o caminho da cruz porque Ele o amava. Certamente você pode dar alguns passos e dar sua vida a Ele”. Enquanto o local deixou de ser a remota Kentucky e se transferiu para os modernos estádios de futebol, e o meio de transporte evoluiu de carroças cobertas para ônibus fretados, o sistema de apelo resistiu. É caracterizado até hoje nas histórias de incontáveis cristãos que contam ter encontrado Cristo quando ficaram em pé, ergueram suas mãos, deram passos até a frente e chegaram ao altar, respondendo ao apelo.

Por que é preciso debater a liberação da maconha?


Não sejamos ingênuos: liberar a maconha aumentaria seu consumo e o número de dependentes. Com isso, cresceriam os casos de psicoses, doenças cardíacas, esquizofrenia e de todos os males associados a ela, considerada a mais leve das drogas ilegais. Haveria custos enormes para a saúde pública e um desafio gigantesco para as autoridades que vigiam o uso de substâncias reguladas. Por isso, proibir sempre pareceu a posição mais sensata.




Ainda assim, na semana passada, um grupo expressivo de políticos e intelectuais – entre eles os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso, do Brasil, César Gavíria, da Colômbia, e Ernesto Zedillo, do México – lançou um manifesto propondo à conferência sobre drogas das Nações Unidas que legalize, na reunião prevista para março em Viena, o consumo pessoal da maconha.



O principal argumento para isso, de acordo com a proposta, é o fracasso da atual política de combate às drogas, apoiada na repressão e na ação policial contra o tráfico. É papel da polícia reprimir as atividades ilegais e fazer cumprir a lei. Mas, apesar de ações policiais como a que desbaratou duas quadrilhas de traficantes na semana passada, o consumo de drogas ilegais, de acordo com os dados divulgados pela própria ONU, tem crescido no mundo todo, e seu preço tem caído – sintomas claros de que a repressão não tem surtido o efeito desejado.



O narcotráfico financia atividades criminosas e contribui para aumentar a violência urbana, sem que o Estado possa cobrar taxas, nem punir com eficácia uma atividade que só faz crescer. Diante disso, argumentam os defensores da liberação das drogas, os custos sociais seriam sensivelmente menores se as drogas fossem tratadas sobretudo como uma questão de saúde pública, não como um caso de polícia.



Esse é o tema da reportagem da página 82, escrita pela diretora da sucursal do Rio de Janeiro, Ruth de Aquino. O arrazoado dos defensores da legalização das drogas está obviamente sujeito a ataques. Para começar, é extremamente difícil garantir que a liberação de drogas num único país não o torne refúgio para os traficantes e criminosos combatidos nos demais – algo parecido ocorreu com as experiências na Holanda e na Suíça.



A liberação pura e simples, sem levar em conta os diferentes tipos de droga, também pode gerar problemas sociais imprevisíveis com o aumento do uso. Mas a experiência com substâncias legais, como o álcool e o tabaco, sugere que a proibição pode não ser a melhor estratégia para reduzir o consumo. Basta lembrar o fracasso da Lei Seca nos Estados Unidos na década de 20 e o sucesso das campanhas e políticas recentes de saúde pública para conter o cigarro. Pelo menos no caso de drogas mais leves e com menor potencial de gerar dependência, como a maconha, a legalização parece fazer sentido, desde que seja feita em todo o mundo e submetida a rigorosas normas regulatórias, com o apoio de um organismo multilateral, como a ONU.

O Senhor nos dá Super Vitória




Romanos 8:37 - Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou.



Após afirmar que, por amor a Cristo, enfrentamos todos os dias perigos mortais, Paulo acrescenta: "Em todas essas coisas, somos mais do que vencedores, por Aquele que nos amou" (Romanos 8:37).



À semelhança de Jesus, o Apóstolo Paulo nos relembra que o mundo nos odeia, porque cultivamos amor a Cristo. Neste contexto, vale a pena relembrar, também, que quanto maior for nossa disposição de obedecer ao Senhor, maior será nossa dose de perseguição, de injustiças, de sofrimentos. É nessas horas, quando nos sentimos cansados, que nos abate um sentimento ruim de derrota, de questionamento. "Será que, algum dia, tudo isso vai acabar?"



Paulo diz que sim. Vai acabar porque Jesus, que venceu o pecado, venceu a injustiça, venceu a morte, resolveu compartilhar conosco a Sua vitória. E a vitória compartilhada pelo Cristo ressuscitado nunca é uma vitoriazinha, mas uma super vitória. Nas palavras do Apóstolo, por causa "d' Aquele que nos amou", somos "mais do que vencedores". Eis, portanto, uma certeza que a Bíblia nos dá, quando nos sentimos "mais do que sofredores" - em Cristo, sempre seremos "mais do que vencedores".

QUERO COMPARTILHAR COM VOCÊ...






Todas as alternativas não deram certo que você

fez para resolver o teu problema e até perdeu muitas coisas no caminho que você

amava mais não te desespere!

Deus proverá uma solução!

Ele é um Deus fiel e te guardará de

todo mal. E tem tido grande misericórdia de ti .

Momentos ruins não são eternos...

São como tempestades; só duram por

algum momento!

Olhe para trás e veja quantas coisas

piores você já passou e superou...

Algumas vezes as tribulações

acontecem em nossa vida para nos amadurecer.

Portanto, anime-se...

Quando estiveres triste, olhe para o

céu e vede quão grande o é!

Se Deus foi capaz de criar o céu,

imagine resolver os seus problemas que são tão pequenos, perto de tão grandiosa

obra...

Seus problemas não são maiores do que

Deus.

Lute até o fim. Não desista no meio

do caminho.

Diga agora ai com toda sua fé : Eu

vou vencer!!

Porque DEUS é a nossa força e a nossa

alegria!!Jesus é contigo. Um abraço na paz do Senhor Jesus.



MAIS QUE VENCEDORES

Romanos 8:37 - Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou.



Após fazer um relato minucioso dos sofrimentos dos cristãos no mundo, Paulo declara, com toda convicção: "Mas, em todas essas coisas, somos mais que vencedores, por Aquele que nos amou" (Romanos 8:37).



Ao comentar sobre os sofrimentos que nos atacam, o Apóstolo repete a profecia de Jesus: "No mundo, tereis tribulações". Apesar da clareza com que a Palavra trata o assunto, não nos agrada o realismo do Senhor e dos seus apóstolos. Afinal de contas, ao aceitar o Cristo, declaramos nossa disposição de viver uma vida correta, que esteja de acordo com o Senhor. Nossa decisão não agrada ao Senhor? Agrada. Quem se irrita com nossa decisão é o mundo. É Satanás. Que, autorizado por Deus, fará o possível para nos prejudicar e nos afastar de Cristo. Trata-se de uma batalha espiritual muito acima da nossa compreensão.



Querer vencer o mundo com lógica humana e com armamento humano é entrar pelo caminho da derrota. Paulo, entretanto, diz que somos destinados à vitória. A que não faz sentido nos esquecermos desta realidade. De que maneira, então, sempre nos moldarmos a esta realidade? O segredo é "em Cristo". Quem venceu o mundo foi Cristo. Quem nos separou do mundo foi Cristo. Quem nos acompanha no mundo é Cristo. Quem nos dá vitória sobre o mundo é Cristo. A comunhão regular com Cristo não garante apenas que seremos vencedores. Ela garante sermos mais que vencedores.

FRAVIO JOSEFO

                       Flávio Josefo, Homem Singular em uma Sociedade Plural





“Meu pai chamava-se Matatias, meu nome é Josefo, sou hebreu de nascimento, sacrificador em Jerusalém” (Prefácio a Bellum Iudaicum).




Neste artigo, sem grandes pretensões de originalidade, mas que tem como objetivo estimular a leitura da obra de Flávio Josefo, importante historiador judeu do século I d.C., gostaria de destacar 6 momentos fundamentais:



1. A origem aristocrática de Josefo, sua ligação com os asmoneus, seus estudos e sua formação.



2. A experiência do deserto na adolescência e a opção religiosa. Casamento e reintegração na vida da família em Jerusalém.



3. A viagem a Roma: o aristocrata provinciano que vê a grandeza e o poderio do Império. A influência deste fato no seu confronto posterior com Roma.



4. O comando da Galiléia, a contemporização, a derrota, a suspeita sobrevivência, a “profecia” feita a Vespasiano.



5. De prisioneiro a amigo dos romanos no cerco de Jerusalém. Ao lado de Tito, sua teologia é: Deus abandonou os judeus e agora está com os romanos (traição teológica).



6. Sua condição privilegiada em Roma, as rivalidades e os ciúmes, a obra histórica: encomenda e defesa.











Procurarei sempre olhar Flávio Josefo como ator e intérprete: participa dos acontecimentos e depois os interpreta. Objetivamente Josefo é um traidor de seu povo: este é o nosso olhar crítico hoje. Entretanto, subjetivamente, ele não se vê como traidor, mas modelo: a visão de si mesmo que aparece na sua obra será destacada.



Os textos de Flávio Josefo citados neste artigo estão em JOSEFO, F. História dos Hebreus: Obra Completa. Tradução do grego de Vicente Pedroso. 9. ed. Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 2005, 1568 p. - ISBN 8526306413. Optei, para facilitar a consulta, por indicar apenas as páginas da referida obra e não, como classicamente se costuma, citar capítulos e parágrafos dos livros de Josefo. O leitor notará que o português desta tradução não é exatamente o que gostaríamos que fosse...



Alguns trechos de sua obra, em um português mais “amigável” podem ser lidos em VV.AA. Flávio Josefo: uma testemunha do tempo dos Apóstolos. 4. ed. São Paulo: Paulus, 2001, 96 p. - ISBN 8534918244.



Uma excelente edição das obras de Flávio Josefo, com o texto original, tradução inglesa e notas é a da Loeb Classsical Library: THACKERAY, H. St. J.;MARCUS, R.; WIKGREN, A.; FELDMAN, L. H. Josephus I-XIII, Cambridge: Harvard University Press, 1926-1965.









1. Origem

Flávio Josefo nasceu em Jerusalém, em 37 ou 38 d.C., de uma rica família da aristocracia sacerdotal asmonéia. Eis como descreve em sua Autobiografia, com orgulho, sua origem aristocrática, para "desmanchar as calúnias de meus inimigos”:



“Como eu tenho a minha origem numa longa série de antepassados de família sacerdotal, eu poderia vangloriar-me da nobreza do meu nascimento, pois cada nação, estabelecendo a grandeza de uma família, em certos sinais de honra que a acompanham, entre nós um das mais notáveis, é ter-se a administração das coisas santas. Mas eu não sou somente oriundo da família dos sacrificadores, eu sou também da primeira das vinte e quatro linhas que a compõem e cuja dignidade está acima de todas. A isso eu posso acrescentar que, do lado de minha mãe eu tenho reis, entre meus antepassados. O ramo dos asmoneus, de que ela é proveniente, possuiu durante um longo tempo, entre os hebreus, o reino e a suprema sacrificadura.



[Nasci de] Matias no primeiro ano do reinado do imperador Caio César [o imperador romano Calígula, que reinou de 37 a 41 d.C.]. Quanto a mim, tenho três filhos, o primeiro dos quais, chamado Hircano, nasceu no quarto ano do reinado de Vespasiano [imperador romano que governou de 69 a 79 d.C.]. O segundo chama-se Justo, nasceu no sétimo e o terceiro, de nome Agripa, no nono ano de reinado do mesmo imperador”[1].



Flávio Josefo recebe uma formação judaica sofisticada. Diz ele em sua Autobiografia:



“Fui educado desde minha infância no estudo das letras, com um dos meus irmãos de pai e mãe, que tinha como ele o nome de Matias. Deus deu-me bastante memória e inteligência e eu fiz tão grande progresso que tendo então só catorze anos, os sacrificadores e os mais importantes de Jerusalém se dignaram perguntar minha opinião sobre o que se referia à interpretação das leis”[2].



Segundo Mireille Hadas-Lebel, “a natureza do ensino recebido [por Josefo] não deixa nenhuma dúvida: trata-se de um ensino puramente religioso, baseado na Torá. De fato, julga-se que os livros sagrados contêm o saber essencial ao homem para que conduza sua vida neste mundo. Neles, ele pode encontrar um código cultural, moral, social, político, assim como a história do universo e das gerações humanas, todas as coisas que ele sabe dever vincular a uma divindade única e onipresente”[3].



2. Formação

Aos 13 anos entra em contato com as três principais tendências do judaísmo do século I d.C., desenvolvidas pelos saduceus, fariseus e essênios, mas ainda não decide abraçar nenhuma delas.



“Quando fiz treze anos desejei aprender as diversas opiniões dos fariseus, dos saduceus e dos essênios, três seitas que existem entre nós, a fim de, conhecendo-as, eu pudesse adotar a que melhor me parecesse. Assim, estudei-as todas e experimentei-as com muitas dificuldades e muita austeridade”[4].



Observa João Batista Madeira que “num ambiente como o que se vivia então é de se esperar que houvesse uma preocupação muito grande com a espiritualidade. Ainda mais em se tratando de um povo cuja religião era determinante para os assuntos tanto sociais quanto individuais. A pluralidade de opções era outra característica marcante do povo judeu daquela época. Não havia autoridade suprema a nível de interpretação dos escritos sagrados, nem da tradição oral e nem com relação à moral (...) Para entender a pluralidade de escolas espirituais é preciso saber que cada uma reivindicava para si a autenticidade na vivência fiel da Lei. Numa religião sem uma autoridade central e legitimadora em si e sem dogmas fica uma certa amplitude de interpretação o que garante a grupos que podem até se opor, desfrutar da mesma herança religiosa”[5].



Mas, não satisfeito com esta experiência, Josefo vai viver três anos, dos 16 aos 19 anos de idade, junto a um asceta chamado Bano, que



“vivia tão austeramente no deserto que só se vestia da casca das árvores e só se alimentava com o que a mesma terra produz; para se conservar casto banhava-se várias vezes por dia e de noite, na água fria; resolvi imitá-lo”[6].



Mireille Hadas-Lebel vê nesta temporada no deserto junto a Bano, uma “tentação essênia” no jovem Josefo e chega mesmo a dizer, creio que sem maior fundamentação, que “somente uma estada entre os essênios pode explicar a abundância dos detalhes que ele nos dá tanto sobre a doutrina quanto sobre o seu modo de vida”; além de acrescentar que, embora o anacoreta Bano não seja conhecido a não ser por esta menção de Josefo, ele nos “faz irresistivelmente pensar em João Batista, que também vivia no deserto, vestido com uma túnica de pêlo de camelo, um cinto de couro ao redor da cintura, e se alimentava de gafanhotos e mel selvagem”[7].



Após estes três anos no deserto, Josefo volta a Jerusalém, provavelmente para se casar, e opta pela linha teológica farisaica, como nos diz ele em sua Autobiografia:



“Depois de ter passado três anos com ele, voltei, aos dezenove anos, a Jerusalém. Iniciei-me então nos trabalhos da vida civil e abracei a seita dos fariseus, que se aproxima mais que qualquer outra da dos estóicos, entre os gregos”[8].



Apesar de dizer que optou pelos fariseus, alguns especialistas defendem que Josefo é, na verdade, um saduceu. Só que após a guerra judaica, já em Roma, vivendo à sombra do Imperador, e acusado por seu rival judeu Justo de Tiberíades de ser anti-romano, Josefo diz ser adepto dos moderados fariseus[9].



3. A Viagem a Roma

No ano 64 d.C., com 26 anos de idade, Josefo vai numa embaixada a Roma para interceder junto a Nero por alguns sacerdotes judeus ali retidos não se sabe bem por que, já que Josefo é muito sucinto na sua Autobiografia:



“Na idade de vinte e seis anos fiz uma viagem a Roma, por esta razão. Félix, governador da Judéia, mandou por um motivo qualquer alguns sacrificadores, homens de bem e meus amigos particulares, para se justificarem perante o imperador; eu desejei, com muito entusiasmo, ajudá-los, quando soube que sua infelicidade em nada havia diminuído sua piedade e eles se contentavam em viver com nozes e figos”. Através da imperatriz Popéia, esposa de Nero, Josefo obteve “sem dificuldade a absolvição e a liberdade daqueles sacrificadores por intermédio dessa princesa, que me deu grandes presentes, também, com os quais regressei ao meu país”[10]



O brilhante sucesso desta missão colocou Josefo em respeitável posição frente aos seus conterrâneos. Mas não é apenas este o efeito da viagem a Roma. O jovem aristocrata provinciano viu, pela primeira vez, a grandeza e o poderio de Roma, a maior e mais poderosa cidade do mundo de então. Isto vai influenciar sua avaliação da guerra que se seguirá. Diz o nosso personagem a propósito:



“Lá [em Roma] encontrei alguns espíritos inclinados às mudanças que começavam a lançar as raízes de uma revolta contra os romanos. Procurei dissuadir os sediciosos e lhes fiz ver, entre outras coisas, como tão poderosos inimigos lhes deviam ser temíveis, quer pela sua ciência na guerra, quer pela grande prosperidade e eles não deviam expor temerariamente a tão grande perigo suas mulheres, seus filhos e sua pátria”[11].




SEMPRE HÁ UM PROPÓSITO

LÓGICA ILÓGICA

Problemas de maiores ou menores proporções surgem a todo instante em nossas vidas e cada um de nós têm uma maneira pessoal para lidar com eles. Algumas pessoas simplesmente desistem de lidar com eles, pelo simples fato de não compreenderem suas causas.



Meditando sobre Pedro e sua reação diante dos soldados que prenderiam Jesus no Getsêmani, podemos obter um novo retrato sobre a nossa fragilidade e limitação.



Quando o problema surgiu diante de Pedro, sua primeira reação foi lutar contra ele com seus próprios meios. Com velocidade e precisão, na tentativa de defender Jesus, o discípulo desembainhou sua espada e, com uma manobra digna de elogios, zap! …deixou Malco, um dos soldados da guarda envergonhado, dolorido e sangrando.



Pedro cortou a orelha do soldado com sua espada. E às vezes eu fico pensando: “Por que Pedro não tentou degolar o soldado em vez de amputar-se a orelha? Quem sabe se cortasse-lhe o pé, ou a mão, mas… a orelha?” , pois a falta da orelha ao impediria Malco de continuar lutando para cumprir sua missão de prender Jesus.



Segundo a narrativa de João (18.4-10) – que também esteve presente nesse episódio, os soldados estavam ajoelhados diante de Jesus quando Pedro tirou sua espada e atacou Malco (v.10). É bem provável que Pedro tenha se aproveitado da situação, do fato de estar do lado de Jesus e ver o inimigo, literalmente, prostrado diante do Rei, para tentar dominá-lo.



Talvez tenha se passado pela cabeça de Pedro algo assim: “Ei! Eu tirei a orelha dele e nós podemos tirar as orelhas de vocês também! Não brinquem conosco, pois Jesus está aqui!”. Independente, porém, do que Pedro tenha pensado, uma coisa é certa: Pedro pensou que aquele pequeno grupo de discípulos que acompanhava Jesus poderia vencer uma multidão inteira armada com espadas e porretes, cheia de fúria (João 18.3; Lucas 22.52; Marcos 14.43). Tanto que logo sacou sua espada e enfrentou um dos soldados (Lucas 22.49-50).



Semelhanças para com a nossa maneira de pensar e agir diante dos nossos problemas não são meras coincidências, mas fatos reais que se repetem como um ciclo vicioso.



Pelo fato de sermos cristãos, carregamos o nome de Cristo e muitas vezes acreditamos que temos todo o domínio das situações; acreditamos que sempre e sempre o mal será derrotado diante de nós. Confiamos tanto que a presença de Jesus inibirá completamente o agir do mal, que a qualquer instante estamos aptos a sacarmos nossas espadas e cortarmos as orelhas dos que nos perseguem ou aborrecem. Que regozijo para nós é vê-los sangrando e se sentindo humilhados, ajoelhados à nossa frente!



Seria realmente um triunfo, se não fosse uma tragédia!



Confiar que nossa condição de seguidores de Cristo nos isenta do agir do mal, nos livra de todas as doenças e das perseguições é uma lástima que tem dominado muitas mentes e corações embaçados pela nuvem do “paternalismo divino”, que prega a filosofia sobre um “Deus bonzinho, que jamais expõe Seus filhos ao sofrimento, pois Ele é puro amor!”



Mas veja as palavras de Jesus a seguir:



“Então Jesus disse-lhe: Embainha a tua espada; porque todos os que lançarem mão da espada, à espada morrerão. Ou pensas tu que Eu não poderia agora orar a meu Pai, e que Ele não Me daria mais de doze legiões de anjos? Como, pois, se cumpririam as Escrituras, que dizem que assim convém que aconteça?” (Mateus 26.52-54)



Jesus poderia ser socorrido. Para Deus, nada seria (nem é) impossível. Mas havia um plano, um propósito a se cumprir que Pedro desconhecia. A presença de Jesus não inibiu o agir do mal naquele momento. Mas, ao contrário, permitiu-lhe, inclusive, ser vitorioso por um período de tempo:



“Tenho estado todos os dias convosco no templo, e não estendestes as mãos contra Mim, mas esta é a vossa hora e o poder das trevas.” (Lucas 22.53)



Outra vez…



“Eu estava com vocês todos os dias no pátio do Templo, e vocês não tentaram Me prender. Mas esta é a hora de vocês e também a hora do poder da escuridão.” (Lucas 22.53 – NTLH)



Tratava-se uma vitória temporária das forças do mal (1Coríntios 2.8); a vitória final pertence a Deus (João 1.5; Colossenses 1.13).



E quando isso acontece conosco, isto é, quando oramos, jejuamos, consagramos, imploramos, determinamos, esperamos… e nada acontece? E quando Jesus nos diz que nossa espada não mudará os planos de Deus? E quando nossa ação não inibe o agir do mal nem estimula Cristo a Se manifestar a esse favor?



E quando aquela situação desconfortável não muda, por mais crentes que sejamos? E quando não recebemos a cura daquela triste doença, por mais fé que tenhamos? Será mesmo que temos base bíblica para sustentar que Deus não Se importa? Será mesmo que Deus Se esqueceu?



Não é o que parece, conforme nos explica Jesus:



“…Não beberei Eu o cálice que Meu Pai Me deu?” (João 18.11)



Eclesiastes 3.1 diz que para tudo há um tempo e um propósito. Se Deus deu essa missão para Cristo, algum porquê havia. E nós, que fomos alcançados por Sua maravilhosa Graça, conhecemos bem esse porquê:



“Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu Seu Filho unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3.16)



Conosco não é diferente. Se Deus expôs o Seu Ungido de tal maneira para que um propósito tão necessário fosse concretizado, não nos sujeitaria também à prova, à espera, para realizar grande obra em nós ou através de nós também? Ora, “na verdade… não é o servo maior que o seu senhor, nem o enviado maior do que aquele que o enviou” (João 13.16). São palavras de Jesus: “…Se a Mim Me perseguiram, também vos perseguirão; se guardaram a Minha palavra, também guardarão a vossa” (João 15.20). Se Jesus foi provado no deserto, também nós seremos. Se Jesus sofreu, também nós sofreremos. Se Jesus foi exaltado por Deus, também nós seremos se ao nosso Senhor, assim como Jesus, também permanecermos fiéis.



Não foi a fé de Pedro que falhou. Foi a sua maneira de interpretar e responder ao problema que estava errada. Havia um propósito de Deus e, antes de atacar o soldado, Pedro deveria ter atentado para isso e procurado conhecer melhor esse propósito. Cristo, em outras ocasiões anteriores, lhe alertou sobre tal.



A vitória de Jesus não consiste em vencer pessoas, mas sim o mal que atua nelas.



Malco era um mandado, submisso às ordens dos seus superiores. Jesus o amava e sabia dessa sua condição. Por isso, curou sua orelha e não permitiu a Pedro ser honrado naquela situação mais do que o seu problema (Lucas 22.50-51).



O gigantesco problema espiritual do mundo inteiro estava lá e tinha que ser enfrentado de frente, mas não com espadas nem pela força dos braços dos discípulos ou de Jesus. A coragem de Jesus não estava em fugir mas em enfrentar o inferno e a morte para resolver o problema que nós não poderíamos resolver. E, embora Jesus estivesse prestes a sofrer fisicamente tantas dores, o propósito principal era curar os nossos espíritos. Em vez de escolher salvar aquele pequeno grupo de discípulos, Jesus escolheu salvar a humanidade. Levaria algum tempo até que os seguidores de Cristo compreendessem isso. Mas aconteceu. Aleluia!



Às vezes leva muito tempo para nós também entendermos os propósitos de Deus ao permitir determinadas situações adversas nos alcançarem, nos atingirem. Diante de cada uma delas, antes mesmo de usarmos o nome de Cristo para tentarmos reverter o quadro, devemos, com atenção espiritual, sabedoria e discernimento, buscar do Senhor a lição que Ele pretende nos dar através de tal permissão e também graça para suportarmos o dia da angústia com gozo no Senhor e esperança na Sua Palavra, “pois sabemos que todas as coisas trabalham juntas para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que Ele chamou de acordo com o Seu plano.” (Romanos 8.28 – NTLH)



Sem sabedoria e sem humildade para conhecer mais sobre a vontade de Deus, Pedro lutou com sua espada, por alguns instantes teve a sensação de gozo, foi envergonhado, viu o mal vencer como se fosse infalível, perdeu as forças e negou Jesus por três vezes seguidas, até, então, ser despertado a olhar para dentro de si mesmo e verificar, com grande amargor na alma, a necessidade da mudança no seu interior.



Mais alguns dias e Pedro entenderia que era verdadeiramente necessário que Jesus morresse.



Muitas outras pessoas não têm a mesma paciência. É a triste realidade de quem se precipita em julgar Deus e desvalorizar a Sua inteligência, por falta de paciência em esperar ou pela insuficiência de forças para suportar aquilo que desconhece, ainda que essa realização não aconteça aqui nesta vida, mas na vindoura. São pessoas imediatistas, que buscam glórias (menores ou mais significantes) aqui e não vivem com vistas à eternidade.



Nem sempre os porquês de Deus são explicáveis realmente. Mas nem por isso devemos abandonar nossa fé no Senhor e deixar o Seu propósito para nós, pois o quesito fundamental para sujeitar-nos a vivermos essa “lógica ilógica” é a fé que Deus deu a cada um de nós (Romanos 12.3). Sem ela, jamais poderemos suportar e esperar a providência divina para nossas vidas.



“Alegrem-se por isso, se bem que agora é possível que vocês fiquem tristes por algum tempo, por causa dos muitos tipos de provações que vocês estão sofrendo. Essas provações são para mostrar que a fé que vocês têm é verdadeira. Pois até o ouro, que pode ser destruído, é provado pelo fogo. Da mesma maneira, a fé que vocês têm, que vale muito mais do que o ouro, precisa ser provada para que continue firme. E assim vocês receberão aprovação, glória e honra, no ia em que Jesus Cristo for revelado.” (Palavras de Pedro: o mesmo que negou Jesus três vezes seguidas, o mesmo que não compreendia o grande propósito de Deus para o mundo! – 1Pedro 1.6-7)



Já vi alguns crentes questionando Deus acerca do sofrimento a que outras pessoas, aparentemente tão corretas, ao submetidas.



Não quero ter uma resposta para tudo, mas há algumas explicações cabíeis: muitas vezes o sofrimento é conseqüência dos nossos erros do passado. O pecado é perdoado e somos isento da sua condenação (Romanos 8.1), mas as conseqüências dele ficam e nós devemos arcar com cada uma delas (Provérbios 26.27).



Outras vezes, há lições, preciosos ensinamentos que o Senhor sabe serem necessários nos transmitir, a fim de moldar nosso caráter e nos tornar filhos mais parecidos com Ele:



“Eu repreendo e castigo todos quantos amo; sê pois zeloso, e arrepende-te.” (Apocalipse 3.19)



“…Não rejeites a correção do Senhor, nem te enojes da Sua repreensão. Porque o Senhor repreende aquele aquém ama, assim como o pai ao filho a quem quer bem.” (Provérbios 3.11-12)



“Dirige os meus passos nos Teus caminhos, para que as minhas pegadas não vacilem.” (Salmos 17.5)



“O Senhor prova o justo…” (Salmos 11.5a)



Há, ainda, a responsabilidade de Deus provar um justo para revelar Sua glória e convencer um injusto. Pessoas fiéis e crentes em Deus sabem que Ele tem um motivo, ainda que desconhecido, para permitir qualquer acontecimento em nossas vidas. Muitas vezes, realmente, esses motivos desafiam nossa fé, mas não podem desativá-la se atentarmos sempre para o fato de que Deus nunca perde o controle de situação alguma.



Para um justo é mais fácil suportar uma provação, mesmo que venha por razões alheias ao seu entendimento, porque pessoas verdadeiramente convertidas a Deus não negam sua fé no Altíssimo, mas buscam nEle as forças e a sabedoria que precisam para suportar.



Com o passar do tempo, Deus realiza milagres, Sua glória e poder Se manifestam e vidas incrédulas percebem a grandeza de Deus, geralmente se rendendo a Ele e à Sua maravilhosa Graça. É como se Deus estivesse agindo por tabelinha para alcançar a vida de um ímpio, pois se o fizesse diretamente, pela falta de sabedora e de fé dos incrédulos, certamente o Senhor os perderia de vez.



Paulo fez colocações desse tipo em muitos versos da Bíblia, como:



“Mas em nada tenho a minha vida por preciosa, contanto que cumpra com alegria a minha carreira, e o ministério que recebi do Senhor Jesus Cristo para dar testemunho do Evangelho da graça de Deus.” (Atos 20.24)



“Porque pra mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho. Mas, se o viver na carne me der fruto da minha obra, não sei então o que deva escolher. Mas de ambos os lados estou em aperto, tendo desejo de partir, e estar com Cristo, porque isto é ainda muito melhor. Mas julgo mais necessário, por amor de vós, ficar na carne. E, tendo esta confiança, sei que ficarei, e permanecerei com todos vós para proveito vosso e gozo da fé.” (Filipenses 1.21-25)



O sofrimento a que o apóstolo era submetido tinha também o motivo de ajudar as pessoas a se encontrarem e se firmarem no Evangelho salvador de Jesus.

O próprio Jesus foi submetido a isso. Ele é justo, santo, puro, sem pecado algum, mas foi submetido às piores ações do mal em favor da humanidade:



“Ele foi rejeitado e desprezado por todos; Ele suportou dores e sofrimentos sem fim. Era como alguém que não queremos ver; nós nem mesmo olhávamos para Ele e O desprezávamos. No entanto, era o nosso sofrimento que Ele estava carregando, era a nossa dor que Ele estava suportando. E nós pensávamos que era por causa das Suas próprias culpas que Deus O estava castigando, que Deus O estava maltratando e ferindo. Porém, Ele estava sofrendo por causa dos nossos pecados, estava sendo castigado por causa das nossas maldades. Nós somos curados pelo castigo que Ele sofreu, somos sarados pelos sofrimentos que Ele recebeu. (…) O meu Servo não tem pecado, mas Ele sofrerá o castigo que muitos merecem, e assim os pecados deles serão perdoados.” (Isaías 53.3-5,11b – NTLH)



Pedro não prestou atenção nesse caso e, por isso, precipitou-se em “socorrer” Jesus da situação horrenda a que seria submetido pelas próximas horas.



Quando, finalmente, Pedro olhou para si mesmo e viu que tudo foi para que houvesse mudança nele também, então o discípulo compreendeu que os planos de Deus, ainda que incompreensíveis, devem ser aceitos, pois nossos pecados, nossas limitações, muitas vezes nos impedem de compreender que Deus é o Santo, o Senhor, e que os Seus propósitos são necessários e indiscutíveis. Se não conhecermos os Seus porquês aqui neste mundo, certamente os descobriremos na eternidade. Foi por isso e desde então que Pedro dedicou seus dias a anunciar o amor e o perdão de Deus ao mundo, a ponto de morrer por isso.



“Eloí, Eloí, lama sabctâni?” (Marcos 15.34a)



“Deus Meu, Deus Meu, porque Me desamparaste?” (Marcos 15.34b)



Esse foi o clamor de Cristo, quando nem Ele entendeu o motivo de Deus ter Lhe desamparado. Contudo, ele levou Sua cruz até o fim e não Se desviou da presença do Pai.



Mesmo ali, em Seus últimos minutos de vida, e sem motivos aparentes para que Deus O tivesse desamparado, foi nas mãos dEle que Jesus preferiu entregar o Seu espírito, pois não há lugar mais seguro, nem mais certo nem mais necessário em que podemos estar, se não nas mãos de Altíssimo Deus.



Que esse ensinamento seja um modelo sempre seguido com honra por cada um dos filhos de Deus, em todos os seus momentos, seja a lógica revelada a nós ou simplesmente um desafio à nossa fé.



Amém.

VENCENDO OS GIGANTES

"Davi, porém, disse ao filisteu: Tu vens a mim com espada, e com lança, e com escudo; porém eu venho a ti em nome do SENHOR dos Exércitos, o Deus dos exércitos de Israel, a quem tens afrontado." 1°Samuel 17:45.






Este pequeno versiculo, traz um dos maiores acontecimentos da historia da humanidade, um jovem que ficou conhecido, pela sua coragem e fé no Deus vivo.

Davi era um menino como qualquer outro, não exatamente igual, pois Davi, era um menino de pequena estatura, um simples pastor de ovelhas, mas com algo a mais, sua fé incorruptivel em Deus.

A Biblia nos traz em claras palavras suas caracteristicas em 1° Samuel 16:18 que diz: "Então respondeu um dos moços, e disse: Eis que tenho visto a um filho de Jessé, o belemita, que sabe tocar e é valente e vigoroso, e homem de guerra, e prudente em palavras, e de gentil presença; o SENHOR é com ele."

Davi sabia tocar, ou seja, era um ADORADOR, era valente e vigoroso, não tinha medo estava sempre preparado, homem de guerra, prutente em palavras, ou seja, era serio e firme no que dizia, gentil presença, onde Davi estava, era agradavel pois o senhor estava com ele.

Mas certa vez Jessé envia seu filho Davi à levar alimentos aos seus irmãos que estavam na guerra, pois naquele tempo Israel estava em guerra contra os filisteus, e foi Davi ao arraial onde se encontrava seus irmãos (1°Sm 17:12), chegando lá viu Davi o exercito de Israel, amedrontados pois do outro lado do vale estava os filisteus com um aliado muito forte, um gigante chamado Golias filisteu de Gate. E Golias insultava o exercito de Israel, que o temia dizendo: "Vistes aquele homem que subiu? Pois subiu para afrontar a Israel; há de ser, pois, que, o homem que o ferir, o rei o enriquecerá de grandes riquezas, e lhe dará a sua filha, e fará livre a casa de seu pai em Israel." (1ºSm 17:25). Diante deste acontecimento Davi questiona o exercito de Israel: "Então falou Davi aos homens que estavam com ele, dizendo: Que farão àquele homem, que ferir a este filisteu, e tirar a afronta de sobre Israel? Quem é, pois, este incircunciso filisteu, para afrontar os exércitos do Deus vivo?" (1º Sm 17:26).

Davi ficou indignado, com a atitude de Israel, uma nação abençoada por Deus, povo escolhido guerreiro, e no momento da guerra na hora de batalhar, viram o tamanho da dificuldade, o tamanho do GIGANTE no qual teriam que enfrentar, e logo desistiram acharam que não iria conseguir, deixaram que sua fé se quebrase, eu imagino dentre o Exercito de Israel alguem dizendo entre si: "É chegou ao fim, dessa vez perdemos, não tem porque lutar, olha o tamanho dele pra que tentar vamos morrer mesmo!". Se esqueceram que o seu Deus é maior do qualquer gigante.

Lembra do disse Davi no versiculo 26? "Quem é, pois, este incircunciso filisteu, para afrontar os exércitos do Deus vivo?" o que Daivi quis dizer? ele não concordava com aquela situação, então trazendo para os dias de hoje é como se Davi havia dito: " Ei calmai, quem é este infiel de coração, incrédulo, este que nao tem comunhão de coração, para que venha afrontar os exercitos do meu Deus?" Davi então decide lutar, se apresenta ao Rei Saul, dizendo que enfrentara Golias: (1°Sm 17:32-33) "E Davi disse a Saul: Não desfaleça o coração de ninguém por causa dele; teu servo irá, e pelejará contra este filisteu. Porém Saul disse a Davi: Contra este filisteu não poderás ir para pelejar com ele; pois tu ainda és moço, e ele homem de guerra desde a sua mocidade."

O Rei nao concorda de inicio achando que o menino poderia estar louco, como pode um menino tão pequeno vencer um Gigante, porém Davi tinha a unção do Deus vivo em seu coração.

Davi vai a batalha, Golias zomba de Davi pois foi a guerra sem espada sem escudo sem nenhuma "proteção" aos seus olhos, pois Davi deposetou toda sua confiança em Deus. "Disse mais o filisteu a Davi: Vem a mim, e darei a tua carne às aves do céu e às bestas do campo." (1ºSm 17:44).

"Davi, porém, disse ao filisteu: Tu vens a mim com espada, e com lança, e com escudo; porém eu venho a ti em nome do SENHOR dos Exércitos, o Deus dos exércitos de Israel, a quem tens afrontado." (1°Samuel 17:45.)

" E Davi pôs a mão no alforje, e tomou dali uma pedra e com a funda lha atirou, e feriu o filisteu na testa, e a pedra se lhe encravou na testa, e caiu sobre o seu rosto em terra. Assim Davi prevaleceu contra o filisteu, com uma funda e com uma pedra, e feriu o filisteu, e o matou; sem que Davi tivesse uma espada na mão." (1ºSm 17: 49-50).

Hoje a igreja de Cristo passa pela mesma situação, estão se acomodando, dizendo que não tem jeito, o gigante é maior, estamos perdidos mesmo, mas Deus quer ver novamente os guerreiros de Deus lutando, homens e mulheres como Davi que não se detem por qualquer afronta, ponha um basta nesta monotomia, de ficar com pose de perdedor derrotado, você não é um derrotado, você é guerreiro, chega de Golias ficar afrontando o povo de Deus, qual é o seu gigante? é forte? Seu Deus é maior, olhe para o gigante e diga "quem é este incircunciso para vir afrontar o povo de Deus? quem é ele para ousar falar de Deus?" vença o gigante você nao é um derrotado, não permita que te humilhem, você é vencedor servo do Deus vivo ergue a cabeça e vá a batalha, Deus é Deus a guerra é dele, e não há outro como ele.

POVOS PIGMEUS

Povos Pigmeus “Os pequenos homens da terra”

ETNOLOGIA E HISTÓRIA
Um povo em extinção vivendo no coração da África. É o que se está consumindo, há décadas, contra os pigmeus, um dos povos mais antigos da África.
Pigmeus é uma expressão genérica, usada pela sociedade externa para identificar os pequenos homens que habitam a Floresta Equatorial Africana. Formam um grupo culturalmente definido, porém, a falta de informações mais precisas tem levado muitos a atribuir o título ‘pigmeu’ a vários outros grupos que sofrem de um distúrbio genético que os impedem de crescer. A palavra ‘pigmeu’ é de origem grega e significa ‘três côvados’, ou seja, 1,35m, referindo-se à altura dos mesmos.
A confusão de informações se dá, principalmente, por causa das generalizações. Muitos estudam ou têm contado com um destes grupos e divulgam informações se referindo aos Pigmeus de forma geral.
A partir da criação, em 1925, do Parque Nacional Virunga (na atual Repúplica democrática do Congo), teve início o processo de afastamento dos pigmeus de suas terras natais e de seus meios de subsistência (caça e coleta de de frutas). Esse processo prosseguiu por décadas. Em 1970, os pigmeus foram expulsos do Parque Nacional de Kahuzi-Biega (R.D.Congo), e em seguida, de Bwindi e Magahinga (Uganda).
O pigmeus expulsos de seus territórios tornaram-se completamente dependentes de outras populações e são obrigados a mendigar para sobreviver. Muitos deles, tornaram-se vítimas de álcool, e outros se suicidam.
Os pigmeus são considerados seres inferiores a outras populações, e são continuamente marginalizados da vida social. Vivem em condições primitivas, em cabanas de bambu cobertas por folhas de banana, sem cuidados médicos nem educação, tentando sobreviver fabricando cestos, vasos vendidos a preços irrisórios, R$ 1,00 ou menos. Seu território é isolado do resto do país, e não são capazes de cultivar a terra. Não possuem carteira de identidade(RG), e por isso não tem direito à assistência médica. Não existem funcionários estatais, nem um escritório do governo encarregado de se ocupar de sua sorte. (Somente para interesses de exploração para turismo).
Os pigmeus também foram vítimas de violência em Ruanda, 1994. Estima-se de que 30% da população pigméia foram mortas.
ORGANIZAÇÃO SOCIAL
Por não darem muita importância a hierarquias e posições sociais, na estrutura social dos Pigmeus não há chefes nem líderes religiosos (Myers, 2001.50). Os idosos são muito respeitados, tidos como sábios detentores de grande sabedoria, e assim, são eles que geralmente conduzem o grupo nas tomadas de decisões. As crianças têm voz ativa e, diferentemente de muitos povos africanos, a mulher participa nas decisões grupais.
DIVERSIDADE LINGÜÍSTICA
Carecemos de informações mais precisas acerca da realidade lingüística dos Pigmeus. Apesar de possuírem uma mesma origem étnica, sabe-se que suas línguas não pertencem a uma única família lingüística. Segundo Hewlett (Internet), a língua mais distinta é a dos Efe. Os Aka, Mbuti, Bongo e Gyelli, falam línguas diferentes, porém todas da família Bantu. Os Baka falam uma língua de família Oubanguian.
LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA
Atualmente, somam cerca de 200 mil vivendo na floresta equatorial (África Central), divididos entre os territórios de Camarões, Gabão, Congo, República Centro Africana, Burundi, Ruanda e Zaire. Extraído
RELIGIOSIDADE
Da mesma forma que a língua, a religiosidade pigméia é ainda pouco conhecida, mas sabemos que é animista.
Como é comum entre grupos tribais, as danças e cantorias são centrais na religiosidade pigméia. Nem sempre é uma expressão de alegria, sendo muitas vezes ritos de adoração às várias entidades do seu mundo espiritual. O etnomusicólogo Mauro Campagnoli (Internet), desenvolveu pesquisa entre os Baka no Camarões. Ele afirma que todos os rituais importantes são acompanhados por danças e músicas tradicionais.
Sendo os mais antigos da floresta e não possuindo vantagem física alguma, os Pigmeus se tornaram os mais sábios na prática de rituais. Em Camarões, são reconhecidos como os mais poderosos feiticeiros da floresta e muitos feiticeiros das cidades vão até suas aldeias aprender com eles a arte da manipulação dos espíritos.
NOMADISMO
Os Pigmeus são culturalmente nômades. Historicamente eles peregrinavam pela floresta à procura de alimentos, como caçadores-coletores. Com o desmatamento da floresta, a diminuição da caça e a aproximação da sociedade externa, a maioria dos grupos pigmeus está abandonando esta prática de peregrinação. Entretanto, a sua cultura permanece influenciada por uma cosmovisão nômade.
PROBLEMAS SOCIAIS
Como quase todos os grupos tribais, os Pigmeus estão ameaçados pelo avanço da sociedade externa em sua direção, com todos os seus problemas urbanos e rurais. Em alguns países, como o ex-Zaire, muitos já foram exterminados por ofensivas de massacres, movidas geralmente por questões de discriminação.
Os Baka de Camarões convivem hoje com as várias estradas que cortaram seu território. Com elas, chegaram até eles mazelas da sociedade externa, como o alcoolismo. Os grupos que se tornaram sedentários não dominam as técnicas de agricultura e muitos acabam vivendo de doações.
Com o contato, muitos perdem também a tecnologia nativa de tratamento e cura. Assim, muitos Baka estão morrendo de malária, hepatite e febre tifóide.
Barreiras para evangelização dos Pigmeus
Barreira Pessoal – Sobrevivência em estado precário de vida
Contexto de selva, com clima tropical, sem qualquer possibilidade de assistência médico-hospitalar local, mesmo estando expostos a doenças comuns naquela região, como os diversos tipos de malária e outras. A cosmovisão nômade ainda é um fator complicador, por não estimular princípios de higiene e organização nas aldeias.
Barreira Lingüística – Grande diversidade de línguas e dialetos
É de fundamental importância o aprendizado da língua local, para uma exposição relevante do evangelho. Entretanto, possuindo uma estratificação social tão intensa como os Pigmeus, é possível que cada tribo tenha sua língua própria, cada grupo o seu próprio dialeto e ainda variações lingüísticas de clãs para clãs.
Barreira Espiritual – Intensidade do confronto de poderes
Sendo os maiores feiticeiros e curandeiros de toda a Floresta Equatorial Africana, a batalha espiritual deve ser muito intensa. As investidas malignas contra qualquer trabalho missionário devem ser esperadas.
Barreira Missiológica – Falta de estratégias
Não temos muitos antecedentes de trabalho missionário com nômades caçadores-coletores. Estratégias aplicadas em grupos tribais animistas, porém sedentários, podem ser ineficientes em grupos nômades. É preciso desenvolver estratégias novas ou fazer adaptações, podemos pensar em algumas áreas que necessitam de forma mais específica de atuação missionária entre os Pigmeus.
Sugestões para um trabalho eficaz entre os pigmeus
Plantio de Igrejas – Necessidade principal
Apesar das várias iniciativas e trabalhos em andamentos, ainda não temos notícias de uma igreja entre os Pigmeus, forte o suficiente para evangelizar o restante do povo. Assim, parece ser esta a principal necessidade. Levando em consideração o grau de dificuldade de acesso aos povos Pigmeus, podemos concluir que os mais indicados esse processo de evangelização, são os próprios Pigmeus. Mas para isto, pelo uma igreja forte precisaria surgir entre eles.
Análise Lingüística – Alfabetização e tradução
As maiorias das línguas Pigméias permanecem ágrafas e não analisadas. Não há basicamente iniciativas governamentais nesta direção. Um trabalho missionário com ênfase lingüística, visando tanto a alfabetização como a tradução bíblica, seria estratégico e de grande relevância para estes povos.
Desenvolvimento comunitário – Exercendo o cultivo
A cada dia cresce o número de grupos Pigmeus se tornando cultivistas. A maioria em função do avanço da sociedade externa, que vai destruindo as florestas e afugentando a caça. O problema é que, sem técnicas de cultivo, os grupos que se tornam sedentários acabam vivendo à margem das sociedades agricultoras, como os Bantu. Está aqui, então, uma grande possibilidade de servir a estes povos com ajudas humanitárias, através de técnicas simples de cultivo, aproveitando para apresentar-lhes também o evangelho.
Assistência a Saúde – Construindo postos de saúde, ensinando higiene pessoal
O elevado índice de mortes ente eles, na maioria dos casos, é conseqüência do contato sem critérios. As técnicas de tratamento e de cura vão desaparecendo, porém, sem um trabalho sério na área de saúde fica realmente difícil preservar a raça. Um trabalho nessa área não é tão difícil e possui grande eficacia.

DESAFIO MISSIONÁRIO
Não podemos desanimar frente às barreiras. A ordem de Jesus continua sendo “todas as nações”. Além de cumprir a ordem do Senhor, alcançar os Pigmeus com o evangelho, seria um avanço estratégico na evangelização de vários outros povos da África Central.
Apesar de termos aqui esforços missionários genuínos e louváveis, tudo isto ainda é muito pouco, considerando a grande diversidade etnocultural dos Pigmeus. Alcançar um grupo Pigmeu, não equivale alcançar toda a tribo e muito menos a família étnica. Considerando a diversidade etnolingüística, o desafio se torna maior ainda.
De acordo com Woodford (1995), a maioria dos Pigmeus listados como cristãos, são na verdade, nominais. Alguns por não haverem compreendido bem o evangelho, outros por falta de missionários ou cristãos maduros para discipulá-los.
Como muitos outros grupos tribais, os Pigmeus têm sido referidos como um povo alegre e que vive em harmonia com a natureza. Suas constantes danças e cantorias são interpretadas como sinais de felicidade. Entretanto, o que temos aqui é um povo opresso, vivendo debaixo de um complexo sistema de escravidão espiritual, devendo obediência incondicional ao mundo dos espíritos. As danças e cantorias nem sempre são sinais de felicidade, mas sim, de uma busca desolada por redenção