VOCÊ SABIA?




Essa lista reune as 10 religiões com mais adeptos do mundo.


1º. Cristianismo – 2.106.962.000 de adeptos

2º. Islamismo – 1.283.424.000

3º. Hinduísmo – 851.291.000

4º. Religiões chinesas – 402.065.000

5º. Budismo – 375.440.000

6º. Skihismo – 24.989.000

7º. Judaísmo – 14.990.000

8º. Espiritismo – 12.882.000

9º. Fé Bahá’í – 7.496.000

10º. Confucionismo – 6.447.000 

Ore para que Deus envie mais missionários para os povos que não conhecem o evangelho. Desafie a liderança de sua igreja a sustentar ou axiliar no sustento de um missionário. A igreja não pode gastar apenas com ela mesma os dizímos dos crentes e não se envolver com a obra missionária. Um igreja sem missão é campo missionário no futuro

Crepúsculo transforma adolescentes em “vampiros”, diz estudo


Se você é leitor assíduo da saga “Crepúsculo”, cuidado para acabar não se envolvendo demais com a trama e achar que virou um vampiro.
Segundo um estudo intitulado “Tornando-se um vampiro sem ser mordido”, algumas narrativas podem levar os pessoas a se tornarem parte do coletivo que está sendo descrito nos livros que estão lendo. A pesquisa foi publicada na revista especializada “Psychological Science”.
Para provar a tese, pesquisadoras da State University of New York, em Buffalo, dividiram 140 estudantes de 19 anos para lerem passagens de livros do bruxinho “Harry Potter” e da saga “Crepúsculo”.
Após a leitura, eles tiveram de responder com quais palavras se identificavam de uma lista com coisas associadas à magia, como “poção”, e às histórias de vampiros, como “sangue”.
Eles também tiveram de avaliar questões como “O quão afiados são seus dentes?” ou “Você acha que conseguiria mover um objeto apenas com o poder da mente?”, entre outros aspectos.
Os resultados apontam que os leitores de livros de Harry Potter tendem a se ver como bruxos, enquanto os que leram “Crepúsculo” associam eles mesmos a vampiros.
Para as pesquisadoras, esse tipo de assimilação da história ocorre por causa da necessidade que as pessoas têm de se sentir parte de um grupo, no caso o dos bruxinhos ou o dos vampiros.
Portanto, da próxima vez que for escolher um livro, preste atenção para não acabar se transformando em bruxo, vampiro ou coisa pior.

Igreja Presbiteriana norte-americana permite ministros homossexuais.


A Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos realizou nesta terça-feira uma votação que pôs fim a um debate de três décadas lançado por um grupo regional em Minnesota (norte), aprovando que gays e lésbicas sejam ordenados ministros ou líderes laicos.
Porém a medida deixa claro que as organizações regionais deverão decidir a questão por si mesmas. “Este é um momento importante na comunhão cristã”, disse Michael Adee, um idoso presbiteriano que dirige uma organização que lutou pela ordenação dos homossexuais, citado pelo jornal Los Angeles Times.
A votação reflete a mudança de atitude nos últimos anos, à medida que mais americanos apoiam a integração de homossexuais em instituições que a proibiram por muitos anos, como os militares.
Linda Fleming, uma idosa diácona na Igreja Presbiteriana de Know em Ladera Heights, Califórnia (oeste), disse estar entre os que mudaram de opinião.
“Finalmente decidi aos 63 anos que é inevitável”, afirmou, segundo o Los Angeles Times. “Acredito que é como deixar que as pessoas negras venham às Igrejas de brancos, ou deixar que as mulheres sejam ministros”.
Com esta decisão, a Igreja Presbiteriana soma-se à Igreja Episcopal e às Igrejas Evangélicas Luteranas, assim como à Igreja Unida de Cristo, que permitem aos homossexuais servir abertamente como ministros e líderes laicos.

ALBUM DE FOTO


















ARREBATAMENTO EU CREIO

Eu creio no Arrebatamento pré-tribulação, alguns creem no meio, e os pós eu descarto completamente, não existe base bíblica para pós. E o midi também eu deleto, porque o Anticristo só vai poder se manifestar com a saída do Espírito Santo da terra, o que vai acontecer na hora do Arrebatamento, tanto que está escrito que ele só não se manifestou ainda porque há um que o detém, ou seja, o Espírito Santo.




A Era da Graça se encerra sim com o Arrebatamento, depois, os que ficarem na tribulação poderão se salvar, mas vão dar o próprio sangue, vão ser torturados, caçados, mortos, degolados, etc... Porém muitos conseguirão se esconder em cavernas, etc... e entrarão vivos no Milênio.



Na Tribulação o que é proibido é aceitar a marca da besta, para esses ao inferno já estão condenados, os que aceitarem a marca.



Após o Arrebatamento começam os 3,5 anos de falsa paz, onde o anticristo vai firmar um acordo de paz por 7 anos com Israel. Vai ser reconstruído o templo judeu. Porém na metade destes 7 anos o anticristo vai romper o pacto, vai dizer que é Deus, vai colocar a sua marca e vai exigir ser adorado. Aí sim começa a perseguição dele contra os cristãos que vão se converter na tribulação e contra os judeus que vão enxergar que ele não é o verdadeiro Messias. Mas também começa a ser derramada a ira de Deus sobre a terra, é a parte que diz que nunca houve e jamais haverá tal tribulação.



Porém, logo que aconteça o Arrebatamento, o sobrenatural passará a fazer parte deste mundo, porque Deus vai selar 144.000 judeus, que nunca se contaminaram com "mulheres", que não significa que são virgens, mas sim que nunca adoraram outros deuses, que sempre foram firmes na crença judaica. O mundo também terá as 2 Testemunhas que ficarão em Israel, pregando o Evangelho e alertando a todos. E também terá os 3 Anjos de Apocalipse que ficarão passando, acho que voando e gritando para que não adorem a besta nem a sua imagem, etc..., cada um deles falará uma coisa diferente. Então, após o Arrebatamento o Evangelho vai ser anunciado pelos 144 mil selados por Deus, todos judeus, pelas 2 Testemunhas, pelos Anjos e por todos aqueles crentes nominais, que hoje se dizem crentes, porém não serão arrebatados. Só Deus sabe quem vai ser arrebatado, porque somos todos errantes e pecadores, só pela misericórdia de Deus mesmo é que há salvação. Mas não é um número enorme de pessoas para o Arrebatamento, porém os que vão se salvar na Tribulação sim, estes é um número incontável, que são aqueles que fala em Apocalipse 7, leia o capítulo todo.



Irmã, não existirá nesta terra, após o Arrebatamento, uma pessoa sequer que não tenha "perdido" alguém, nem que seja apenas um vizinho, porém todos saberão sobre o sumiço dos arrebatados, que provavelmente os da Nova Ordem Mundial vão mentir que foram abduzidos, ou coisa assim, por isso é que falam tanto em OVNIs e ETs.



Haverá salvação de um número incontável de pessoas na Tribulação, porém não se pode ficar confiante nisto, dizer que ah, se eu perder o Arrebatamento eu me salvo na Tribulação, porque não sabemos o momento de nossa morte, podemos morrer agora mesmo e então perderemos a chance de nos salvar na Tribulação, negando a marca do Anticristo, então temos que viver, batalhar, resolver os problemas do dia a dia, porém viver como se Jesus fosse voltar hoje mesmo, porque não sabemos o momento exato, mas estamos vivendo sem dúvida as Dores de Parto, que vão se intensificar na Tribulação. Os sinais estão todos aí, só não vê quem não quer, JESUS ESTÁ VOLTANDO e eu creio que estamos em contagem regressiva para o Arrebatamento da Igreja e então o início da Nova Ordem Mundial, que durará apenas 3,5 anos de falsa paz, porque nos últimos 3,5 anos eles não serão nada mais que seres imundos destinados ao inferno literalmente, vão perseguir os cristãos que vão se converter na Tribulação, vão sim, porém sofrerão horrores com a Ira de Deus.



Irmã amada, creio que faltam apenas meses para o Arrebatamento, mas se faltarem anos, sem problemas, eu continuarei aqui, se assim for da permissão de Deus, continuarei alertando e fazendo o mínimo que posso, porque somos servos inúteis na presença de um Deus tão Grandioso.



O tão falado Dia e Hora que ninguém saberia, que Jesus citou em Mateus 24, não é para o Arrebatamento, mas sim para a volta Dele no final dos 7 anos da Tribulação. Note, Ele nos mandou prestar atenção aos sinais, foi dito a Daniel que era para ele selar aquelas palavras, que elas seriam entendidas no final dos tempos, e o tempo é agora, só entende quem busca a Deus, quem tem amor pelas coisas do Céu. Creio que podemos sim prestar atenção aos sinais, só cego que não enxerga que o mundo não está em seu curso normal, que as coisas estão prestes a se romper para sempre. Só cego que não percebe que não existe volta, o homem não consegue mais pegar o rumo deste mundo, a ganância, a hipocrisia, a corrupção, a maldade, as catástrofes, etc..., tudo de mal tomou conta do mundo, fora as coisas estranhas que ao meu ver se explicam com o Projeto HAARP, com a FEMA, com a Área 51, etc...



Sim, irmã, eu creio que estamos em contagem regressiva, odeio este mundo da maneira como está, não foi este mundo que Deus almejou para o homem, nem foi este homem que Deus queria que habitasse na terra maravilhosa que Ele criou. Porém sabemos, pelas Escrituras, que Deus fará novos céus e nova terra, onde vai habitar a justiça para sempre, mas muitos passarão a eternidade no inferno por livre arbítrio.



Eu vejo assim: os Arrebatados irão para o Céu, literalmente, participar das Bodas do Cordeiro, enquanto aqui nesta terra acontecerá os 7 anos de Tribulação. Os crentes mornos, nominais, e outras centenas de milhares de pessoas, se converterão apenas na Tribulação, obterão a salvação, porém não vão participar das Bodas do Cordeiro. Serão servos do Deus Altíssimo. Já os Arrebatados serão Reis e Sacerdotes. No final dos 7 anos, em que ninguém sabe somente o Dia e a Hora exatos, Jesus voltará com os Santos que foram Arrebatados, voltará quando o mundo todo vai estar em trevas, será quando todo olho O verá. E então Ele vai lutar na Guerra do Armagedon e vai derrotar o Anticristo e o Falso Profeta, e vai prender Satanás por 1000 anos.



Então terá início o Milênio, onde Jesus vai reinar, o mundo vai ter acho que 30 dias para que as aves comam os corpos dos que usaram e abusaram do povo. Os mortos serão enterrados, etc..., não sei exatamente como tudo se sucederá. Sei irmã, que este mundo vai regredir, ou seja, acabou tecnologia, acabou toda está nojeira, essa aflição em que vivemos hoje, onde as pessoas não se contentam com nada, compram um celular hoje, amanhã sai outro modelo e já querem trocar. Compram um carro hoje, amanhã sai outro e já querem trocar. Compram roupas e parece que nunca se contentam com nada. Tomam remédios para depressão, etc... e vivem numa ilusão total. Dívidas é o que mais fazem. Creio que estamos prestes a ver uma bolha imobiliária estourar aqui no Brasil, porque virou um caos de tantas construções novas e sabemos que dinheiro não existe. Enfim, toda esta maldição será passado.



Voltaremos ao tempo das cavernas, e é o que mais desejo, não sei se será exatamente assim, rsrsrsrs, porém sonho com um mundo com viviam Adão e Eva, Abraão, Noé, claro que sem guerras, porque esses já guerreavam também. Creio que não existirá mais essa maldita tecnologia, os homens viverão tanto quanto as árvores.



Veja, no início Deus criou Adão e Eva no Paraíso, na Eternidade, sem contagem de tempo, depois do pecado começou a contagem do tempo, quando os homens viviam até quase 1000 anos; depois Deus reduziu a idade do homem para no máximo 120 anos e é o que vivemos até hoje. Estamos prestes a entrar no Sétimo Milênio, onde Jesus vai reinar, onde teremos uma Nova Ordem Mundial, porém comandada pelo próprio Senhor Jesus, Ele será o governante mundial. Por isto Satanás vai tentar imitar e colocar o Anticristo como governante mundial que será derrotado por Jesus. Então entraremos no Milênio, onde os homens voltarão a viver quase 1000 anos. Aí, no final dos 1000 anos haverá o Julgamento do Trono Branco, para todos os mortos, e então voltaremos para a Eternidade, onde Deus fará novos Céus e nova Terra. QUE MARAVILHA

ATENTADO MISSIONARIO










Todos os dias, vemos no jornal que um novo atentado terrorista ocorre no Iraque e em outras partes do mundo. Além dos prédios derrubados e carros queimados, milhares de pessoas morrem ou desaparecem. O atentado é um ato criminoso. Todos nós condenamos os atentados terroristas e temos até medo deles.








No entanto, gostaria de refletir sobre um outro tipo de atentado. Em primeiro lugar, ele não é um ato criminoso, mas talvez seja até um pouco pior. Depois, ele não é cometido por terroristas com uma falsa esperança, mas é cometido por cristãos que têm esperança de uma vida eterna. Esse atentado não usa explosivos ou aviões seqüestrados, mas poderosas armas invisíveis como desprezo, desinteresse e insensibilidade.







Trata-se do “atentado missionário” que muitos crentes cometem semanalmente. Um terrorista, quando descobre a falsa esperança que lhe é vendida, morre por ela. O cristão, depois que descobre a esperança de vida eterna, morre com ela, sem repartir com os outros. O terrorista faz qualquer coisa para arranjar dinamite e bombas, amarra-as ao corpo e explode tudo que for possível. O cristão pega a Bíblia “dinamitada” que tem à sua mão e guarda-a bem guardada, com medo que ela faça estragos em sua vida e na vida das pessoas que estão ao seu redor.







O terrorista tem alvos específicos. Ele quer explodir prédios e matar pessoas. O crente, muitas vezes, não tem alvo. O máximo que ele faz é construir alguns prédios que são chamados de “igrejas” para se esconder dentro deles. Talvez a única coisa em que o terrorista e o cristão são iguais é que ambos podem matar pessoas. O terrorista quer matar pessoas para defender sua causa. O cristão pode matar algumas pessoas por não propagar a sua causa.







Milhares de pessoas já morreram em atentados terroristas no mundo todo. No entanto, milhares de pessoas morrem diariamente pelo mundo, por causa dos “atentados missionários” cometidos por milhares de cristãos. Um cristão comete um “atentado missionário” quando deixa de fazer aquilo que Deus está pedindo que ele faça pela obra missionária. Um cristão comete um “atentado missionário” quando deixa de orar, contribuir, ir, pregar ou ensinar todas as coisas que Jesus mandou.







Muitos também cometem “atentados missionários” quando desprezam a obra missionária, são insensíveis à necessidade de testemunhar de Jesus ou simplesmente não se interessam pela salvação de mais pessoas. O resultado são milhares de pessoas morrendo todos os dias, sem esperança e sem Jesus, e que habitarão o inferno eternamente. Isto, sim, é um verdadeiro atentado, sem chance de reação por parte dos atingidos.







Para saber se você tem participado dos atentados missionários ao redor do mundo, responda às perguntas a seguir: “Oro por missões constantemente?”, “Ajudo a sustentar missionários?”, “Obedeço ao ‘Ide’ de Jesus em minha vida?” Se você respondeu “sim” às perguntas, alegre-se, pois você está contribuindo para levar salvação a muita gente. No entanto, se você respondeu “não”, leia o artigo outra vez e pense um pouco no assunto.







Este Mundo Jaz no Maligno (Maçonaria).


A igreja Maçônica é uma sociedade secreta de fins filantrópicos e humanitários, com uma filosofia religiosa semelhante ao deísmo inglês do começo do século 18.
   Atualmente, ela já se dividiu de tal forma que não existe um padrão maçom que possa ser aplicado a todas suas divisões.
   A definição de Maçonaria depende exclusivamente do país no qual é praticada, no entanto, trata-se de uma religião prática e contrária à vontade revelada por Deus ao longo dos séculos.
   Rituais, consagrações, iniciação, simbolismo e propósito: todos esses elementos do culto maçônico não combinam em nenhum aspecto com o que reconhecemos na Bíblia por adoração e culto racional ao Senhor (Romanos 12:1-3).
   Analisando esta seita à luz das Sagradas Escrituras, chega-se à conclusão que é anticristã, deísta e racionalista, se enquadrando perfeitamente no rol das seitas e religiões falsas.

   Os maçônicos acreditam em Deus e na imortalidade da alma, chamam a Deus de "O Grande Arquiteto do Universo" (GADU) e o culto a Ele consiste principalmente nas boas obras, através das quais se aguarda a salvação.
   Entretanto, a Bíblia é bem clara ao revelar que prática ocultista como, por exemplo, cerimônias envolvendo mortos, o esoterismo e a crença em reencarnação, são abomináveis a Deus: no Antigo Testamento, Deus repreendeu severamente os judeus pelo envolvimento nessas práticas.
   A Maçonaria, segundo o Dicionário da Maçonaria de Joaquim Gervásio de Figueiredo, foi fundada em 24 de Junho de 1717, em Londres: sua origem está ligada à lendas de Isis e Osíris, Egito; ao culto de a Mitra, vindo até a Ordem dos Templários e a Fraternidade Rosa Cruz.
   Em 1717, foi fundada a Grande Loja de Londres pela reverendo anglicano James Anderson que, em 1723, publicou as Constituições da Maçonaria. Até hoje estes documentos são aceitos como base de todas as lojas maçônicas.
   A INFLUÊNCIA DOS CULTOS MAÇÔNICOS
   Os maçons desempenharam um papel importante na Revolução francesa (Queda da Bastilha).
   Em 2007, operavam no Estados Unidos aproximadamente 15.300 lojas (loja é o nome dado ao local reservado aos rituais maçônicos) e, em todo o mundo, mais de 33.700. Quatorze presidentes americanos foram maçons, destacando-se George Washington, Harry Truman e Gerald Ford, entre outros.
   Atualmente são cerca de seis milhões de maçons em todo o mundo, em mais de 164 países, sendo 150 mil no Brasil.
   No Brasil marcaram presença na Inconfidência Mineira: na casa Silva Alvarenga, o conhecido Tiradentes foi iniciado na maçonaria. A bandeira da Inconfidência tinha o dístico "libertas quae sera tamem" e o triângulo maçônico. Gonçalves Ledo e José Bonifácio com outros maçons tramaram a Inconfidência do Brasil.
   Marechal Deodoro da Fonseca ocupava o cargo de Grão–Mestre da Maçonaria no Brasil quando proclamou a República.
   A MAÇONARIA É UMA RELIGIÃO?
   Mesmo com a oposição da igreja, maçons têm adeptos de todas as religiões, pois aceitam pessoas de diversos credos.
   A princípio os maçons negam que a maçonaria seja uma religião, mas a Enciclopédia Revisada da franco-maçonaria de Albert G. Mackey diz: "a Maçonaria pode ser corretamente chamada de instituição religiosa…".
   A tendência de toda verdadeira maçonaria é à religião.
   Quando são feitas as reuniões maçônicas, a loja onde se reúnem passa a ser chamada oficina. Isso para manter o simbolismo do ideal maçom, que é a construção de uma sociedade onde haja fraternidade, igualdade e liberdade: como maçons (pedreiros, lavradores de pedras) acreditam que serão os arquitetos e construtores desse grande projeto.
   Nas oficinas, as reuniões são marcadas por orações na abertura e no encerramento.
   Na maçonaria, o tratamento entre os seus adeptos é o de "irmão".
   Além disso, os maçons honram a Bíblia como Palavra de Deus, recomendando aos "irmãos" que estudem regularmente.
   A maçonaria ensina que a luz da Bíblia, a luz do esquadro e a luz do compasso são 3 grandes luzes. Para os Maçônicos o compasso simboliza o espírito e o esquadro a matéria.
   Eles creem na Bíblia apenas como símbolo da vontade de ensinamento divino. Isto contraria a própria Bíblia (2 Timóteo 3:16-17; 2 Pedro 1:20-21).
   De acordo com o ex-mestre maçom (hoje pastor evangélico) Antônio Jean, a formação dos maçons é baseada em:
   "Este edificará uma casa ao meu nome, e confirmarei o trono do seu reino para sempre." (2 Samuel 7:13)
   Por sua vez, a maçonaria também contradiz a palavra de Deus quando relata sobre os deuses de outras religiões e orienta seus adeptos a não interferir nas crenças diversas, mudando, logo depois, o Deus de cada religião numa forma única: GADU.
   É certo que a Bíblia diz que não há outro Deus, se não o Senhor:
   "Lembrai-vos das coisas passadas desde a antiguidade; que eu sou Deus, e não há outro Deus, não há outro semelhante a mim." (Isaías 46:9)
   O nome de Jesus é superior a todo e qualquer nome (Filipenses 2:5-11) e a salvação está nesse nome (Romanos 10:9).
   Os maçônicos acreditam em Deus e na imortalidade da alma.
   Chamam o Senhor Deus de "O Grande Arquiteto do Universo" e o culto a Ele consiste, principalmente, nas boas obras, através das quais se aguarda a Salvação.
   SEGREDOS MAÇÔNICOS
   Existe muita lenda e superstição em torno da Maçonaria e os maçons não se preocupam em desmentí-los, pois lhes agrada imensamente serem vistos como pessoas misteriosas.
   Os segredos maçônicos constam de símbolos, alegorias, ritos, cerimônias, sinais de identificação, dogmas religiosos que já foram, ocasionalmente, revelados.
   A seita é organizadas em "ritos", sendo estes divididos em "graus": o rito escocês tem 33 graus, equivalentes aos 10 graus do rito de York. Cada grau procura ensinar uma moral. Os graus 1 e 3 são os mesmo acima mencionados.
   O pastor Antônio Jean declara (em um manuscrito ainda não publicado) que o Ritual de Iniciação é feito, em grande parte, com os olhos vendados.
   O ritual de sua iniciação começou com a entrada em um quarto úmido (uma espécie de porão) e foi conduzido pelo "irmão mestre de cerimônias", auxiliado pelo "irmão experto" (essas são funções da maçonaria).
   Ao tirar as vendas de seus olhos pôde ler na Câmara de Reflexão:
   "Se a curiosidade te traz aqui, volta; se temeres ser descoberto sobre teus desejos, sentir-te-ás mal entre nós; se fores capaz de dissimular, tremei ! Porque penetrar-te-emos e leremos o fundo de teu coração. Se tens apego às distinções humanas, sai, porque não se conhece isso aqui. Se tua alma sentir medo, não vá mais longe; se perseverares serás purificado pelos elementos, sairás do abismo das trevas e verás luz."
   Isso tudo é completamente contrário ao que diz a Bíblia acerca do Senhor Jesus, que já nos tirou das trevas (Colossenses 1:13).
   Segundo o relato, nesta Câmara de Reflexão pode-se encontrar esqueletos e cabeças de bodes entre outras peças que visam amedrontar o iniciado.
   De acordo com Jean, esta parte da cerimônia é a primeira prova. A segunda é a "do ar", onde há uma sonoplastia de tempestade. A terceira, "da água", em que lavam as mãos do iniciado e a quarta e última, "do fogo", onde colocam uma vela acesa embaixo da mão.
   Numa das etapas da iniciação mostram um corpo dentro de um caixão e vários maçons encapuzados com espadas apontadas para o corpo. O iniciado ouve que o corpo é de um maçom que havia traído a maçonaria e que o mesmo aconteceria caso o iniciado repetisse o fato.
   Na conclusão da iniciação para "aprendiz maçom", o iniciado ouve a seguinte frase:
   "agora também devo prevenir-vos de que não zombamos das crenças religiosas. Julgamos, sim, que a nossa maior homenagem ao Grande Arquiteto do Universo, que é Deus, como instituição eclética que somos, é admitir na nossa ordem, para conviver fraternalmente, todos os homens livres e de bons costumes, qualquer que seja a sua religião."
   No "ritual de exaltação" ao grau de "mestre", o terceiro e último grau na maçonaria simbólica, o "companheiro maçom" (segundo grau na maçonaria simbólica) entra num caixão com os pés voltados para o oriente, onde fica o trono do chefe da loja, os calcanhares em forma de esquadro e a mão direita estendida ao longo do corpo, que deve ser coberto com um pano preto, dos pés à cintura, junto com o avental usado do grau anterior.
   O juramento para o grau de mestre é o seguinte :
   "Eu, (fala-se o próprio nome), juro de minha livre vontade e em presença do grande Arquiteto do Universo e desta augusta e respeitável loja consagrada a São João, nunca revelar os segredos do grau de mestre. Se eu for perjuro, seja meu corpo dividido ao meio, sendo uma parte lançada ao meio-dia e a outra ao centurião, e as minhas entranhas arrancadas e reduzidas ao vento. Amém."
   ESTRUTURA MAÇÔNICA
   Juramentos: Para cada grau da Maçonaria há um juramento específico.
   Ritual de Iniciação: Para o 1º grau, aprendiz, lhe é posta uma venda nos olhos e vestes especiais. É conduzido da porta do templo onde afirma ser um profano que está vindo para a luz da Maçonaria.
   Símbolos: instrumentos de pedreiro e arquiteto são muito usados, bem como aqueles usados pelos sacerdotes no Antigo Testamento.
   Esquadro – significa a retidão, limitada por duas linhas: uma horizontal (que representa a trajetória a percorrer na Terra, ou seja, o determinismo, o destino) e outra vertical (o caminho para cima, dirigindo-se ao cosmo, ao universo, ao infinito, a Deus).
   Compasso - traça círculos e, abrindo e fechando, delimita espaço. Representa o senso da medida das coisas. Significa a justiça.
   Nível - representa a igualdade: todos os homens devem ser nivelados no mesmo plano.
   Prumo - indica que o maçom deve ser reto no julgamento, sem se deixar dominar pelo interesse, nem pela afeição.
   Pentagrama - representação de um homem de pé, com as pernas e os braços esticados: indica o ser humano e a sua necessidade de ascensão.
   Colunas – são três as colunas no templo maçônico, uma significa o masculino, a força; a outra, o feminino, a beleza; e a terceira, a sabedoria.
   G - a letra G representa o grande geômetra, que é Deus.
   Avental - usado por todos os maçons durante as sessões, o avental representa a pureza, a inocência.
   Espada - é o símbolo da igualdade, da justiça e da honra. Corresponde à consciência e à presença divina na construção do templo.
   Sol - é a fonte da vida, a positividade da existência do homem.
   Delta luminoso - Representa a presença de Deus, demonstrando a sua onisciência. É um triângulo com um olho no centro. O Delta, triângulo que tem no centro um olho que representa todos os atributos da divindade, fica acima do trono do Venerável Mestre, entre o sol e a lua, que representam as forças do sumo Criador.
   Culto: O Código maçônico diz que o verdadeiro culto a Deus consiste nas boas obras.
   As Orações: Fazem orações, entretanto não em nome de Jesus Cristo como ensina à Bíblia, nem tampouco fazem citações a Ele ou menção do Seu nome.
   Cerimônias Fúnebres: nos funerais há uma cerimônia na loja, sem a presença do falecido; outra em uma igreja ou residência, e outra no cemitério.
   Em todas elas a salvação pelas obras é enfatizada e diz-se estar o falecido passando da Loja Terrestre para a Loja Celeste, o que logicamente implica o fato de crer a Maçonaria que seu adepto está salvo.
   POR QUE NÃO PODE UM VERDADEIRO CRISTÃO SER MAÇOM?
   Contrária a Bíblia, a Maçonaria ensina que as obras podem levar o indivíduo a atingir um padrão tão elevado de moral, pureza e justiça que ao morrer, ingressa na Loja Celestial. Isso se contradiz com os ensinamentos de Deus, onde se ensina a salvação pela graça, por meio da fé (Efésios 2:5-8).
   Exige-se, também, o juramento da guarda de segredos que não se conhecem previamente: tal procedimento pode levar o adepto a desmerecer a soberania moral do Senhor em ocasiões que a Maçonaria venha a exigir.
   O secretismo maçom faz do adepto um elemento fechado e sem condições de esclarecer determinadas situações, mas as sociedades secretas se caracterizam pela origem pagã e são contrárias à Palavra de Cristo e ao caráter do cristianismo.
   Além disso, a Maçonaria prega a fraternidade, ou seja, a comunhão entre todas as pessoas. Como admitir isto se Cristo disse que não pode haver comunhão entre a luz e as trevas (2 Coríntios 6:14)?
   O deus da Igreja Maçônica, o Grande Arquiteto do Universo, é um Deus diferente do da Bíblia e guarda costumes que são contrários à Palavra do Criador:
   A Maçonaria não crê na Trindade (1 João 2:23) e admite que qualquer pessoa pode ser levada à Loja Celestial, além de aceitar qualquer nome para Deus: Alá, Brahma, Buda,Confúcio, Zumbi ou qualquer outro… todos são identificados como "Jeová".
   A respeito do Senhor Jesus Cristo, a Maçonaria simbólica diz que em seus arquivos, conservados religiosamente pelos monges do Tibete no Himalaia, consta que no período de 12 aos 30 anos, Jesus permaneceu um bom tempo com os monges do Tibete, sendo ali conhecido com o nome de "profeta Issa".
   Embora a Bíblia não descreva a vida de Jesus durante esse período, a Bíblia registra que o ministério de Jesus Cristo se desenrolou apenas após seus trinta anos.
   A Igreja Maçônica é uma sociedade profana onde existem símbolos, ritos, dogmas e mistérios oriundos do judaísmo e do paganismo egípcio e babilônico.
   Cerimônias e objetos bíblicos são usados com finalidades diferentes, ao bel-prazer maçônico em um flagrante desrespeito às Escrituras Sagradas.
   Ora, amigo:
   "Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus." (Mateus 22:29b)
   Por que não darmos ouvidos às palavras do "nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus" (Tito 2:13)?
   "Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam." (João 5:39)

TOMANDO A DECISÃO CERTAS (I)

EZEQUIAS TINHA 25 ANOS DE IDADE QUANDO COMEÇOU A REINAR, E REINOU 29 ANOS EM JERUSALÉM . ELE FEZ O QUE O SENHOR APROVA , TAL COMO DAVI SEU PREDECESSOR. NO PRIMEIRO ANO DE SEU REINADO, ELE REABRIU AS PORTAS DO TEMPLO DO SENHOR E AS CONCERTOU . DISSE ELE AOS LEVITAS E AOS SACERDOTES: ESCUTEM-ME LEVITAS! CONSAGREM AGORA E CONSAGREM O TEMPLO DO SENHOR, O DEUS DOS SEUS ANTEPASSADOS. RETIREM TUDO O QUE E IMPURO DO SANTUÁRIO. 2 Cronicas 29:1-5



EZEQUIAS TINHA TUDO PARA SER  UM JOVEM REVOLTADO, OU UMA PESSOA AMARGA, POIS, ELE TINHA VINDO DE UMA FAMÍLIA DESTRUÍDA.
 O PAI, ERA REI, E COMO TAL ELE ABUSOU DE TODA  SUA AUTORIDADE E FEZ COM QUE SUA FAMÍLIA SOFRESSE, QUEIMANDO SEUS FILHOS NO FOGO E  COMO ISSO NÃO BASTOU ELE FECHOU A CASA DO SENHOR E FEZ COM QUE A ADORAÇÃO FOSSE SUSPENSA E A LAMBADA SE APAGASSE. 
IMAGINA COMO FICOU A MENTE  DESSE JOVEM QUANDO COM SEUS 10 A 15 ANOS VIL SEU PAI QUEIMAR SEUS IRMÃO NO FOGO E ELE AINDA OUVIA SEU PAI DIZER O PRÓXIMO REI E VOCÊ.QUANDO ELE TEVE A CHANCE DE SENTAR NO TRONO IMAGINA A MENTE DELE. ELE TINHA TUDO PARA SER COMO O PAI , AS PESSOAS DIZIAM QUE ELE SERIA IGUAL O PAI E A TENDENCIA ERA FAZER AS PESSOAS SOFREREM E A SUA FAMÍLIA TAMBEM IRIA SER DESTRUÍDA, COITADA DAS SUA ESPOSA. MAS ENTÃO EZEQUIAS DA UMA OLHADA NO PASSADO E ANALISA QUE NA ÉPOCA DE SEUS ANCESTRAIS AS COISAS ERAM DIFERENTE, QUE AS PESSOAS ESTAVAM  ALEGRES E QUE QUANDO A CASA DE DEUS ESTAVA ABERTA ELES VENCIAM AS GUERRAS TINHA PAZ ENTRE SEUS INIMIGOS. FOI AI QUE O REI TOMOU UMA DECISÃO QUE MUDOU A HISTORIA DE SUA NAÇÃO. CONVOCOU UMA REUNIÃO E QUANDO TODOS PENSAVAM QUE ELE IRIA FAZER TUDO QUANDO O SEU PAI FEZ E SEGUIR SEU CAMINHO, ELES  TIVERAM UMA SURPRESA : POIS O REI TOMOU A DECISÃO CERTA.

ESTA HISTORIA PODE ESTAR ACONTECENDO COM VOCÊ TAMBÉM NOS DIAS DE HOJE
POIS AS PESSOAS  TE OLHAM E NÃO TE DÃO NADA , NÃO ACREDITAM QUE VOCÊ PODE MUDAR FICAM TE JULGANDO PELO PASSADO DE SEUS PAIS , PELO FRACASSO DE SUA FAMÍLIA MAS DEUS ENVIOU SEU FILHO JESUS PARA ABRIR AS PORTAS DO SEU TEMPLO E  A GLORIA VAI TE ENCHER E VOCÊ VAI MUDAR VIDAS DE PESSOAS E VAI TER UMA FAMÍLIA, UM PRESENTE E UM FUTURO ABENÇOADO .


PARA ISSO ACONTECER FACA  COMO EZEQUIAS: TOME A DECISÃO CERTA.


HISTÓRIA DO"O APELO"

O pastor encerra seu sermão: “O Espírito Santo convida você a vir. A congregação orando, esperando ansiosa, convida você a vir. Na primeira nota da primeira estrofe, desça as escadas, desça por estes corredores. Que os anjos possam acompanhá-lo. Que o Espírito Santo de Deus o encoraje. Que a presença de Jesus caminhe ao seu lado enquanto você vem, enquanto nós permanecemos em pé e cantamos ao Senhor”. E as pessoas realmente vêm. Semana após semana, em igrejas por todo o mundo, cenas como essa acontecem ao fim de milhares de sermões. A congregação fica em pé e canta; os pecadores caminham pelos corredores e oram por salvação.




Este método evangelístico bem comum, conhecido como sistema de apelo, não foi sempre assim. Evangelistas bem-sucedidos como George Whitefield, Jonathan Edwards e John Wesley nunca fizeram um chamado ao altar. De fato, eles nem sequer sabiam o que era isso. Eles convidavam seus ouvintes apaixonadamente para vir a Cristo pela fé e aconselhavam regularmente os pecadores ansiosos depois dos cultos. Mas não lhes pediam para dar uma resposta pública ou física após os sermões evangelísticos. Então, de onde vem esta prática?



Inicialmente, o apelo era usado como um meio eficiente de reunir pessoas espiritualmente interessadas em se juntarem para aconselhamento após um sermão. Em vez de procurar os penitentes um a um, o pregador os chama à frente, ou a outra sala, para conversar e orar. Alguns pastores usaram este recurso no fim da primeira década do século 18, mas apenas durante os encontros campais do segundo grande despertamento da América foi que eles realmente ganharam espaço.



Os encontros campais eram comuns em Estados de fronteiras, como Kentucky e Tennessee, por volta do começo do século 19. Estas reuniões que duravam alguns dias eram um meio de os ministros (a maioria metodista, batista, presbiteriana e discípulos) introduzirem o evangelho aos colonos rurais. As primeiras reuniões campais foram feitas com pregações apaixonadas e respostas extremas. Centenas de ouvintes gritavam, gemiam, desmaiavam, contorciam-se e choravam desesperadamente. Os pregadores geralmente viam estas respostas como evidência da obra do Espírito Santo.



Por volta de 1805, estes movimentos corporais espontâneos eram menos comuns. Os ministros faziam um “apelo” como um meio visível de medir a resposta das pessoas às suas mensagens. Os “altares” eram áreas cercadas perto do lugar principal de pregação no campo onde os pregadores desafiavam os pecadores a buscar a salvação. O pregador metodista Peter Cartwright descreveu um encontro campal em 1806: “O altar estava cheio de gente transbordando em lamentos”. Outro pregador metodista contou detalhadamente o momento em que “o cercado estava tão cheio de gente que as pessoas não tinham a possibilidade de fazer qualquer movimento lateral, mas estavam literalmente cambaleando em massa”. Os metodistas experimentaram um crescimento exponencial durante os primeiros do século 19, em parte por causa de seus métodos evangelísticos, incluindo os encontros campais e os apelos públicos.



Muitas pessoas consideram Charles Grandison Finney (1792-1875) o “pai do apelo”. Ordenado ministro presbiteriano em 1823, Finney começou a fazer os convites públicos muito tempo depois de os metodistas já terem feito desse método parte regular de seus encontros campais. Finney, entretanto, fez mais que qualquer outro para estabelecer os apelos como uma prática aceitável e popular no evangelismo americano. Ele normalmente chamava os pecadores ansiosos até a frente da congregação para se sentarem no “banco dos ansiosos”. Ali, eles recebiam oração e geralmente ouviam um sermão individual. O apelo também foi uma das famosas “novas medidas” de Finney. Ele estava convencido de que os pastores poderiam produzir avivamento usando os métodos corretos e que, chamar pecadores arrependidos à frente “era necessário para tirar [os pecadores] do meio da massa de ímpios para levá-los a uma renúncia pública de seus caminhos pecaminosos”.



Enquanto muitos abraçaram as “novas medidas” de Finney, outros estavam desconfiados da teologia que sustentava a prática. Finney acreditava que a morte de Cristo tinha tornado a salvação possível para todos. A depravação humana era “uma atitude voluntária da mente”, e não algo que tinha nascido conosco. A conversão, portanto, dependia da vontade humana ser convencida a se arrepender e confiar em Cristo. De acordo com Finney, o apelo era uma ferramenta muito persuasiva para mudar a vontade humana. Ministros calvinistas, como Asahel Nettleton, rejeitaram a confiança que Finney tinha na capacidade humana e sua dependência no sistema de apelo. Eles acreditavam que o ser humano nasceu com uma natureza pecaminosa. Os pecadores eram incapazes de confiar em Cristo até que Deus mudasse seus corações. O historiador Iain Murray aponta que muitos oponentes ao apelo “alegavam que o chamado para uma ‘resposta’ pública confundia um ato externo com uma mudança espiritual interna”. Além disso, diz Murray, o apelo efetivamente “instituiu uma condição de salvação que nunca apontava para Cristo”. Os críticos argumentam que o evangelismo dessa forma resultou em uma falsa segurança, já que uma grande parcela daqueles que iam à frente para “receber a Cristo” logo apostatavam.



A despeito das críticas, o sistema de apelo continua com força. Tornou-se um artefato permanente no evangelismo americano. Só é preciso assistir a alguns poucos minutos de uma cruzada de Billy Graham na televisão para reconhecer que aquilo que um dia foi uma “nova medida” se tornou uma tendência dominante. A voz distinta de Graham chama em alto som: “Suba ali, desça aqui, eu quero que você venha. Se você estiver com parentes e amigos, eles vão esperar por você. Os ônibus vão esperar por você. Cristo percorreu todo o caminho da cruz porque Ele o amava. Certamente você pode dar alguns passos e dar sua vida a Ele”. Enquanto o local deixou de ser a remota Kentucky e se transferiu para os modernos estádios de futebol, e o meio de transporte evoluiu de carroças cobertas para ônibus fretados, o sistema de apelo resistiu. É caracterizado até hoje nas histórias de incontáveis cristãos que contam ter encontrado Cristo quando ficaram em pé, ergueram suas mãos, deram passos até a frente e chegaram ao altar, respondendo ao apelo.

Por que é preciso debater a liberação da maconha?


Não sejamos ingênuos: liberar a maconha aumentaria seu consumo e o número de dependentes. Com isso, cresceriam os casos de psicoses, doenças cardíacas, esquizofrenia e de todos os males associados a ela, considerada a mais leve das drogas ilegais. Haveria custos enormes para a saúde pública e um desafio gigantesco para as autoridades que vigiam o uso de substâncias reguladas. Por isso, proibir sempre pareceu a posição mais sensata.




Ainda assim, na semana passada, um grupo expressivo de políticos e intelectuais – entre eles os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso, do Brasil, César Gavíria, da Colômbia, e Ernesto Zedillo, do México – lançou um manifesto propondo à conferência sobre drogas das Nações Unidas que legalize, na reunião prevista para março em Viena, o consumo pessoal da maconha.



O principal argumento para isso, de acordo com a proposta, é o fracasso da atual política de combate às drogas, apoiada na repressão e na ação policial contra o tráfico. É papel da polícia reprimir as atividades ilegais e fazer cumprir a lei. Mas, apesar de ações policiais como a que desbaratou duas quadrilhas de traficantes na semana passada, o consumo de drogas ilegais, de acordo com os dados divulgados pela própria ONU, tem crescido no mundo todo, e seu preço tem caído – sintomas claros de que a repressão não tem surtido o efeito desejado.



O narcotráfico financia atividades criminosas e contribui para aumentar a violência urbana, sem que o Estado possa cobrar taxas, nem punir com eficácia uma atividade que só faz crescer. Diante disso, argumentam os defensores da liberação das drogas, os custos sociais seriam sensivelmente menores se as drogas fossem tratadas sobretudo como uma questão de saúde pública, não como um caso de polícia.



Esse é o tema da reportagem da página 82, escrita pela diretora da sucursal do Rio de Janeiro, Ruth de Aquino. O arrazoado dos defensores da legalização das drogas está obviamente sujeito a ataques. Para começar, é extremamente difícil garantir que a liberação de drogas num único país não o torne refúgio para os traficantes e criminosos combatidos nos demais – algo parecido ocorreu com as experiências na Holanda e na Suíça.



A liberação pura e simples, sem levar em conta os diferentes tipos de droga, também pode gerar problemas sociais imprevisíveis com o aumento do uso. Mas a experiência com substâncias legais, como o álcool e o tabaco, sugere que a proibição pode não ser a melhor estratégia para reduzir o consumo. Basta lembrar o fracasso da Lei Seca nos Estados Unidos na década de 20 e o sucesso das campanhas e políticas recentes de saúde pública para conter o cigarro. Pelo menos no caso de drogas mais leves e com menor potencial de gerar dependência, como a maconha, a legalização parece fazer sentido, desde que seja feita em todo o mundo e submetida a rigorosas normas regulatórias, com o apoio de um organismo multilateral, como a ONU.

O Senhor nos dá Super Vitória




Romanos 8:37 - Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou.



Após afirmar que, por amor a Cristo, enfrentamos todos os dias perigos mortais, Paulo acrescenta: "Em todas essas coisas, somos mais do que vencedores, por Aquele que nos amou" (Romanos 8:37).



À semelhança de Jesus, o Apóstolo Paulo nos relembra que o mundo nos odeia, porque cultivamos amor a Cristo. Neste contexto, vale a pena relembrar, também, que quanto maior for nossa disposição de obedecer ao Senhor, maior será nossa dose de perseguição, de injustiças, de sofrimentos. É nessas horas, quando nos sentimos cansados, que nos abate um sentimento ruim de derrota, de questionamento. "Será que, algum dia, tudo isso vai acabar?"



Paulo diz que sim. Vai acabar porque Jesus, que venceu o pecado, venceu a injustiça, venceu a morte, resolveu compartilhar conosco a Sua vitória. E a vitória compartilhada pelo Cristo ressuscitado nunca é uma vitoriazinha, mas uma super vitória. Nas palavras do Apóstolo, por causa "d' Aquele que nos amou", somos "mais do que vencedores". Eis, portanto, uma certeza que a Bíblia nos dá, quando nos sentimos "mais do que sofredores" - em Cristo, sempre seremos "mais do que vencedores".

QUERO COMPARTILHAR COM VOCÊ...






Todas as alternativas não deram certo que você

fez para resolver o teu problema e até perdeu muitas coisas no caminho que você

amava mais não te desespere!

Deus proverá uma solução!

Ele é um Deus fiel e te guardará de

todo mal. E tem tido grande misericórdia de ti .

Momentos ruins não são eternos...

São como tempestades; só duram por

algum momento!

Olhe para trás e veja quantas coisas

piores você já passou e superou...

Algumas vezes as tribulações

acontecem em nossa vida para nos amadurecer.

Portanto, anime-se...

Quando estiveres triste, olhe para o

céu e vede quão grande o é!

Se Deus foi capaz de criar o céu,

imagine resolver os seus problemas que são tão pequenos, perto de tão grandiosa

obra...

Seus problemas não são maiores do que

Deus.

Lute até o fim. Não desista no meio

do caminho.

Diga agora ai com toda sua fé : Eu

vou vencer!!

Porque DEUS é a nossa força e a nossa

alegria!!Jesus é contigo. Um abraço na paz do Senhor Jesus.



MAIS QUE VENCEDORES

Romanos 8:37 - Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou.



Após fazer um relato minucioso dos sofrimentos dos cristãos no mundo, Paulo declara, com toda convicção: "Mas, em todas essas coisas, somos mais que vencedores, por Aquele que nos amou" (Romanos 8:37).



Ao comentar sobre os sofrimentos que nos atacam, o Apóstolo repete a profecia de Jesus: "No mundo, tereis tribulações". Apesar da clareza com que a Palavra trata o assunto, não nos agrada o realismo do Senhor e dos seus apóstolos. Afinal de contas, ao aceitar o Cristo, declaramos nossa disposição de viver uma vida correta, que esteja de acordo com o Senhor. Nossa decisão não agrada ao Senhor? Agrada. Quem se irrita com nossa decisão é o mundo. É Satanás. Que, autorizado por Deus, fará o possível para nos prejudicar e nos afastar de Cristo. Trata-se de uma batalha espiritual muito acima da nossa compreensão.



Querer vencer o mundo com lógica humana e com armamento humano é entrar pelo caminho da derrota. Paulo, entretanto, diz que somos destinados à vitória. A que não faz sentido nos esquecermos desta realidade. De que maneira, então, sempre nos moldarmos a esta realidade? O segredo é "em Cristo". Quem venceu o mundo foi Cristo. Quem nos separou do mundo foi Cristo. Quem nos acompanha no mundo é Cristo. Quem nos dá vitória sobre o mundo é Cristo. A comunhão regular com Cristo não garante apenas que seremos vencedores. Ela garante sermos mais que vencedores.

FRAVIO JOSEFO

                       Flávio Josefo, Homem Singular em uma Sociedade Plural





“Meu pai chamava-se Matatias, meu nome é Josefo, sou hebreu de nascimento, sacrificador em Jerusalém” (Prefácio a Bellum Iudaicum).




Neste artigo, sem grandes pretensões de originalidade, mas que tem como objetivo estimular a leitura da obra de Flávio Josefo, importante historiador judeu do século I d.C., gostaria de destacar 6 momentos fundamentais:



1. A origem aristocrática de Josefo, sua ligação com os asmoneus, seus estudos e sua formação.



2. A experiência do deserto na adolescência e a opção religiosa. Casamento e reintegração na vida da família em Jerusalém.



3. A viagem a Roma: o aristocrata provinciano que vê a grandeza e o poderio do Império. A influência deste fato no seu confronto posterior com Roma.



4. O comando da Galiléia, a contemporização, a derrota, a suspeita sobrevivência, a “profecia” feita a Vespasiano.



5. De prisioneiro a amigo dos romanos no cerco de Jerusalém. Ao lado de Tito, sua teologia é: Deus abandonou os judeus e agora está com os romanos (traição teológica).



6. Sua condição privilegiada em Roma, as rivalidades e os ciúmes, a obra histórica: encomenda e defesa.











Procurarei sempre olhar Flávio Josefo como ator e intérprete: participa dos acontecimentos e depois os interpreta. Objetivamente Josefo é um traidor de seu povo: este é o nosso olhar crítico hoje. Entretanto, subjetivamente, ele não se vê como traidor, mas modelo: a visão de si mesmo que aparece na sua obra será destacada.



Os textos de Flávio Josefo citados neste artigo estão em JOSEFO, F. História dos Hebreus: Obra Completa. Tradução do grego de Vicente Pedroso. 9. ed. Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 2005, 1568 p. - ISBN 8526306413. Optei, para facilitar a consulta, por indicar apenas as páginas da referida obra e não, como classicamente se costuma, citar capítulos e parágrafos dos livros de Josefo. O leitor notará que o português desta tradução não é exatamente o que gostaríamos que fosse...



Alguns trechos de sua obra, em um português mais “amigável” podem ser lidos em VV.AA. Flávio Josefo: uma testemunha do tempo dos Apóstolos. 4. ed. São Paulo: Paulus, 2001, 96 p. - ISBN 8534918244.



Uma excelente edição das obras de Flávio Josefo, com o texto original, tradução inglesa e notas é a da Loeb Classsical Library: THACKERAY, H. St. J.;MARCUS, R.; WIKGREN, A.; FELDMAN, L. H. Josephus I-XIII, Cambridge: Harvard University Press, 1926-1965.









1. Origem

Flávio Josefo nasceu em Jerusalém, em 37 ou 38 d.C., de uma rica família da aristocracia sacerdotal asmonéia. Eis como descreve em sua Autobiografia, com orgulho, sua origem aristocrática, para "desmanchar as calúnias de meus inimigos”:



“Como eu tenho a minha origem numa longa série de antepassados de família sacerdotal, eu poderia vangloriar-me da nobreza do meu nascimento, pois cada nação, estabelecendo a grandeza de uma família, em certos sinais de honra que a acompanham, entre nós um das mais notáveis, é ter-se a administração das coisas santas. Mas eu não sou somente oriundo da família dos sacrificadores, eu sou também da primeira das vinte e quatro linhas que a compõem e cuja dignidade está acima de todas. A isso eu posso acrescentar que, do lado de minha mãe eu tenho reis, entre meus antepassados. O ramo dos asmoneus, de que ela é proveniente, possuiu durante um longo tempo, entre os hebreus, o reino e a suprema sacrificadura.



[Nasci de] Matias no primeiro ano do reinado do imperador Caio César [o imperador romano Calígula, que reinou de 37 a 41 d.C.]. Quanto a mim, tenho três filhos, o primeiro dos quais, chamado Hircano, nasceu no quarto ano do reinado de Vespasiano [imperador romano que governou de 69 a 79 d.C.]. O segundo chama-se Justo, nasceu no sétimo e o terceiro, de nome Agripa, no nono ano de reinado do mesmo imperador”[1].



Flávio Josefo recebe uma formação judaica sofisticada. Diz ele em sua Autobiografia:



“Fui educado desde minha infância no estudo das letras, com um dos meus irmãos de pai e mãe, que tinha como ele o nome de Matias. Deus deu-me bastante memória e inteligência e eu fiz tão grande progresso que tendo então só catorze anos, os sacrificadores e os mais importantes de Jerusalém se dignaram perguntar minha opinião sobre o que se referia à interpretação das leis”[2].



Segundo Mireille Hadas-Lebel, “a natureza do ensino recebido [por Josefo] não deixa nenhuma dúvida: trata-se de um ensino puramente religioso, baseado na Torá. De fato, julga-se que os livros sagrados contêm o saber essencial ao homem para que conduza sua vida neste mundo. Neles, ele pode encontrar um código cultural, moral, social, político, assim como a história do universo e das gerações humanas, todas as coisas que ele sabe dever vincular a uma divindade única e onipresente”[3].



2. Formação

Aos 13 anos entra em contato com as três principais tendências do judaísmo do século I d.C., desenvolvidas pelos saduceus, fariseus e essênios, mas ainda não decide abraçar nenhuma delas.



“Quando fiz treze anos desejei aprender as diversas opiniões dos fariseus, dos saduceus e dos essênios, três seitas que existem entre nós, a fim de, conhecendo-as, eu pudesse adotar a que melhor me parecesse. Assim, estudei-as todas e experimentei-as com muitas dificuldades e muita austeridade”[4].



Observa João Batista Madeira que “num ambiente como o que se vivia então é de se esperar que houvesse uma preocupação muito grande com a espiritualidade. Ainda mais em se tratando de um povo cuja religião era determinante para os assuntos tanto sociais quanto individuais. A pluralidade de opções era outra característica marcante do povo judeu daquela época. Não havia autoridade suprema a nível de interpretação dos escritos sagrados, nem da tradição oral e nem com relação à moral (...) Para entender a pluralidade de escolas espirituais é preciso saber que cada uma reivindicava para si a autenticidade na vivência fiel da Lei. Numa religião sem uma autoridade central e legitimadora em si e sem dogmas fica uma certa amplitude de interpretação o que garante a grupos que podem até se opor, desfrutar da mesma herança religiosa”[5].



Mas, não satisfeito com esta experiência, Josefo vai viver três anos, dos 16 aos 19 anos de idade, junto a um asceta chamado Bano, que



“vivia tão austeramente no deserto que só se vestia da casca das árvores e só se alimentava com o que a mesma terra produz; para se conservar casto banhava-se várias vezes por dia e de noite, na água fria; resolvi imitá-lo”[6].



Mireille Hadas-Lebel vê nesta temporada no deserto junto a Bano, uma “tentação essênia” no jovem Josefo e chega mesmo a dizer, creio que sem maior fundamentação, que “somente uma estada entre os essênios pode explicar a abundância dos detalhes que ele nos dá tanto sobre a doutrina quanto sobre o seu modo de vida”; além de acrescentar que, embora o anacoreta Bano não seja conhecido a não ser por esta menção de Josefo, ele nos “faz irresistivelmente pensar em João Batista, que também vivia no deserto, vestido com uma túnica de pêlo de camelo, um cinto de couro ao redor da cintura, e se alimentava de gafanhotos e mel selvagem”[7].



Após estes três anos no deserto, Josefo volta a Jerusalém, provavelmente para se casar, e opta pela linha teológica farisaica, como nos diz ele em sua Autobiografia:



“Depois de ter passado três anos com ele, voltei, aos dezenove anos, a Jerusalém. Iniciei-me então nos trabalhos da vida civil e abracei a seita dos fariseus, que se aproxima mais que qualquer outra da dos estóicos, entre os gregos”[8].



Apesar de dizer que optou pelos fariseus, alguns especialistas defendem que Josefo é, na verdade, um saduceu. Só que após a guerra judaica, já em Roma, vivendo à sombra do Imperador, e acusado por seu rival judeu Justo de Tiberíades de ser anti-romano, Josefo diz ser adepto dos moderados fariseus[9].



3. A Viagem a Roma

No ano 64 d.C., com 26 anos de idade, Josefo vai numa embaixada a Roma para interceder junto a Nero por alguns sacerdotes judeus ali retidos não se sabe bem por que, já que Josefo é muito sucinto na sua Autobiografia:



“Na idade de vinte e seis anos fiz uma viagem a Roma, por esta razão. Félix, governador da Judéia, mandou por um motivo qualquer alguns sacrificadores, homens de bem e meus amigos particulares, para se justificarem perante o imperador; eu desejei, com muito entusiasmo, ajudá-los, quando soube que sua infelicidade em nada havia diminuído sua piedade e eles se contentavam em viver com nozes e figos”. Através da imperatriz Popéia, esposa de Nero, Josefo obteve “sem dificuldade a absolvição e a liberdade daqueles sacrificadores por intermédio dessa princesa, que me deu grandes presentes, também, com os quais regressei ao meu país”[10]



O brilhante sucesso desta missão colocou Josefo em respeitável posição frente aos seus conterrâneos. Mas não é apenas este o efeito da viagem a Roma. O jovem aristocrata provinciano viu, pela primeira vez, a grandeza e o poderio de Roma, a maior e mais poderosa cidade do mundo de então. Isto vai influenciar sua avaliação da guerra que se seguirá. Diz o nosso personagem a propósito:



“Lá [em Roma] encontrei alguns espíritos inclinados às mudanças que começavam a lançar as raízes de uma revolta contra os romanos. Procurei dissuadir os sediciosos e lhes fiz ver, entre outras coisas, como tão poderosos inimigos lhes deviam ser temíveis, quer pela sua ciência na guerra, quer pela grande prosperidade e eles não deviam expor temerariamente a tão grande perigo suas mulheres, seus filhos e sua pátria”[11].