LANÇAMENTO DA BIOGRAFIA E DO LIVRO DIA 22/10/2011


            Há muito se comenta sobre o verdadeiro homem e mulher de Deus. Na verdade, os filhos de Deus nascem da união entre a mulher e o homem de Deus. Muito embora a mulher não esteja regularmente no púlpito, ainda assim jamais pode ser dissociada da Obra de Deus, fica um pouco difícil crer no ministério de ambos solitários. Pode ter certeza que ao lado de um grande homem de Deus, existe uma grande mulher de Deus. Isso é, se a rede ainda não passou por eles...














QUEM É JESUS

Visite qualquer parte do mundo hoje em dia. Fale com pessoas de qualquer religião. Não importa o quão comprometidas estejam com a sua religião em particular, se elas conhecem alguma coisa sobre a história terão de admitir que nunca houve um homem como Jesus de Nazaré. Ele é a personalidade mais singular de todos os tempos.

Jesus mudou a direção da história. Mesmo a data no seu jornal testifica o fato que Jesus de Nazaré viveu na terra há quase 2.000 anos atrás. A.C. significa "antes de Cristo"; A.D. Ano Domini, "o ano do nascimento do nosso Senhor".

SUA VINDA FOI PREDITA
Centenas de anos antes do nascimento de Jesus, foram registradas nas Escrituras as palavras dos profetas de Israel que anunciaram sua vinda. O Antigo Testamento, foi escrito por muitas pessoas durante um período de 1.500 anos, contendo mais de 300 profecias descrevendo a Sua chegada. Todos estes detalhes tornaram-se realidade, incluindo seu nascimento miraculoso, sua vida sem pecado, seus muitos milagres, sua morte e sua ressurreição.

A vida que Jesus viveu, os milagres que Ele fez, as palavras que Ele falou, Sua morte na cruz, Sua ressurreição e Sua ascenção aos céus - todos estes fatos demonstram que Ele não foi um simples homem, porém, mais do que homem. Ele mesmo afirmou: "Eu e o Pai somos Um" (João 10:30),"Quem me vê, vê ao Pai" (João 14:9), e "Eu sou o caminho, a verdade e a vida.  Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim." (João 14:6).
SUA VIDA E MENSAGEM CAUSAM MUDANÇAS
Veja a vida e a influência  de Jesus de Nazaré, o Cristo, através da história e você verá que ele e a sua mensagem sempre tem produzido grandes mudanças nas vidas de homens e nações. Por toda parte onde os Seus ensinamentos e influência tem chegado, a santidade do casamento, os direitos e a opinião das mulheres na sociedade foram reconhecidos; escolas e universidades de ensino superior foram estabelecidas; leis para proteger crianças foram feitas; a escravidão foi abolida; e uma multidão de outras mudanças foram feitas para o bem da humanidade. Indivíduos também são transformados drasticamente.

"Aquele que introduz nos negócios públicos o princípio do cristianismo primitivo mudará a face do mundo." Benjamin Franklin, século XVIII, norte-americano inventor e político.
Por exemplo, Lew Wallace, um famoso general e gênio literário, era um ateu conhecido. Por dois anos o Sr. Wallace estudou nas principais bibliotecas da Europa e América procurando informações que destruíssem para sempre o cristianismo. Enquanto redigia o segundo capítulo de um livro que ele planejava escrever, ele subitamente encontrou-se de joelhos chorando e clamando por Jesus, dizendo: "Meu Senhor e Meu Deus."

Por causa das evidências sólidas e irrefutáveis, ele não podia mais continuar a negar que Jesus Cristo era o Filho de Deus. Mais tarde, Lew Wallace escreveu "Ben Hur", considerado um dos melhores romances ingleses, jamais escrito acerca da época de Cristo..

Do mesmo modo, o falecido C.S. Lewis, professor na Universidade de Oxford na Inglaterra, era um agnóstico que negou a divindade de Cristo por anos. Mas ele também,  dentro de uma honestidade intelectual submeteu-se a Jesus como seu Deus e Salvador depois de estudar as evidências esmagadoras da sua divindade..
SENHOR, MENTIROSO OU LUNÁTICO?
No seu famoso livro "Cristianismo Autêntico", Lewis fez a seguinte declaração, "Um homem que fosse um mero homem e dissesse o tipo de coisas que Jesus disse, não seria um grande professor de moral.
Ele seria ou um lunático, igual a um homem que diz que é um ovo cozido, ou ele seria o diabo do inferno. Você terá que fazer sua escolha. Ou ele era e é o Filho de Deus, ou é um louco ou algo pior. Você pode tê-lo por um tolo ou você pode cair aos seus pés e chamá-lo Senhor e Deus. Mas não é permitido vir com algum disparate sobre ele ser um grande mestre. Ele não nos deixou esta opção."

Quem é Jesus de Nazaré para você? A sua vida nesta terra e por toda eternidade é determinada por sua resposta a esta pergunta.

A maior parte das religiões foram fundadas por homens e estão baseadas em filosofias, regras e normas de condutas feitas por homens. Tirem os fundadores destas religiões de suas disciplinas e práticas de adoração e pouco será mudado. Mas tire Jesus Cristo do cristianismo e não teremos nada. O cristianismo bíblico não é apenas uma filosofia de vida, nem um padrão ético ou obediência a um ritual religioso. O verdadeiro cristianismo está baseado numa relação vital e pessoal com um Salvador ressuscitado e vivo.

"Se alguma vez o Divino apareceu na terra, foi na pessoa de Cristo." Johan Wolfang von Goethe, escrito pelo dramaturgo alemão nos últimos anos de sua vida.

"Honestamente não sei o que será da civilização e da sua história se a influência acumulada de Cristo, tanto direta como indireta, for erradicada da literatura, da arte, das transações comerciais e dos padrões morais e criativos nas diferentes atividades da mente e do espírito." Dr. Charles Malik (Libanês), ex-presidente da Assembléia Geral das Nações Unidas.

UM FUNDADOR RESSUCITADO
Jesus de Nazaré foi crucificado numa cruz, sepultado num túmulo emprestado e três dias depois ressucitou dos mortos; neste aspecto o cristianismo é singular. Qualquer argumento para validar o cristianismo depende da prova da ressurreição de Jesus de Nazaré.

Através dos séculos, a maioria dos grandes eruditos que tem considerado as provas da ressurreição tem acreditado e ainda acreditam que Jesus está vivo. Depois de ter examinado as evidências da ressurreição dadas pelos escritores dos evangelhos, o falecido Simon Greenleaf, uma autoridade em assuntos legais na Faculdade de Direito de Harvard, concluiu: "Portanto é impossível que eles pudessem ter persistido na afirmação da verdade que narravam, se Jesus não tivesse mesmo ressuscitado dentre os mortos, e se não soubessem deste fato com a mesma certeza que tinham em relação a qualquer outro fato."

John Singleton Copley, reconhecido como uma das maiores mentes jurídicas da História Britânica, comentou: "Eu sei muito bem o que são provas e digo a vocês que provas como as da ressurreição nunca falharão."

"Acredito que não exista nada mais belo, mais profundo, mais compreensivo, mais racional, mais franco e perfeito do que o Salvador; digo a mim mesmo com um amor zeloso que não só não existe ninguém como Ele, como não poderia existir nenhum outro." Fyodor Dostoevsky, escrito numa carta pessoal pelo escritor russo enquanto estava na prisão.

RAZÕES PARA CRER
A ressurreição é essencial para a fé de um cristão. Existem várias razões que levam aqueles que estudam a ressurreição a crerem que ela é verdadeira:

PREDITA: Primeiro, Jesus predisse sua morte e ressurreição, e elas aconteceram exatamente como ele previu (Lucas 18:31-33).

O TÚMULO VAZIO: Segundo, a ressurreição é a única explicação plausível para seu túmulo vazio. Uma leitura cuidadosa da história bíblica mostra que o túmulo aonde eles colocaram o corpo de Jesus estava rigorosamente guardado por soldados Romanos e selado com uma enorme rocha. Se, como alguns já disseram, Jesus não estivesse morto, mas somente desmaiado, os guardas e a pedra teriam impedido a sua fuga, ou qualquer tentativa de resgate por parte dos seus seguidores. Os inimigos de Jesus não teriam tirado o corpo do túmulo, já que o desaparecimento do seu corpo do túmulo só ajudaria a encorajar a crença na sua ressurreição.

ENCONTRO PESSOAL: Terceiro, a ressurreição é a única explicação para as aparições de Jesus Cristo aos seus discípulos. Após a sua ressurreição, Jesus apareceu pelo menos 10 vezes àqueles que o haviam conhecido e para outras 500 pessoas de uma só vez. O Senhor provou que estas aparições não eram alucinações: Ele comeu e falou com eles e eles O tocaram. (1 João 1:1).

"De todos os sistemas de moralidade, antigo e moderno, o qual tenho tido possibilidade de observar, nenhum me parece tão puro quanto o de Jesus." Thomas Jefferson, terceiro presidente dos Estados Unidos da América.

O NASCIMENTO DA IGREJA: Quarto, a ressurreição é a única explicação razoável para o início da Igreja Cristã. A Igreja Cristã é de longe a maior instituição que existe ou tem existido na história do mundo. Mais da metade do primeiro sermão pregado tinha a ver com a ressurreição   (Atos 2:14-36). Obviamente, a igreja primitiva sabia que esta era a base de sua mensagem. Os inimigos de Jesus e Seus seguidores poderiam tê-los impedido a qualquer tempo, simplesmente apresentando o corpo de Jesus.

VIDAS TRANSFORMADAS: Quinto, a ressurreição é a única explicação lógica para as vidas transformadas dos discípulos. Eles o abandonaram antes da sua ressurreição; depois da sua morte estavam desencorajados e cheios de medo. Eles não contavam com a ressurreição de Jesus  (Lucas 24:1-11).

No entanto, após a sua ressurreição e a experiência deles no Pentecostes, estes mesmos   antes desencorajados e desapontados foram transformados pelo grandioso poder do Cristo ressuscitado. Em seu nome, eles viraram o mundo de pernas para o ar. Muitos perderam as suas vidas por sua fé; outros foram terrivelmente perseguidos. Sua atitude corajosa não tem sentido à parte de suas convicções de que Jesus Cristo tinha verdadeiramente ressuscitado dos mortos, um fato pelo qual valia a pena morrer.

Em 40 anos de trabalho com intelectuais do mundo universitário, ainda não encontrei uma pessoa que honestamente já tenha considerado as evidências irrefutáveis que provam a divindade e ressurreição de Jesus de Nazaré, que não tenha admitido que Ele é o Filho de Deus, o Messias prometido. Enquanto alguns não acreditam, eles pelo menos são honestos ao confessarem: "Não dediquei tempo à leitura da Bíblia ou considerei os fatos históricos a respeito de Jesus."

"Quando eu li minha Bíblia reconheci que o que ela diz é que Jesus é o único caminho para Deus... Por isso acredito que no momento em que usei o meu conhecimento sobre Jesus e o tornei pessoal entregando-me a Ele, isso abriu-me a porta para a vida." Cliff Richard.
UM SENHOR VIVO: Por causa da ressurreição de Jesus, Seus verdadeiros seguidores não estão meramente seguindo um código de ética de um fundador morto, mas, pelo contrário, possuem uma relação vital e pessoal com o Senhor vivo. Jesus Cristo está vivo e abençoa e enriquece fielmente as vidas de todos os que Nele confiam e obedecem. Através dos séculos, multidões tem reconhecido a excelência de Jesus Cristo, incluindo muitos que tem influenciado grandemente o mundo.

O físico e filósofo francês Blaise Pascal falou da necessidade que o homem tem de Jesus, quando disse: "Existe no coração do homem um vazio do tamanho de Deus, o qual, somente Jesus Cristo pode preencher."

Você gostaria de conhecer Jesus Cristo pessoalmente como Seu Salvador? Isto pode soar ousado, mas você pode! Jesus está tão desejoso para estabelecer um relacionamento pessoal e cheio de amor com você, que Ele já fez todos os preparativos necessários. 

COSMÓPOLIS EM CHAMAS

Similaridades entre Melquisedeque e Jeová



Há uma grande similaridade entre as características de Melquisedeque e de Jeová, o que prova que eles têem muito em comum. A seguir, estão relacionadas algumas das coisas que Jeová e Melquisedeque parecem se identificar:
. O padrão usado por Jeová é o da justiça, prevalecendo inclusive sobre a misericórdia (Êxodo 21:12-25; Levítico 24:20; Deuteronômio 19:21).  Por sua vez, o nome Melquisedeque significa "rei de justiça" (Hebreus 7:2).
. Melquisedeque era rei de Salém (Hebreus 7:2), a qual para muitos estudiosos corresponde à atual cidade de Jerusalém. Por sua vez, Jeová é chamado "deus de Israel", cuja capital é a Jerusalém atual, terrena, que não tem nada a ver com a Jerusalém celestial, também chamada de "Jerusalém do alto" (1 Crônicas 17:24; Êxodo3:16; Gálatas 4:26).
. Melquisedeque tomou dízimos do despojo tomado por Abraão e o abençoou (Hebreus 7:1-6).  SimilarmenteJeová recebeu o dízimo dos descendentes de Abraão e abençoou o povo (2 Crônicas 31:10).
. Melquisedeque não tem começo nem fim de dias, ou em outras palavras - é eterno. Ele também não tem genealogia (Hebreus 7:3).  Jeová também é eterno e não tem pai, nem mãe, nem genealogia (Neemias.9:5).  Esse fato caracteriza ambos como seres divinos e sobrenaturais, como os anjos.
. Melquisedeque é o sumo-sacerdote vitalício do Velho Testamento (Gênesis 14:18; Hebreus  12:22).  Por sua vez, Jeová foi também o mentor da base sacerdotal do Velho Testamento, o qual orientou pessoalmente todos os serviços religiosos no templo, através de regras e exigências ritualísticas criteriosas. Um detalhe curioso nessa descrição do modelo sacerdotal do Velho Testamento é que as pedras que adornavam o éfode (peitoral) do sacerdote (Êxodo  28:6 a 21) são do mesmo tipo das pedras que adornavam o anjo que era o modelo de perfeição no Éden, o qual veio posteriormente a se ensoberbecer e rebelou-se contra o Deus Altíssimo (Ezequiel 28:13).

. É difícil interpretar o papel e o caráter do personagem Melquisedeque, como lemos em Hebreus 5:11, e da mesma forma é difícil compreender o caráter e os reais intentos de Jeová, o qual ora abençoava e ora castigava sem qualquer compaixão.

. Melquisedeque assumiu forma humana quando apareceu a Abraão (Gênesis 14:18-20). Por sua vez, Jeová também tomou forma humana quando apareceu a Abraão(Gênesis 18:1-7) e anunciou que Sara teria um filho. 

Alguns teólogos entendem que Melquisedeque era o próprio Cristo no Velho Testamento e chamam esse tipo de ocorrência "Parousia" ou "Cristofania". Contudo, o fato do texto deixar claro que Melquisedeque era uma figura (tipo) de Cristo prova que ele não era o próprio Cristo.

O fato de Melquisedeque ter oferecido pão e vinho a Abraão não significam tampouco que Melquisedeque e o Filho de Deus sejam a mesma pessoa, da mesma forma como Adão não era Cristo, embora Cristo fosse chamado o "último Adão" (1 Coríntios 15:45). Além disso, em outra parte é relacionado o fato de que através de uma única ofensa (de Adão), entrou o pecado no mundo e atingiu toda a humanidade. De forma análoga, através de um único ato de justiça (de Cristo), a graça de Deus veio a ser derramada sobre todos os homens (Romanos 5:16-18).
Portanto, quando lemos que Cristo é sumo-sacerdote conforme a ordem de Melquisedeque, devemos entender essa relação como uma antítese, em que o reprovável e falível veio a ser substituído pelo aprovado e irrepreensível.

Melquisedeque é o sumo-sacerdote do Velho Testamento (ou do Velho Concerto), o qual se tornou obsoleto por causa de sua fraqueza e inutilidade, como diz Hebreus 7:18 e foi definitivamente abolido por Cristo (2 Corintios 3:16).


 
Melquisedeque, rei de justiça
A relação entre a justiça (a qual é associada com o nome de Melquisedeque) e a condenação está baseada no fato de que a lei aplica tanto a justiça como a condenação. A justiça implacável, porem, não leva em consideração a misericórdia nem a compaixão, que são atributos peculiares do verdadeiro Deus e Pai.
Por todas as evidências já relacionadas, poderíamos supor que Jeová e Melquisedeque são a mesma pessoa, embora isso não esteja totalmente claro nas Escrituras. Porém, ainda que não houvessem subsídios suficientes para associarmos Jeová com Melquisedeque, uma coisa é certa - ambos parecem estar intimamente relacionados, a começar pelo nome de Melquisedeque, que significa "rei de justiça".
Em Gênesis 18:25, Jeová é reconhecido pela sua justiça, porém não é a justiça que leva em consideração a misericórdia e a compaixão, a qual é um atributo peculiar e distintivo do verdadeiro Deus e Pai.

Uma coisa é certa - a índole violenta que Jeová revela em várias ocasiões no Velho Testamento ao destruir implacavelmente exércitos e cidades, combina perfeitamente com a personalidade de Melquisedeque, o qual veio ao encontro de Abraão para abençoá-lo logo após a matança dos reis inimigos (Hebreus 7:1; Gênesis 14:17-18)…"Pois esse Melquisedeque, rei de Salém, sacerdote do Deus Altíssimo, o qual encontrou Abraão retornando da matança dos reis, e o abençoou".

Portanto, aquela justiça que é atribuida ao nome de Melqueisedeque parece estar associada à justiça implacável, que não hesita em aplicar a condenação de forma radical e fulminante.

Se Jesus fosse Melquisedeque, como dizem alguns teólogos, Ele jamais iria abençoar Abraão logo após a matança dos reis, quando Abraão saiu vitorioso, porque o Filho de Deus não recompensa assassinos nem homicidas, nem iria estimular qualquer atitude dessa natureza. Pelo contrário, quando Jesus foi preso, seu discípulo Pedro cortou a orelha de um daqueles que o vinham prender, mas Jesus restaurou-a milagrosamente (João 18:10), para provar que Ele jamais foi à favor da violência, sob qualquer pretexto.

Da mesma forma, se Jesus fosse Melquisedeque, Ele jamais receberia dízimo de um despojo que teve o preço de sangue daqueles reis. No entanto, Melquisedeque não teve qualquer escrúpulo para tomar parte do fruto do saque (Hebreus 7:4), o que confirma que são sacerdócios completamente diferentes.

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O perfeito e eterno sacerdócio de Cristo
Quanto ao aspecto sacerdotal, lemos em Hebreus 7:11-12 o seguinte: "Se a perfeição fosse pelo sacerdócio levítico (pois debaixo dele o povo recebeu a lei), que necessidade haveria que outro sacerdote se levantasse segundo a ordem de Melquisedeque e não ser chamado segundo a ordem de Aarão? Pois o sacerdócio sendo mudado, também é necessária a mudança da lei".

Esse texto deixa claro que Melquisedeque foi o sumo-sacerdote de um sacerdócio imperfeito, que teve de ser mudado juntamente com a mudança da lei que o regia, e isso se aplica ao Velho Concerto. A imperfeição está no fato de que houve necessidade de ser estabelecido um novo sacerdócio perfeito e eficaz.

Isto significa que o sacerdócio do Velho Concerto foi mudado por um outro, cujo sumo-sacerdote é Jesus Cristo, o Filho de Deus, e por isso que o texto de Hebreus 7:12 diz que houve MUDANÇA de sacerdócio. Embora tendo sido executado de uma só vez, o sacerdócio de Cristo tem um alcance universal e eterno.

Melquisedeque estava incapacitado de prover salvação e redenção para quem quer que fosse, pois seu ministério era imperfeito e semelhante aos dos sacerdotes do Velho Testamento, que tinham que estar continuamente oferecendo sacrifícios por si mesmos e pelo povo. O sacerdócio levítico, assim como o sacerdócio de Melquisedeque, tinha caráter temporário e era exercido através de ministrações contínuas, com o sacrifício de animais e oferendas da alimentos (Hebreus 7:28), enquanto que o sacerdócio de Cristo é perfeito, eterno e único, realizado às custas de seu próprio sangue, como diz Hebreus 9:24 e 25.
O ofício sacerdotal iniciado por Melquisedeque não teve êxito porque era fundamentado apenas em oferendas religiosas e no sacrifício ritualístico de animais. Por causa disso, ele teve de ser substituído pelo sacerdócio de Jesus (Hebreus 7:11), o que significa que o sacerdócio do Velho Testamento deu lugar definitivamente ao sacerdócio do Novo Testamento.

Por extensão, o Velho Concerto se tornou repreensível e porisso foi rejeitado, havendo sido ABOLIDO por Cristo, como diz 2 Corintios 3:14-16. E assim, o ministério de Melquisedeque representa o ministério do Velho Testamento, o qual foi invalidado por Cristo por causa de sua FRAQUEZA e INUTILIDADE (Hebreus 7:18).

Por outro lado, o Novo Concerto foi aprovado, exaltado e glorificado, e por isso é chamado em Hebreus 7:22 de “um MELHOR concerto”. Após a ressurreição, Jesus foi constituído "autor de uma eterna salvação", como diz Hebreus 5:7-9… "Ainda que era Filho, aprendeu a obediência, por aquilo que padeceu, e sendo consumado veio a ser a causa da ETERNA SALVAÇÃO para todos os que lhe obedecem".

O fato do sacerdócio de Jesus Cristo ter sido “segundo a ordem de Melquisedeque”, como diz Hebreus 5:6, 7:17 e 7:21, não significa que os dois ministérios estavam relacionados entre si, como se um fosse uma continuidade do outro, visto que as diferenças entre eles são muito grandes, a saber:

- o sacerdócio de Melquisedeque foi temporal enquanto que o de Cristo foi eterno (Hebreus 7:25);
- no sacerdócio de Melquisedeque e de todos os sacerdotes do Velho Testamento, o sangue usado para expiação era de animais (bodes, bezerros, touros e novilhas), enquanto que o sacerdócio de Cristo foi exercido com o derramamento de seu próprio sangue (Hebreus 9:12-14);
- Cristo é ministro do santuário do VERDADEIRO tabernáculo estabelecido por Deus (Hebreus 8:2), e não do VIRTUAL, que foi exercido por Melquisedeque e por todos os sacerdotes do Velho Testamento;
- com a mudança do sacerdócio houve também a mudança da lei (Hebreus 7:12) e assim, todo aquele arcabouço ritualístico de religiosidade aparente, que regia o ministério do Velho Testamento, deu lugar ao ministério eficaz e autêntico de Jesus no Novo Testamento (Hebreus 8:6; 8:13; 2 Corintios 3:6).

Conquista das Promessas de Deus


Texto: Gn 17.1-5

Introdução: Vinte e quatro anos depois do chamado (Gn 12.4) Deus exorta Abrão a tomar posição para que a promessa se cumprisse. Foi um tempo em que Deus o estava preparando para deixar de ser Abrão (pai exaltado) para ser Abraão (pai de numerosas nações). O caminho foi longo, mais Abraão chegou lá! Olhando para o histórico dele e de muitos outros “heróis da fé”, podemos aprender o caminho da conquista.

TRILHANDO O CAMINHO DA CONQUISTA: 
Vemos na história de Abraão, que alguns detalhes importantes, implícitos ou explícitos, podem nos ajudar na rota da conquista da promessa e do êxito na caminhada com o Senhor.

1- SANTIDADE: Santo é o separado para o Senhor. Separado do mundo, da carne, do pecado para estar e viver com Deus e para Deus. Ninguém anda no caminho da conquista da promessa de Deus sem santidade. Quem está apegado ao mundo, à carne e ao pecado não agrada a Deus e, conseqüentemente, não anda com Ele.

2- FIDELIDADE: Ela é a base da nossa aliança com Deus. O infiel não está em aliança com Deus e, logicamente, não conseguirá trilhar o caminho da conquista das promessas. Precisamos ser fiéis em todas as nossas alianças: com Deus, com o cônjuge, com a família, com a Igreja, com os líderes e liderados. Fidelidade é uma jóia que adorna o caráter de quem é santo.

3- DETERMINAÇÃO E PERSEVERANÇA: Abraão era determinado, o que fazia dele um homem perseverante. Ele levou vinte e cinco anos para ver a promessa materializada. Quem é santo e fiel, precisa ser determinado e perseverante; se não, jamais chegará à conquista da promessa. Geralmente, as adversidades que encontramos no caminho servem para sermos testados na determinação e na perseverança. É preciso rejeitar em nossas vidas toda procrastinação, inadimplência, omissão, desânimo, para não sermos paralisados, nem desviados, no caminho da conquista. Só os que perseveram e determinam conquistar a promessa, conquistarão!

4- LIBERTAÇÃO E CURA: Sem libertação e cura torna-se difícil manter-se santo, fiel, determinado e perseverante. Muitas vezes é no próprio processo ou caminho da conquista que Deus vai nos libertar e curar. São caminhos de confrontos, renúncias e morte, mas, por isso, são também de cura e libertação. São muitas vezes caminhos de dores e lágrimas, mas também são caminhos que nos trazem alegria, paz e conquistas sobrenaturais. Muito lixo da nossa alma, Deus arranca no caminho da conquista. Vaidade, soberba, orgulho, vingança, amargura, ódio são alguns dos lixos que são deixados para trás, no caminho da conquista das promessas de Deus. Se nos abrimos para Deus no processo, Ele nos limpa de todo lixo e ficamos livres e curados.

5- SONHOS DE DEUS NO CORAÇÃO: Sem os sonhos de Deus no coração, nossos pés ficam vacilantes, desistidos e imobilizados no caminho da conquista. A promessa de Deus precisa ser um sonho de Deus a ser alcançado por nós. Os sonhos de Deus nos impulsionam no caminho. Quem ousa sonhar os sonhos de Deus caminham e conquistam as promessas. Os sonhos de Deus, plantados em nossos corações, têm o poder de nos fazer superar os obstáculos e limitações pessoais, pois nos estimulam a buscar a provisão no sobrenatural de Deus. Eles nos impulsionam para frente, para o alvo.
No entanto, todo sonho precisa ser bem administrado, para se tornar uma realidade. Para isso, precisamos traduzir nossos sonhos em projetos de conquista e estes, em metas a serem alcançadas. Se não traçarmos os projetos de operacionalização dos sonhos, eles se tornarão uma utopia. Nossos sonhos precisam ser traduzidos por metas a serem alcançadas. Precisamos determinar o que queremos, de que modo e em quanto tempo. Quem traça metas e as persegue se torna um conquistador de muito êxito. Sonhadores com metas se tornam frutíferos conquistadores de êxito. Sonhadores sem metas se tornam frustrados, insatisfeitos e infrutíferos.

Conclusão: Deus quer nos colocar no lugar da conquista e do êxito. Ele quer que todas as Suas promessas se tornem realidade palpável em nossas vidas, porém precisamos ser transicionados para o caminho da conquista. Precisamos ousar sonhar e conquistar os sonhos de Deus, como santos, fiéis, determinados e perseverantes, cujas vidas estão libertas e curadas pelo Senhor Todo-Poderoso. Vá aos pés do Senhor e ajuste-se diante d'Ele, segundo o que vimos na vida de Abraão, e caminhe em direção à conquista das promessas.

O PEDREIRO E SEUS IRMÃOS

O Novo Testamento contém 27 livros, 7 956 versículos e 138 020 palavras. E uma única referência à juventude de Jesus. O Evangelho de Lucas nos conta que, aos 12 anos, ele viajou com os pais de Nazaré a Jerusalém para celebrar o Pessach, a Páscoa judaica. Quando José e Maria retornavam a Nazaré, perceberam que Jesus tinha ficado para trás. Procuraram o garoto durante 3 dias e decidiram voltar ao Templo, onde o encontraram discutindo religião com os sacerdotes. “E todos que o ouviam se admiravam com sua inteligência” (Lucas 2:42-49).
Isso é tudo. Jesus só volta a aparecer no relato bíblico já adulto, por volta dos 30 anos, ao ser batizado no rio Jordão por João Batista. É quando o conhecemos realmente. Da infância, as Escrituras falam sobre o nascimento em Belém, a fuga com os pais para o Egito – para escapar de uma sentença de morte impetrada por Herodes, rei dos judeus – e a volta para Nazaré. Da vida adulta, o ajuntamento dos apóstolos e a pregação na Galileia, além do julgamento e da morte em Jerusalém. Mas o que aconteceu com Jesus entre os 12 e os 30 anos? Qual foi sua formação, o que moldou seu pensamento nesses 18 “anos ocultos”? Afinal, o que ele fez antes de profetizar na Galileia?
A notícia para quem deseja reconstruir o Jesus histórico é que novas análises dos Evangelhos, documentos históricos e achados arqueológicos nos dão pistas sobre a sociedade da época. E dessa forma podemos chegar mais perto de conhecer o homem de Nazaré. E entender o que passava em sua cabeça.
O pedreiro cheio de irmãos
Uma coisa é certa. Aos 13 anos, Jesus celebrou o bar mitzvah, ritual que marca a maioridade religiosa do judeu. E é bem provável que ele tenha seguido a profissão de José, seu pai. Carpinteiro? Talvez não. “Em Marcos, o mais antigo dos Evangelhos, Jesus é chamado de tekton, que no grego do século 1 designava um trabalhador do tipo pedreiro, não necessariamente carpinteiro”, diz John Dominique Crossan, um dos maiores especialistas sobre o tema. Para o historiador, os autores de Mateus e Lucas, que se basearam em Marcos, parecem ter ficado constrangidos com a baixa formação de Jesus. E deram um jeito de melhorar a coisa. Mateus (13:55) diz que o pai de Jesus é que era tekton. E Lucas omitiu todo o versículo.
As mesmas passagens de Marcos e Mateus informam que Jesus tinha 4 irmãos (Tiago, José, Simão e Judas), além de irmãs (não nomeadas). Mas dá para ir mais longe a partir dessa informação. “Se os nomes dos Evangelhos estão corretos, a família de Jesus era muito orgulhosa da tradição judaica. Seus 4 irmãos tinham nomes de fundadores da nação de Israel”, diz a historiadora Paula Fredriksen, da Universidade de Boston. “Seu próprio nome em aramaico, Yeshua, recordava o homem que teria sido o braço direito de Moisés e liderado os israelitas no êxodo do Egito, mais de mil anos antes.”
Assim, a família teria pelo menos 9 pessoas, mas nem por isso era pobre. Nazaré ficava a apenas 8 km de Séforis – um grande centro comercial onde o rei Herodes, o Grande, governava a serviço de Roma. Com a morte dele, em 4 a.C., militantes judeus se revoltaram contra a ordem política. Deu errado: o general romano Varus chegou da Síria para reprimir os rebeldes. E seu amigo Gaio completou o serviço, queimando a cidade. “Homens foram mortos, mulheres estupradas e crianças escravizadas”, diz Crossan. Mas a destruição de Séforis teve um lado positivo: Herodes Antipas, filho do “o Grande”, transformou o lugar num canteiro de obras. Isso trouxe uma certa abundância de empregos para a região. Um pequeno boom econômico. Então o ambiente ao redor da família de Jesus não era de privações. “A reconstrução da cidade deve ter gerado muito trabalho para José”, diz Paula Fredriksen.
Jesus nasceu no ano da destruição da cidade, 4 a.C. Ou perto disso. O Evangelho de Mateus diz que Jesus nasceu no tempo de Herodes, o Grande (4 a.C. ou antes). Lucas coloca o nascimento na época do primeiro censo que o Império Romano promoveu na Judeia. E isso aconteceu, segundo as fontes históricas romanas, em 6 a.C. A única certeza, enfim, é que “foi por aí” que Jesus nasceu. E que o ódio contra o que os romanos tinham feito em Séforis permeava o ambiente onde ele viveu. “Não é difícil imaginar que Jesus pensou muito sobre os romanos enquanto crescia”, diz Crossan.
Na década de 20 d.C., quando Jesus estava nos seus 20 e poucos anos, o sentimento antirromano cresceu mais ainda. Pôncio Pilatos assumiu o governo da Judéia cometendo o maior pecado que poderia: desdenhar da fé dos judeus no Deus único.
Mas, em vez de se unir contra o romano, os judeus se dividiram em seitas. Os saduceus, por exemplo, eram os mais conservadores. Os fariseus eram abertos a ideias novas, como a ressurreição – quando os justos se ergueriam das tumbas para compartilhar o triunfo final de Deus. Os essênios viviam como se o fim dos tempos já tivesse começado: moravam em comunidades isoladas, que faziam refeições em conjunto seguindo estritas leis de pureza. Já os zelotes defendiam a luta armada contra os romanos.
Em qual dessas seitas Jesus se engajou na juventude? Não há consenso entre os pesquisadores. Para alguns, porém, existem semelhanças entre a dos essênios e o movimento que Jesus fundaria – ambas as comunidades viviam sem bens privados, num regime de pobreza voluntária, e chamavam Deus de “pai”. Essa hipótese ganhou força com a descoberta dos Manuscritos do Mar Morto, em 1947. Eles trouxeram detalhes sobre uma comunidade asceta de Qumran, que viveu no século 1 e estaria associada aos essênios. O achado ar-queológico não provou a ligação entre Jesus e essa seita. Até porque os essênios eram sujeitos reclusos, ao passo que Jesus foi pregar entre as massas da Galileia e Jerusalém.
Jesus podia não ser essênio. Mas, para alguns estudiosos, seu mentor foi.

SABEDORIA DE DEUS X SABEDORIA DO HOMEM



É interessante observar que o salmista diz que o temor do Senhor é o princípio de toda a sabedoria, enquanto em Provérbios 1:7 o rei Salomão diz que é o princípio do conhecimento. À primeira vista, isso parece ser uma contradição, mas um exame mais detalhado mostrará que as duas afirmações são, na verdade, complementares, porque o temor do Senhor as une.
A definição de dicionário para o termo "sabedoria": 1) Compreensão do que é verdadeiro, correto ou duradouro; 2) Bom julgamento, bom senso; 3) Aprendizado: erudição. Acredito que a melhor maneira de explicar isso é que a sabedoria é o uso correto do conhecimento, porque o conhecimento humano por si é uma compilação da informação tida como factual pela opinião da maioria, e é possível "conhecer" algo e estar completamente errado! Então, por contraste, a sabedoria que a Bíblia repetidamente exorta os crentes a buscar é a habilidade de ver as coisas a partir da perspectiva de Deus. Essa sabedoria — alcançada pelo "temor do Senhor" — resulta em genuíno conhecimento e iluminação.
Com respeito à sabedoria humana, Deus diz em 1 Reis 3:12 que ninguém havia se igualado ou se igualaria a Salomão (é claro que Jesus Cristo é a exceção, porque Ele era, e ainda é, Deus em carne):
"Eis que fiz segundo as tuas palavras; eis que te dei um coração tão sábio e entendido, que antes de ti igual não houve, e depois de ti igual não se levantará." [1 Reis 3:12].
Há uma tremenda lição a ser aprendida aqui. Deus sobrenaturalmente dotou Salomão de uma capacidade de discernimento muito maior do que qualquer outro mero mortal já possuiu. Todavia, no fim, Salomão virou as costas ao Senhor e voluntariamente violou Seus mandamentos. Assim, não obstante o seu grande aprendizado e a sua capacidade de fazer deduções racionais a respeito do mundo à sua volta, esse conhecimento não o impediu de desonrar a Deus!
O livro de Eclesiastes revela a busca de Salomão por satisfação pessoal enquanto ele labutava "debaixo do sol" (uma frase que ele repete 27 vezes). E essa escolha em particular de palavras é geralmente vista pelos comentaristas bíblicos como uma metáfora para o homem natural e suas obras, mas também está em vista a conotação ocultista de "iluminação". Observe o que ele diz na seguinte passagem:
"Eu, o pregador, fui rei sobre Israel em Jerusalém. E apliquei o meu coração a esquadrinhar, e a informar-me com sabedoria de tudo quanto sucede debaixo do céu..." [Eclesiastes 1: 12-13, grifo meu].
A Maçonaria tem Salomão em alta estima por causa de sua sabedoria e conquistas intelectuais, mas é verdadeiramente uma vergonha que eles continuem a ignorar as conclusões a que ele chegou após fazer um profundo exame da vida. Segundo Deus, ninguém seria igual a Salomão, então por que deveria alguém achar que sua própria iluminação pessoal poderia ser maior ou de maior benefício para si? Por essa razão, sugiro fortemente que todos que venham a ser tentados a buscar tal conhecimento (a "gnose" do Gnosticismo) que ouçam a Salomão!
"Falei eu com o meu coração, dizendo: Eis que eu me engrandeci, e sobrepujei em sabedoria a todos os que houve antes de mim em Jerusalém; e o meu coração contemplou abundantemente a sabedoria e o conhecimento. E apliquei o meu coração a conhecer a sabedoria e a conhecer os desvarios e as loucuras, e vim a saber que também isto era aflição de espírito. Porque na muita sabedoria há muito enfado; e o que aumenta em conhecimento, aumenta em dor." [Eclesiastes 1:16-18].
"De tudo o que se tem ouvido, o fim é: Teme a Deus, e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo o homem. Porque Deus há de trazer a juízo toda a obra, e até tudo o que está encoberto, quer seja bom, quer seja mau." [Eclesiastes 12:13-14, grifo meu].
Por outro lado, precisamos compreender que as meditações de Salomão em Eclesiastes são o ponto de vista do homem não-regenerado e nesse princípio encontra-se o verdadeiro valor do que ele tem a dizer. O nome Eclesiastes deriva do grego ekklesiastes e significa "pregador". Mas apesar de algumas das observações de Salomão refletirem fatos científicos que somente Deus poderia ter revelado a ele, outras passagens mostram que algumas de suas "pregações" são contraditórias com os princípios ensinados nos outros locais da Bíblia. E isso não é exatamente o que nós poderíamos esperar do homem natural, ainda não-regenerado — "o homem debaixo do sol"? (Nota: Não é minha intenção questionar se Salomão foi ou não salvo. O ponto é simplesmente que ele provou para si próprio a profunda futilidade de procurar tudo o que o mundo tem a oferecer!)
Nenhum outro ser humano já viveu ou jamais será capaz de "extrair o máximo da vida" como fez Salomão. Ele foi o homem mais rico naquela época, com recursos ilimitados para explorar qualquer desejo ou fantasia em quaisquer aspectos que quisesse. Como ele possuía um nível de sabedoria e inteligência que superava a de qualquer outro, estou convencido de que ele conhecia completamente todos os mistérios ocultos por meio dos quais os homens buscavam a vida eterna. E a seguinte "lista de compras" dos tropeços de Salomão, enquanto ele recaía na idolatria, mostra que ele, no mínimo, esteve exposto a ela:
"E o Rei Salomão amou muitas mulheres estrangeiras, além da filha de Faraó: moabitas, amonitas, edomitas, sidônias e hetéias, Das nações de que o SENHOR tinha falado aos filhos de Israel: Não chegareis a elas, e elas não chegarão a vós; de outra maneira perverterão o vosso coração para seguirdes os seus deuses. A estas se uniu Salomão com amor. E tinha setecentas mulheres, princesas, e trezentas concubinas; e suas mulheres lhe perverteram o coração. Porque sucedeu que, no tempo da velhice de Salomão, suas mulheres lhe perverteram o coração para seguir outros deuses; e o seu coração não era perfeito para com o SENHOR seu Deus, como o coração de Davi, seu pai, Porque Salomão seguiu a Astarote, deusa dos sidônios, e Milcom, a abominação dos amonitas. Assim fez Salomão o que parecia mal aos olhos do SENHOR; e não perseverou em seguir ao SENHOR, como Davi, seu pai. Então edificou Salomão um alto a Quemós, a abominação dos moabitas, sobre o monte que está diante de Jerusalém, e a Moloque, a abominação dos filhos de Amom. E assim fez para com todas as suas mulheres estrangeiras; as quais queimavam incenso e sacrificavam a seus deuses." [1 Reis 11: 1-8].
Salomão não somente se excedeu em "vinho, mulher e música", mas também experimentou tudo aquilo que os homens não-regenerados consideram importante nesta vida. Ele acumulou uma extraordinária riqueza, exibiu o poder de um soberano absoluto (temperado somente pelas restrições colocadas aos reis de Israel por Deus — a maioria das quais ele, em diversos momentos, desprezou), desfrutou de um insuperável intelecto e sabedoria, e usou tudo isso para ter tudo o que desejava. O princípio tremendamente importante que não devemos deixar de observar foi afirmado por ele em Eclesiastes 12:13-14, citado anteriormente: TEME A DEUS E GUARDA OS SEUS MANDAMENTOS!
O homem mais sábio que já viveu fez a sua melhor aposta e repetidamente chegou à conclusão de que "tudo é vaidade e aflição de espírito" (Eclesiastes 1:14, 2:17, 4:4 e 4:16). Em outras palavras, 100% de seus esforços não valeram a pena! Então, se ele não conseguiu encontrar satisfação e plenitude na busca dessas coisas, por que homens tolos continuam tentando? A resposta é que, sem a orientação do Espírito Santo, os homens não têm a verdadeira sabedoria e a "iluminação espiritual" que eles buscam é, possivelmente, o maior exemplo de propaganda enganosa concebida pelo homem! Assim como o cereal matinal "Grape Nuts" — que não contém nem uvas nem castanhas, como seu nome sugere — não há nada sobre essa busca que pertença ao Espírito Santo e é, na realidade, uma escuridão espiritual abjeta, mascarada como luz.
"Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas..." [Isaías 5:20(a), grifo meu].
"Porque tais falsos apóstolos são obreiros fraudulentos, transfigurando-se em apóstolos de Cristo. E não é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz. Não é muito, pois, que os seus ministros se transfigurem em ministros da justiça; o fim dos quais será conforme as suas obras." [2 Coríntios 11:13-15].
Você procura iluminação espiritual? Então, sugiro fortemente que procure no único lugar em que ela pode ser encontrada:
"Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim." [João 14:6].


Se você nunca colocou sua confiança em Jesus Cristo como Salvador, mas entendeu que ele é real e que o fim dos tempos está próximo, e quer receber o Dom Gratuito da Vida Eterna, pode fazer isso agora, na privacidade do seu lar. Após confiar em Jesus Cristo como seu Salvador, você nasce de novo espiritualmente e passa a ter a certeza da vida eterna nos céus, como se já estivesse lá. Assim, pode ter a certeza de que o Reino do Anticristo não o tocará espiritualmente. 


ELES ESPERAM POR VC , E POR MIM.

















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    Com uma população que ultrapassa 40.376.579 habitantes, a África do Sul é uma república com nove províncias no extremo sul, tendo a Cidade do Cabo como capital.
    Possui uma economia industrial muito diversificada, mas a falta de óleo, água e chuvas regulares impedem o crescimento industrial. Muita desilusão se estabeleceu no país devido às lentas mudanças ao crescimento econômico limitado e do aumento do crime e corrupção.
    Há liberdade religiosa, tendo grandes tentativas de proporcionar a todas as religiões os mesmo direitos e igualdade, dando grande notoriedade às tradicionais religiões africanas, ao islamismo, humanismo e ao movimento interconfessional à custa do cristianismo.
    Desafios de oração:
      1. Necessidade de um governo estável. Orar pela liderança africana, para que seja marcada por decisões sábias, leis justas e uma melhoria econômica.
      2. A AIDS se tornou a principal causa de morte. Diariamente 1.200 vítimas são enterradas. Mais de 20% da população adulta e um terço de todos os professores estão infectados, prejudicando assim a educação. Orar para que esta terrível epidemia seja controlada.
      3. A crescente onda de crimes tem chocado a nação (200.000) assassinatos na década de 90), limitou o investimento estrangeiro e restringiu o numero de turistas. Roubos violentos, seqüestros de pessoas no transito e estupros são muito comuns. O país tem uma taxa de estupro 7 vezes maior do que os Estados Unidos, e poucos crimes terminam em prisão. Ore para que este mal seja sanado.