Evangelho de São João


UM EVANGELHO ORIGINAL
Alguns temas importantes dos Sinópticos não aparecem aqui: a infância de Jesus e as tentações, o sermão da montanha, o ensino em parábolas, as expulsões de demónios, a transfiguração, a instituição da Eucaristia… Por outro lado, só João apresenta as alegorias do bom pastor, da porta, do grão de trigo e da videira, o discurso do pão da vida, o da ceia e a oração sacerdotal, os episódios das bodas de Caná, da ressurreição de Lázaro e do lava-pés, os diálogos com Nicodemos e com a samaritana…
Ao contrário dos Sinópticos, em que toda a vida pública de Jesus se enquadra fundamentalmente na Galileia, numa única viagem a Jerusalém e na breve presença nesta cidade pela Páscoa da Paixão e Morte, no IV Evangelho Jesus actua sobretudo na Judeia e em Jerusalém, onde se encontra pelo menos em três Páscoas diferentes (2,13; 6,4; 11,55; ver 5,1).
O vocabulário é reduzido, mas muito expressivo, de forte poder evocativo e profundo simbolismo, com muitas palavras-chave: verdade, luz, vida, amor, glória, mundo, julgamento, hora, testemunho, água, espírito, amar, conhecer, ver, ouvir, testemunhar, manifestar, dar, fazer, julgar...
Mas a grande originalidade de João são os discursos. Nos Sinópticos, estes são pequenas unidades literárias sistematizadas; aqui, longas unidades com um único tema (3,14-16; 4,26; 10,30; 14,6).
O estilo é muito característico, desenvolvendo as mesmas ideias de forma concêntrica e crescente. Assim, os temas da “Luz”: 1,4.5.9; 3,19-21; 8,12; 9; 11,9-10; 12,35-36.46; da “Vida”: 1,4; 3,15-16; 5,1-6,71 (desenvolvimento); 10,10.17-18.28; 11,25-26; 12,25.50; da “Hora”: 2,4; 5,25.28; 7,30; 8,20; 12,23.
Tem um carácter dramático. Depois de tantos anos, Jesus continua a ser rejeitado pelo seu próprio povo (1,11) e os judeus cristãos a serem hostilizados pelos judeus incrédulos (9,22.34; 12,42; 16,2). O homem aceita a oferta divina e tem a vida eterna, ou a rejeita e sofre a condenação definitiva (3,36).
Apesar disso, todo o Evangelho respira serenidade e vai ao ponto de transformar as dúvidas em confissões de fé (4,19.25; 6,68-69), os escárnios em aclamações (19,3.14) e a infâmia da cruz num trono de glória (3,14; 8,28; 12,32). Para isso, o evangelista serve-se dos recursos literários da ironia (3,10; 4,12; 18,28), do mal-entendido (2,19.22; 3,3; 4,10.31-34; 6,41-42.51; 7,33-36; 8,21-22.31-33.51-53.56-58), das antíteses (luz-trevas, verdade-mentira, vida-morte, salvação-condenação, celeste-terreno) e das expressões com dois sentidos: do alto ou de novo (3,3), pneuma (3,8), no sentido de vento e espírito, erguer para significar crucificar e exaltar, ver no sentido físico e espiritual, água viva, etc..
Outra característica é o simbolismo, que pertence à própria estrutura deste Evangelho, organizado para revelar tudo o que nele se relata: milagres, diálogos e discursos. Assim, os milagres são chamados “sinais”, porque revelam a identidade de Jesus, a sua glória, o seu ser divino e o seu poder salvador, como pão (6), luz (9), vida e ressurreição (11), em ordem a crer nele; outras vezes são “obras do Pai”, mas que o Filho também faz (5,19-20.36).

COMPOSIÇÃO E AUTOR
Embora seja evidente a unidade da obra e o seu fio condutor, notam-se algumas pequenas irregularidades. A mais surpreendente é uma dupla conclusão (20,30-31; 21,24-25); o capítulo 16 parece uma repetição do 14; em 14,31 Jesus manda sair do lugar da ceia e só em 18,1 é que de facto saem... Isto leva a pensar que a obra não foi redigida de uma só vez.
Este Evangelho tem na base uma testemunha ocular «que dá testemunho destas coisas e que as escreveu» (21,24; ver 19,35). O autor esconde-se atrás de um singular epíteto: «O discípulo que Jesus amava» (13,23; 19,26; 20,2; 21,24; ver 1,35-39; 18,15). A tradição, a partir de Santo Ireneu, é unânime em atribuir o IV Evangelho a João, irmão de Tiago e filho de Zebedeu, um dos Doze Apóstolos.
A análise interna deixa ver que o autor era judeu e tinha convivido com Jesus. Não constitui problema para a autoria joanina o facto de João ser um pescador, iletrado; então, era corrente não ser o próprio autor a escrever a sua obra. Também é provável que um grupo de discípulos interviesse na redacção, sob a sua orientação e autoridade; daí a primeira pessoa do plural «nós», que por vezes aparece (3,11; 21,24).
Foi este o último Evangelho a ser publicado, entre o ano 90 e 100. Não pode ser uma obra tardia do século II, como pretendeu a crítica liberal do século passado; a sua utilização por Santo Inácio de Antioquia, martirizado em 107, e a publicação em 1935 do papiro de Rylands, datado de cerca do ano 120, desautorizou tal pretensão.
Tem-se discutido muito acerca do meio cultural de que depende; mas devemos ter em conta a sua grande originalidade e a afinidade com o pensamento paulino das Cartas do cativeiro. Os discursos de auto-revelação, que não aparecem em toda a Bíblia, não procedem dos escritos gnósticos e mandeus (parece serem estes que imitam João); têm raízes no Antigo Testamento, sobretudo nos livros sapienciais, onde a Sabedoria personificada se auto-revela falando na primeira pessoa (Pr 8,12-31; Sb 6,12-21).

VALOR HISTÓRICO
Chamar “sinais” aos milagres é indicar que se trata de factos significativos e não de meros símbolos. Com efeito, o próprio Jesus se proclama testemunha da verdade (18,37) e o texto apoia-se numa testemunha ocular. É um testemunho que não se confina a meros acontecimentos históricos, pois tem como objecto a fé na pessoa e na obra salvadora de Jesus; mas brota de acontecimentos vistos por essa testemunha (19,35; 20,8; 21,24).
Ao incluir alguns termos aramaicos e uma sintaxe semita, mostra que é um escrito ligado à primitiva tradição oral palestinense. Por outro lado, os muitos pormenores relativos às instituições judaicas, à cronologia e geografia, provam o rigor da informação, às vezes confirmada por descobertas arqueológicas. Sem as informações de João, não se poderiam entender correctamente os dados dos Sinópticos.
Se fosse apenas uma obra teológica, o autor não teria o cuidado constante de ligar o relato às condições reais da vida de Jesus. Uma contraprova do seu valor histórico: quando não possui dados certos, não inventa. Assim, no período anterior à Encarnação, fala da preexistência do Verbo, mas nada diz da sua vida no seio do Pai, como seria de esperar.

DIVISÃO E CONTEÚDO
A concepção desta obra obedece a uma linha de pensamento teológico coerente e unificadora. Face aos vários esquemas propostos, limitamo-nos a assinalar as unidades do conjunto para deixar ver um pouco da sua riqueza e profundidade:
Prólogo (1,1-18): uma solene abertura, que anuncia as ideias mestras.
I. Manifestação de Jesus ao mundo (1,19-12,50), como Messias, Filho de Deus, através de sinais, discursos e encontros. Distinguem-se aqui cinco grandes secções:
1. Primeiro ciclo da manifestação de Jesus: 1,19-4,54. Semana inaugural.
2. Jesus revela a sua divindade: Ele é «o Filho», igual ao Pai: 5,1-47
3. Jesus é «o Pão da Vida»: 6,1-71.
4. Jesus é «a luz do mundo»: grandes declarações messiânicas por ocasião das festas das Tendas e da Dedicação: 7,1-10,42.
5. Jesus é «a vida» do mundo: 11,1-12,50.
II. Revelação de Jesus aos seus (13,1-21,25): manifestação a todos como Messias e Filho de Deus através do “Grande Sinal”, por ocasião da sua Páscoa definitiva.
6. A Última Ceia: 13,1-17,26.
7. Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus: 18,1-20,29.
Epílogo (20,30-21,25): dupla conclusão. Aparição na Galileia.

OBJECTIVO E TEOLOGIA
Este Evangelho propõe-se confirmar na fé em Jesus, como Messias e Filho de Deus (20,30-31). Destina-se aos cristãos, na sua maioria vindos do paganismo (pois explica as palavras e costumes hebraicos), mas também em parte vindos do judaísmo, com dificuldades acerca da condição divina de Jesus e com apego exagerado às instituições religiosas judaicas que se apresentam como superadas (1,26-27; 2,19-22; 7,37-39; 19,36). Sem polemizar contra os gnósticos docetas, que negavam ter Jesus vindo em carne mortal (1 Jo 4,2-3; 5,6-7), João não deixa de sublinhar o realismo da humanidade de Jesus (1,14; 6,53-54; 19,34). Por outro lado, é um premente apelo à unidade (10,16; 11,52; 17,21-24; 19,23) e ao amor fraterno entre todos os fiéis (13,13.15.31-35; 15,12-13).
João pretende dar-nos a chave da compreensão do mistério da pessoa e da obra salvadora de Jesus, sobretudo através do recurso constante às Escrituras: «Investigai as Escrituras (...): são elas que dão testemunho a meu favor» (5,39). Embora seja o Evangelho com menos citações explícitas do Antigo Testamento, é aquele que o tem mais presente, procurando, das mais diversas maneiras (por métodos deráchicos), extrair-lhe toda a riqueza e profundidade de sentido em favor de Jesus como Messias e Filho de Deus, que cumpre tudo o que acerca dele estava anunciado por palavras e figuras (19,28.30).
Além destes temas fundamentais da fé e do amor, João contém a revelação mais completa dos mistérios da Santíssima Trindade e da Encarnação do Verbo, o Filho no seio do Pai, o Filho Unigénito, que nos torna filhos (adoptivos) de Deus; a doutrina sobre a Igreja (10,1-18; 15,1-17; 21,15-17) e os Sacramentos (3,1-8; 6,51-59; 20,22-23) e sobre o papel de Maria, a “mulher”, nova Eva, Mãe da nova humanidade resgatada (2,1-5; 19,25-27).
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O que quer dizer "vinho" na Bíblia?

Vinho, hoje em dia, é invariavelmente entendido a ser uma bebida alcoólica. Muitas pessoas pensam, automaticamente, que qualquer "vinho" mencio-nado na Bíblia tinha um conteúdo significativo de álcool. Mas, isso não é verdade.

"Vinho" na Bíblia é o produto da uva. Freqüentemente se refere a uma bebida alcoólica semelhante a tais bebidas hoje. Em tais casos, o vinho é descrito como causador de muito sofrimento, e como algo que conduz homens a cometer diversos pecados vergonhosos. Deus claramente proibe o uso de tal vinho, e dá bons motivos para não bebê-lo. O uso de bebida forte pelos sacerdotes ativos no tabernáculo foi proibido, pois eles precisavam discernir entre o certo e o errado, e tinham a responsabilidade de ensinar a palavra de Deus ao povo (Levítico 10:8-11). Sacerdotes de hoje (cristãos ­ 1 Pedro 2:5) têm o mesmo motivo para abster-se totalmente de bebidas alcoólicas, exceto nos permitidos usos medicinais (1 Timóteo 5:23). Não era para reis beberem, porque precisavam usar bom senso e juízo (Provérbios 31:4-5). A justiça continua sendo um aspecto importante da vida de cada servo fiel ao Senhor (Filipenses 4:8). O uso de bebidas alcoólicas é geralmente condenado na Bíblia (Provérbios 20:1; 23:29-35; Gálatas 5:21; 1 Pedro 4:3; 1 oríntios 5:11; etc.).


Mas, a palavra "vinho" é também usada na Bíblia para descrever o produto não fermentado da uva -- o que nós chamamos suco de uva. Pode ver isso em casos onde as mães o deram aos bebês (Lamentações 2:11-12) e onde é considerado uma bênção de Deus (por exemplo, Oséias 2:8-9). Usando a palavra "vinho" em dois sentidos, Jesus diz em Marcos 2:22 que vinho novo rompia odres velhos (já esticados e endurecidos). A expansão de fermentação natural estourava os odres velhos.

Da mesma maneira que nossa palavra "bebida" tem que ser entendida no contexto (poderia ser água, refrigerante, suco, cerveja ou vodca, dependendo do contexto), o sentido de "vinho" nas Escrituras tem que ser determinado pelo contexto.

Compreendendo esse fato ajudará a entender o primeiro milagre de Jesus (João 2:1-11). Nada no texto sugere que Jesus transformou água em bebida alcoólica. No contexto de tudo que a Bíblia fala sobre bebida forte, é inimaginável que Jesus teria feito centenas de litros de vinho alcoólico.
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A Transformação da Água em Vinho

O Primeiro Milagre.


Jesus e seus discípulos foram convidados para uma festa de casamento e aceitaram o convite (João 2.1-2). Cristo não era alienado. Ele participava dos eventos sociais, procurando estar sempre com o povo. De outro modo, como poderia cumprir sua missão? Precisava estar perto das pessoas para abençoá-las e salvá-las. Os cristãos, da mesma forma, não podem constituir um grupo isolado. Somos diferentes do mundo, mas não distantes ou fora dele (Jo.17.11,15,16). Não podemos aceitar convites para a prática pecaminosa (Pv.1.10-15). Outros, porém, podem ser aceitos. É necessário, contudo, que o cristão, onde estiver, dê um bom testemunho, sendo sal e luz (Mt.5.13-14), agindo em benefício do próximo. Foi o que Cristo fez. Jesus foi convidado porque sua presença é agradável. Onde ele está, o ambiente é celestial.

A certa altura das bodas, acabou-se o vinho (2.3). Era comum que as festas de casamento durassem sete dias, mas, sem vinho, isso não seria possível. O que fazer? Talvez pudessem comprar mais. Entretanto, é possível que os convidados não estivessem dispostos a esperar. Fim do vinho significava fim da festa.

Como ficaria a reputação do noivo diante de seus amigos? Teria ele falhado na preparação das núpcias? Ficaria marcado como negligente perante a noiva e os familiares? Ainda que os convivas tivessem consumido além do esperado, ou mais rapidamente, o noivo deveria estar prevenido. Estava, portanto, estabelecida uma situação de vergonha e desgosto, podendo marcar, de forma negativa, o início da vida conjugal.

Maria, mãe de Jesus, também estava presente e percebeu que o vinho tinha acabado (2.3). Não tendo poder para resolver a situação, ela foi falar com seu filho. Ele parece não ter recebido bem a interferência da mãe (2.4). Afinal, ele já sabia do fato e talvez estivesse esperando o melhor momento para agir. A presença de Jesus não evita que determinados problemas ocorram. Aliás, eles podem ser necessários e úteis, desde que sejam bem conduzidos e devidamente solucionados. Uma necessidade torna-se oportunidade para o milagre. Não queremos problemas, mas Deus permite que tenhamos alguns para que também possamos ter experiências sobrenaturais.

Maria sabia que Jesus ia tomar alguma providência e deu, então, uma sábia orientação aos servos da casa: “Fazei tudo o que ele vos disser” (João 2.5). Se temos algo a aprender com as palavras de Maria é no sentido de voltarmos nossa atenção para Cristo, procurando realizar, não apenas parte, mas tudo o que ele nos mandar.

Ele podia fazer o milagre, até mesmo antes que a falta do vinho fosse notada, mas isso não atenderia aos seus propósitos. Ninguém saberia. Seu poder não seria reconhecido (2.11) e Deus não seria glorificado. É preciso que, por algum tempo, sintamos a necessidade, a fim de que a bênção seja desejada e valorizada.

Se Jesus quisesse, poderia dizer uma palavra e o vinho jorraria de todos os vasos e copos, mas ele deseja a participação dos servos na realização do milagre. Em muitos episódios dos evangelhos aconteceu assim: as pessoas esperavam uma bênção e recebiam uma ordem. É preciso obedecer para ser abençoado, e não o contrário. Deus quer a participação humana em suas obras. Ele pode fazer tudo sozinho, mas nos deu o privilégio e a oportunidade de participar, e isto significa trabalho. A nossa fé deve ser demonstrada através da obediência e do serviço, pois “a fé sem obras é morta” (Tg.2). Jesus faz o milagre, mas precisamos fazer a nossa parte.

Os servos tinham muito trabalho a fazer, mas isso lhes daria a chance de serem participantes e testemunhas do milagre. Os convidados estavam em posição mais cômoda. Ficavam apenas se divertindo, enquanto esperavam o garçom passar. Qual é a nossa postura no reino de Deus. Agimos como convidados ou como servos? Queremos apenas beber o vinho do milagre ou trabalhar na sua produção? Aquele que tem a iniciativa de servir, também tem oportunidades singulares. Os servos sabiam o que os convidados ignoravam (2.9).

Jesus mandou que os serventes enchessem de água seis talhas de pedra (2.7). Em cada uma delas cabia entre dois e três almudes, ou seja, entre 72 e 108 litros. Era muita água para ser carregada. O Senhor nos manda fazer coisas difíceis, mas, se fizermos, ficaremos satisfeitos com o resultado. Aquele ato de obediência exigia esforço. Jesus abençoa os que trabalham, mas os preguiçosos continuam passando necessidade.

As talhas foram cheias até a borda (2.7). A obediência foi imediata e completa. Quanto mais água, mais vinho. Não podemos fazer apenas o mínimo, a não ser que queiramos uma bênção pequena. Não podemos ser “econômicos” na oração, no jejum, na leitura bíblica e no serviço ao Senhor. Precisamos fazer mais, fazer muito e fazer bem feito.

Para fazer o milagre, Jesus usou o que estava à sua disposição: os servos, as talhas e a água. Estamos disponíveis para Cristo operar? Nossos bens, tempo e talentos estão entregues ao Senhor? Se o dono da casa escondesse os recipientes, talvez o milagre não tivesse acontecido, ou a quantidade seria menor.

Todos queriam vinho e Jesus manda encher os vasos com água. Queremos o produto final, pronto e servido. Entretando, a operação divina pode ocorrer em etapas, conforme seus soberanos propósitos. Aquela ordem parecia não fazer sentido, mas ninguém lhe fez perguntas. Devemos obedecer sem questionar. Nem sempre vamos saber o porquê das ordens ou dos atos divinos.

Então, o milagre aconteceu. Jesus transformou a água em vinho. O texto não traz explicações químicas ou biológicas a respeito do processo. Não podemos nem precisamos explicar cientificamente os atos de Jesus. Aqueles que dependem de explicações colocam obstáculos à sua própria fé. Nem sempre vamos saber como Deus opera. Precisamos crer em seu poder, mesmo sem compreender sua forma de agir.

Em seguida, os servos levaram o vinho para que o mestre-sala experimentasse. Ele era o responsável pelo controle de qualidade. Quando experimentou o vinho de Jesus, aquele homem ficou surpreso e maravilhado. Suponho que ele nunca houvera bebido um vinho tão bom. Jesus faz, e faz bem feito. O vinho de Jesus é superior. Experimente! Com Jesus, tudo fica melhor. Não aceitemos o que o inimigo oferece. Deus tem o melhor para nós. Não sejamos impacientes. Esperemos o tempo certo, quando ele suprirá a nossa necessidade de forma miraculosa e surpreendente.

O mestre-sala disse ao noivo: “Todo homem põe primeiro o vinho bom... mas tu guardaste até agora o bom vinho” (2.10). Quando Jesus opera em nós, saímos do limite dos costumes e das tradições para um nível de excelência. As pessoas esperavam que, com o passar do tempo da festa, o vinho fosse piorando, mas, se Jesus está presente, a tendência é melhorar, de fé em fé (Rm.1.17) e de glória em glória (IICo.3.18). As tribulações são grandes, mas as vitórias são maiores. A festa estava salva. A comemoração podia continuar, com alegria ainda maior. Aquele casamento sempre seria lembrado pela presença e pelo poder de Jesus. O problema foi transformado em bênção. Ali Jesus realizou seu primeiro milagre, marcando aquele casal e aquela cidade. Caná da Galiléia ficou definitivamente vinculada à maravilha da transformação da água em vinho.

O fato de Jesus ter escolhido uma festa de casamento para realizar seu primeiro sinal nos mostra como o matrimônio e a família são importantes para Deus. Além de atender à necessidade do momento, aquele ato de Jesus demonstrou seu poder transformador. Hoje, ele tem transformado muitas vidas. Assim como aconteceu naquelas bodas, pode chegar um momento na vida conjugal ou individual quando a alegria acaba. Tudo estava indo tão bem e, de repente, instala-se o caos. Isto pode ser resultado de algum acontecimento ruim, decisões equivocadas ou práticas pecaminosas. Nessas horas, Jesus é a nossa única esperança. Ele pode fazer o que não está ao nosso alcance, e faz muito melhor, dando aroma, cor e sabor à nossa existência.

Jesus é especialista na transformação de vidas. Ele atua naqueles que já foram descartados pela sociedade. Cristo recupera o marginal, transformando-o em cidadão de bem. Acima de tudo, ele nos transforma de tal maneira que possamos ser agradáveis a Deus (Rm.12.1-2).

Depois que a água foi transformada em vinho, a festa continuou, mas isso só foi possível porque os noivos convidaram Jesus para aquele casamento. Todos devem convidá-lo. Nossa vida sem ele é vazia e inútil. Só Cristo pode nos abençoar, nos dar uma nova motivação para viver. Com ele, temos um novo começo, pois seu poder age em nós, fazendo transbordar o nosso cálice.

É pecado um casal cristão (casado) ir ao motel?


Quando se trata destes assuntos os evangélicos ficam mesmo divididos em suas opiniões particulares. Uns afirmam que não é pecado, mas ficam com medo de debater o assunto, pois não tem respostas. Já outros respondem que é pecado. Dizem que não é lugar de cristão, e chegam a afirmar que freqüentar um lugar desses é como ir numa casa de prostituição. Vivemos em uma época em que parte da crença evangélica vive uma das piores fases em termos de conhecimento bíblico e geral. Vivemos a era dos "achismos" e outros "ísmos" criados por aqueles que "sentem" que algo "não é de Deus". Pouco se lê das Escrituras, e a emoção misturada as revelações e outras manifestações de carater duvidoso, tomam conta cada vez mais de uma boa parcela da sociedade cristã, colocando medo e ameaças a quem ao menos pensar em liberdade cristã. Versículos isolados, línguas estranhas (algumas muito estranhas mesmo), já são conhecidos dos que vivem uma pseudo-santidade.

Mas a saga dos legalistas parece não ter mesmo limites. Citar proibições, leis que não estão na Bíblia, é de uma hipocrisia de dar nojo. O crente tem o direito de não querer ir a um motel, mas julgar quem vai já é o cúmulo. O termo MOTEL surgiu nos EUA como hotéis de motoristas na beira das estradas (Motorist Hotel = Motel). Nada tem a ver com casa de prostituição. Um casal em lua-de-mel, por exemplo, pode optar por hotel, pousada, chácara, etc. Sabendo que em todos esses lugares pode haver casais em adultério, traições, orgias, pois na recepção, ao alugar o quarto, nenhum recepcionista pede certidão de casamento a ninguém.

"Sabemos que somos de Deus e que TODO O MUNDO está no maligno". (1 João 5:19) Todo este mundo está contaminado, e não somente um motel ou hotel. Muitos alegam que o cristão deve escolher um "lugar santo". E como seria um "lugar santo"?! Dentro da igreja??? Num restaurante muitos incrédulos já passaram pelas mesas, ou quem sabe até o cozinheiro pode ser um ateu ou feiticeiro?! E no que isso poderia me prejudicar?? Em nada!!! Porque "O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que o temem, e os livra". (Salmo 34:7) Há igrejas que proíbem beijo na boca, carícias, afagos, até mesmo entre os casados. Cada um deles citando razões e versículos sorteados da Bíblia sobre "santidade do crente". É um legalismo que coloca o cristão num verdadeiro "talebã" evangélico.

Muitos cristãos acham "sujo" ir a um Motel pelo fato de ali ter passado outros casais e ter que usar a mesma cama para o ato sexual. Ora, não estamos aqui falando de qualquer motel barato. Um bom Motel oferece limpeza, troca constante de roupas de cama, conforto, serviço de primeira, e não uma espelunca qualquer! O mesmo pode ocorrer se o casal, ao viajar ou em lua-de-mel, escolher um Hotel muito barato. A cama de um Hotel ou de uma Pousada não diferencia em nada para o ato sexual. Nenhum casal irá dizer: "-Olha, aqui é um HOTEL e nào um MOTEL...por isso não teremos relações sexuais aqui..." Em algumas cidades os Hotéis são mais usados para encontros de casais do que propriamente os Motéis!

Outra resposta de muitos cristãos até sinceros é que não vão a um motel porque a Bíblia diz: "Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores". (Salmo 1) Ora, quando a Bíblia descreve "caminho do ímpio", refere-se a não seguir os pensamentos deste mundo, e não de freqüentar um local que ímpios também freqüentam, pois do contrário não poderíamos entrar em supermercados, farmácias, restaurantes, etc. Jesus comia com pecadores e foi criticado. (Mateus 9:10-12) Ou seja, ele estava no mesmo lugar, mas o seu ideal era outro. Tanto que a Bíblia diz que Jesus é o "caminho". Esse caminho não é um LUGAR propriamente dito, mas seguir os mandamentos do Senhor que estão na Bíblia Sagrada.

Como pastor pentecostal quero deixar bem claro a todos os amados irmãos, que não podemos jamais usar da liberdade cristã para estrapolar e enveredarmos pelo caminho do pecado. Sabemos que realmente devemos viver em santidade e em constante oração. O que quero esclarecer aos amados irmãos é que não vivam a sombra do medo, obedecendo a dogmas de homens, e sim obedecer as Escrituras Sagradas, a Palavra de Deus. Esta sim, nunca mudou, não muda, nem nunca mudará!

Obs.: A uns quarenta anos atrás, algumas igrejas proibiam: beber refrigerantes; mascar chiclete; usar perfume; usar shampoo; mulher não podia andar de bicicleta; mulher não podia ser vista conversando com homem; o casal de namorado não podia andar de mãos dadas; calça jeans era sinal de fraqueza espiritual; e além do paletó e a gravata, tinha que usar um chapéu! E quem não obedecesse a essas doutrinas era suspenso e excluído da igreja. 

Muitos se agarram a versículos isolados da Bíblia e transformam em suas "doutrinas", sem ler o contexto do assunto. Por exemplo, a Bíblia diz: "Orai sem cessar". (1 Tessalonicenses 5:17) E será que "orando sem cessar" o cristão não irá mais trabalhar? Não terá mais seus momentos de lazer?? Esse "sem cessar" Paulo se refere a oração constante, contínua, sempre orando, e não a ficar orando direto sem parar num mesmo lugar. Sempre exorto a todos os amados irmãos a andarem conforme a PALAVRA DE DEUS, e não segundo as proibições dos homens, que constantemente estão mudando suas "doutrinas", ora proibindo, ora liberando outra vez.

Se alguém ensina alguma doutrina diversa, e não se conforma com as sãs palavras de nosso Senhor Jesus Cristo, é soberbo, e nada sabe?. (1 Timóteo 6:3)

"Se, pois, estais mortos com Cristo quanto aos rudimentos do mundo, por que vos carregam ainda de ordenanças, como se vivêsseis no mundo, tais como: não toques, não proves, não manuseies? As quais coisas todas perecem pelo uso, segundo os preceitos e doutrinas dos homens; as quais tem, na verdade, alguma aparência de sabedoria, em devoção voluntária, humildade, e em disciplina do corpo, mas não são de valor algum senão para a satisfação da carne". (Colossenses 2: 20-23)

Quem és tu, que julgas o servo alheio? Um faz diferença entre dia e dia, mas outro julga iguais todos os dias. Cada um esteja inteiramente seguro em seu próprio ânimo. Aquele que faz caso do dia, para o Senhor o faz. E quem come, para o Senhor come, porque dá graças a Deus; e quem não come, para o Senhor não come, e dá graças a Deus?. (Romanos 14:4,5)

"Fugi dos escribas, que gostam de andar com vestes compridas". (Marcos 12:38)

"E dizem: Retira-te, e não te chegues a mim, porque sou mais santo do que tu. Estes são fumaça no meu nariz, um fogo que arde o dia todo". (Isaías 65:5)

Há ainda semente no celeiro?

Há ainda semente no celeiro?Há ainda semente no celeiro? Nem a videira, nem a figueira, nem a romeira, nem a oliveira têm dado os seus frutos; mas desde este dia vos abençoarei. (Ag 2:19). 
O que é um celeiro? É um lugar de reservas, local apropriado para guardar mantimentos para que esses não venham a faltar. 
Entendemos em Prov. 4:23 que o nosso coração é o celeiro, no qual devemos guardar a Palavra de Deus, e a semente é a Palavra de Deus. Esta gloriosa Palavra é o nosso alicerce que nos prepara para as lutas e dificuldades que surgirem em nossas vidas, e com ela vencermos tudo. E esta semente tem que está guardada em nossos corações. Disse o salmista Davi: “Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti”. (Salmo 119:11) 
Hoje o Senhor te pergunta: Como está o teu celeiro? Ainda há semente no teu celeiro? Ainda há fé no teu coração? Ainda há esperança? Ainda há perspectiva? Ou o teu celeiro está vazio? Não deixe que as aves de rapina (satanás e os demônios) roubem à semente que Deus depositou dentro de você. Não deixe que os cuidados dessa vida, os prazeres efêmeros te sufoquem fazendo com que você se esvazie da Palavra de Deus. Deus quer contar contigo! Mas só contará se encontrar a semente (Palavra Dele) em teu coração. 
Essa passagem de Ageu 2:19, mostra-nos algo fantástico. O povo ainda não estava sendo abençoado por causa da desobediência, porque não estava aplicando o coração a Palavra de Deus, a qual já havia ouvido. Nesse episódio Deus fala não somente para o povo, mas também para os sacerdotes. Eles só eram ouvintes e não praticantes. Deus quer que sejamos praticantes e não simplesmente ouvintes. Então a videira, a figueira, a romeira e a oliveira não estavam dando frutos, ou seja, aquele povo não estava sendo alimentado. Não estava tendo as suas necessidades supridas por causa da sua desobediência; não era porque a videira, figueira, romeira, oliveira, não quisessem o alimentar, mas ele próprio não fazia com que a benção de Deus o alcançasse. 
Dependendo do contexto, entendemos que a videira simboliza Cristo, a figueira o Deus Pai, e a oliveira o Espírito Santo. Nesse contexto essas árvores simbolizam a trindade. E a romeira? A romeira simboliza a vida do homem. Pois na simbologia bíblica, a árvore, também, simboliza o homem (Sl 1:3; Mc 8:24). O povo estava passando por uma situação tão apertada, tão difícil, que o Pai, o Filho e o Espírito Santo estavam calados, não estavam respondendo as suas orações. Estavam em silêncio esperando que o povo tomasse uma posição diante Deles. E o homem, (a romeira) também, não estava dando fruto algum. Deus não permitiu nem que outros povos os ajudassem. Ninguém poderia ajudá-lo. Eles, tão somente eles, deveria tomar uma posição diante de Deus. E quando se posicionaram a vida deles mudou e foram abençoados pelo Senhor. 
Tome uma posição diante do Senhor! Abandone a vida de pecado! Se não os céus reterão as suas bênçãos e você ficará murmurando o tempo todo dizendo: Mas porque Deus me prometeu e isso não aconteceu? Não aconteceu porque você saiu do rumo da direção, você não está mais na posição de quando Deus te falou. Deus hoje te diz: Volta, deixa essa vida medíocre de aparências, de desobediência! Ele está te esperando de braços abertos. Se não voltares ao propósito de Deus, pode ter certeza que a videira, a romeira, a figueira e a oliveira não darão mais frutos para te alimentar, e sendo assim morrerás. 
Comparei essa passagem de Ageu com a de Habacuque 3:17-18 que diz: “Portanto, ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; o produto da oliveira minta, e os campos não produzam mantimentos; as ovelhas da malhada sejam arrebatadas, e nos currais não haja vacas, todavia, eu me alegrarei no Senhor, exultarei no Deus da minha salvação”. E perguntei ao Senhor como o produto da oliveira pode mentir se a oliveira é símbolo do Espírito Santo, e o Espírito Santo não mente? E o maravilhoso Espírito Santo me revelou que a simbologia desse texto nada tem a ver com a trindade, e sim com a vida do próprio homem (que também é símbolo de árvore). 
A figueira é uma árvore que não floresce, ela põe folhas e frutos. Interessante detalhe: os frutos nascem antes das folhas. Deus quer que venhamos produzir frutos para alimentarmos vidas, caso contrário secaremos. Essa figueira aqui simboliza a nação de Israel. Quando Jesus procurou fruto naquela figueira e não os encontrou, logo em seguida a amaldiçoou. Ele amaldiçoou a nação de Israel que não produziu frutos de fé, negando a Palavra Revelada, o verbo que se fez carne (Jesus). Logo, a sua sentença foi decretada! Olha e veja hoje retrato da nação de Israel! Vivem em plena guerra e destruição, pois estão debaixo de maldição, pois rejeitaram o sacrifício do Messias. Quando Habacuque disse: “Ainda que a figueira não floresça”. Ele quis dizer: Ainda que Israel não se converta, não queira largar o seu mau caminho, queira ficar com as suas idolatrias, isso não me afetará em nada, pois a minha comunhão com esse Deus é individual. Eu me alegrarei e exultarei nesse Deus maravilhoso, o Deus da minha salvação. Só Ele pode me livrar da destruição. 
Para os povos antigos a videira era um símbolo de prosperidade e paz. A videira também era um meio de subsistência daquele povo, pois das uvas eles extraiam o vinho que era consumido por todos daquela época. E a oliveira? Como o produto da oliveira poderia mentir? O produto da oliveira é o azeite. O azeite era muito importante para a nação de Israel, pois eles o exportavam e era um meio de sobrevivência econômica para o povo. Às vezes a oliveira não dava um bom azeite. Esse tipo de oliveira era chamado de jambuzeiro bravo, por não produzir um azeite de qualidade e com isso dificultava o meio de comercializar e influenciava no meio de subsistência do povo de Israel. Logo se dizia que o produto da oliveira mentiu, foi falso e não saiu conforme o esperado. 
Deus está olhando para você como árvore frutífera. Ele quer contar com você! Os que estão a sua volta e ao seu redor, quer se alimentar dos frutos que produzem a sua vida. E se o que as pessoas estão esperando de você não estiver acontecendo? E se aquela palavra que elas querem ouvir dos teus lábios, vindo direto do Espírito Santo, não estiver mais sendo pregada? Será que o produto da oliveira não está saindo como o esperado? Será que ao invés de você ser uma benção, está se tornando em maldição? Será que você está causando escândalos no reino de Deus, ao invés de estar dando bom testemunho? Não deixe que para você, o produto da oliveira minta. Não deixe que da sua vida saia frutos que para nada prestam e que sirvam somente para destruir a perspectiva que os outros tem a respeito de você. 
Hoje, tome uma posição diante do Senhor! Mesmo que as coisas não estejam saindo conforme você esperava. Faça como Habacuque e não murmure, mas exalte ao Senhor. Mesmo que nos campos não tenham alimentos, as ovelhas foram arrebatadas, as vacas sumiram dos currais, ou seja, tudo ao teu redor está dando errado, exalte ao Senhor! Esse quadro nos mostra uma situação de angústia, desespero, carências materiais. Mesmo Habacuque vendo esse quadro crítico diante dos seus olhos, não se deixou ser contaminado e nem abatido pelos problemas. Muito pelo contrário, abriu os seus lábios e declarou essa linda frase de exaltação ao nome do Senhor. 
Exalte ao Senhor, pois Ele preparou um dia pra te abençoar! O que Ele quer é olhar para dentro de você e encontrar semente no teu celeiro. Pois Ele disse no final do versículo 19 do capítulo 2 de Ageu: “Desde esse dia eu vos abençoarei”. Desde que dia? Desde o dia em que os sacerdotes e o povo se arrependeram dos seus maus caminhos, e dedicaram as suas vidas na construção do templo do Senhor. Desde o dia em que Deus olhou e achou semente nos seus corações. Observe que Deus disse: Vos abençoarei desde esse dia. O que passou, passou! Deus quer te abençoar desde esse dia. Ele vai tratar contigo de agora em diante. Não se prenda ao passado! Confesse o teu pecado, pois Ele quer escrever na tua vida uma nova história. Se Ele marcou um dia é porque Ele está esperando tomarmos uma posição de abandonarmos tudo aquilo que nos atrapalha, somente assim Ele marcará o dia da nossa vitória. 
Deus quer olhar pra você agora nesse exato momento e ver no teu celeiro a semente da fé, do amor, do perdão, da misericórdia, do arrependimento, da humildade, da mansidão. Enfim, Ele quer olhar para você e ver os frutos do Espírito dentro do teu coração. Quando Ele olhar para você e ver todas essas coisas, tenha a certeza, Ele vai te abençoar! Pois Ele não é homem para que minta e nem filho de homem para que se arrependa. Tudo o que Ele promete ele cumpre. Se as promessas de Deus ainda não aconteceram na sua vida, é hora de você olhar para dentro de si mesma e procurar se ainda há semente no teu celeiro. Pois Deus só conta com quem tem dentro de si conteúdo Dele, ou seja, a Sua Palavra. Por isso encha-se da Sua Palavra! Encha o teu celeiro da semente do Espírito Santo e verás a glória de Deus! Ele continua te perguntando: Há ainda semente no celeiro? 


Quem são as Testemunhas de Jeová e no que acreditam?

Alguem me perguntou: Pastor Delmir quem são as Testemunhas de Jeova?

A seita conhecida hoje em dia como as Testemunhas de Jeová iniciou no estado americano da Pensilvânia em 1870, como uma escola bíblica iniciada por Charles Taze Russell. Russell nomeou seu grupo de “Estudos Bíblicos Aurora do Milênio”. Charles T. Russell começou a escrever uma série de livros chamada “Autora do Milênio”, que se estendeu por seis volumes antes da sua morte e que continha grande parte da teologia agora seguida pelas Testemunhas de Jeová. Após a morte de Russell em 1916, Judge J. F. Rutherford, amigo e sucessor de Russell, escreveu o sétimo e último volume da série “Aurora do Milênio”, “O Mistério Consumado”, em 1917. A Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados foi fundada em 1886 e rapidamente tornou-se o veículo através do qual o movimento “Aurora do Milênio” passou a distribuir suas visões aos outros. O grupo era conhecido como os “russellitas” até 1931 quando, devido a uma divisão na organização, esta foi renomeada “Testemunhas de Jeová”. O grupo da qual se separou ficou conhecido como “Estudantes da Bíblia”.




No que as Testemunhas de Jeová acreditam? Uma análise minuciosa da sua posição doutrinária em assuntos como a divindade de Jesus, a Salvação, a Trindade, o Espírito Santo, a Expiação, etc., mostra que eles não guardam posições cristãs ortodoxas nesses assuntos. As Testemunhas de Jeová acreditam que Jesus é o arcanjo Miguel, o mais alto ser criado. Isto contradiz diversas Escrituras que claramente dizem que Jesus é Deus (João 1:1,14; 8:58; 10:30). As Testemunhas de Jeová acreditam que a salvação é obtida com uma combinação de fé, boas obras e obediência. Isto contradiz inúmeras Escrituras que declaram que a salvação é recebida pela fé (João 3:16; Efésios 2:8-9; Tito 3:5). As Testemunhas de Jeová rejeitam a Trindade, acreditando que Jesus é um ser criado e que o Espírito Santo é essencialmente o poder de Deus. As Testemunhas de Jeová rejeitam o conceito da morte de Cristo em substituição à nossa e ao invés seguem a teoria do resgate, que diz que a morte de Jesus foi o pagamento pelo pecado de Adão.



Como as Testemunhas de Jeová justificam estas doutrinas não-bíblicas? (1) Eles afirmam que a igreja, ao longo dos séculos, corrompeu a Bíblia, e (2) Eles retraduziram a Bíblia no que eles chamam de Tradução do Novo Mundo. A Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados alterou o texto bíblico para fazê-lo se adequar à sua falsa doutrina – ao invés de basear a sua doutrina no que a Bíblia ensina. A Tradução do Novo Mundo já teve numerosas edições, dado que as Testemunhas de Jeová descobrem mais e mais Escrituras que contradizem os seus ensinamentos.



As testemunhas de Jeová prontamente se mostram como uma seita que é apenas fracamente baseada nas Escrituras. A Torre de Vigia baseia suas crenças e doutrinas nos ensinamentos originais e expandidos de Charles Taze Russell, Jeudge Joseph Franklin Rutherford e seus sucessores. O Corpo Governante da Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados é o único corpo na seita que afirma ter autoridade para interpretar as Escrituras. Em outras palavras, o que o Corpo Governante diz com relação a qualquer passagem nas Escrituras é visto como a palavra final e pensar de forma independente é fortemente desencorajado. Isto está em oposição direta à admoestação de Paulo a Timóteo (e também a nós) para estudar e se apresentar aprovado a Deus, como obreiro que não tem do que se envergonhar, corretamente manejando a Palavra de Deus. Esta admoestação, encontrada em 2 Timóteo 2:15, é a clara instrução de Deus para cada um de Seus filhos no Corpo de Cristo para serem como os cristãos de Beréia e buscarem nas Escrituras diariamente se aquilo que está sendo ensinado está de acordo com o que a Palavra tem a dizer sobre o assunto.

Doutrinas das Testemunhas de Jeová


A única autoridade reconhecida pelas Testemunhas de Jeová em termos teológicos é a Bíblia que, apesar de reconhecerem ter sido escrita por humanos, elas consideram como um produto de inspiração divina, atribuindo a Jeová a sua Autoria. (2 Timóteo 3:16). Usam habitualmente a Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas (sigla, NM), embora recorram a diversas traduções ou versões da Bíblia, conforme pode ser visto por uma análise das suas publicações, ou pelo facto de muitas Testemunhas ainda não terem acesso à versão publicada pela Sociedade Torre de Vigia na sua própria língua. Além disso, muitas das crenças básicas das Testemunhas de Jeová foram formuladas muito antes de ter sido lançada a sua própria tradução das Escrituras.Jeová DeusConsideram que Jeová é o nome do Deus que adoram e a quem atribuem a criação de todas as coisas e de todas as criaturas, sobre as quais detém a Soberania total. Entre muitos outros versículos bíblicos, costumam referir o Salmo 83:18 para basear a sua crença nas premissas acima:









"Para que as pessoas saibam que tu, cujo nome é Jeová, somente tu és o Altíssimo sobre toda a terra." - NM

Consideram que Jeová é uma pessoa com sentimentos. Destacam especialmente quatro principais atributos de Deus, nomeadamente o poder, a justiça, a sabedoria e, principalmente, o amor. Segundo elas, estas qualidades, bem como muitas outras, são reveladas nas páginas da Bíblia, bem como na simples observação da natureza que nos rodeia.



Ensinam que Deus revelou abundantemente o Seu nome nas páginas da Bíblia, sendo que as quatro letras hebraicas יהוה, vertidas pelas latinas YHWH, também conhecidas por Tetragrama e que surge mais de 7.000 vezes na Bíblia, significa literalmente "Ele Causa Que Venha a Ser". Este significado do Nome Divino é considerado pelas Testemunhas como representando a capacidade de Deus ser aquilo que Ele pretender ser, sem limitações. Jeová é assim um Deus com um propósito eterno, que não deixará de ser cumprido.



Rejeitam o dogma central da Ortodoxia Cristã sobre a Santíssima Trindade, argumentando que há apenas Um só Deus todo-poderoso, conforme citam os textos abaixo:



Deuteronômio 6:4

"Jeová, nosso Deus, é um só Jeová." - NM

1 Coríntios 8:5, 6

"Pois, embora haja os que se chamem “deuses”, quer no céu, quer na terra, assim como há muitos 'deuses' e muitos 'senhores', para nós há realmente um só Deus, o Pai, de quem procedem todas as coisas..." - NMkfdkf

Afirmam que as orações devem ser dirigidas apenas a Jeová, aquele que a Bíblia chama de "Ouvinte de oração" (Salmos 65:2). Crêem que é possível que seres humanos estabeleçam uma relação achegada com Deus, de íntima amizade, por aprenderem mais sobre Ele e cumprirem a Sua vontade, conforme a entendem através da sua leitura da Bíblia. Rejeitam qualquer tipo de símbolo religioso ou objeto destinado à adoração (tal como crucifixos, rosários, altares, relíquias e outras imagens ou ícones religiosos), visto que consideram que isso significaria a prática de idolatria, condenada pelas Escrituras Sagradas (Salmos 115:4-8). Entendem que a sua adoração a Jeová não pode estar contaminada com práticas relacionadas com a adoração a outros deuses, o que consideram apostasia, ou religião falsa. Assim, qualquer tipo de festividade que consideram manchada de adoração falsa é liminarmente rejeitada, mesmo que estas sejam aceitas pelas demais igrejas ou denominações cristãs, tal como o Natal, Páscoa, Carnaval e similares. Mesmo as festas de aniversário são consideradas uma forma sutil de idolatria. Assim, as Testemunhas de Jeová evitam estas celebrações tradicionais ou pedem para serem dispensados das mesmas, mas respeitam o direito dos outros festejarem. Participam de reuniões sociais, desde que não tenham teor religioso com origens não-bíblicas ou políticas.



Todas as suas opiniões, pensamentos, conduta moral e ações, são orientadas em torno da sua adoração a Jeová, o que consideram ser o objetivo principal das suas vidas. Como símbolo dessa dedicação incondicional ao Deus que adoram, realizam uma cerimónia pública, o batismo por imersão total em água, onde aquele que deseja tornar-se Testemunha de Jeová, após meses ou anos de estudo da Bíblia, afirma que se entrega totalmente ao serviço de Deus e ao cumprimento dos Seus mandamentos, conforme os entendem da sua pesquisa da Bíblia.



Jesus CristoJesus Cristo é visto como um ser divino (segundo João 1:1 NM "era [um] deus"; em Isaías 9:6, é chamado de "Deus Poderoso"), Filho Unigênito de Jeová, o Deus Todo-Poderoso, e o Seu porta-voz. Não consideram Jesus como sendo consubstancial (pertencente à mesma natureza e substância) do próprio Deus, mas uma "pessoa" diferente Dele e o mais importante depois Dele (1 Coríntios 11:3, diferente do ensino ortodoxo cristão sobre a Santíssima Trindade. Teve um papel importante na criação. Na sua existência pré-humana, crêem que era o Arcanjo Miguel. Acreditam ainda que a expressão do livro de Revelação: "o Alfa [com sentido de "Primeiro"] e o Ômega [com o sentido de "Último"]" aplica-se tanto a Jeová Deus como também a Jesus, pois acreditam que este último foi a primeira criação de Deus, tendo estado com ele desde o início da criação até à eternidade. O Filho de Deus sacrificou voluntariamente sua vida humana perfeita em resgate da humanidade condenada à morte, devido ao pecado original. (João 3:16) Em razão disso, tornou-se o único mediador entre o Deus Todo-Poderoso e a humanidade. O pecado original foi a rebelião contra a Soberania Divina cometida pelos primeiros a serem criados: Adão e Eva.



 Espírito SantoAcreditam que o Espírito Santo é a força ativa de Deus, e não uma Pessoa Divina. Sendo esta força de Deus é usada para executar a vontade de Jeová. É mencionada nas Escrituras como estando presente no momento criativo do Universo material e é também relacionada com a inspiração divina da Bíblia. O Espírito Santo auxilia também os servos de Deus a desenvolverem qualidades que são chamadas de "fruto do espírito", mencionadas na carta de Paulo aos cristãos na Galácia.



 Criação e DilúvioO seu entendimento sobre a Criação difere de muitos grupos criacionistas que crêem literalmente no que Génesis 1:1 textualmente diz. Isso significa que todo o Universo teve um "princípio", e a causa desse princípio foi o Deus Todo-poderoso. Acreditam que a Bíblia não dá qualquer datação sobre a origem do Universo nem do planeta Terra. Entendem que a expressão hebraica aqui usada para "dia", yohm, envolve milhares, milhões ou bilhões de anos. Os 6 "dias" criativos se refere ao longo período de tempo na preparação da Terra para vida humana, e não "dias" literais. Em Génesis 2:4 (NM), são englobados os 6 "dias" criativos no "o dia [em hebr. yohm] quando Jeová [YHVH] Deus criou a Terra e os céus." O livro bíblico de Génesis faz referência a 6 "dias" criativos concluídos e um sétimo "dia" ainda não terminado.



Não crêem na teoria moderna da evolução das espécies proposta por Charles Darwin segundo a seleção natural. Crêem na criação directa de cada espécie básica de plantas e de animais, que se reproduz "segundo a sua espécie". Crêem na progressiva evolução e adaptação dentro da "espécie", devido a condicionantes climáticas ou geográficas. Crêem na criação directa do primeiro casal humano, os únicos ancestrais da espécie humana. Crêem literalmente no relato da longevidade da humanidade antediluviana mencionada no livro de Génesis.



Crêem que o relato sobre o Dilúvio nos dias de Noé foi um facto real e teve uma extensão global. Sendo assim, o Dilúvio não foi uma grande inundação limitada à Mesopotâmia, mas choveu torrencialmente 40 dias e 40 noites sobre a Terra, submergindo toda coisa vivente e cobrindo todos os altos montes de então, tal como relatado no Gênesis. No espaço de cerca de 1 ano, teria sido formada toda a superfície da Terra tal como hoje a conhecemos. Incidentalmente, qualquer mudança na radiação alteraria a taxa de formação de substâncias radioactivas a tal ponto que invalidaria todas as datações antediluvianas.



 Alma, Morte e a RessurreiçãoCrêem que a morte da alma [em hebr. néfesh; em gr. psykhé] humana é consequência do pecado adâmico. Ocorre quando cessa no corpo o "espírito" [em hebr. rúahh; em gr. pneúma] ou força de vida. A morte não é uma passagem para um existência espiritual, mas o fim da existência da pessoa. (Conforme interpretação dada aos versículos de Eclesiastes 9:5, 10; Salmos 146:4) O ensino da imortalidade da alma não é verdadeira para as Testemunhas de Jeová. Crêem que qualquer manifestação de espíritos de alegadas pessoas já falecidas se devem à ação directa de anjos decaídos, ou demônios. Acreditam na esperança para os mortos que estão na memória de Deus serão ressuscitados. – João 5:28, 29; Atos 24:15.



Não concordam também com a existência de um inferno de fogo como lugar literal de tortura das pessoas iníquas. Consideram que, na Bíblia, os termos normalmente traduzidos por "inferno", Hades [termo grego] e Seol [ou Sheol, termo hebraico], têm mais o significado de "sepultura" ou "lugar dos mortos"; ou com a ideia de destruição e aniquilação eterna, no caso de Geena [termo grego]. De acordo com Atos 2:27, Jesus desceu ao Inferno (Hades ou Seol) e foi ressuscitado . As Testemunhas de Jeová não acreditam na predestinação pessoal. Cada pessoa tem livre arbítrio dado por Deus e é responsável por todos os actos que comete. No entanto, a morte é resultado do pecado original. Assim, após a ressurreição dos mortos, os pecados anteriores não lhes serão imputados mas poderão recomeçar a vida escolhendo voluntariamente servir a Deus e alcançar assim a salvação.



 Últimos Dias e o Fim do MundoVer artigo principal: Escatologia das Testemunhas de Jeová

As Testemunhas crêem que vivemos no que a Bíblia chama de últimos dias que antecedem o dia do Armagedom, no qual o Reino de Deus de mil anos, às mãos de Jesus e de 144.000 humanos escolhidos será implantado sobre a Terra. Os adoradores de Jeová sobreviverão a essa conflagração mundial e poderão viver eternamente ao contrário dos que forem considerados merecedores da destruição eterna. Entendem a expressão "fim do mundo" como uma referência ao término e substituição do actual sistema de coisas, o que inclui a sociedade humana e as suas instituições e governos.



SalvaçãoSegundo as Testemunhas de Jeová, a Salvação é possível apenas pela benignidade imerecida [ou graça Divina], e não por qualquer mérito pessoal. Como "a fé sem obras está morta", é necessário mais do que apenas confessar a sua Fé em Deus e em Cristo, o Filho de Deus. (Tiago 2:24) É necessário aprender qual é a vontade de Deus e fazê-la. Apenas quem mantiver sua integridade até ao fim será salvo. (Mateus 10:22) Rejeitam a crença de uma "Salvação Universal". A salvação que resultará na vida eterna, abre duas perspectivas de vida futura: na terra como humanos e no céu como poderosas criaturas espirituais. Esta última esperança está aberta a um grupo limitado de 144.000 escolhidos.



Para alguém ser salvo, é necessário praticar os ensinamentos corretos. Segundo o seu entendimento, isso significa tornar-se uma Testemunha de Jeová ativa, pois segundo elas, é a única religião que aplica corretamente os ensinamentos bíblicos, incluindo o de Mateus 28:19,20 onde Jesus ordenou que seus discípulos pregassem a todos. Crêem que caberá à "grande multidão" internacional mencionada em Apocalipse 7:13,14 participar do propósito original de Deus ao criar os humanos na Terra. (Génesis 1:27,28) As Testemunhas crêem que essa "grande multidão" serão os cristãos fiéis vivos por ocasião da presença (ou vinda, em gr. parousia) invísivel de Cristo, que obterão a salvação através da sobrevivência a uma futura "grande tribulação" que culminará num Armagedom purificador, onde todos os governos humanos, junto com os seus apoiantes, serão removidos. (Mateus 24:21; Apocalipse 16:13-16; Daniel 2:44) A estes sobreviventes se juntarão os ressucitados que estiverem na memória de Deus e se tornarem cristãos fiéis. Acreditam que isso ocorrerá durante o Reinado Milenar, um período de mil anos onde o Reino de Deus executará o propósito divino para com a Terra e os seus habitantes. (Atos 24:15; João 5:28,29) No final do Reinado Milenar, os que não aproveitarem essa oportunidade serão então eliminados, junto com o Diabo e os seus anjos.



Reino de DeusAcreditam que o Reino de Deus - a Teocracia - é a única esperança para a humanidade. Afirmam seguir as instruções de Jesus relacionadas com este Reino, por orarem pela sua vinda e por anunciarem a sua proximidade. A pregação das Boas Novas do Reino, ou seja, a divulgação das notícias sobre o que o Reino fará em breve, é uma obrigação de todos os que se dizem cristãos. O reinado de mil anos literais sob a liderança de Cristo Jesus (ou seja, o Reino Messiânico), terá por objectivo conduzir à perfeição, física e mental, aqueles que sobreviverem ao fim da actual sociedade humana, bem como os muitos milhões que serão ressuscitados da morte. Crêem que o Reino de Deus é um governo real estabelecido no céu desde Outubro de 1914 e que em breve irá substituir o actual sistema de coisas, o que inclui todos os governos da Terra e os povos que os apoiam. Este governo exercido desde os céus, no domínio invísivel, exercerá uma influência positiva que resultará na produção de uma nova sociedade humana, na qual a Lei Divina prevalecerá (Apocalipse ou Revelação 12:7-12). Apesar das expectativas sobre quando isso ocorrerá, elas reconhecem que "o dia e a hora" só a Deus pertence (Mateus 24:42-44).



 Classe dos 144.000Crêem que um grupo de cento e quarenta e quatro mil homens e mulheres, cristãos ungidos com Espírito Santo, foram escolhidos para serem co-regentes com Jesus Cristo, durante um período de mil anos, no seu Reino Messiânico. (Revelação ou Apocalipse 5:9, 10; 14:1-4; 20:4) Para alcançarem essa recompensa, esses seguidores de Jesus necessitam de ser fiéis até à morte, sendo depois ressuscitados num corpo espiritual para assumirem a sua posição celestial e régia. Os membros desta classe começaram a ser escolhidos e ungidos por Jeová Deus a partir de festividade de Pentecostes de 33 EC, cinquenta dias após a morte e ascensão ao céu do ressuscitado Jesus. Em conjunto, passam a constituir um "pequeno rebanho" entre a totalidade dos verdadeiros adoradores de Jeová, limitado ao número literal de 144 mil homens e mulheres. (Lucas 12:32) Crêem que eles "nascem de novo" como adoptados Filhos de Deus e irmãos de Cristo, com a perspectiva de se tornarem seres espirituais imortais (João 3:3). Todos os deste grupo que estão vivos durante um determinado período da história, constituem a classe do "escravo fiel e discreto" que assume a responsabilidade de alimentar espiritualmente todos os crentes bem como orientar a obra de evangelização e cuidar dos demais interesses do Amo, Jesus Cristo (Mateus 24:45-47).



O que o Reino de Deus faráSegundo a sua interpretação de diversas profecias bíblicas, as Testemunhas crêem que quando o Reino de Deus exercer finalmente a sua influência sobre a Terra, após o Armagedom, o planeta Terra será conduzido à condição originalmente prevista por Deus antes do pecado de Adão e Eva. Toda a Terra acabará por tornar-se um paraíso global, sem fronteiras. Acabarão a escassez de géneros alimentícios e a inflação, porque "virá a haver bastante cereal na terra; no cume dos montes haverá superabundância". Crêem que Jeová fará novamente que "saia alimento da terra, e vinho que alegra o coração do homem mortal, para fazer a face brilhar com óleo, e pão que revigora o próprio coração do homem mortal" (Salmo 72:16; 104:14, 15 - NM). Não haverá problema com a distribuição de alimentos entre as nações, nem racionamento, nem filas para obter combustível. Os exploradores gananciosos terão desaparecido visto que toda a humanidade obedecerá à lei régia: "Tens de amar o teu próximo como a ti mesmo", compartilhando uns com os outros as coisas segundo as necessidades (Tiago 2:8 - NM).



Além disso, acreditam que o Reino controlará as catástrofes naturais, tais como terremotos e furacões. Visto que imperará a justiça, o crime será erradicado tornando obsoletos os tribunais e as prisões. Em todo o domínio terrestre do Reino de Deus não haverá nada que prejudique, danifique ou arruíne (Isaías 11:6-9). Não mais serão necessários hospitais porque Jesus Cristo, aplicará o valor de seu sacrifício resgatador "para a cura das nações". Para as Testemunhas, os muitos milagres de cura e de ressurreição dos mortos, feitos por Jesus enquanto esteve na Terra, são apenas um pequeno indício do que ele realizará através do seu poderoso Reinado. Afirmam que até mesmo a condição da velhice e morte herdada pela humanidade será eliminada, citando a promessa bíblica de que "não haverá mais morte" (Revelação 21:4; 22:1, 2 - NM).



Crêem ainda que os cemitérios serão esvaziados ao cumprir-se a promessa de Jesus, de que os mortos "nos túmulos memoriais ouvirão a sua voz e sairão". Tal como os que estiverem vivos então, eles terão a oportunidade de ser levados à perfeição humana, como súditos do Reino, aqui na Terra (João 5:28, 29).



Durante esse Reinado Milenar, Jesus Cristo na sua posição régia, junto com os 144 mil co-herdeiros do Reino, erguerão a humanidade à perfeição através da aplicação do mérito do sacrifício resgatador de Jesus Cristo. Durante essa época de ouro, Satanás e os seus demónios estarão aprisionados num estado de inactividade, mas serão finalmente libertos para uma última prova à humanidade então perfeita. Após isso, todos os inimigos de Deus, sejam seres espirituais ou humanos, serão então eliminados definitivamente. (Revelação ou Apocalipse 20:7-10, 14) Ficará então nas mãos de Deus determinar as novas tarefas para o enaltecido Jesus e os seus reis associados.



 Vida familiarDão grande valor à vida em família e estimulam fortemente a que se procure um cônjuge entre os que professam a mesma fé, ou seja, "casar somente no Senhor". (1 Coríntios 7:39) O namoro e o noivado são considerados como passos sérios para o casamento e, portanto, apenas deverão ser iniciados pelos que possuem idade suficiente para assumir os compromissos de um futuro casamento. Dão extrema importância à virgindade e castidade, sendo que a fornicação ou sexo pré-marital, ou mesmo demonstrações demasiado íntimas de afecto, são condenadas. A virgindade de rapazes e raparigas solteiros é altamente valorizada. No entanto, as relações sexuais legítimas, após o casamento, são consideradas honrosas e um dever do qual nenhum dos cônjuges deverá privar o seu companheiro. Relações amorosas com pessoas do mesmo sexo são consideradas um pecado grave contra as normas bíblicas.



Os filhos são considerados como uma bênção de Deus e, portanto, deverão ser educados segundo as normas encontradas na Bíblia. O aborto é claramente condenado, apesar de não terem qualquer objecção quanto a métodos anti-concepcionais não abortivos. Entendem que os filhos só devem ser baptizados por sua própria vontade e quando estes tiverem maturidade suficiente para efectuarem uma escolha em consciência. Assim, rejeitam a prática do baptismo de recém-nascidos ou o baptismo compulsório de adultos.



Para as Testemunhas de Jeová, a posição de cabeça (chefia ou liderança) da família pertence ao marido, cabendo-lhe a responsabilidade primária de cuidar da esposa e filhos em sentido material, emocional e espiritual. Entendem a chefia não apenas como um privilégio, mas sim como uma responsabilidade pela qual terão de prestar contas a Deus. Assim, o marido deve amar a esposa como ao seu próprio corpo, estando mesmo disposto a dar a vida por ela. O respeito da sua esposa não deve ser exigido mas sim merecido, devendo ser ele a dar o exemplo a ser seguido pelos da sua casa. Cabe-lhe ainda educar os seus filhos nos preceitos bíblicos. (Efésios 5:28 a 6:4)



 Posição e papel da mulher Mais informações: Posição e papel da mulher na Congregação

Baseando-se na Bíblia, as Testemunhas de Jeová entendem que a mulher foi criada directamente por Deus como ajudadora e complemento do homem. (Génesis 2:18) A chefia na família pertence ao marido, sendo que a esposa deve respeitá-lo como o cabeça da casa. No entanto, Jeová não concedeu ao marido a autoridade absoluta sobre a mulher. Tal como o seu marido, ela deve obediência primária a Deus (Efésios 5:22, 23; 1 Coríntios 11:3). A situação é a mesma, caso o marido não seja crente da mesma fé. Para as Testemunhas de Jeová, isto de modo algum rebaixa o papel e o valor da mulher cristã. Exige-se do marido que honre a sua esposa e espera-se que esta tenha participação nas decisões importantes da família, incluindo a educação dos filhos.



No entendimento das Testemunhas de Jeová, a Bíblia estabelece que os cargos de serviço nas congregações sejam exercidos apenas por cristãos(homens) batizados habilitados. (1 Timóteo 2:12, 13) Ainda assim, o trabalho das mulheres é altamente valorizado no serviço de pregação pública, visto que elas também são consideradas como ministros das boas novas, podendo pregar de casa em casa, como publicadora batizada ou não batizada, desde que considerada apta pelos membros da dianteira da congregação, após uma consideração com baso no livro "organizados". As mulheres podem participar nas reuniões com comentários e em demonstrações práticas de como efectuar a obra de pregação. Podem também participar em várias modalidades do serviço de Tempo Integral, como no serviço de Pioneiro ou Missionário.



 Conceito sobre divórcio e separaçãoConsideram que apenas a morte desfaz biblicamente os vínculos do casamento. Não partilham do conceito de Divórcio Legal. Entendem que o divórcio só é biblicamente permitido caso um dos cônjuges viole o pacto matrimonial por praticar relações sexuais fora do casamento (em grego porneía; Mateus 19:9). Neste caso, o cônjuge inocente poderá optar por se divorciar, ficando ambos livres para se casarem novamente com quem entenderem. No entanto, caso o cônjuge inocente decida perdoar o transgressor, reatando o relacionamento sexual, o casamento continuará a ser considerado válido.



Se um casal se separar sem ser pelo único motivo bíblico atrás mencionado, um ou ambos poderão deixar de ser considerados exemplares, perdendo, ou não podendo alcançar, certos privilégios de serviço na congregação. Uma excepção a isto poderá acontecer se uma Testemunha considerar que existem fortes motivos para a separação e divórcio, tais como a violência física, o perigo para a espiritualidade ou a recusa deliberada de sustentar a família ou o esbanjamento voluntário dos meios básicos de sobrevivência dos seus membros. No entanto, consideram que o laço do matrimónio ainda continua válido aos olhos de Deus, sendo que o divorciado por estes motivos não deverá casar de novo, enquanto não existirem motivos bíblicos que a libertem do seu compromisso matrimonial.



 Normas morais e religiosasVer artigo principal: Normas morais das Testemunhas de Jeová

As Testemunhas de Jeová encaram a sua religião como um modo de vida, sendo que todos os outros interesses, incluindo o emprego e a família, giram em torno da adoração exclusiva que prestam a Jeová, o seu Deus. Assim, não importam o que façam, tudo deverá ser influenciado pela decisão e juramento que tomaram de dedicar a sua vida incondicionalmente ao Deus que adoram. A Bíblia é encarada como um verdadeiro manual de aplicação prática e obrigatória em todos os campos da vida. Dão grande importância à conduta baseada no que consideram ser elevados padrões morais que afirmam encontrar nesse livro que consideram sagrado.



União mundial Mais informações: Conceito sobre nacionalismo, racismo e xenofobia

As Testemunhas de Jeová são bem conhecidas pelo seu empenho na obra de evangelização na maioria dos países da Terra. Elas podem ser encontradas visitando as pessoas nos seus lares e estabelecimentos ou abordando os que passam nas ruas ou em outros locais públicos. Este trabalho exige uma coordenação mundial notável, sendo que na maioria das suas congregações, milhões de pessoas escutam a mesma informação na mesma semana. Para isso contam com o maior parque gráfico do mundo capaz de imprimir a cada ano várias centenas de milhões de exemplares de revistas, brochuras, livros e Bíblias, em mais de 400 idiomas.



Orgulham-se da sua união mundial sendo que os seus ensinos são uniformes, independentemente do continente em que vivam. Assim, qualquer viajante poderá ter a certeza que encontrará a mesma instrução e os mesmos procedimentos em qualquer uma das cerca de 100.000 congregações em toda a Terra. Rejeitam o racismo e qualquer outro tipo de preconceito, seja nacional, social ou outro. (Atos 10:34, 35). Consideram que o amor entre os membros deveria ser o sinal identificador da verdadeira religião (João 13:34, 35).



São estimulados a cuidar dos mais necessitados entre si, nomeadamente os mais jovens e os mais idosos. Possuem meios internos de providenciar auxílio em grande escala em caso de uma calamidade. Donativos voluntários, especialmente alimentos e roupa, são recolhidos e enviados de todo o mundo para as zonas afectadas. Equipas de voluntários são organizadas para prestar ajuda em zonas de catástrofe, disponibilizando meios e tempo para a reconstrução de moradias dos seus companheiros de adoração. Várias vezes, outras pessoas que não são Testemunhas também acabam por ser beneficiadas por estes programas de auxílio.



Outro trabalho voluntário que executam é o aprendizado de outros idiomas para alcançarem populações de estrangeiros emigrados. Além disso, mantêm um extenso programa de alfabetização nos países onde esta necessidade é mais sentida.



[editar] Algumas posições controversasVer artigo principal: Posições controversas das Testemunhas de Jeová

As Testemunhas de Jeová são uma organização mundial composta por mais de 7.500.000 membros activos[1] e são conhecidas pela sua actividade de evangelização de porta em porta e onde quer que haja pessoas. Afirmam basear as suas doutrinas na Bíblia e consideram que os seus procedimentos organizacionais, atitudes, ensinos e conduta são a restauração do Cristianismo instaurado por Jesus Cristo. Ainda assim, algumas das suas posições sobre certos assuntos têm sido considerados controversos, dentre as quais a impossibilidade para seus membros de fornecer ou receber sangue em transfusões médicas, a não comemoração de aniversário natalício, a rejeição de qualquer festa que tenha cunho religioso (tais como: Natal, Páscoa, etc.). Porém a principal controvérsia sobre as orientações seguidas pelas Testemunhas de Jeová é a crença de que seus ensinos estão exclusivamente baseados na Bíblia, se considerarmos o fato de que a mesma, foi um documento compilado e editado pela Igreja Católica para orientação e base de suas doutrinas e crenças




As Testemunhas de Jeová devem ser reconhecidas pelos seus “esforços de evangelização”. Provavelmente não há outro grupo religioso que seja mais fiel que as Testemunhas de Jeová em propagar a sua mensagem. Infelizmente, a mensagem está cheia de distorções, enganações e falsa doutrina. Que Deus abra os olhos das Testemunhas de Jeová para a verdade do Evangelho e para o verdadeiro ensinamento da Palavra de Deus.
Se quiser saber mais faça contato: Nextel  (19) 78307305  ID-37*112549





SEU FILHO JOGA GAME?


Durante essa semana aconteceu em Los Angeles, na California (EUA) a Electronic Entertainment Expo (E3), evento que é considerado o mais importante do mundo no segmento de videogames. Durante o evento, um grupo de cristãos realizou um protesto na frente do Los Angeles Convention Center, local onde é realizada a feira.
Portando placas com mensagens bíblicas, o grupo de cerca de 10 pessoas protestou contra os jogos com conteúdo violento, que estavam sendo anunciados no evento. A manifestação foi pacífica, e o grupo permaneceu todo o tempo do lado de fora do centro de convenções, sempre observado pela polícia.
“Somos um grupo de critãos e queremos compartilhas as boas novas de Jesus Cristo”, disse Tatsuo Akamine, pastor que coordena o protesto. “Não queremos que as pessoas morram por seus pecados. Estes jogos violentos só fazem mal ao mundo. O que os jovens fazem com eles é pecar e fortalecer as coisas ruins que existem aqui”.
De acordo com o G1, os manifestantes afirmaram não fazer parte de nenhuma organização especifíca, e disseram que apenas amam Jesus.
É ISSO QUE DEVEMOS FAZER , POIS NOSSOS FILHOS ESTÃO SE PERDENDO AO JOGAR ESSES JOGOS DE GUERRAS E SANGUE. NÃO SERIA MELHOR UM PROGRAMA EVANGÉLICO , OU MAIS SAUDÁVEL?O QUE VCS ESTÃO DANDO PARA SEUS FILHOS SE ALIMENTAREM MENTALMENTE NAS HORAS VAGAS? NUNCA PERCA A CHANCE DE LER UM LIVRO PRA ELES, JOGAR GAME NÃO É PECADO , MAS DEIXAR ELES INFLUENCIAREM SIM , POIS SANGUE E GUERRA NAS MENTES TÃO INFANTIL DE NOSSOS FILHOS PODEM ACARRETAR EM UM FUTURO VIOLENTO AMANHA, REFLITA NISSO.Se quiser saber mais faça contato: Nextel  (19) 78307305  ID-37*112549

O QUE VOCÊ PODE FAZER?

 A mais severa seca dos últimos 60 anos afeta 12,5 milhões de pessoas na região conhecida como Chifre da África - que inclui Somália, Djibouti, Quênia, Uganda e Etiópia. A ONU declarou fome crônica em duas regiões do sul da Somália, e anunciou que caso nada seja feito, a situação pode se transformar numa catástrofe humanitária.




A seca não é novidade para os moradores do nordeste africano - ela acontece a cada dois anos ou mais. No entanto, um estudo publicado no começo deste ano por cientistas do Serviço Geológico dos EUA (o USGS) e da Universidade da Califórnia mostra que o aquecimento global pode estar por trás da piora da seca neste ano.



"É muito difícil atribuir um único evento à mudança climática, mas nossa pesquisa sugere fortemente que o aquecimento do Oceano Índico (que está fortemente ligado ao aquecimento global) está contribuindo para mais frequentes e intensas secas", explicou ao G1 o pesquisador do USGS Chris Funk.



Segundo ele, todas as observações e modelos climáticos indicam que o Oceano Índico está aquecendo muito depressa. "Enquanto a magnitude absoluta do aquecimento é muito menor do que em lugares como o Atlântico norte, os impactos da mudança climática podem ser dramáticos, já que o aquecimento de um oceano já muito quente pode criar mudanças climáticas significativas."

SABE O QUE  VOCÊ PODE FAZER?

IR.

ORAR.

CONTRIBUIR.

EM QUAL DESSAS VOCÊ SE ENCAIXA?




A MENTIRA


Mentir é falar ou dizer algo contrário à verdade; é a expressão e manifestação contrária ao que alguém sabe, crê ou pensa. Pode-se crer na mentira, falar mentira e praticar a mentira. É o engano em seus diferentes aspectos; nocivo ao ser humano e ofensa grave diante de Deus. O diabo é o pai da mentira (João 8:44) e, portanto, a mentira é um instrumento diabólico que o homem usa para sua própria perdição. O mais triste é que o homem ama a mentira, não ama a verdade pois ele é mau por natureza (Romanos 1:25; Apocalipse 22:15).
A juventude, em termos gerais, está sendo arrastada à perdição eterna pelo prazer transitório da inclinação à droga, sexo, etc. Tudo não passa de uma grande mentira; é enganoso, anormal, trazendo prejuízos físicos, morais e espirituais. Tais coisas podem ser definidas como praticar a mentira. Esta prática abrange os mais variados aspectos da mentira como idolatria, homicídio, adultério, fornicação, cobiça, etc.
Falar mentira é um mal muito comum em todos os ambientes e esferas da vida. Algumas pessoas dizem que certas mentiras são benignas, mas isto não é correto. Toda mentira, pequena ou grande, é um instrumento do diabo, portanto é recomendável que o crente não se comprometa com coisa alguma que possa levá-lo a mentir. Todo verdadeiro crente deve tratar tudo de uma forma positiva; na verdade o seu falar deve ser "Sim, sim, Não, não, porque o que passa disto é de procedência maligna" (Mt. 5:37).
Existe também a mentira doutrinária e a mentira teórica. O espírito do erro nega que Jesus Cristo veio em carne, nega que Cristo é Deus (I João 4:6). Esta é uma mentira doutrinária. A teoria da evolução é uma mentira teórica pois nega a criação, negando assim o Criador que é Deus. Há pessoas que crêem nessas mentiras, e haverá muitíssimos que irão crer na mentira por não terem dado crédito à verdade (II Tessalonicenses 2:10-12).
Quando Adão e Eva pecaram no Éden, o pecado entrou no ser humano; entrou a mentira, o mal e, consequentemente, a morte. "Porque o salário do pecado é a morte", mas graças a Deus que "o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor" (Rm. 6:23). Portanto, ao homem agrada, por natureza, crer na mentira; agrada-lhe praticar a mentira e ele até mesmo ama a mentira. Repito, a mentira é prejuízo ao homem e, com todos os seus horrorosos aspectos, o degenera e o leva à perdição. O diabo com seu instrumental de mentira rouba, mata e destrói o homem. Está escrito: "O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir" (Jo. 10:10). O diabo lançou a sua mentira no mundo: "a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida" (I Jo. 2:16).
Devemos aborrecer a mentira, em qualquer forma que se apresente, e não nos esquecermos que o primeiro pecado grave, pecado de morte, registrado na igreja, foi uma mentira (Atos 5:1-11). Temos que amar a verdade, a qual está em nós, e estará para sempre (II João 1,2). Procuremos praticar a verdade em nossas vidas, crer na verdade, falar a verdade e amar a verdade. Cristo disse: "Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim" (Jo. 14:6). "Pelo que deixai a mentira, e falai a verdade cada um com o seu próximo; porque somos membros uns dos outros." (Ef. 4:25).
Se quiser saber mais faça contato: Nextel  (19) 78307305  ID-37*112549