O DÍZIMO NO NOVO TESTAMENTO



“Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim ab-rogar, mas cumprir”. Texto: Mateus 5:17

Há alguns crentes que não apreciam muito o fato dos pastores às vezes falarem em dinheiro. Esquecem-se eles de que este era um assunto freqüentemente mencionado por Jesus. A Bíblia refere-se mais vezes a dinheiro do que mesmo à oração ou a fé.
Jesus falou sobre o dinheiro 90 vezes. Dos 107 versículos do Sermão do Monte, 22 referem-se a dinheiro, e 24 das 49 parábolas de Jesus mencionam dinheiro.

O DÍZIMO É ANTES, DURANTE E DEPOIS DA LEI DE MOISÉS, E CONTINUOU NA GRAÇA!

“E bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os teus inimigos nas tuas mãos! E Abrão deu-lhe o dízimo de tudo”. Gênesis 14:20

Em primeiro lugar é de curial importância sabermos que Abraão viveu antes da Lei em tempos completamente diferentes. Em segundo lugar, o dízimo não depende da Lei. Abraão foi o primeiro a dar dízimos para Deus, isso muitos anos antes de Moisés nascer, ou seja, bem antes da Lei existir. Veja isso em Hebreus 7:2-7. Ele foi um homem melhor por causa disso? Não. A Bíblia é clara em dizer que Abraão e todas as pessoas que viveram com Deus foram justificadas por sua fé nEle (Gálatas 3:6).
O dízimo tem tanta importância que foi ordenado muito antes dos Dez Mandamentos, e se era importante antes da Lei, e foi também durante a Lei, por que não seria também depois da Lei? Podemos ver o quanto ele é importante pelo fato de que o próprio Deus nos convida a fazermos prova com Ele exatamente na parte financeira.

A doutrina do dízimo é inaceitável para aqueles que ainda não tiveram uma experiência pessoal com Jesus Cristo. Isto porque não foram ainda marcados pela consciência da causa de Deus nem pela prioridade do Seu Reino.   A infidelidade a Deus nos Dízimos e nas Ofertas tem impedido muitos crentes de viverem a vida abundante que a Palavra de Deus promete. Concluímos essa parte sobre esse tema de suma importância que o dízimo  vendo que o mesmo foi  antes, durante e depois da Lei de Moisés, e continuou na graça.

O DÍZIMO EM VIGOR NO NOVO TESTAMENTO

Há os que afirmam que o dízimo pertence ao Velho Testamento, à lei, que não temos nenhuma obrigação de pagá-lo / devolvê-lo.
Já vimos que o dízimo é anterior à lei de Moisés, e que foi depois incorporado a ela. Veremos hoje que o dízimo permanece na dispensação da graça.

1. Jesus não veio ab-rogar o dízimo.

Jesus declarou, no Sermão do Monte, que não veio revogar a lei, mas cumpri-la.

Devemos fazer distinção entre lei cerimonial e lei moral. A lei cerimonial ficou circunscrita ao Velho Testamento. Refere-se a costumes próprios do povo de Israel, sobre alimentação, saúde, etc. Não temos nenhuma obrigação, hoje, para com essa lei.
Há, porém, a lei moral. Esta permanece.
Os dez mandamentos, por exemplo. Faziam parte da lei, mas permanecem até hoje, porque são princípios eternos, estabelecidos por Deus para as relações humanas.
Assim também acontece com o dízimo. Ele pertence a lei moral de propriedade. O princípio de que Deus é o dono de tudo permanece, e com ele o nosso reconhecimento dessa propriedade, expresso através do dízimo.

2. O dízimo era uma prática generalizada

Dirá alguém: não há nenhum mandamento de dar o dízimo no Novo Testamento.

De fato, há (Mateus 23:23), mas nem haveria necessidade disso. Tratava-se de uma prática generalizada. Um mandamento sobre o dízimo seria, no dizer do povo, "chover no molhado".
O mesmo acontece com os dez mandamentos: Não há uma repetição completa como está em êxodo 20, mas há textos suficientes no novo testamento que comprovam a observação de cada um dos dez mandamentos pelos cristãos.

3. Referências ao dízimo.

Há tres referências ao dízimo no Novo Testamento. Duas delas, paralelas, se referem ao mandamento de Jesus aos fariseus quanto ao dízimo. Mateus 23:23; Lucas 11:42.

A terceira é a de Hebreus 7:1-10, em que Melquisedeque aparece como figura de Cristo.
Na conversa com os fariseus, Jesus fala do escrúpulo deles em dizimar até as menores coisas, esquecendo-se do mais importante, que era a prática da misericórdia e da fé. Insiste com eles para que continuem a praticar o dízimo, mas dêem atenção devida as obrigações morais.

Cristo dá claramente seu apoio a doutrina do dízimo. Os que fazem objeção ao dízimo levantam-se, todavia, para dizer que o mandamento foi dado aos fariseus e não a nós. Respondo, primeiramente, que nesse caso teríamos de desprezar todos os outros ensinos de Jesus dirigidos aos faiseus. Entretanto, não deixamos de aplicá-los a nós, de modo geral. Se o fazemos em relação a outros aspectos da vida religiosa, por que também não em relação ao dízimo?

Mas ainda, convém lembrar que nosso Senhor declarou se a nossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entraremos no reino dos céus, Mateus 5:20. Neste caso, Jesus está colocando para nós um padrão mais alto que o dos fariseus. Estaria ele omitindo a prática do dízimo, parte integrante da justiça do fariseu? De modo nenhum.

Se ficarmos aquém do fariseu na prática do dízimo, estaremos dando provas de que a nossa religião produz frutos inferiores aos do faraísmo.
A terceira referência ao dízimo, no Novo Testamento, é a de Hebreus 7:1-10. Pedimos ao leitor que examine cuidadosamente o trecho para melhor acompanhar nosso raciocínio. O autor está provando, nessa carta, a superioridade de Cristo sobre a velha dispensação, e aqui, de modo particular, sobre o sacerdócio judaico. Refere-se a Melquisedeque e ao dízimo que Abraão lhe pagou, acrescentando que esse Melquisedeque era figura de Cristo.

Sendo Melquisedeque figura de Cristo, quando Abraão lhe deu o dízimo, estava dando-o, em figura, ao próprio Cristo.
Se o crente Abraão deu o dízimo a Melquisedeque, tipo de Cristo, os crentes hoje devem dá-lo ainda àquele que é sacerdote eternamente, segundo a ordem de Melquisedeque.

O pensamento do versículo 8 pode ser assim parafraseado: "Enquanto no sistema mosaico recebem dízimos homens que morrem, isto é, os sacerdotes, na dispensação da graça, tipificada por Melquisedeque e Abraão, recebe dízimos aquele de quem se testifica que vive para sempre, Jesus Cristo."
Jesus, pois, recebe dízimos até hoje dos crentes fiéis, através da igreja que ele instituiu e incumbiu da propagação do evangelho.
O último argumento a favor do dízimo, no Novo Testamento, que apresentaremos, é o do sustento do ministério sagrado.

Paulo, em I Coríntios 9 , declara que o princípio do sustento do ministério na dispensação da graça é o mesmo que o da dispensação da lei. Paulo está discutindo aqui o seu direito de sustento por parte das igrejas. Fala do dever das igrejas de sustentarem seus obreiros, usando várias figuras para ilustrá-lo, entre elas a do boi que debulha. Pergunto em seguinte: "Se nós vos semeamos as coisas espirituais, será muito que de vós recolhamos as carnais"? I Coríntios 9:11.
Em I Coríntios 9:13 o apóstolo usa a ilustração do templo e do serviço dos levitas no altar, dizendo que eles tiravam do altar o seu sustento.

Qual era esse sustento? O dízimo, não há dúvida nenhuma.
Vem agora a conclusão do apóstolo, em que estabelece o princípio paralelo nas duas dispensações: "Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho." I Coríntios 9:14.
Note a palavra "assim". Quer dizer que do mesmo modo como eram sustentados os sacerdotes, assim devem ser sustentados os ministros do evangelho, isto é, com os dízimos entregues pelo povo de Deus.

É importante também o verbo: "ordenou". Trata-se de uma ordem de Cristo, cuja autoridade merece ser respeitada. É um dever do crente, como era do judeu, entregar os dízimos para o sustento do ministério. O Dr. W. C. Taylor considerava esta passagem a mais forte, com referência ao dízimo, no Novo Testamento.

EXEMPLOS DE CONTRIBUIÇÃO NO NOVO TESTAMENTO

Jesus veio dar ao Antigo Testamento uma significação mais ampla. Libertou a lei do jugo farisaico, e lhe deu novo vigor espiritual. No princípio do seu ministério deixou claro que não viera para revogar a lei, mas para cumpri-la. Mateus 5:17. Destarte, os preceitos da lei mosaica se revestiam de um significado novo e mais profundo nos ensinos de Jesus, como vemos no Sermão do Monte.

Como nas outras leis do Velho Testamento o dízimo recebe na nova dispensação maior amplitude, no princípio da mordomia da vida e da propriedade. Esse princípio não exclui o dízimo, porém vai além dele, assim como o NovoTestamento, sem excluir o Velho Testamento, o completa e amplia.

Por isso mesmo, o que encontramos no Novo Testamento são exemplos de contribuição que vão além do dízimo.
Tomemos o caso da viúva pobre. Ela não deu um dízimo, mas dez dízimos - deu tudo. Marcos 12:11-44 .

Zaqueu, depois de convertido se dispôs a dar metade dos seus bens aos pobres, portanto, cinco dízimos. Lucas 19:8 .
Os crentes da igreja em Jerusalém ofereceram tudo quanto tinham. Atos 2:44-45 ; 4:32-37.
Os crentes da Macedônia deram com sacrifício, muito acima das suas possibilidades, a ponto de surpreenderem o apóstolo por sua liberalidade. II Coríntios 8:1-5 .
Os coríntios foram convidados a contribuir "conforme a sua prosperidade", I Coríntios 16:2 . Isso não poderia significar, em hipótese alguma, menos do que o dízimo.
Quem se dispuser a praticar o ensino do Novo Testamento tomará o dízimo como simples ponto de partida, procurando crescer na graça da contribuição, ao ponto de dizer como R. G. Le Torneau, riquíssimo e liberalíssimo industrial crente: "A questão não é: quanto de meu dinheiro devo dar ao Senhor, mas: quanto do dinheiro do Senhor devo guardar para mim"?

FOI JESUS DIZIMISTA?

O Dr. Dillard, em seu precioso livro "Mordomia Bíblico", levanta esta interessante e importante pergunta.
O Dr. Dillard responde pela afirmativa, e alinha entre outras, as seguintes razões:
1.      Jesus foi educado num piedoso lar judeu, e os judeus piedosos eram dizimistas.
2.      Jesus declarou que não veio abrogar a lei e os profetas, mas cumpri-los. Mateus 5:17. O dízimo é ensinado tanto na lei como nos profetas.
3.      Jesus sempre elevou o nível moral. Leia-se, de novo, o que disse ele no Sermão do Monte sobre o assassínio, o adultério, o juramento, etc, e indague-se se ele ficaria satisfeito, em matéria de contribuição, com um padrão inferior ao dízimo.
4.      Os inimigos de Jesus tentaram convencê-lo de que estava violando a lei por exemplo, no caso da observância do sábado. Não será estranho que eles nunca o tivessem acusado de violar a lei do dízimo, se ele não o praticasse?
5.      O Talmude proibia que um fariseu zeloso se sentasse à mesa com Jesus.
Sem dúvida nenhuma, Jesus não só ensinou e praticou o dízimo, mas foi além dele.

Porque devemos devolver os Santos Dízimos?

Além de ser um mandamento do Senhor, é também uma questão de amor. Como eu amo o meu próximo, quero também que ele receba as boas novas de salvação.Se voce nem sempre  pode obedecer o ide de Jesus. Devolvoa seu dízimo para que os pastores e missionários possam ir em seu lugar.


A origem do sobrenome

“Ei! você conhece o fulano?”; “Que fulano?”; “Fulano de Sousa, Guimarães ou Rocha?”. Sem dúvida, muitas pessoas já tiveram a oportunidade de desenvolver um diálogo como esses. Contudo, não ache você que os sobrenomes sempre estiveram por aí, disponíveis em sua função de distinguir pessoas que tivessem o mesmo nome ou revelando a árvore genealógica dos indivíduos.

Até por volta do século XII, os europeus tinham o costume de dar apenas um nome para os seus descendentes. Nessa época, talvez pelo próprio isolamento da sociedade feudal, as pessoas não tinham a preocupação ou necessidade de cunharem outro nome ou sobrenome para distinguir um indivíduo dos demais. Contudo, na medida em que as sociedades cresciam, a possibilidade de conhecer pessoas com um mesmo nome poderia causar muita confusão.

Imaginem só! Como poderia repassar uma propriedade a um herdeiro sem que sua descendência fosse comprovada? Como enviar um recado ou mercadoria a alguém que tivessem duzentos outros xarás em sua vizinhança? Certamente, os sobrenomes vieram para resolver esses e outros problemas. Entretanto, não podemos achar que uma regra ou critério foi amplamente divulgado para que as pessoas adotassem os sobrenomes.

Em muitos casos, vemos que um sobrenome poderia ser originado através de questões de natureza geográfica. Nesse caso, o “João da Rocha” teve o seu nome criado pelo fato de morar em uma região cheia de pedregulhos ou morar próximo de um grande rochedo. Na medida em que o sujeito era chamado pelos outros dessa forma, o sobrenome acabava servindo para que seus herdeiros fossem distinguidos por meio dessa situação, naturalmente construída.

Outros estudiosos do assunto também acreditam que alguns sobrenomes apareceram por conta da fama de um único sujeito. Sobrenomes como “Severo”, “Franco” ou “Ligeiro” foram criados a partir da fama de alguém que fizesse jus à qualidade relacionada a esses adjetivos. De forma semelhante, outros sobrenomes foram cunhados por conta da profissão seguida por uma mesma família. “Bookman” (livreiro) e “Schumacher” (sapateiro) são sobrenomes que ilustram bem esse tipo de situação.

Quando você não tinha fama por algo ou não se distinguia por uma razão qualquer, o seu sobrenome poderia ser muito bem criado pelo simples fato de ser filho de alguém. Na Europa, esse costume se tornou bastante comum e pode ser visto alguns sobrenomes como MacAlister (“filho de Alister”), Johansson (“filho de Johan”) ou Petersen (“filho de Peter”). No caso do português, esse mesmo hábito pode ser detectado em sobrenomes como Rodrigues (“filho de Rodrigo”) ou Fernandes (“filho de Fernando”).

Hoje em dia, algumas pessoas têm o interesse de remontarem a sua arvore genealógica ou conhecer as origens da família que lhe deu sobrenome. Talvez, observando algumas características do próprio sobrenome, elas possam descobrir um pouco da história que se esconde por detrás do mesmo. Afinal de contas, o importante é saber que a ausência desses “auxiliares” nos tornaria mais um entre os demais.

VOZ DA VERDADE E A TRINDADE

"A Trindade sob Ataque"
Dr. Paulo Romeiro

Introdução
A controvérsia sobre a Trindade, uma das doutrinas centrais da fé cristã, é muito antiga. A Trindade um termo que expressa que dentro da natureza do único Deus verdadeiro há pessoas distintas (e não separadas): O Pai, o Filho e o Espírito Santo. Ao longo dos séculos, vários Pais da Igreja se debruçaram sobre o tema e trabalharam no seu desenvolvimento.

Depois de muitas discussões e decisões realizadas nos principais Concílios do cristianismo, a doutrina da Trindade continua gerando controvérsia e provocando inquietação entre inúmeras pessoas. O cristão deve estar preparado para responder, à luz da Bíblia Sagrada, a tais desafios. O foco é a Trindade e não a divindade de Jesus Cristo.


I - Definição

Por "Trindade" não queremos dizer que acreditamos em três deuses, pois para nós há somente um Deus (Isaías 43.0). Ao invés disso, queremos dizer que na Divindade há três pessoas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Pode parecer um paradoxo, mas Deus é três e um simultaneamente.

Precisamos fazer distinção entre o termo "pessoa" e "natureza". As pessoas em Deus são três, mas uma só é a natureza, que consiste na onipotência, onisciência, onipresença etc. Assim, o Pai, o Filho e o Espírito Santo são ao mesmo tempo três pessoas distintas e um só Deus. O termo "triunidade" resume melhor essa concepção bíblica de Deus.

II - Objeções

1. O termo “Trindade” não se encontra na Bíblia.

Só porque o termo não se encontra na  não significa que o conceito não seja bíblico. O termo “milênio” não se encontra na Bíblia, mas seu conceito sim. Veja Ap 20.6, 7. Há outros exemplos tais como “decálogo” (Ex 20) e “monoteísmo” (Dt 6.4).


2. O conceito de Trindade não é lógico.

Este argumento não se sustenta, pois, a ciência não é perfeita e nunca será. A ciência é desenvolvida por seres imperfeitos e falíveis. Por isso, a ciência está sempre revendo os seus conceitos e, muitas vezes, mudando de posição. Só porque eu não entendo algo não quer dizer que tal coisa não tem lógica. A mente humana é finita e incapaz de compreender, totalmente, o infinito. Por exemplo: qual é o último número da matemática.


3. A Trindade surgiu de conceitos pagãos.

Não existe Trindade nas religiões pagãs. O que existe é tríades, o conceito de três deuses. As religiões pagãs são politeístas, isto é, crêem na existência de muitos deuses. A Bíblia não é o único livro que fala de um dilúvio. A literatura pagã também o faz. Isso não significa que o dilúvio é um conceito pagão. A Trindade deve ser considerada da mesma forma.


4. A Trindade é a matemática.

Não de trata de 1+1+1= 3, mas, de 1x1x1= 1.
III - A Trindade na História

Justo González afirma que “o desenvolvimento da doutrina trinitária é simplesmente de esclarecimento e definição do que já estava implícito nas Escrituras”    Um dos primeiros desafios doutrinários da Igreja foi o arianismo, tema tratado, debatido e condenado no Concílio de Nicéia (325), e depois pelo de Constantinopla.

Ário, bispo de Alexandria, insistia em que Cristo, embora divino, não era eterno e foi a primeira criação de Deus. O Concílio de Nicéia estabeleceu o Credo que declarou que o Filho “É Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado e não criado, da mesma substância (hommousion) que o Pai”, em oposição a substância semelhante (hommoiusion).

Alderi de Matos informa que “a vitória da causa nicena somente foi assegurada graças aos esforços de quatro grandes teólogos orientais: Atanásio de Alexandria, Basílio deCesaréia, Gregório de Nissa e Gregório de Nazianzo, estes últimos conhecidos com os ‘três capadócios’.

Os capadócios tomaram para si a tarefa definir mais claramente a unidade e a diversidade existentes no Ser Divino, inclusive a terminologia adequada para isto, ou seja, de quem em Deus há três hipóstases (subsistências individuais ou pessoas) e apenas uma ‘ousia’ ou essência divina”. 
A controvérsia ariana abriu o caminho para os debates posteriores sobre a Trindade. O termo “Trindade” foi cunhado por Tertuliano de Cartago, nascido em torno do ano 160 d.C. Seus escritos cobrem o período aproximado de 196-212 e 31 obras suas em latim sobreviveram. Houve uma época em sua vida em que se envolveu com o movimento de Montano.

Sua maior contribuição foi para o estabelecimento da doutrina da Trindade. Segundo Tertuliano, “a substância é aquilo que une os três aspectos da economia da salvação; a pessoa é aquilo que as distingue. As três pessoas da Trindade são distintas, porém indivisíveis; diferentes, porém não separadas ou independentes uma das outras.

A complexidade da experiência humana de redenção é resultante, portanto, das três pessoas do Ser Divino atuando de maneiras distintas, porém coordenadas na história humana, sem se perder, em qualquer sentido, a unidade total do ser divino”.

Para alguns historiadores, a doutrina da Trindade foi definida nos Concílios de Nicéia e Constantinopla e a doutrina da pessoa divino-humana de Cristo no Concílio de Calcedônia.   Agostinho de Hipona (354-430), com a sua obra A Trindade, contribuiu e muito para a formação da doutrina trinitariana.
 
IV - O Conjunto Voz da Verdade

A Igreja Voz da Verdade foi fundada em 05 de janeiro de 1984 em Santo André, SP. Tornou-se conhecida através do seu conjunto musical, de mesmo nome. Trata-se de um grupo unicista, que batiza somente no nome de Jesus e afirma que o batismo efetuado pelas igrejas trinitarianas são sem valor bíblico e “forjado pelo homem”.

Entretanto, uma coisa o Conjunto Voz da Verdade não despreza. O grande número de crentes das igrejas evangélicas que compram os seus produtos e cantam suas músicas.
No segundo semestre de 1997, a revista da Escola Bíblica Dominical da CPAD (Casa Publicadora das Assembléias de Deus) publicou um alerta sobre a Igreja Voz da Verdade sob o tópico Seitas Modalistas.

Em resposta, o grupo distribuiu um CD de 58 minutos intitulado O mistério de Deus Cristo, com os seguintes tópicos: O que Deus diz de si mesmo; Quem é Jesus? E o Batismo nas águas. Com a foto do Pr. Carlos Alberto Moysés, o CD contem três músicas: Imagem de Deus; Tu me amas? e Deus conosco. Nele, o Pr. Carlos Moysés faz constantes ataques à doutrina da Trindade.

A maioria dos versículos citados é lida pela sua esposa Liliane. Depois de citar Isaías 40.13, comenta: “Deus não tem sócio. Onde estaria a palavra Trindade aí? Não existe na Bíblia Sagrada”.

Observe outras declarações contidas no CD:

“O Filho como homem não era Deus. Era Filho de Deus, como a parte humana”.

“Para Jesus ser Deus ele tem que ser o próprio Pai”
“A Bíblia diz que Deus se fez carne. Não o Filho se fez carne. Veja que Deus não tem filho”.

“Agora, eu vou provar uma coisa sensacional aqui. Você já viu que Jesus é o Pai. Que Jesus é o Filho. Eu quero dizer que Jesus é o Espírito Santo. E falar mais para vocês. Será que o Espírito Santo tem sangue? Muitos dirão: não. Mas, Atos 20.28 diz que o Espírito Santo tem sangue. Quem sabe português,aí está dizendo que o Espírito Santo nos resgatou com seu próprio sangue”.

“Quero dizer para você que não há Trindade na Bíblia. Não há três deuses, não há três pessoas em uma só. Há um só Deus, que se revelou como Pai quando criou todas as coisas.

Porque quem cria é pai de alguma coisa. Santo Dumont é o pai da aviação. Deus foi chamado de Pai quando criou. Deus foi chamado de Filho quando se encarnou. Deus é chamado Espírito Santo hoje. Ele está aí. Ele é Jesus”.

“Eu fui numa biblioteca metodista e encontrei alguns argumentos. Até o ano 300 quase se cria que Jesus era o único Deus e só se batizava em nome de Jesus. Vieram os filósofos. Veio Ário e começaram a filosofar em cima de Jesus.

Não, ele é muito pra ele ser Deus. Aí, fizeram um Concílio de Nicéia, em 325, o primeiro concílio e acharam que o Pai é uma pessoa e o Filho outra. Eram dois. Mas, não se conformando, no ano 381, fizeram o II Concílio de Nicéia, aumentando mais uma pessoa para a divindade. Porque três já confirma alguma coisa. Como se o Espírito Santo fosse outra personalidade, outro Deus.

Mas, não é não. Só um. Eu não quero ir atrás dos historiadores e filósofos. Eu quero estar dentro da Bíblia Sagrada”.
Sobre Jesus,Carlos Moysés afirma: “Como homem, orava. Como Deus, respondia”. 
Outro argumento de Carlos Moysés é de que nem Billy Graham compreende a doutrina da Trindade. Esse é um argumento muito pobre. Ora,o fato de alguém não compreender uma doutrina bíblica, como por exemplo, a escatologia, não a invalida.


V - A Trindade no Antigo Testamento 

Gênesis 1:26, 27 — Chegando o momento de criar o homem, Deus disse: "Façamos o homem à nossa imagem, conforme nossa semelhança". O verbo "fazer", nesse caso, aponta para um ato criativo, e somente Deus pode criar.

Assim, ao ser criado, o homem não poderia ter a imagem de um anjo ou de qualquer outra criatura, mas a imagem de Deus, a imagem de seu Criador. No versículo 27, lemos: "Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou".

O interessante, porém, é que a Bíblia diz que Jesus Cristo também criou todas as coisas, as visíveis e invisíveis (João 1.1, 3; Colossenses 1.16, 17; Hebreus 1.10), o que inclui necessariamente o homem.

Desse modo, concluímos, à luz da Bíblia, que o homem tem a Jesus como seu Criador; logo, o homem carrega Sua imagem, pois Jesus é Deus, uma vez que "à imagem de Deus" o homem foi criado.

Já em Jó 33.4, Eliú declara: "O Espírito de Deus me fez". Afinal de contas, quem fez o homem? A Bíblia diz: "Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou". E quem é esse Deus? Resposta: Pai, Filho e Espírito Santo.

É digno de nota que há outros textos em que Deus fala no plural: Gênesis 3.22; 11.7-9; Isaías 6.8. Alguns dizem tratar-se de plural de majestade, ou seja, é uma forma de expressão onde o indivíduo fala do plural que não revela necessariamente uma pluralidade participativa.

Todavia, isso não funciona em Gênesis 1.26, 27, pois outros textos bíblicos deixam claro que o Pai, o Filho e o Espírito Santo criaram o homem; logo, não está em jogo nenhum plural de majestade, mas um ato criativo de Deus: Pai, Filho e Espírito Santo. Os demais textos, portanto, devem ser interpretados seguindo-se essa mesma linha de raciocínio.


VI - A Trindade no Novo Testamento

Os textos bíblicos abaixo alistados (respeitando-se os devidos contextos) mostram sempre juntos o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Levando-se em conta que Deus é único (Isaías 43.10) e que ele não partilha sua glória com ninguém (Isaías 42.8; 48.11), é interessante notar como o Pai, o Filho e o Espírito Santo são postos em pé de igualdade, coisa que nenhuma criatura, por melhor que fosse, poderia atingir, nem muito menos uma "força ativa" (agente passivo).

A. Mateus 28.19 — A ordem de Jesus é para batizar em "nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo". Ora, se Jesus fosse uma criatura e o Espírito Santo uma "força ativa", seria estranho que as pessoas fossem batizadas em nome do Criador (que não divide sua glória com ninguém), em nome de um anjo, e de uma "força ativa"; aliás, que necessidade há em batizar alguém em nome de uma "força"? Tudo isso só faz sentido se Jesus e o Espírito Santo forem Deus, assim como o Pai.

B. Lucas 3.21, 22 — No batismo do Filho, lá estão o Espírito Santo e o Pai; como sempre, inseparáveis. Essa é uma das razões pelas quais o batismo cristão deve ser ministrado em nome das três pessoas.

C. João 14.26 — Jesus fala do Espírito Santo, que será enviado pelo Pai, em seu próprio nome, isto é, de Cristo.

D. 2Coríntios 13.13 — Outra fórmula trinitária, onde aparece o Filho, em primeiro lugar, com sua graça ou benignidade imerecida; depois, o Pai, com seu amor; e finalmente, o Espírito Santo, com a comunhão ou participação que dele procede.

E. 1Pedro 1.1, 2 — Pedro fala aos escolhidos, que foram eleitos segundo a presciência do Pai, santificados pelo Espírito e aspergidos com o sangue de Jesus Cristo.

F. Outros versículos — João 8.16; Romanos 8.14-17; 15.16, 30; 1Coríntios 2.10-16; 6.1-20; 12.4-6; 2Coríntios 1.21, 22; Efésios 1.3-14; 4.4-6; 2Tessalonicenses 2.13, 14; Tito 3.4-6; Judas 20, 21; Apocalipse 1.4, 5 (compare com 4.5) etc.

G. A Trindade nos textos de Isaías 6.1-10, João 12.36-41 e Atos 28.24-27.


VII - A fórmula batismal

No CD mencionado acima, Carlos Moysés afirma que o batismo não pode ser efetuado em nome do Pai, Filho e Espírito Santo, mas, somente no nome de Jesus.
Argumentos mal aplicados para se batizar somente em nome de Jesus.

Em Mateus 28.19, Jesus mandou que os discípulos batizassem em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Em Atos 2.38 encontramos os apóstolos batizando em nome de Jesus, porque Jesus é o Pai, o Filho e o Espírito Santo.

Refutação:

Esse argumento não tem base bíblica, pois as Escrituras estabelecem a distinção entre as pessoas da Trindade, por exemplo: João 10.30. Assim, é absurda a suposição de que os apóstolos entenderam que Jesus quis dizer que batizassem em seu próprio nome, porque ele era o Pai, o Filho e o Espírito Santo, uma vez que 1João 4.14 diz claramente: "E nós (os apóstolos) temos visto e testemunhamos que o Pai enviou o seu Filho como Salvador do mundo".

B. Afirma-se que "Pai", "Filho" e "Espírito Santo" são apenas "títulos", não "nomes próprios", mas que Jesus é "um nome próprio".

Refutação:

Se fizéssemos distinção entre "nome" e "título" na Bíblia, não poderíamos entender os nomes bíblicos, porque seus nomes eram seus títulos. Em Gênesis 29.32, por exemplo, "Rubem" (nome próprio) literalmente quer dizer "um filho", mas "filho" é um título segundo o Unicistas. Jesus (nome próprio) significa "Salvador" (Mateus 1.21), o qual também é um título.

C. Ensina-se que em Mateus 28.19 se usa a palavra "nome" (singular) e não "nomes" (plural).

Refutação:

A Bíblia muitas vezes usa a palavra "nome" (singular) para referir-se a mais de uma pessoa. Veja Gênesis 5.2: "Homem e mulher os criou, e os abençoou, e lhes chamou pelo nome de Adão, no dia em que foram criados". Veja também Gênesis 11.4 e 48.6, 16.

D. Alega-se que os apóstolos nunca batizaram "em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo", mas somente "em nome de Jesus".

Refutação

I) É verdade que na Bíblia não encontramos os apóstolos batizando a pessoas "em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo"; tampouco, porém, encontramos na Bíblia os apóstolos recitando a frase "eu te batizo em nome de Jesus Cristo".

II) Eles afirmam que os apóstolos recitaram tal frase, quando lêem na Bíblia que algumas pessoas foram batizadas "em nome de Jesus Cristo". A verdade é que não há nenhuma evidência na Bíblia de que os apóstolos tenham recitado tal frase ao batizar.

III) Há somente uma pessoa na Bíblia que vemos como foi batizada. Esta pessoa foi o eunuco etíope, que foi batizado por Filipe (At 8.36). Ali, não observamos Filipe dizendo: "Eu te batizo em nome de Jesus". A única coisa que encontramos é que o eunuco dizendo: "Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus".

IV)  As evidências mais remotas que temos sobre a maneira em que os cristãos eram batizados na igreja primitiva se encontram num livro intitulado Didache (ou: Ensinamentos dos Apóstolos). Este livro, que foi escrito por volta do ano 110 d.C., diz: "Quanto ao batismo, procedam assim: Depois de ditas todas essas coisas, batizem em água corrente, em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo." (Grifo acrescentado).

VI)   Fazer algo "em nome de" alguém significa fazê-lo em sua autoridade, em obediência ao seu mandato, da parte de ou como seu representante, como por exemplo: "E, pondo-os perante eles, os argüíram: Com que poder, ou em nome (= na autoridade ou da parte) de quem fizestes isto?" (Atos 4.7). Veja também João 16.23-26; 1Coríntios 1.13-15 e Colossenses 3.17.

Assim, a frase "em nome de" não tem nada que ver com uma fórmula mágica que alguém diz durante cada ação. Quando a Bíblia diz que alguns foram batizados "em nome do Senhor Jesus Cristo" (Atos 2.38; 8.16; 19.5), não quer dizer que os apóstolos literalmente recitaram a frase: "Eu te batizo em nome do Senhor Jesus Cristo”, antes, porém, que as pessoas foram batizadas em obediência à ordem de Jesus, isto é, de acordo com o ensino de Jesus.


VIII - Glossário 
Filioque- Em latim, “o e Filho”. Palavra inserida no Credo Niceno-Constantinopolitano (381) pelo Concílio de Toledo (589) para indicar que o Espírito Santo procede tanto do Pai como do Filho (“dupla processão”). A inserção foi rejeitada pela igreja oriental e provocou o cisma católico-ortodoxo de 1054.
Hipóstase- Conceito que indica que algo existe por si mesmo, como sujeito independente, ou seja. É uma pessoa ou indivíduo.Em Cristo há uma hipóstase e duas naturezas.
Modalismo- Heresia trinitária que considera as três pessoas da Trindade como “modos” diferentes do ser divino. Um ensino modalista considera Deus ativo como Pai na criação, como Filho na redenção e como Espírito na santificação.
Perichoresis- Encontrado com freqüência em sua forma latina (circumincesio – interpenetração mútua), o termo indica que as três pessoas da Trindade compartilham mutuamente da vida uma das outras, de modo que nenhuma é isolada ou desligada das ações das outras.
Sabelianismo- Ensino deSabélio, no século III, conhecido também como modalismo. Afirma que Deus é uma só pessoa com três nomes ou manifestações históricas: Pai, Filho e Espírito Santo.

IX - Considerações finais

“Nossa geração está exposta a mais idéias religiosas do que qualquer povo na história. Os programas de rádio e de televisão, bem como jornais e revistas, bombardeiam as pessoas com todos os tipos de doutrinas divergentes que alegam ser a verdade.

As pessoas que não possuem discernimento são incapazes de determinar o que é a verdade, e muitas sentem-se desanimadas pela diversidade” (John MacArthur).

Origem do Aniversário e as velinhas


 A tradição de sempre festejar a data em que uma pessoa completa mais um ano de vida não é totalmente seguida no mundo. No Vietnã, por exemplo, tal comemoração não se dá na data específica do nascimento, mas na passagem do ano novo, de forma coletiva.

As festas de aniversário surgiram no Ocidente. Desde a Antiguidade, os romanos já comemoravam o dia do nascimento de uma pessoa, conhecido como "dies sollemnis natalis". Os tradicionais bolos de aniversário surgiram na civilização grega, quando os adoradores da deusa da fertilidade, Ártemis, passaram a oferecer em seu templo um preparado de mel e pão, no formato de uma lua.

As velas colocadas em cima do bolo também surgiram na época dos deuses antigos, pois as pessoas acreditavam que a fumaça das velas levava as preces dos fiéis até o céu, além de proteger o aniversariante de espíritos ruins e garantir sua proteção para o ano vindouro.

Por quanto tempo Jó sofreu?

Alguns acham que as provações de Jó duraram muitos anos, mas o livro de Jó não dá a entender um sofrimento tão prolongado.

A primeira fase das provações de Jó, a perda de familiares e de bens, parece ter sido bem rápida. Lemos: “Veio a ser o dia em que [os filhos e as filhas de Jó] comiam e bebiam vinho na casa de seu irmão, o primogênito.” Jó recebeu uma sucessão de notícias de perdas — seu gado, seus jumentos, suas ovelhas, seus camelos e seus criados que cuidavam desses animais. Pelo visto, foi logo depois que Jó soube da morte de seus filhos e filhas, que “comiam e bebiam vinho na casa de seu irmão, o primogênito”. Parece que tudo isso aconteceu num só dia. — Jó 1:13-19.

A fase seguinte das provações de Jó deve ter levado mais tempo. Satanás afirmou a Jeová que Jó falharia se os sofrimentos o atingissem pessoalmente — seu próprio corpo. Jó foi então atacado por ‘um furúnculo maligno, desde a sola do pé até o alto da cabeça’. O alastramento desse mal por todo o corpo pode ter levado algum tempo. E provavelmente demorou algum tempo até que as notícias sobre “toda esta calamidade” chegassem aos seus falsos consoladores, que vieram visitá-lo. — Jó 2:3-11.

Elifaz era de Temã, na terra de Edom, e Zofar era de uma região no noroeste da Arábia. De modo que procediam de territórios não muito distantes de Jó, em Uz, que provavelmente ficava no norte da Arábia. Mas Bildade era suíta, e entende-se que seu povo vivia ao longo do Eufrates. Se nessa ocasião Bildade estivesse em sua terra, poderia ter levado semanas, ou meses, para que ouvisse falar da situação de Jó e viajasse para Uz. Naturalmente, é possível que os três estivessem relativamente perto de Jó, quando seus sofrimentos começaram. Seja como for, quando chegaram, os três companheiros de Jó “ficaram sentados com ele na terra por sete dias e sete noites”, sem falar nada. — Jó 2:12, 13.

Veio então a fase final das provações de Jó, cujos detalhes abrangem muitos capítulos do livro. Houve uma série de debates, ou discursos, por parte desses supostos consoladores, e Jó interveio muitas vezes. Depois, o jovem Eliú apresentou uma repreensão, e Jeová corrigiu Jó a partir do céu. — Jó 32:1-6; 38:1; 40:1-6; 42:1.

Portanto, os sofrimentos de Jó e seu desfecho podem ter ocorrido dentro de alguns meses, talvez menos de um ano. Talvez saiba, por experiência própria, que provações difíceis parecem durar uma eternidade. Mas não nos esqueçamos de que elas acabam, como no caso de Jó. E, por mais que as nossas provações se prolonguem, tenhamos em mente o apoio de Deus, como se reflete nestas palavras inspiradas: “Embora a tribulação seja momentânea e leve, produz para nós uma glória de peso que ultrapassa mais e mais, e que é eterna.” (2 Coríntios 4:17) O apóstolo Pedro escreveu: “Depois de terdes sofrido por um pouco, o próprio Deus de toda a benignidade imerecida, que vos chamou à sua eterna glória em união com Cristo, completará o vosso treinamento; ele vos fará firmes, ele vos fará fortes.” — 1 Pedro 5:10.

CELULAR DE DEUS E A ORAÇÃO

“Este é o telefone de Deus. No momento, não posso lhe atender. Deixe uma mensagem ou ligue de volta mais tarde e quem sabe Eu lhe que escutarei.”

Esta é a mensagem que se ouve ao ligar para um número de celular na Holanda. Este serviço funcionará por seis meses. O artista que criou quer comparar um ritual tradicional - a oração - com outro ritual moderno - fazer uma ligação por telefone. O criador da campanha escolheu um número de celular porque se encaixa com a idéia de um Deus que sempre está disponível. Os jornais de lá noticiam que a linha recebe um “mar de chamadas”.

Você ora  com a mesma freqüência com que faz ligações telefônicas? Já vi pessoas considerarem mais sagrados os conselhos que recebem de alguém através do telefone do que a orientação que recebem de Deus através de Sua Palavra em oração.

A oração é mais que um gesto de devoção. A oração é a expressão da comunicação viva entre o Criador e a criatura. A oração como comunicação entre Criador e criatura resulta em intimidade e santidade. Por isso, a oração é mais eficaz que uma chamada de celular.

Muita gente tem orações respondidas, mas o senso da intimidade com Deus não acontece, não é real. Ter os pedidos atendidos, muitos tem, mas a intimidade com o Senhor Deus é para quem busca por Ele e não pelos seus favores (Salmo 25: 14).

Quando suas orações são poucas, quando suas orações não são respondidas com intimidade, não deixe para depois. Reconheça a falta de intimidade com Deus, oriente-se por Jesus e descobrirá que Deus não está ocupado ou surdo as suas orações, pois os seus pecados foram perdoados. Se quiser saber mais faça contato: Nextel  (19) 78307305  ID-37*112549

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Escrito por jldeveloper   
Sáb, 17 de Abril de 2010 10:53
JANELA 10/40 é uma faixa da terra que se estende do Oeste da África, passa pelo Oriente Médio e vai até a Ásia. A partir da linha do equador, subindo forma um retângulo entre os graus 10 e 40. A esse retângulo denomina-se JANELA 10/40.


Calcula-se que até hoje menos da metade da população mundial com as suas etnias e línguas tenham sido confrontadas com o evangelho. A outra parte, com sua maioria absoluta na Janela 10/40, representa uma grande multidão de cerca de 3,2 bilhões de pessoas que ainda são objetos dos empreendimentos missionários do povo de Deus.

Os países com as maiores populações não cristãs são: CHINA, ÍNDIA, INDONÉSIA, JAPÃO, BANGLADESH, PAQUISTÃO, NIGÉRIA, TURQUIA e IRÃ, todos na Janela 10/40.

Devido a estes fatos, torna-se primordial para nós, cristãos, neste novo milênio, focalizar nossos recursos, sejam espirituais, financeiros ou sociais, sobre o necessitado povo que vive na Janela 10/40.

Se desejamos mudar este quadro, devemos considerar alguns fatos de muita importância:

- O significado Bíblico e histórico

- O domínio do islamismo, do hinduismo e do budismo

- A pobreza acentuada

- A diversidade de línguas e culturas

- A concentração de seitas diabólicas

Países que formam a Janela 10/40

ORIENTE MÉDIO – 21 PAÍSES

Arábia Saudita, Argélia, Catar, Egito, Emirados Árabes Unidos, Iêmen, Irã, Iraque, Israel, Palestina, Jordânia, Kuweit, Líbano, Líbia, Marrocos, Mauritânia, Omã, Síria, Sudão, Tunísia e Turquia.

ÁFRICA – 12 PAÍSES

Benin, Burkina, Cabo Verde, Chade, Djibuti, Etiópia, Gâmbia, Guiné, Guiné-Bissau, Mali, Níger e Senegal.

ÁSIA – 21 PAÍSES

Afeganistão, Bangladesh, Barein, Butão, Camboja, China, Coréia do Sul, Coréia do Norte, Filipinas, Índia, Japão, Laos, Malásia, Maldivas, Mongólia, Nepal, Paquistão, Sri Lanka, Tailândia, Taiwan (Formosa) e Vietnã.

EURÁSIA – 3 PAÍSES

Cazaquistão, Turcomênia e Tadjiquistão.

EUROPA – 4 PAÍSES

Albânia, Chipre, Gibraltar e Grécia.

Nem todos os crentes sabem que no mundo ainda há povos completamente ignorantes da existência de Jesus Cristo e seu plano redentor. Poucos se importam em saber que hoje no oriente há cristãos presos e sendo torturados por causa de sua fé. Quantos têm um programa intensivo de oração pelos povos não alcançados pelo evangelho? Saber que há povos cometendo suicídios e guerras, por falta de esperança ou fanatismo, não é um assunto que interessa a todos os cristãos.

Os cristãos no mundo estão direcionando apenas 1,2% do seu fundo missionário e de seus missionários estrangeiros para bilhões de pessoas que vivem no mundo evangelizado.

No mundo ainda há dezenas de país com suas portas total ou parcialmente fechadas à entrada de missionários.

Há 28 países muçulmanos (sem incluir seis da antiga união soviética), 7 nações budistas, 3 Marxistas e 2 países hindus, formando o maior aglomerado de povos não alcançados.

Porque evangelizar os povos da Janela 10/40

- Porque ali vive o maior número de povos não alcançados pelo evangelho. Cobre 1/3 total do planeta e representa 2/3 da população do mundo. São cerca de 3,2 bilhões de - pessoas em 61 países.

- Porque ali está a maioria dos seguidores das 3 maiores religiões do mundo: Islamismo, Budismo e Hinduismo.

- Porque de cada 10 pobres na terra, 8 estão nessa região.

- Porque dos 50 países menos evangelizados do mundo 37 estão nessa área.

- Porque as maiores Capitais do mundo estão nessa região.

De acordo com os missiólogos, há diversidades no número de povos não alcançados pelo evangelho hoje. Para Ralph Winter, há 17 mil povos não alcançados e 12 mil línguas. David Barrete declara que são 11 mil o número total de povos não alcançados. Bob Waymire também arrola 11 mil povos diferentes no mundo. Patrick Johnstone avalia em 12.017 o total de povos não alcançados em todo o mundo. Subtraindo desse número os povos entre os quais há cristãos, missionários de fora e autóctones, restam apenas 1.200 povos a serem alcançados. Em sua perspectiva, 99% da população do mundo serão cobertos, inteiramente, com a mensagem do evangelho se ela for transmitida, no máximo, entre 400 e 500 línguas diferentes.

Então concluímos que missões, ainda não é um assunto sério para muitas igrejas. Enquanto templos são enfeitados e grande parte do tempo é utilizada para inúmeros programas, missões é ocasional, ainda não é assunto íntimo.
O Mundo dos povos não alcançados
Segundo alguns estudiosos, temos aqui algumas estatísticas:

- Cada hora 10.700 crianças nascem e morrem sem escutar as Boas Novas em países da Janela 10/40;

- Cada hora de esforço missionário resulta em 9.800 pessoas escutando o evangelho pela primeira vez;

- O resultado é a redução no mundo não evangelizado de 500 pessoas a cada hora, ou pouco mais que 4 milhões de pessoas por ano.

- 9 em cada 10 países mais pobres do mundo estão na África e 8 destes são parte do mundo menos evangelizado.


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Jesus e Mulher Adultera


Era muito difícil a posição da mulher na cultura judaicado primeiro século.

A mulher judia, mesmo que pertencesse a uma família rica, estava situada em um patamar inferior na sociedade.

As mulheres e os não circuncidados, não podiam participar do templo. Estavam fora do contexto religioso mais importante do judaísmo.
Um bom judeu, cuidadoso da lei e dos profetas, deveria começar o dia recitando três bençãos diárias, que constavam no Talmud da Babilônia, presentes no Tratado "Menachot". Abaixo, leia um trecho de uma dessas citações.
"Bendito sejas Tu, Eterno, nosso Deus, Rei do Universo que não me fizeste mulher". Tratado Menachot.

O Papel das Mulheres no Primeiro Século

Os estudiosos do Talmud, interpretavam o texto "Toda a glória da filha do rei na sua casa" (Salmo 45:14), sob a óptica de que uma mulher de honra, deveria estar sempre em sua casa, cuidando do lar e de sua função de ter filhos.
A mulher deveria se dedicar quase que exclusivamente ao marido. Era considerada como incapaz de se ocupar com tarefas sérias ou importantes.
Elas pertenciam a seus maridos e a seus filhos. Assim a mulher passava de objeto de posse dos pais, para o marido e filhos.
Subjugada e subestimada. Por pouca coisa, uma mulher poderia ser repudiada.Jesus e a mulher adulteraJesus e a Mulher Adúltera

A Mulher Adúltera é conduzida até Jesus

"E os escribas e fariseus trouxeram-lhe uma mulher apanhada em adultério; E, pondo-a no meio, disseram-lhe: Mestre, esta mulher foi apanhada, no próprio ato, adulterando". João 8:3-4
Assim, neste fato narrado no livro de João 8, vemos que somente a mulher adúltera é trazida ao mestre, para ser julgada. Desta forma, os fariseus começaram a sua hipócrita e machista tentativa de induzir Jesus ao erro. A lei exigia que o casal adúltero fosse apresentado. Onde estava o homem que com ela cometeu tal pecado?
"Também o homem que adulterar com a mulher de outro, havendo adulterado com a mulher do seu próximo, certamente morrerá o adúltero e a adúltera." Levítico 20:10
Jesus sabia que para aquela geração corrupta, a vida daquela mulher não tinha valor algum. Ninguém se importava com as condições que a levaram àquele pecado. O que faria com que uma mulher, sabendo que a pena capital de morte seria aplicada, em caso de ser pega em flagrante adultério e, ainda assim, cometesse tal ato?

Promessas e Abandono

O medo do repúdio e do estigma, assombravam as mulheres do primeiro século. Era um certificado de péssima esposa. Qual homem, decente, com posses e considerado casaria com uma repudiada?
O repúdio, para a mulher, mesmo que legalizado, era quase que ser "jogada no vento". Assim alguns homens judeus da época, usavam e consumiam a juventude de suas mulheres. Quando já não suportavam mais, repudiavam-na por qualquer motivo e procuravam outra mulher mais nova.
Por isso, mesmo com amargura no olhar e sofrimento no rosto, o medo fazia com que uma mulher desprezada por seu marido, já sem receber a devida atenção e carinho, continuasse a suportar o casamento.
Ninguém sabe quais foram as promessas que o homem adúltero fez para aquela mulher. Muitas vezes palavras doces e bonitas, tudo que não ouvia em casa, carinho, atenção e cuidado que seu marido já não mais a dedicava.
O coração falou mais forte, entregou-se ao que parecia uma paixão, enganou-se num amor que nunca tinha vivido de verdade.
E ali ela estava diante de Jesus. Abandonada, envergonhada, desiludida, enganada e xingada por todos aqueles homens insensíveis, próxima da morte. Vítima da vida. Quanta incompreensão.Jesus e a mulher adultera pecadoraA Mulher Adúltera. Vai e Não Peques Mais

O Amor de Deus Perdoa

O grande mestre que tudo discernia, abaixou-se a escrever no solo, dando tempo para que aqueles homens refletissem suas atitudes. Jesus estava dando tempo para que eles examinassem suas consciências primeiro.
"Jesus, inclinando-se, escrevia com o dedo na terra." João 8:6
Um cego não pode guiar outro cego. Quantas vezes aqueles homens tinham desejado a mulher do próximo. Quantos adúlteros não estavam entre eles?
"Eu, porém, vos digo, que qualquer que atentar numa mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela." Mateus 5:28
"E, como insistissem, perguntando-lhe, endireitou-se, e disse-lhes: Aquele que de entre vós está sem pecado seja o primeiro que atire pedra contra ela." João 8:7
Que grande ensinamento! Aquela mulher pôde experimentar do grande amor de Cristo. Em sua íntima compaixão, Deus se importa com cada detalhe de nossas vidas. Ele sabe as dificuldades que cada um de nós enfrentamos. Inclusive na área sentimental.
E, endireitando-se Jesus, e não vendo ninguém mais do que a mulher, disse-lhe: Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou? João 8:10
E ela disse: Ninguém, Senhor. E disse-lhe Jesus: Nem eu também te condeno; vai-te, e não peques mais. João 8:11
Esta era a graça de Deus derramada por seu filho Jesus. Perdão sem cobrar nada por isso. Prova que Deus conhece e entende as dificuldades humanas.
Todos somos iguais. Todos pecaram, porém alguns insistem em pensar que são mais santos ou melhores que outros. Jesus nos ensina que devemos amar a todos. E perdoar. Se acharmos alguém em dificuldade espiritual, não devemos condená-lo. Devemos experimentar a força do perdão, com união e simplicidade de coração. Deus abençoe!
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Sifrá e Puá Você Conhece?


Possivelmente estas duas senhoras não são as mais conhecidas personagens das Escrituras! Para ser honesto, se alguém tivesse me perguntado ontem quem eram, teria dificuldade em lembrar delas! Contudo, lendo este trecho hoje fiquei muito impressionado com o que Deus disse sobre elas. Sifrá e Puá eram as duas principais parteiras hebréias no Egito, nos tempos antes do nascimento de Moises. Não sabemos muito sobre elas, mas o nome Sifrá significa "beleza", e Puá significa "esplêndida". De fato, deixam um lindo e esplêndido exemplo para nós.Podemos deduzir que eram ainda solteiras, pelo fato que depois disto Deus lhes concedeu famílias (v.21). A SUA FIDELIDADE (vv.15-17): Em primeiro lugar notamos a sua atitude quando chegou a ordem do cruel Faraó, para matar os meninos novos nascidos Podemos imaginar tais mulheres conversando logo depois da chegada desta ordem, e decidindo resolutamente ignora-la por causa do seu temor a Deus e fé Nele. Nesta decisão arriscaram suas vidas, pois este Faraó era homem cruel e sem misericórdia para com o povo de Deus. Se a ordem era matar crianças inocentes, como não mataria hebréias desobedientes? Contudo, foi uma grande provação da sua fé em Deus, pois estavam decididas a temerem mais o Senhor do que o rei. É fácil dizer que confiamos no Senhor, mas numa hora desta como agiríamos? Lembramos também de Daniel e seus três amigos, enfrentando a morte sem cederem a seus princípios e fé em Deus. Foi devido a esta atitude de fidelidade até à morte que todas estas pessoas têm menção honrável na Palavra de Deus como heróis da fé ( Hebr.11:33-34). Mais tarde, a igreja em Esmirna, enfrentando grande perseguição, recebeu uma palavra do Senhor, dizendo: " Sê fiel até à morte e dar-te-ei a coroa de vida" ( Apoc.2:10). O Senhor Jesus ensinou seus discípulos sobre a necessidade de enfrentar a perseguição e morte com fé e coragem.: " E não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno a alma e o corpo" (Mat.10:28). É verdade que a coragem de Pedro falhou mais uma vez, mas lembramos como, mais tarde, ele e João lembraram dos ensinos de Cristo, quando ordenados pelas autoridades para ficarem quietos, falaram que iriam obedecer ao Senhor e não os homens (Atos 4:18-20). Em muitos paises hoje a igreja verdadeira está enfrentando perseguição e morte. Vemos o crescimento de religiões fanáticas que querem exterminar o cristianismo e converter o mundo ao seu pensamento e "deus".Se chegar dias de perseguição para nós antes da vinda de Cristo, estamos preparados como Sifrá e Puá? A SUA PERSEVERANÇA (vv.18-19): Mesmo quando o rei descobriu a sua desobediência e as chamou para prestar contas, elas não voltaram para trás a fim de salvar suas vidas. Foi um momento de grande perseverança quando tinham que enfrentar o rei cruel e prestar contas pela sua desobediência.Naquela oportunidade explicaram ao rei, com toda a calma,que as mulheres hebréias eram diferentes em dar à luz das mulheres egípcias,pois antes que as parteiras chegassem, os filhos já haviam nascidos. Sem dúvida esta era uma verdade, mas não era a razão principal. Podemos entender que Deus controlou o rei nesta hora para não condenar à morte Sifrá e Puá, assim como fechou a boca dos leões com Daniel na cova.Com que alegria e louvores as duas mulheres voltaram para casa naquele dia, com o intuito de ajudarem mais meninos a virem ao mundo para servir a Deus. Possivelmente estavam presentes no nascimento de Moises logo depois disto. Às vezes numa provação começamos bem, mostrando coragem e fé, mas com o tempo e pressão perdemos a perseverança e a fé em Deus. Pedro começou bem quando andou nas águas, mas quando lembrou do vento e ondas, tirou seus olhos do Senhor,afundou e terminou aquele dia como "homem de pouca fé"!. Perseverança não é um dom especial que alguns recebem de Deus. É algo que Deus espera de cada um de nós, e ainda deseja cultivar em nós pelas provações que vêm em nossas vidas( Rom.5:3-4; Tiago 1:2-4). Somos perseverantes como Sifrá ¿ A SUA RECOMPENSA (vv.20-21): Deus não é devedor de ninguém e sempre recompensa a fidelidade e perseverança dos seus servos nesta vida e também depois. "Aos que me honram,honrarei" (I Sam.2:30).Além de protege-las das mãos do rei, Deus " fez bem às parteiras; e o povo aumentou e se tornou muito forte"(v.20). Isto mostra que as duas mulheres tinham prazer por ver seu povo crescer e em ser parte nesta grande obra de Deus. Sua parte era particular, não pública, mas de grande importância perante o Senhor para o futuro do seu povo. Ainda hoje, a parte das irmãs na igreja é menos pública que a parte dos homens, mas não é menos importante por isto. Quantas irmãs como Sifrá e Puá servem ao Senhor fielmente em secreto, no lugar de oração, no cuidado dum prédio usado para pregação, nas visitas dos enfermos, etc., para o crescimento do povo de Deus. Seu prazer na vida, como aquelas duas, é ver o Senhor exaltado em pessoas salvas e crescendo espiritualmente. Também lemos que "lhes constituiu família" (v.21).Era o desejo ardente das mulheres hebréias ter sua família para servir ao Senhor. Mesmo vivendo em dias perigosos quando a ordem do rei continuava ameaçando morte aos meninos, estas mulheres tinham prazer, não somente em ajudar no nascimento dos filhos dos outros, mas em produzir nas suas próprias famílias servos de Deus que mais tarde lutariam para vencer Faraó e seus exércitos. Mais tarde Ana também vivia em dias difíceis, mas conseguiu o que desejava, um menino para servir ao Senhor em Silo ( I Sam.1). A "missão de mãe" ainda é um grande trabalho para Deus.Vivemos em dias difíceis e o grande inimigo procura destruir a juventude para o serviço de Deus. As mães têm uma parte muito importante na luta espiritual para combater o trabalho de Satanás. O motivo de ter filhos deve ser que possam servir ao Senhor mais tarde. Os ensinos bíblicos recebidos no lar desde a infância são de grande valor na salvação dos jovens e no serviço deles depois ( I Tim.2:15;II Tim.3:15). Se Deus constituiu-nos família é porque Ele quer que estes jovens sejam parte do seu exército e que sirvam como "flechas" na guerra contra o mal( Salmo 127:3-5). Também os nomes destas duas senhoras estão registrados na Palavra de Deus com honra, e esta Palavra permanece para sempre. Quando os nomes dos grandes homens deste mundo estão esquecidos para sempre, os nomes de Sifrá e Puá serão lembrados. As honreas do mundo valem por pouco tempo.É melhor ser honrado pelo Senhor na sua vinda pelas palavras: "Bem feito, servo bom e fiel". Não duvidamos que Sifrá e Puá também receberão sua recompensa eterna pela fidelidade e perseverança na terra. Já passou a sua luta e estão gozando o descanso eterno.Combateram um bom combate, completaram sua carreira e guardaram a fé, e assim a sua coroa da justiça está guardada (II Tim.4:5,6). Que estas duas poucas conhecidas servas de Deus possam servir em encorajar-nos a continuar fieis na luta até à morte, perseverantes em perigo e recompensados nesta vida e no dia eterno.
Se quiser saber mais faça contato: Nextel  (19) 78307305  ID-37*112549