Você Sabe Quem Era Simão, o Cirineu?

Marcos 15
16. E os soldados o levaram dentro à sala, que é a da audiência, e convocaram toda a coorte. 17. E vestiram-no de púrpura, e tecendo uma coroa de espinhos, lha puseram na cabeça. 18. E começaram a saudá-lo, dizendo: Salve, Rei dos Judeus! 19. E feriram-no na cabeça com uma cana, e cuspiram nele e, postos de joelhos, o adoraram. 20. E, havendo-o escarnecido, despiram-lhe a púrpura, e o vestiram com as suas próprias vestes; e o levaram para fora a fim de o crucificarem. 21. E constrangeram um certo Simão, cireneu, pai de Alexandre e de Rufo, que por ali passava, vindo do campo, a que levasse a cruz.

INTRODUÇÃO

Paz seja convosco meus amados irmãos, leitores e companheiros que se alimentam das mensagens desse blog que Deus me deu. Meu desejo é que mais uma vez cada um de nós possamos ter nossas vidas edificadas pela palavra do Senhor. Eu sempre digo que é a palavra que edifica, da fé, salva, cura, batiza, vivifica, fortalece, e muito mais do que possamos pensar ou precisar.

Mais uma vez venho em nome do Senhor dos exércitos para algo excelente, e quero trazer-lhes uma mensagem abençoadora que irá lhes fortalecer os músculos espirituais, para que todos estejam fortes na hora da batalha e na hora de tomar posse da benção que lhes estão prometidas e separadas.

Assim mais uma vez quero lhe confessar que trago esta mensagem após tê-la ministrado em um púlpito, e lhes dizer que foi benção para a igreja e sei que será benção para sua vida. Creia! 
        

O MARTÍRIO DO SENHOR JESUS

Após ter sido traído por um de seus discípulos, chamado Judas Iscariotes, Jesus é levado para a casa do Sumo Sacerdote Caifas, e ali começa um período de humilhação, na qual Jesus é castigado sem nada ter feito e esse caminho de sofrimento eu escrevo pormenorizadamente na mensagem “O SOFRIMENTO DE JESUS”.

Jesus mesmo nada tendo que o mostrasse como um homem que devesse ser condenado ou que tivesse feito algo mau ou ruim, foi julgado quatro vezes e em todas foi visto que realmente era inocente, pois nada havia feito para que o matassem como exponho abaixo, veja:

OS QUATRO JULGAMENTOS DE JESUS

a) O PRIMEIRO JULGAMENTO – O JULGAMENTO DO SINÉDRIO

Em MC-14:55 a 58, a bíblia relata que os principais dos sacerdotes procuravam testemunhas contra Jesus para o matarem, mas depunham falsamente, e os testemunhos não concordavam. Que corjas de gente mesquinhas forjavam pessoas, comprando com valores, só para testemunharem falsamente contra um Homem inocente, e Jesus nada falava, apenas disse “Eu sempre estive no meio de vós”, como que dissesse; vocês são cobras traiçoeiras, eu os conheço. Mas mesmo com artimanhas diabólicas não conseguiram condenar a Jesus, mas não satisfeitos, procuravam algo que o incriminasse, armaram outro julgamento para o Filho de Deus. 

b) O SEGUNDO JULGAMENTO – O JULGAMENTO DE PILATOS

Agora em MC-15:01 a 06 os covardes dos sacerdotes levam Jesus para o covarde Pilatos que já estava se borrando todo, mas Pilatos tentando se safar lembra que era Páscoa, e que o costume dos judeus era nessa data soltar um condenado, e então quis que soltassem Jesus, mas eles não quiseram, dizendo crucifica-o, então Pilatos queria trocá-lo por Barrabás. Não deu! Vou dar-lhe uma surra e soltá-lo, também não deu! Pilatos não viu culpa em Jesus. Então Pilatos se lembrou que Herodes estava por ali, e enviou Jesus para ele, colocando Jesus em um terceiro julgamento.

c) O TERCEIRO JULGAMENTO – O JULGAMENTO DE HERODES

Doutor Lucas é o narrador, LC-23:6 e 7, 10, 11 e 14, você pode ler que o curioso Herodes, que tinha vontade de conhecer Jesus mata sua curiosidade, pois creio que quando ele viu a Jesus pensou em seu coração: “Este é Jesus? Que cara feio! Eu imaginava outra pessoa!”. Herodes interrogou mas também não viu culpa em Jesus e envia o meu Jesus de volta para Pilatos. Mas Ele seria contado entre os malfeitores. Então quando Jesus volta o covarde do Pilatos vejam o que ele faz, se mostrando um frouxo ele lava as mãos, pois preferiu deixar que os outros decidissem ao invés de inocentar a Jesus.

d) O QUARTO JULGAMENTO – O JULGAMENTO DO POVO

MT-27:22 a 25, é surpreendente esse julgamento, pois o povo chama a responsabilidade para eles, no versículo 25 eles dizem que o sangue Dele caia sobre nós. Buscavam de toda maneira condenar a Jesus e não conseguiram, mas fizeram somente depois que o covarde lavou as mãos, não lave suas mãos, não seja omisso. Preferiram Barrabás à Jesus, não prefira o mundo, prefira Jesus. Agora o povo conseguiu decretar a crucificação de Jesus, Ele iria mesmo para cruz, Sua placa seria escrita e carregada em seu pescoço até o Golgota.

A VIA DOLOROSA

Deram a Jesus a cruz que era de Barrabás, pois devido a rapidez dos julgamentos não foi possível ser confeccionado uma cruz nas medidas de Jesus, ele morreu em uma cruz que não era dEle, mas minha e sua.

Com a cruz nas costas Jesus sai do centro religioso de Jerusalém, do pretório e desse uma ladeira, que chamamos de “Via Dolorosa”. Por ali as pessoas cuspiam em Jesus e proferiam palavras torpes. Por essa rua estreita e calçada de pedras irregulares, Jesus caminha carregando uma cruz que pesava aproximadamente cerca de 70 Kilos, a julgar pelas medidas de Barrabás, mas Jesus está todo surrado, cortado, havia sangrado muito e seu corpo está ultrajado, então ele cai algumas vezes, mas torna a se levantar e prosseguir em direção ao Gólgota.

Da fortaleza Antônia, onde Jesus foi açoitado e saiu carregando a cruz existe uma rua estreita e andando por ela existe uma esquina que converge para a direita e dá para uma das portas que leva para fora da cidade murada. Próximo a esta esquina existe uma pedra que tem em cima uma pequena inscrição, Shimom Cirineu, ou seja, foi neste lugar que um homem estranho foi constrangido a ajudar um condenado inocente.

Ao virar nesta esquina se segue até um dos doze portões da cidade de Jerusalém, que se chama O Portão de Damasco, e ao passar por este portão já se está fora da cidade Santa e próximo ao lugar onde aconteceu a crucificação do Senhor Jesus que em Hebraico é chamado de Gólgota.
    

O CIRINEU

Onde Jesus cai perto da pedra até a próxima estação da via dolorosa, é exatamente cinqüenta passos de distância, que foi o espaço exato que Shimom ajudou o homem de Nazaré. Mas o que um homem da cidade de Cirene estaria fazendo em Jerusalém? O que teria levado este homem a fazer uma viagem de 1.600 Km? Qual seria o objetivo de Simão ao chegar a Jerusalém no dia 14 de Abibe? Quem era realmente este Simão Cirineu?

Cirineu é a indicação de onde ele viria, e Cirene ficava na costa da África do Norte e tinha sido fundada por uma colônia grega. Essa comunidade Grega, mais tarde foi entregue à posse dos Romanos. A população judaica dessa província era tão significativa, que Jerusalém tinha orgulho de ter uma sinagoga dos libertos para os visitantes de Cirene e para outros estados livres (Atos-6:9). Hoje é a Etiópia.

Então Simão o Cirineu era um africano que em hebraico é chamado de Shuaz, que significa negro e ele chega a Jerusalém no dia 14 de Abibe, o grande dia da Páscoa, uma das três datas mais importantes do calendário judaico da época.

Essa cidade ou este território antes de ser uma colônia grega era um reino chamado Sabá, e tinha uma rainha chamada e conhecida por “Rainha de Sabá”, que a muitos anos atrás teria vindo visitar e conhecer o famoso rei e tido com ele um relacionamento profundo (I Reis 10). Os historiadores Judeus acreditam que Simão era descendente desse relacionamento e a prova de que ele era um judeu é o seu nome, Shimom, que era também o nome do segundo filho de Jacó, uma das tribos de Israel. Sim, este homem era um judeu negro! Ele era um monoteísta, ele acreditava em um único e verdadeiro Deus que reinava sobre toda a terra.
    

SIMÃO EM JERUSALÉM

Mas por que ele estava em Israel? Havia um mandamento que dizia que todo Judeu uma vez na vida todo judeu deveria peregrinar até a cidade Santa a fim de participar de uma das três grandes festas, ou seja, a festa dos Tabernáculos, a festa da Páscoa e a festa de Pentecostes. Então Simão o Cirineu estava em Jerusalém a fim de participar da festa da páscoa.

Um ritual acontecia todo ano no dia 14 de Abibe, no templo sagrado, pontualmente, onde uma multidão de homens se aglomerava para participar, vestidos de linho branco, era o sacrifício do cordeiro pascal. Na entrada o local ficava homens responsáveis por inspecionar as vestes dos que desejavam entrar ali, sabendo que se houvesse uma mancha ou qualquer sujeira na veste branca de linho, este não poderia entrar no local sagrado da cerimônia.

Dentro do templo havia um altar grande e alto, com cerca de 2,80 metros de altura todo feito em pedra inteira sem corte ou trabalhada, e após o Sacerdote cortar a jugular do cordeiro ele o pegava pelas pernas traseiras e com movimentos no sentido horário girava sete vezes em torno do altar deixando que o sangue caísse e escorresse pelo altar, e quando todo o sangue já havia saído o sacerdote pegava uma planta citada no Salmo 51:7, chamada hissopo, que é uma planta esponjosa, com forte poder de absorção, e com a planta encharcada, ele aspergia sobre os homens que ali estavam para que recebessem ao menos uma gota do sangue do cordeiro na veste de linho puro, e quando isso acontecia aquela veste passava a ser um troféu para a vida do judeu. Imagine que os judeus viajavam milhares de quilômetros para receber ao menos uma gotinha do sangue do cordeiro.

Então quando Simão chega à cidade de Jerusalém após uma longa viagem, muito feliz, ele entra pela porta de Damasco e veste a sua roupa branca de linho puro e caminha em direção ao local da cerimônia a fim de receber uma gotinha de sangue. Assim caminha Simão, mas quando ele dobra uma esquina ele depara com uma cena horrenda, pois um condenado todo ensangüentado caminhava em sua direção carregando uma cruz e pendurado em seu pescoço uma tábua com inscrição em três línguas, Grego, Latim e Hebraico, que dizia: “Yeshua et Nazareth melec Yudim”, ou seja, “Jesus de Nazaré rei dos judeus”.

Penso que Simão se assusta, pois nunca havia visto tal coisa. Simão procura se proteger a fim de que a multidão e o condenado passassem por ele para que pudesse seguir seu caminho, mas ao chegar a frente a Simão o condenado cai, e os soldados olham para Simão e lhe obrigam a ajudar o condenado. Talvez Simão lá bem dentro de seu coração ele se arrepende ter pegado aquele caminho, mas a ordem dos soldados romanos foi ameaçadora. Simão olha e naquele momento o condenado também levanta seus olhos e os olhares de Simão e Jesus se cruzam. Na verdade Simão não foi constrangido pelos saldados romanos, mas sim pelo olhar manso e suave de Jesus.

Simão se abaixa e o condenado joga um dos braços em seu pescoço e Simão o abraça e pega a cruz lavada de sangue e joga nas costas e ajuda um homem que nunca tinha visto antes e o leva até adiante e depois o condenado segue sozinho. Simão olha para cima para ver a posição do sol a fim de saber se ainda há tempo para participar da cerimônia sagrada, mas vê que o tempo passou e ele perdeu a gotinha do sangue do cordeiro. Simão olha para sua veste e vê que ela está toda encharcada de sangue, e então procura saber quem era aquele condenado, e alguém lhe conta a história de Yeshua Ben-David, Jesus filho de Davi.

Agora que tudo passou, e Simão perdeu a cerimônia, ele tem que voltar para casa, pois sua família o esperava para ver sua veste branca de linho puro salpicada de gotinhas de sangue. Mais 1.600 Km seriam percorridos com uma cena em sua mente.
    

DE VOLTA PARA CASA

Uma longa jornada de volta teria que ser feita pelo judeu negro, mas agora ele carrega dentro de seu coração a imagem da face machucada de um homem que era inocente, e dentro de sua bagagem vai uma roupa de linho branco encharcada de sangue. Quando Simão chega em casa, seus filhos, sua família, seus amigos, querem ver o troféu, então Simão tira a veste de linho e lhes conta a história de Yeshua Ben-David, e todos choram juntos e se convertem ao nome que está acima de todos os nomes. E talvez você pergunte como cheguei a esta conclusão, é só lermos o escrito de em Romanos 16:13. Mais tarde encontramos o Apóstolo Paulo se referir a um grande missionário da região de Corinto, na cidade Cencréia, que na verdade era um porto de Corinto. Segundo historiadores este Rufo tinha um irmão também muito fervoroso e fiel a palavra, e seu nome era Alexandre, ambos os filhos de Simão.

Os 50 passos do local onde Simão ajudou a Jesus até a próxima estação significam os cinqüenta dias que se deu após a morte de Jesus até o dia do pentecostes, a descida do maior presente dado ao homem, O Espírito Santo.    

CONCLUSÃO

Precisamos que nossos propósitos sejam confrontados com os propósitos do Senhor Jesus, pois de nada adianta buscarmos o pouco se Ele tem muito para nos dar, pois Simão buscava gotinhas de sangue e ganhou uma veste encharcada do verdadeiro sangue do verdadeiro cordeiro pascal.

Toda vez que A Bíblia se referir a linho fino, ela esta se referindo a justiça, e assim Simão se veste da justiça da religião, do mundo, dos homens, e vai e entra em Jerusalém mas acaba por encontrar o sangue que purifica toda a justiça, o sangue de Jesus. Sangue este que ainda está disponível a todos nós.

Como é Formada Uma Família?


MARTA SUPLICY ESTA DESENVOLVENDO UMA EMENDA PARA QUE TIREM O NOME DE PAI E MÃE DO REGISTRO DE NASCIMENTO DA CRIANÇA. PORQUE?, PORQUE QUANDO UM CASAL HOMOSSEXUAL ADOTAR UMA CRIANÇA ELA NÃO VENHA A FICAR CONSTRANGIDA. VOCÊ CONCORDA?



O QUE É FAMÍLIA?
A família é um núcleo de convivência, unido por laços afetivos, que costuma compartilhar o mesmo teto. É a definição que conhecemos. Entretanto, esta convivência pode ser feliz ou insuportável, pois seus laços afetivos podem experimentar o encanto do amor e a tristeza do ódio. E a morada sobre o mesmo teto? Dependendo dessas fases contrastantes, ela pode ser um centro de referência, onde se busca e se vivencia o amor, ou... um mero alojamento.
A família não é algo que nos é dado de uma vez por todas, mas nos é dada como uma semente que necessita de cuidados constantes para crescer e desenvolver-se. Quando casamos, sabemos que, entre outras coisas, temos essa semente que pode germinar e um dia dar fruto: ser uma família de verdade. Devemos, portanto, estar conscientes de que é preciso trabalhá-la e cultivá-la sempre, constantemente, e com muito amor.
TEMPOS DESCONCERTANTES
A família parece estar à deriva, sem referência, impotente e desprotegida diante dos embates do consumismo, bombardeada pelos meios de comunicação e incapaz de dar uma resposta a esses ataques.
Ela fica na defensiva. A impressão que se tem é a de que ela se conserva como um reduto afetivo, baseado principalmente na segurança do amor dos pais pelos filhos, e que se ressente, cada vez mais, da indeterminação dos papéis masculino e feminino.
É possível ouvir hoje arautos que falam da família em tom triunfal, enquanto que, em outros contextos, se escutam depoimentos de verdadeiras catástrofes. Para alguns, a família é um conceito conservador, só defendido pelos retrógrados.
FAMÍLIA: AMOR REPARTIDO
A família foi e ficará sempre o fundamento da sociedade. Ela transcende a qualquer partido político, sociedade, associação ou a qualquer outro gênero de agrupamento humano: ela é constituída por relações de amor! Na origem de tudo, há um amor conjugal que chama a vida a participar desse amor.
A família vem de uma opção. De fato, ela existirá a partir do momento em que um homem e uma mulher decidirem viver juntos, criar um mundo novo, um mundo diferente: uma família. Nesse mundo novo e distinto, nascerão os filhos, que se incorporarão ao projeto de vida idealizado por seus pais.
É na família que os filhos desenvolverão sua personalidade. Nela crescerão, encontrarão o sentido de sua existência e amadurecerão na segurança, até que um dia também eles partirão para realizar seu próprio projeto.
O NOSSO MUNDO MUDOU
Não podemos viver de modo aventureiro. De nada serve estarmos repletos de boas intenções, se não planejarmos bem as coisas. Nosso mundo tem mudado muito e rapidamente. Há hoje muitas coisas que não estão fixadas de antemão. Em nossa sociedade, os papéis tradicionais da mulher e do homem, antes assumidos como destino inexorável, não são mais simplesmente aceitos.
Hoje, o casal deve sentar-se para dialogar sobre o que realmente desejam, o que buscam, para enfim elaborar, com bastante criatividade, um projeto novo e distinto que possibilite a realização de um amor pleno. É neste projeto, em constante realização, que os filhos devem poder ter a alegria de nascer e crescer até a plena maturidade.
UMA REALIDADE DINÂMICA
Ao definirmos a família como uma instituição, como a célula mãe da sociedade, quando a analisamos ou defendemos os seus direitos, queremos nos referir a uma realidade bem definida, que está aí presente, no dia-a-dia, que desempenha um papel concreto na vida das pessoas e da sociedade.
Entretanto, quando adentramos no interior desta ou daquela família, deixando de lado as teorias e descendo ao palco da própria vida, observamos que a família é uma realidade dinâmica, em evolução permanente, nunca a mesma. Percebemos que cada família é um mundo à parte, com propostas e jeitos próprios e que não se repetem.
É neste contexto que os planos de Deus tomam forma e são dados ao homem e à mulher em forma de semente. Deus nos criou à sua imagem, criou-nos no amor para o amor. Criou-nos para que levássemos a semente à plenitude. Deus, aquele que nos criou, pôs em nossas mãos a criação.
Isso é maravilhoso, mas quanta responsabilidade isso pede daqueles e daquelas que Deus chamou a multiplicar as suas pequenas famílias nesta terra onde o mal, muitas das vezes, parece prevalecer sobre o bem.
Nessa luta diária, não é o caso de se espantar, mas é extremamente necessário continuar acreditando naquele que prometeu: “Eu estarei sempre convosco...” (Mt 28,20)

APRENDENDO COM DEUS




Missões no Brasil:
Porque ainda há um povo que precisa ser salvo!



Sempre que falamos em missão, pensamos logo em ir para o exterior, mais e o nosso Brasil, o evangelho já tem chegado aos quatro cantos do nosso País? Veja estes dados do censo do IBGE do ano de 2000. É grande mais vale apena ser lido, é surpriendente.
Os dados do Censo de 2000 listou 5560 muncípios, mostrando que existem 71 cidades com menos de 1% de evangélicos. A Região Nordeste do Brasil está muito atrás do restante do Brasil em termos de presença evangélica.
A média de presença evangélica dentre a população em todas as regiões do país é de 15,41%. No Nordeste, essa média cai para 10,26%.
Enquanto que 12 estados brasileiros apresentam taxas acima de 20%, o Nordeste não há nenhum estado com mais de 15% de evangélicos em sua população.
E pior. Em 6 estados nordestinos a população de Evangélicos está abaixo de 10%: Alagoas, Ceará, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. Desses seis estados, Paraíba é o que possui a maior concentração de cidades com menos de 5% de evangélicos. 

Alagoas fica com o lamentável índice de estado com a maior concentração de cidades com menos de 1% de evangélicos.
Já o estado do Piauí é o que possui a população com o mais baixo percentual de evangélicos do país.

Em 11 cidades brasileiras, o índice de evangélicos é "zero", ou seja, o censo do IBGE não contabilizou nenhum único evangélico.
O Rio Grande do Sul é o estado onde se concentra o maior número de cidades com índice "zero" de evangélicos – 9 cidades ao todo.
As 11 cidades sem nenhuma presença evangélica são: Queluzito (MG), Carrapateira (Pb), Boa Vista do Sul (R.G. do Sul), Nova Alvorada (R. G. do Sul), Nova Roma do Sul (R.G. do Sul), Protásio Alves (R. G. do Sul), Relvado (R. G. do Sul), Santo Antônio do Palma (R. G. do Sul), São Jorge (R. G. do Sul), União da Serra (R. G. do Sul), Vespasiano Correa (R. G. do Sul).
Essas cidades merecem a atenção da Igreja brasileira.
A Região Sul também possui a menor taxa de crescimento anual de evangélicos em todo o país.
Entre as 20 cidades brasileiras com maiores índices de seguidores da Umbanda e Candomblé, 16 estão no Rio Grande do Sul e 4 delas aparecem no topo da lista: Rio Grande, Dezesseis de Novembro, Viamão e Bagé.
A capital baiana – Salvador – cidade nacionalmente conhecida pelo grande número de adeptos da Umbanda e do Candomblé, só aparece na 172ª posição da lista.
Nova Ibiá, na Bahia, com 7.166 moradores destaca-se como a cidade com o maior percentual de habitantes "sem religião".
Em todo o Brasil 12,5 milhões de pessoas declararam-se sem religião. Esse índice é tão alto que só não ultrapassa o número de católicos e evangélicos. Se somarmos os números de seguidores de todas as religiões – não incluindo católicos e nem evangélicos – o valor dos que se declararam "sem religião" chega a ser mais do que o dobro do número de adeptos de todas as religiões somadas.




Milagres de Deus na Vida de Cristãos Sírios

Segundo informações das Nações Unidas, durante os últimos dois anos de violência brutal na Síria, mais de 70 mil pessoas morreram. A cada dia o número de vítimas deste conflito se multiplica significativamente. Inseridos no contexto da guerra civil que assola o país, muitos cristãos são perseguidos por causa de sua fé
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"A violência na Síria continua a aumentar e os cristãos têm se tornado alvo de muitos extremistas", revela Katia, uma cristã síria. "Há alguns anos, era possível notar, pelas ruas das cidades, muitas características tradicionais das comemorações do Natal, como fazem os cristãos em outras partes do mundo. Gostávamos de mostrar a nossa árvore de Natal na janela, tínhamos um culto natalino na manhã do nascimento de Jesus e compartilhávamos a história do Natal com várias pessoas depois. No ano passado, porém, se alguém teve a sorte de ter uma árvore de Natal, não pôde exibi-la na janela de sua casa, já que não era seguro atrair a atenção de extremistas e intolerantes religiosos para dentro de suas casas. Além disso, para evitar grandes aglomerações, os cristãos tiveram de reunir-se por um curto período de tempo para o culto de Natal."
Quando a Primavera Árabe teve início, a crise na Síria ainda não estava tão abrangente e intensa como está hoje. Entretanto, com o passar dos meses e o aumento da violência, muitos sírios passaram a se referir à Primavera Árabe como o pesadelo árabe. Há mais conflitos este ano do que no ano passado porque as áreas cristãs têm sido constantemente atacadas de maneira brutal. Em uma cidade, por exemplo, todos os cristãos perderam suas casas e tiveram de enfrentar as demais circunstâncias extremas da guerra sem qualquer abrigo. Alguns tiveram armas apontadas para suas cabeças e foram ameaçados para que saíssem do país. Outros foram sequestrados ou, até mesmo, violentados sexualmente.
"Eu não quero generalizar, nem confundir os rebeldes com os extremistas, ou muçulmanos com muçulmanos extremistas", disse Katia. "Inicialmente, esta revolução teve apenas um motivo: protestar contra o regime. Mas, hoje, muitos extremistas se misturaram àqueles que saem às ruas por motivos justos. Esses extremistas têm uma meta muito clara: espalhar o Islã por todo o país. A maioria dos cristãos tem feito questão de manter-se neutra com a crise política na Síria. No entanto, alguns extremistas forçam situações para mostrar que os cristãos se alinharam com o regime em vigor, o que dá a alguns movimentos rebeldes extremistas uma desculpa para lançar carros-bomba em áreas cristãs", explicou ela.
Apesar da violência e da forte perseguição, Deus está permitindo o acontecimento de muitos milagres na Síria!
"Muitos cristãos fugiram do país por causa da violência. Mas muitos permaneceram porque sentiram que Deus os chamou para ficar e ajudar as pessoas em um momento como este. Deus tem realizado coisas maravilhosas e de uma maneira poderosa! As igrejas têm servido de abrigo, onde é possível encontrar água e comida tanto para cristãos, como para não cristãos. Muitas vezes, durante a distribuição do auxílio, há um sermão e um convite para quem deseja aceitar a Jesus. Muitos entregaram sua vida a Cristo através deste ministério. Um homem em particular que recorreu a uma dessas igrejas parecia ser um extremista muçulmano. Ele gritava declarações típicas de fanáticos religiosos, o que fez com que muitos se sentissem pouco à vontade no ambiente, de modo que os líderes da igreja ficaram de olho nele. No final do culto, porém, este homem aceitou a Cristo como seu Salvador! Ele que, inicialmente parecia ser uma ameaça, agora é um irmão em Cristo!", narrou Katia.

Muitas igrejas não têm recursos para doar, mas ajudam no que podem. Igrejas e denominações, que antes eram divididas, se uniram em oração pelo povo da Síria. Este ano, cristãos pensaram em alcançar os sírios através de dois presentes que mudaram a vida das crianças: uma muda de roupas e uma Bíblia infantil.
"As igrejas estavam buscando uma solução eficaz para encorajar as crianças da Síria durante este tempo", contou Katia. "Nos meses de inverno, elas precisavam de algo quente para vestir, por isso, todas as crianças que foram à igreja ganharam uma blusa de frio e uma Bíblia infantil: um presente fundamental para que elas alcancem outras pessoas, que não conhecem a Cristo. Ore para que os presentes que a Igreja distribuiu sejam uma bênção para aqueles que receberam."
Katia também pede orações pela segurança e o fortalecimento dos cristãos que escolheram permanecer na Síria. Interceda por eles; peça para que Deus não só os proteja, mas também lhes dê da Sua força, da Sua paz e do Seu amor, que nunca falha

O Pai Do Filho Pródigo


“Certo homem tinha dois filhos; o mais moço deles disse ao Pai: Pai, dá-me a parte dos bens que me cabe. E ele lhes repartiu os haveres. Passados não muitos dias, o filho mais moço, ajuntando tudo o que era seu, partiu para uma terra distante e lá dissipou todos os seus bens, vivendo dissolutamente. Depois de ter consumido tudo, sobreveio àquele país uma grande fome, e ele começou a passar necessidade. Então, ele foi e se agregou a um dos cidadãos daquela terra, e este o mandou para os seus campos a guardar porcos. Ali, desejava ele fartar-se das alfarrobas que os porcos comiam; mas ninguém lhe dava nada. Então, caindo em si, disse: Quantos trabalhadores de meu Pai têm pão com fartura, e eu aqui morro de fome! Levantar-me-ei, e irei ter com o meu Pai, e lhe direi: Pai, pequei contra o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho; trata-me como um dos teus trabalhadores. E, levantando-se, foi para seu Pai. Vinha ele ainda longe, quando seu Pai o avistou, e, compadecido dele, correndo, o abraçou, e beijou. E o filho lhe disse: Pai, pequei contra o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho. O Pai, porém, disse aos seus servos: Trazei depressa a melhor roupa, vesti-o, ponde-lhe um anel no dedo e sandálias nos pés; trazei também e matai o novilho cevado. Comamos e regozijemo-nos, porque este meu filho estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado. ” (Lucas 15:11-32)
Na bíblia, esse texto é um dos que melhor contextualiza a“graça” e o “amor” do Pai! O título “A Parábola do Filho Pródigo” não me agrada, pelo contrário, além de rotular o filho, esse título tira a luz do personagem central da história, essa história não é sobre o filho que se foi, nem sobre o filho que ficou, esse texto fala sobre o Pai do filho pródigo. Fala da nossa reconciliação com Deus na figura do Pai, fala de características bastante pessoais de Deus, e é sobre elas que quero falar.
A primeira característica é a justiça. O filho mais moço pede a parte que lhe cabe da herança, a história não conta o quão triste certamente o Pai ficou com aquele pedido, mas o certo é que o Pai repartiu a herança entre ambos os filhos. Ora, o primeiro não havia pedido nada, mas seria justo o filho mais novo receber antecipadamente a herança e o filho mais velho não? Isso mostra a maravilhosa justiça de Deus! Não é maravilhoso saber que Ele é a nossa justiça? Que não precisamos sofrer por causa dos maus feitos, Ele está no controle da situação! Você, meu amado, não precisa sofrer antecipadamente, nem se desgastar, há alguém que advoga as suas causas!
A segunda característica que notamos na narrativa é o livre arbítrio apresentado no relacionamento com o filho mais novo. A história não menciona nenhuma tentativa do Pai para impedir que o filho fosse embora. A atitude de abrir a porta representa um profundo amor que deseja também receber amor como troca no relacionamento. Aquele Pai amava seu filho, e deseja ser amado também, certamente ficou entristecido com a atitude do filho, mas compreendia que otemor não gera amor, e de nada adiantaria exigir que o filho o amasse em reconhecimento ao seu amor paterno. É óbvio que Deus deseja nosso amor, mas Ele deseja que esse amor seja voluntário, Ele quer que amá-Lo seja uma escolha pessoal e diária, uma escolha pautada por um relacionamento íntimo e não baseada em interesses por benefícios pessoais.
Confesso que o fato do filho mais novo não dividir suas intenções com o irmão mais velho e nem pedir a opinião do Pai atraem minha atenção. Fica óbvia aqui a impetuosidade do filho mais novo, e a superficialidade do relacionamento daquela família. Como muitos de nós “crescemos” na casa do Pai, e não compartilhamos dos nossos planos com Ele, apenas queremos gozar do benefício de termos um Pai próspero, sem construir um envolvimento mais íntimo com o Rei, apenas nos ocupamos com o Reino.
Sentir a presença de Deus aos domingos não é ter intimidade, chorar durante o louvor não é ter intimidade, freqüentemente é emocionalismo barato. Ter autoridade no mundo espiritual não significa ter intimidade. Ter credenciais também não representa intimidade. Ter talentos, e dons espirituais não significa intimidade. Estar sobre plataformas não representa intimidade. A intimidade é fruto de relacionamento diário. Somente a intimidade gera um coração sensível à voz do Espírito Santo e um olhar compassivo, é a intimidade que gera frutos do espírito em nós.
Se você compreender esse princípio, vai entender porque alguém que tem dons, e é usado por Deus, mas faz coisas que destoam sabe? É profeta, Deus usa, mas adora fazer uma fofoca. Sacou?
“Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres? Então, lhes direi explicitamente: Apartai-vos de mim, eu nunca vos conheci.” (Mateus 7:22,23)

É bíblica a infalibilidade papal?

A Igreja Católica Romana ensina que o papa é infalível quando fala de sua posição de autoridade sobre um assunto ou doutrina em particular (falando ex cathedra). Muitos têm um entendimento errôneo da “infalibilidade papal” como indicando que tudo que o papa diz é infalível. Isto não é o que a Igreja Católica Romana quer dizer com “infalibilidade papal”. De acordo com a Igreja Católica Romana, esta infalibilidade do papa, somente quando estiver falando ex cathedra, é parte do magisterium da Igreja Católica Romana, ou “autoridade de ensinar da Igreja”, que Deus deu à “Igreja mãe” para a guiar sem falhas. Esta “autoridade de ensinar da Igreja” é constituída da habilidade infalível de ensinar do papa, a habilidade infalível de ensinar dos concílios da igreja convocados pela autoridade do papa e do magistério ordinário dos bispos (autoridade de ensinar doutrinas religiosas). Este magistério ordinário envolve, entre outras coisas, bispos em vários lugares começando a ensinar as mesmas doutrinas (por exemplo, o ensinamento de que Maria foi concebida sem pecado), e se este ensinamento ganha aceitação através da igreja como um todo, isto indica que o Santo Espírito trabalha através dos bispos e que este ensinamento vem de Deus. O Papa pode, depois, reconhecer tal e proclamar, infalivelmente, que isto vem de Deus e deve ser aceito por todos os católicos romanos.

A questão é se este ensinamento está em concordância com as Escrituras. A Igreja Católica Romana vê o papado e a autoridade infalível de ensinar da “Igreja mãe” como sendo necessária para guiar a Igreja, e usa isto como argumento lógico para a provisão de Deus neste assunto. Mas examinando as Escrituras, acharemos o seguinte:

1) Apesar de Pedro ter sido central na distribuição do Evangelho nos primeiros tempos (parte do significado atrás de Mateus 16:18-19), o ensinamento das Escrituras, visto em contexto, em lugar algum declara que ele, Pedro, estava em autoridade acima dos outros apóstolos ou acima de toda a Igreja (veja Atos 15:1-23; Gálatas 2:1-14; I Pedro 5:1-5). Nem ao menos uma vez sequer, as Escrituras ensinam que o Bispo de Roma deveria ter supremacia sobre a Igreja. Ao contrário, há apenas uma referência nas Escrituras de Pedro escrevendo da “Babilônia”, um nome às vezes aplicado a Roma, encontrado em I Pedro 5:13; basicamente disto e do aumento histórico da influência do Bispo de Roma vem o ensinamento da Igreja Católica Romana sobre a primazia do Bispo de Roma. Entretanto, as Escrituras mostram que a autoridade de Pedro era dividida com outros apóstolos (Efésios 2:19-20) e que a autoridade de “ligar e desligar” a ele atribuída era da mesma forma dividida com as igrejas locais, não apenas seus líderes (veja Mateus 18:15-19; I Coríntios 5:1-13; II Coríntios 13:10; Tito 2:15; 3:10-11). Então, o alicerce para a infalibilidade papal... a existência do próprio papado não tem base nas Escrituras.

2) Em lugar algum as Escrituras afirmam que para manter a igreja livre de erro, a autoridade dos apóstolos foi passada adiante àqueles que eles ordenaram (ensinamento da Igreja Católica Romana chamado “sucessão apostólica”). A sucessão apostólica é uma leitura forçada destes versos que a Igreja Católica Romana usa para apoiar esta doutrina (II Timóteo 2:2; 4:2-5; Tito 1:5; 2:1; 2:15; I Timóteo 5:19-22). Paulo NÃO chama os crentes em várias igrejas para que recebam Tito, Timóteo e outros líderes da igreja baseado na sua autoridade como bispos, mas baseado no fato de serem colaboradores com ele (I Coríntios 16:10; 16:16; II Coríntios 8:23). O que as Escrituras ensinam é que falsos ensinamentos se levantariam mesmo dentre os líderes aceitos pela igreja, e que os cristãos deveriam comparar os ensinamentos destes líderes de igreja com as Escrituras. Só elas são infalíveis, como diz a Bíblia. A Bíblia não ensina que os apóstolos são infalíveis, exceto quando algo por eles escrito é incorporado nas Escrituras (II Timóteo 3:16; II Pedro 1:18-21). Paulo, falando aos líderes da igreja na cidade de Éfeso, faz menção à vinda de falsos mestres, e para lutar contra tal erro ele não recomenda os apóstolos e aqueles que têm autoridade”, mas recomenda “a Deus e à palavra da sua graça...” (Atos 20:28-32).

3) Em nenhum lugar as escrituras dão o ensinamento sobre o “magisterium” ou magistrado dos bispos tratando-o como de igual peso com as Escrituras. O que mostra a história é que quando alguma outra fonte de autoridade é tratada como sendo de igual peso com as Escrituras, a segunda autoridade sempre termina substituindo as Escrituras (o que é o caso com os outros escritos aceitos dos Mórmons e com a revista “ A Sentinela”, publicada pelas Testemunhas de Jeová). Assim também acontece com a Igreja Católica Romana. Repetidamente o Catecismo Católico afirma que muitas de suas doutrinas não são encontradas ou baseadas nas Escrituras (Maria como co-redentora e co-mediadora, sem pecado, concebida sem pecado; sua assunção; orar a santos e venerá-los, assim como suas imagens; etc.). Para os católicos romanos, é a “Igreja mãe” a autoridade final, não as Escrituras, mesmo dizendo eles que o magisterium é “servo das Escrituras”. Mais uma vez, a Bíblia ensina que somente as Escrituras devem ser usadas como padrão para que se separe a verdade da mentira. Em Gálatas 1:8-9, Paulo afirma que não é QUEM ensina, mas O QUE é ensinado que deve ser usado para determinar o que é verdade e o que é engano. E apesar da Igreja Católica Romana continuar a pronunciar maldição de inferno àqueles que rejeitarem a autoridade do papa, as Escrituras reservam esta maldição àqueles que ensinarem um evangelho diferente daquele que já foi dado e registrado no Novo Testamento (Gálatas 1:8-9).

4) Enquanto a Igreja Católica Romana vê a sucessão apostólica e o infalível magisterium da igreja como algo logicamente necessário para Deus guiar a Igreja sem erros, as Escrituras afirmam que Deus providenciou para sua igreja através:

(a) das infalíveis Escrituras (Atos 20:32; II Timóteo 3:15-17; Mateus 5:18; João 10:35; Atos 17:10-12; Isaías 8:20; 40:8; etc.),

(b) o sumo-sacerdócio incessante de Cristo no céu (Hebreus 7:22-28),

(c) a provisão do Espírito Santo, que guiou os apóstolos à verdade após a morte de Cristo (João 16:12-14), que dá o dom aos crentes para a obra no ministério, incluindo o do ensino (Romanos 12:3-8; Efésios 4:11-16) e que usa a Palavra escrita como Seu maior instrumento (Hebreus 4:12; Efésios 6:17).

Resumindo, a Bíblia fala de apenas um guia duradouro, “tangível” e infalível deixado por Deus para Sua igreja. É a Palavra escrita de Deus, não um líder infalível (II Timóteo 3:15-17). E da mesma forma que Ele deu seu Santo Espírito para guiar os homens santos para que escrevessem tais Escrituras (II Pedro 1:19-21), também Ele deu Seu Santo Espírito para que habitasse, enchesse, guiasse e distribuísse dons aos membros da Sua igreja nos dias de hoje, para o propósito de direcioná-la através da correta interpretação da Palavra escrita (I Coríntios 12; 14; Efésios 4:11-16). Que haja facções ou falsos ensinamentos hoje, não deveria ser surpresa, pois a Bíblia também nos alerta de que haveria falsos mestres que “torceriam” o significado da Palavra escrita (II Pedro 3:16) e que estes falsos mestres se levantariam de dentro das igrejas (Atos 20:30). Por isto, os crentes deveriam voltar-se para Deus e para a “palavra de Sua graça” para que fossem guiados (Atos 20:32), determinando a verdade não por QUEM a disse, mas comparando-a com o evangelho já recebido pela igreja primitiva, o evangelho registrado a nós nas Escrituras (Gálatas 1:8-9; veja também Atos 17:11).

Crente que tem promessa não morre?


Por onde tenho passado, irmãos me perguntam: “Pastor Delmir, crente que tem promessa morre ou não morre?” Esta pergunta é mais complexa e intrigante do que aparenta ser, posto que é preciso, a fim de respondê-la, verificar-se a fonte, a condicionalidade e a maneira como a promessa poderá ser cumprida, caso seja mesmo uma promessa da parte de Deus.

Há pouco tempo, em uma grande escola bíblica, mandaram-me essa pergunta por escrito, e eu a respondi com outra: “Quantos aqui têm promessas de Deus?” E todos levantaram as mãos... Nesse caso, antes de qualquer consideração, afirmei: “Então, nenhum de nós morrerá, até à Vinda de Jesus, haja vista todos nós termos promessas?!”, deixando todos ainda mais curiosos...

Ora, é preciso considerar que para Cristo vivemos e para Ele também morreremos, caso o Arrebatamento não aconteça logo (Rm 14.8-10). Basta lermos Hebreus 11 para entendermos que nem todas as promessas que os heróis da fé (mencionados ali) abraçaram se cumpriram em suas vidas (vv.13,39). Em Atos 13.32, está escrito: “E nós vos anunciamos que a promessa que foi feita aos pais, Deus cumpriu a nós, seus filhos, ressuscitando a Jesus”. Observe que a promessa foi dirigida a uns, no passado, e cumprida na vida de outros, que viveram muito tempo depois.

Qual é a nossa maior promessa? É a de que moraremos com Cristo, na glória (Fp 3.20,21; Tt 2.11-14). Mas, infelizmente, o bordão em apreço tem levado alguns crentes a se esquecerem das “coisas de cima” (Cl 3.1,2), impedindo-os de viverem como se o Arrebatamento da Igreja fosse acontecer a qualquer momento (1 Co 15.51,52).


As promessas que recebemos por meio de profecia não devem ser abraçadas cegamente, como se fossem a garantia de que jamais morreremos enquanto elas não se cumprirem. É claro que as verdadeiras promessas de Deus se cumprem, mas muitas delas são condicionais, como a do dia de Pentecostes (Lc 24.49; At 1-2). Se aqueles crentes não tivessem ficado em oração, em Jerusalém, não teriam recebido a promesa (2 Cr 7.14,15; Is 1.18-20; Dt 28).

Segundo a Palavra de Deus, é possível sim morrer antes do tempo (Ec 7.17). Essa história de que há um “destino” para cada um, e que “só quando chegar a hora a pessoa morre” não tem base bíblica. O fato de termos muitas promessas não garante que não morreremos até aos seus cumprimentos. Esse chavão é perigoso, pois anda de mãos dadas com outros clichês perigosos, como: “Quem não vem pelo amor vem pela dor” ou “Uma vez salvo, salvo para sempre”. Voces estão vendo alguns do mundo antigo ainda vivos? 

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LISTA DE PREGADORES GIDEÕES 2013






O Congresso Gideões Missionários da Última Hora é um evento Evangélico “Pentecostal” e tem sua versão anual desde o ano de 1982. Ou seja, no ano de 2013 o Congresso alcança a sua 31ª edição e conta com muitas novidades e atrações para os fiéis. Saiba mais sobre o Gideões 2013!

Tema do Gideões 2013

No ano de 2013, a 31ª edição do congresso terá o tema “A colheita ainda não acabou, avante!”. A promessa é seguir o roteiro de todos os congressos anteriores e se centralizar no foco, que é “Missões”

Data do Gideões 2013

O congresso Gideões 2013 terá seu inicio dia 20 de Abril e seu término será no dia 01 de Maio. Serão 12 dias seguidos com pregações que no início ocorrerá apenas no pavilhão e depois se estenderá para pregações em simultâneas entre pavilhão e ginásio.

Pregadores do Gideões 2013

A exemplo de edições anteriores o Gideões 2013 terá uma lista “recheada” de pregadores renomeados que vai desde pastores locais e se estende até conferencista internacionais. Nomes como o do Pastor Marco Feliciano, Pastor Yossef Akiva, Missionária Helena Raquel, Pastor Elson de Assis Pastor Adeildo Costa e Pastor Carvalho Júnior são os mais conhecidos e mais aguardados para o congresso. E atendendo a pedidos alguns nomes menos conhecidos mas homens cheios do Espirito Santo como Pastor Elias Carvalho de Americana (SP), Pastor Willian Franco de São Paulo (SP) e Pastor Delmir Monteiro de Artur Nogueria (SP) e muitos outros.
Embora a lista de pregadores do Gideões 2013 não tenha sido divulgada na sua integra até o momento(14/02), temos no site Gideões 2013 a lista parcial, ou seja pregadores confirmados para o Gideões 2013. Caso queira ver a lista de pregadores do 31º Gideões Missionários da Última Hora, acesse www.gideoes.org!

Assistir Online ao Gideões 2013

A trasmissão do Gideões 2013, como de costume, será feita pela Internet para aquelas pessoas que pelas mais diversas razões não podem estar no congresso presencialmente. Todo o congresso e suas pregações são transmitidos pela Internet. Para assistir online ao Gideões 2013 você só terá que acessar o site www.gideões.org nas datas do congresso.

Transmissão via rádio do congresso

Para aquelas pessoas que tem acesso a internet mais a mesma não é muito veloz para acompanhar Streaming de vídeo poderá também ouvir pela Rádio Gideões. Ou seja, ninguém terá desculpas para não ser abençoado.